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CCZ RIO CLARO NO II ENCONTRO NACIONAL DE VIGILÂNCIA DAS ZOONOSES

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                                                                                                                                          IMG_3865

No último dia 24 de Abril o Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro a convite do Ministério da Saúde em Brasília, esteve presente através de seu coordenador Josiel Hebling  no II Encontro Nacional de Vigilância das Zoonoses realizado em Gramado – RS, para exposição dos trabalhos realizados em nossa cidade sobre o programa de vigilância e controle da Larva Migrans, popularmente conhecida  como “bicho geográfico”.

Este importante trabalho começou a ser realizado devido  às várias solicitações vindas através do sistema 156, de professores e funcionários das escolas municipais, preocupados com a presença de caninos e felinos em escolas e parques.

O complexo de doenças chamadas de Larva Migrans são causadas por parasitas intestinais (helmintos) de cães e gatos.  Acometem mais comumente crianças  que tem por hábito brincar na areia e levar as mãos à boca antes de higienizá-las. Os locais mais comumente infectados são as mãos, pés e nádegas.

Através de contatos com a Coordenadoria de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação e  com o  setor  de Parques e Jardins da Secretaria Municipal de Agricultura iniciou-se parceria para o projeto em  escolas e parques municipais em 2011 e que visa recolher amostras de areia dos tanques e/ou  áreas de lazer, com a finalidade de análise e orientação sobre a higienização destes locais.

Para a realização do projeto, trabalham uma equipe  com bióloga – análise,  agentes de controle de vetores – auxiliam nas coletas e o departamento de I.E.C.(informação, educação e comunicação) – palestras e elaboração de material informativo

Este trabalho chamou a atenção do Ministério da Saúde por ser o único realizado no estado de São Paulo.  Mas  ainda existem desafios como:  ampliar as áreas de monitoramento para escolas particulares e clubes; equipe fixa para coletas; realização de  coletas semestralmente, conscientização da população para que não alimentem ou permitam presença de  animais nas escolas  (que auxilia  na disseminação da doença) e o  hábito da população de soltar seus animais para a “voltinha diária” e o não recolhimento das fezes de animais quando dos passeios realizados nas áreas públicas

Todos os custos da viagem e permanência no Encontro foram financiados pelo Ministério da Saúde.

 

 

 

 

 

 

 

 

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