DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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Combate ao Aedes também no inverno

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O fato de o mosquito Aedes aegypti se proliferar com mais intensidade durante as estações mais quentes do ano faz com que boa parte das pessoas só se lembre de eliminar os criadouros nesses períodos. Entretanto, de acordo com o pesquisador da Fiocruz Minas Fabiano Duarte Carvalho, é quando caem as temperaturas que as medidas de controle podem ser mais eficazes, já que o ciclo reprodutivo do mosquito fica mais lento.

“Sabemos que há casos de dengue e outras arboviroses o ano inteiro, o que significa que o mosquito está presente em todos os meses. Entretanto, este é um período em que há menos mosquitos em circulação e, com isso, é muito mais fácil combater os focos neste momento. É preciso aproveitar a fase em que o Aedes está mais fraco”, afirma o pesquisador.

 

FMS participa de Encontro Técnico Regional em Piracicaba

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A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sentadas e multidão

A Fundação Municipal de Saúde, representada pelas Vigilâncias em Saúde (epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador) esteve esta semana em Piracicaba participando de um Encontro Técnico Regional, promovido pelo Instituto Adolfo Lutz de Rio Claro, Sucen de Campinas e a GVE de Piracicaba. O evento teve como objetivo fornecer base para as Conferências de Vigilância em Saúde que estão sendo realizadas pelos municípios.

Rio Claro contribuiu com suas experiências, assim como trouxe as contribuições dos demais municípios participantes. Em Rio Claro a Conferência acontece no dia 10 de junho no NAM- Núcleo Administrativo Municipal, das 8h00 às 13h00. Por enquanto estão sendo realizadas as pré-conferências que listam as prioridades e diretrizes de cada um dos setores. A população pode e deve participar das pré-conferências e contribuir com sugestões que possam melhorar o atendimento do SUS.  O próximo encontro será dia 26 de maio quando estarão em discussão questões ligadas à Vigilância Epidemiológica e Cerest- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. A 1ª Conferencia Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) será realizada dias 21 e 24 de novembro.

COMITÊ GANHA FORÇA COM NOVOS PARTICIPANTES

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O Comitê de Antropozoonoses, que toda última quinta-feira do mês se reúne para discutir questões relacionadas a doenças transmiridas por animais, recebeu novos participantes. No último encontro, representantes de vereadores estiveram conhecendo o trabalho realizado pelo Núcleo de Combate ao Aedes. Os presentes que nunca haviam estado na reunião do Comitê puderam se envolver mais nas questões relacionadas ao trabalho da equipe da Zoonoses e conhecer as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

Por outro lado o Comitê também pode saber por quais caminhos percorrer quando necessitar da colaboração do Legislativo. Todas as secretarias do governo estão convidadas a participar, já que todos fazemos parte desse processo de combate a doenças. A próxima reunião está marcada para o dia 25 de maio, a partir das 8h30, na sala de agentes, localizada no Núcleo Administrativo Municipal (NAM) da rua 6, Jardim Portugal.

CINEMA VOLTA A EXIBIR ALERTA CONTRA O AEDES

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O Centro de Controle de Zoonoses renovou sua parceria com a Arcoplex, empresa responsável pela exibição dos filmes nas salas de cinema do Shopping Rio Claro.

Até o final de maio, um filme institucional de 30 segundos será exibido antes de cada sessão, mostrando a importância de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue. Chikungunya, Zika Virus e Febre Amarela. A ideia é que a mensagem possa sensibilizar o público através da telona e ser mais um canal de divulgação.

Em um dos filmes o jogador Cafu forma um time de combate ao mosquito, mas leva uma bronca do agente de saúde porque esqueceu de fechar o lixo.

O outro filme disponibilizado ao cinema mostra o depoimento de quem já teve Chikungunya e o drama vivido mesmo depois de passado o período mais crítico da doença. A mensagem é forte, mas retrata o dia a dia daqueles que contraíram o vírus.

O tempo de exibição de ambos os filmes é curto, mas os hábitos exibidos na peça publicitária precisam ser adotados para a vida toda.

Saúde convoca o cidadão para que o combate ao mosquito faça parte da rotina

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O alerta vem no período do ano em que se observa maior risco de proliferação do Aedes e também quando o brasileiro mais viaja, deixando os imóveis fechados

 

Com a chegada do verão, período chuvoso e quente, o brasileiro deve redobrar os cuidados com a limpeza de caixas d’água, piscinas, calhas de telhados, pratos de vasos de plantas. É preciso cuidado também com os quintais das casas para não amontoar lixo com sacos plásticos, garrafas, pneus ou qualquer outro objeto que possa acumular água da chuva. O alerta é do Ministério da Saúde e vale, inclusive, para as pessoas que vão viajar e deixar os imóveis fechados nesse período. Isso porque, qualquer recipiente com água, mesmo que em pequena quantidade, pode virar um criadouro do mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya num curto período de tempo.

Os ovos do mosquito Aedes permanecem vivos por cerca de um ano sem água e basta apenas um contato com umidade para que as larvas apareçam. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforça o apelo para que as pessoas incluam as medidas de combate ao aedes nas atividades cotidianas do ano novo.

“Criar o hábito de toda sexta-feira fazer uma vistoria no seu imóvel e nas redondezas do mesmo, seja ele o local de trabalho, apartamento, casa ou sítio. Se cada cidadão fizer a sua parte, evitando água parada e descoberta em locais que possam servir de criadouros de mosquito, juntos estaremos fazendo um grande mutirão semanal de limpeza em todo o país”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Tampar os grandes depósitos de água, cobrir piscinas, manter os ambientes limpos removendo o lixo e limpar com bucha as laterais e bordas de recipientes com água, como os vasos de planta, são medidas simples que evitam a proliferação do mosquito transmissor dessas três doenças que podem até matar.

AÇÕES – O Ministério da Saúde tem intensificado o combate à reprodução do mosquito Aedes aegypti em parceria com estados e municípios. Prova disso, é a garantia de um orçamento crescente aos estados, municípios e Distrito Federal para ações de vigilância, que incluem o combate ao vetor das doenças dengue, Zika chikungunya. Os recursos cresceram 51% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,4 bilhão entre 2010 e 2016. Para 2017, a previsão é de R$ 1,9 bilhão.

 

Boneco alerta público sobre o Aedes na chegada da tocha olímpica

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20.07.16 (25)

O público que compareceu ao estádio municipal Augusto Schmidt Filho na última quarta-feira (20) para aguardar a chegada da tocha olímpica, foi surpreendido com a presença do boneco que representa o agente de combate a endemias. Aproveitando o grande número de pessoas presentes, o Centro de Controle de Zoonoses levou o bonecão para lembrar que o mosquito Aedes aegypti não desapareceu com o inverno. Ele continua transmitindo Dengue, Chikungunya e Zika Vírus em todo o país.

Em Rio Claro, os últimos números divulgados pela Vigilância Epidemiológica mostram que 92 pessoas contraíram a Dengue este ano. Os casos de Chikungunya somam 8. Por enquanto o município não registrou casos de Zika Vírus.

Principalmente as crianças, que estavam acompanhadas dos pais no estádio, gostaram da presença do boneco e com ele levantaram uma réplica da tocha olímpica, demonstrando que estão participando da batalha conta o mosquito.

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Os 11 mitos do Aedes aegypti

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mosquito 2

No país do futebol, com o aprofundamento das epidemias de dengue, Zika e chikungunya, o Aedes aegypti tomou conta do noticiário e já aparece quase tanto quanto a bola. Agora, além de o Brasil abrigar 200 milhões de técnicos, também tem 200 milhões de entomólogos – nome dado aos especialistas em insetos. Esse fenômeno popular ajuda que o inseto seja conhecido e discutido pela sociedade, mas gera margem para que algumas informações incorretas se disseminem. Por isso, o portal Aedes do Bem! convidou os entomólogos Cecília Kosmann e Guilherme Trivellato, da Oxitec, para detonar 11 mitos que vêm circulando no embalo das redes sociais. Veja abaixo quais são eles.

MITO Nº 1 – O Aedes aegypti não representa perigo fora da época de chuva

Não é verdade. O perigo até se reduz, mas continua presente. É verdade que fatores como o desenvolvimento, o comportamento e a sobrevivência dos mosquitos – assim como a dinâmica de transmissão de doenças – são fortemente influenciados pelo clima. Temperatura, precipitação e umidade são especialmente importantes. No Brasil, a estação chuvosa coincide com a época de temperaturas mais elevadas, então nessa época o país apresenta a combinação perfeita para a disseminação do mosquito: clima quente e abundância de criadouros.

Como o inverno brasileiro é uma estação mais seca e com temperaturas mais amenas, nessa época o número de criadouros tende a ser reduzido, diminuindo também a quantidade de mosquitos. Apesar de ser menos quente que o verão, nosso inverno não é frio o suficiente para interromper o ciclo de vida do mosquito, que continua a picar – e a transmitir doenças – mesmo fora da estação chuvosa.  Um exemplo disso foi a epidemia de dengue ocorrida na cidade de Campinas no interior do Estado de São Paulo no inverno de 2015.

MITO Nº 2 –  A picada do Aedes aegypti não dói nem deixa marca

Isso não vale como regra geral. Ao longo da sua evolução, o Aedes aegypti desenvolveu um coquetel salivar composto por basicamente três tipos de moléculas: anticoagulantes, vasodilatadoras e antiagregantes de plaquetas. Essas moléculas dificultam que o hospedeiro – no caso, o ser humano – perceba a picada, facilitando a ingestão de sangue por parte do mosquito. Apesar de diminuir a irritação, porém, esse coquetel molecular não é 100% eficiente em produzir uma picada indolor. A inoculação de saliva no tecido dérmico pode causar reações na pele, que variam desde pequenas irritações a grandes edemas, dependendo do grau de sensibilidade da pessoa e do tempo e intensidade da picada.

MITO Nº 3 –  O voo do Aedes aegypti não produz zumbido

Não é verdade. O que ocorre é que os mosquitos da espécie Aedes aegypti voam principalmente durante o dia, enquanto os pernilongos são mais ativos durante a noite. Como estamos deitados e parados, é mais fácil para o pernilongo do gênero Culex se aproximar de nós e, consequentemente, ouvimos seu zumbido com mais frequência.  Durante o dia estamos mais ativos, o que dificulta a chegada do mosquito Aedes aegypti até perto de nossos ouvidos. Para diversas espécies de insetos, o zumbido que ouvimos é o barulho das asas batendo e cada animal tem uma frequência de som específica. Essa diferença é tão marcante que existem equipamentos capazes de identificar a espécie do mosquito por meio do som que ele emite durante o voo.

MITO Nº 4 –  O Aedes aegypti só põe ovos em água limpa

É um mito. Comparado com os pernilongos do gênero Culex, o Aedes aegypti tem uma preferência maior, não absoluta, por água limpa, com menor teor de matéria orgânica e sais. Apesar de sabido que um aumento na salinidade da água reduz a oviposição – ou seja, diminui a incidência de ovos colocados pelas fêmeas do mosquito – alguns países asiáticos já registraram o desenvolvimento de larvas em água salobra. No Brasil sabemos que pequenas doses de bactéria na água a tornam ainda mais atraente para as fêmeas do Aedes aegypti. É importante destacar esse comportamento, já que normalmente a população está condicionada a procurar e eliminar somente os potenciais criadouros compostos por água limpa, dificultando o controle do mosquito.

MITO Nº 5 –  A mudança climática está deixando o Aedes aegypti mais “forte” e mais “longevo”

Não é bem assim. O aquecimento global pode alterar a forma de expansão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti no sentido de que o aumento da temperatura em uma região pode ampliar a área de distribuição do mosquito. Por exemplo: se uma região é muito fria para que o mosquito se estabeleça, um aumento de temperatura no local pode fazer com que ele venha a se estabelecer.  Mas não há evidência de que a mudança climática tenha mudado o comportamento da espécie como um todo.

A temperatura da água pode influenciar o tempo total de desenvolvimento da larva do mosquito. Criadouros com temperaturas mais altas tendem a conter larvas que irão se desenvolver mais rapidamente do que aqueles com temperaturas mais baixas, o que não quer dizer que o mosquito irá viver mais tempo ou ser mais “forte”

 MITO Nº 6 –  Gotinhas de água sanitária matam a larva do mosquito em vasos de plantas

De todos os mitos, esse é o menos “mito”. Quando colocados na água, certos produtos podem afetar o desenvolvimento das larvas. Apesar de a água sanitária ser uma dessas substâncias – e das mais eficientes – vale lembrar que o sucesso desse método varia conforme a concentração do produto em questão. Ao adicionarmos substâncias à água, estamos aumentando a sua concentração de sais. Quando criada em um ambiente com maior concentração de sais do que a encontrada em seu próprio corpo, a larva perde água para o meio até o momento em que é dessecada e morre de tanto perder umidade.

MITO Nº 7 – O plantio de flores crotalárias afasta o mosquito

Esse é um dos mitos mais nocivos sobre o combate ao Aedes aegypti. As flores de diversas espécies de plantas do gênero Crotalaria apresentam coloração amarela e são atrativas para inúmeras espécies de insetos polinizadores. Dentre eles, as libélulas.  Ninfas (estágio da libélula entre o ovo e a fase adulta) ocorrem em lagoas e outros cursos d´água e são predadoras naturais de larvas de mosquitos em geral. Em tese, elas poderiam ajudar no combate às larvas, mas os criadouros de ninfas são sempre naturais; eles não são encontrados em ambientes artificiais, como pratinhos de vasos de plantas ou caixas d’água. Em outras palavras, as ninfas comedoras de larvas estariam ausentes justamente no tipo de habitat preferido pelo Aedes aegypti, inseto que está sempre perto de humanos, encontrado quase que exclusivamente dentro ou ao redor de moradias. Apesar de o encontro entre libélulas e Aedes aegypti ser improvável de acontecer no ambiente urbano, cidades do interior de São Paulo, como Sorocaba e Capivari, já criaram projetos de lei que previam o uso de recursos públicos no cultivo de crotalárias, mesmo sem que sua eficácia no combate ao mosquito fosse comprovada.

MITO Nº 8 –  O Aedes aegypti não frequenta lugares com mais de 1,5 metro de altura

Frequenta, sim. Mosquitos preferem colocar ovos em alturas de até 1,5m. Isso é um fato. Porém, quando surge a necessidade de buscar alimentos e parceiros para a cópula – ou até mesmo a necessidade de colocar ovos –, eles podem ser encontrados em locais mais altos. A prova disso é que não é difícil encontrar criadouros em caixas d´água e calhas, bem acima de 2,5 metros de altura. Algumas pessoas dizem ainda que apartamentos em andares mais altos estão livres da presença do Aedes aegypti, mas isso também é um mito, já que que o mosquito pode subir pelo elevador.

MITO Nº 9 –  O ar-condicionado mata o Aedes aegypti

Não é verdade. Insetos são organismos pecilotérmicos, ou seja, animais de sangue frio que têm a temperatura do corpo regulada pelo ambiente. Locais mais frios diminuem a sua atividade, fazendo com que eles voem menos e, consequentemente, piquem menos – até o crescimento das larvas pode ser atrasado em um ambiente frio. Apesar disso, a temperatura de um ambiente climatizado por um ar-condicionado dificilmente será suficiente para matar o Aedes aegypti.

MITO Nº 10 – O Aedes aegypti só pica durante o dia

Não é verdade. O Aedes aegypti habita áreas urbanas e sempre fica perto de sua principal fonte de sangue: o homem. Ele é um mosquito doméstico, altamente associado com o ser humano,  e vive dentro ou ao redor de casas e outros locais frequentados por pessoas, como estabelecimentos comerciais e escolas. Suas picadas se concentram durante o dia pois ele se alimenta do sangue humano ao amanhecer e ao entardecer. Ele pode, porém,  picar à noite também já que nesse período o ser humano está menos ativo e o acesso do mosquito ao sangue é facilitado. Outro fator que motiva a atividade noturna do Aedes aegypti em áreas urbanas é a grande quantidade de luz elétrica, fato que estende o período de atividade da espécie.

MITO Nº 11 –  Todo mosquito pica

Não é verdade. Seja qual for a espécie do mosquito, somente as fêmeas irão picar humanos, pois precisam do sangue para maturação de seus ovos. Machos se alimentam de soluções vegetais açucaradas e, mesmo se quisessem, não poderiam picar: ao contrário do aparelho bucal das fêmeas, os machos não apresentam total desenvolvimento das peças básicas para penetrar a pele do hospedeiro, fato que os impede de perfurar tecidos animais e vegetais. É por isso que eles se limitam a sugar líquidos açucarados, como o néctar das flores.

 

As perguntas foram respondidas por Cecília Kosmann e Guilherme Trivellato, supervisores de produção e ensaios de campo da Oxitec.

Cecília Kosmann: Formada em Ciências Biológicas pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), fez mestrado em entomologia na UFPR (Universidade Federal do Paraná) e doutorado em biologia animal pela UnB (Universidade de Brasília), mesma instituição em que fez pós-doutorado em zoologia. Cecília também fez um pós-doutorado em biociências pela Unesp (Universidade Estadual Paulista).

Guilherme Trivellato: Graduado em engenharia agronômica pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo), Guilherme é mestre em entomologia pela mesma instituição.  Na Oxitec, supervisiona em Piracicaba a execução do projeto do Aedes do Bem!, o mosquito geneticamente modificado usado no combate ao Aedes aegypti selvagem.

FONTE : aedesdobem.com.br