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Archive for the ‘DIVERSOS’ Category

RICLAN – BRIGADISTAS RECEBEM ORIENTAÇÕES DO CCZ

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Cerca de 40 Brigadistas da empresa Riclan, receberam equipe de Informação e Educação do Centro de Controle de Zoonoses para  assistir a palestra : “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Através da apresentação, os funcionários  puderam constatar os diversos problemas gerados pelos maus hábitos, pela  falta de conscientização e os  prejuízos gerados para a saúde pública.

A mudança de hábitos é fundamental para proteção de todos cidadãos  e  das futuras gerações. Neste contexto, o Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro tem se empenhado para divulgar nossa realidade e as propostas para melhorias para o  bem estar de todos moradores em nossa cidade.

Nossos agradecimentos à empresa pela longa parceria na oportunidade da informação.

 

 

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JIBOIA RESGATADA

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Atendendo solicitação, equipe do CCZ resgatou esta jovem jiboia (Boa constrictor) e a soltaram em local apropriado.
O desmatamento, a invasão do seu habitat natural e lixo que atrai roedores, fazem com que estes animais apareçam cada vez mais em áreas urbanas.
Ao encontrar um animal silvestre, não maltrate, não toque, não mate.
Procure os serviços especializados.

Vacinados 3.058 cães e gatos contra raiva neste final de semana

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Mais de 3 mil animais vacinados em um único final de semana no início da campanha de vacinação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O tempo ajudou e neste primeiro final de semana da campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos,  3.058 doses foram aplicadas pelos profissionais do Centro de Controle de Zoonoses, sendo 1.364 no sábado e 1.694 no domingo. Um número expressivo que mostra que os proprietários de animais atenderam ao chamado da Saúde para imunizá-los.

Dezesseis pontos de vacinação foram montados e em todos eles a movimentação foi considerada dentro do esperado. Um dos pontos positivos foi a conscientização dos donos de gatos que este ano utilizaram caixas de transporte para levá-los até os vacinadores, o que facilitou bastante a contenção e evitou fugas.

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda, que acomete mamíferos, inclusive o homem, e caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda com letalidade de aproximadamente 100%. É transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais.

A vacinação continua no próximo final de semana em 14 locais:

DIA 24/08/2019 – SÁBADO

  1. Praça: Avenida BNH com Rua 13 e Avenida 50, VILA ELIZABETH BNH
  2. Escola Monsenhor Martins: Avenida 36 com Ruas 5 e 6, VILA OPERÁRIA
  3. Praça da Igreja Santana: Rua 9 com Avenidas 30 e 32, SANTANA
  4. Associação de Bairros: Avenida 17 JW com Rua 5 JW, JARDIM BONSUCESSO
  5. USF Bonsucesso/Novo Wenzel: Rua 6 com Avenida 13 JW,JARDIM NOVO WENZEL
  6. CRAS Bonsucesso/Novo Wenzel: Rua 5 JW com Avenidas 1 JW e 2 JW,BOM RETIRO
  7. Projeto “Estação Do Bem”: Rua 23 NR com Avenidas 1 NR e 3 NR,JARDIM NOVA RIO CLARO 

 

DIA 25/08/2019 – DOMINGO 

  1. Escola José Cardoso: Rua 9 C com Rua 16, ARCO ÍRIS
  2. Quadra Poliesportiva: Rua 6 JA com Rua 3, ARCO ÍRIS
  3. Escola Sylvio de Araújo: Rua 9 A com Avenidas 72 A e 74 A, VILA SÃO MIGUEL
  4. Anel Viário: Anel Viário com Avenida 70 A – VILA SÃO MIGUEL
  5. Escola Djiliah Camargo de Souza: Rua 4 A com Avenida 42 A, JARDIM IPÊ
  6. Igreja Santo Expedito: Rua 20 I com Avenidas 59 e 61, JARDIM ITAPUÃ
  7. USF Assistência: Avenida 1,ASSISTÊNCIA 

CCZ NA SIPAT DA EMPRESA VÍNCULA

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O setor de Educação e Informação esteve presente na Sipat da empresa Víncula orientando sobre animais peçonhentos, arboviroses e prevenção à diversas zoonoses.

Equipe da Santa Casa também estava presente ensinando  sobre higienização das mãos.

A semana de prevenção de acidentes proporciona momentos importantes para a saúde e socialização entre trabalhadores.



OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

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No último sábado, 10, foi concluída em Rio Claro a terceira etapa do projeto Caminhão Conhecendo os ODS.
O projeto desenvolve ações para que a população conheça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em conjunto com 193 países.
Em Rio Claro o evento aconteceu no Jardim Público, das 10 às 18h. e a Fundação Municipal de Saúde esteve presente na tenda da Saúde com o NESTD, Saúde Bucal e Centro de Controle de Zoonoses.
Mais de 4 mil pessoas prestigiaram o evento.

Mais uma linda história com final feliz

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Esta semana foi marcada por vários momentos de emoção e sensação de dever cumprido na Zoonoses. Jorjão, um cão que estava no CCZ há semanas aguardando por um lar, conseguiu uma família e já está na nova casa. No mesmo dia, Thor que há 1 ano e meio estava esperando sua vez, também seguiu seu caminho e ganhou um espaço só para ele na casa do seo Aparecido.

Para fechar a semana, mais um final feliz. Depois de 3 anos desaparecido e longe da dona, Sansão, que na verdade se chama Thor, voltou para casa. Durante este tempo todo ele perambulou pelas ruas e acabou se unindo a outros cães no Jardim São Paulo. Em setembro do ano passado foi recolhido. Uma protetora reconheceu o animal quando ele passeava com o tratador da Zoonoses na rua e contou para Cristiane, a dona. Ela, que esteve atrás do cão durante todos esses anos decidiu confirmar se de fato era o seu filhote. Reconheceu o animal e o mais impressionante, foi reconhecida por ele também.

Hoje Cristiane esteve no CCZ para buscar o seu filhotão e o encontrou bem tratado, vacinado, castrado e bem de saúde. O encontro provou que mesmo que se passem anos de separação, o cão jamais se esquece de seu dono. Foi um momento especial para todos. Cristiane contou que adotou Thor quando ele era ainda um bebê e tinha enfrentado uma longa viagem do Mato Grosso até Rio Claro. Com 1 ano de idade ele sumiu e desde então ela vinha tentando saber do seu paradeiro. Ficou bastante emocionada ao rever o animal. Mais uma história com final feliz para fechar a semana.

 

Criptococose: causas, sintomas, tratamento e prevenção

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O que é criptococose?

A criptococose é uma doença, classificada como micose sistêmica, causada por fungos do gênero Cryptococcus e que, dependendo do caso, pode matar.

Os seguintes fungos Cryptococcus neoformans variante (var.) são comumente causadores dessa doença:

  • Cryptococcus neoformans variante (var.),
  • neoformans (C. neoformans)
  • gattii (C. gattii).
IMPORTANTE:  Considera-se a criptococose como importante problema de saúde pública devido à magnitude, ou seja, elevada letalidade, e transcendência da doença, que pode desenvolver formas clínicas graves.

O que causa a criptococose?

O principal reservatório do fungo é matéria orgânica morta presente no solo, em frutas secas, cereais e nas árvores. O fungo causador da doença também é encontrado nas fezes de aves, principalmente dos pombos.

A variante C. neoformans, de caráter oportunista, representa a principal causa de meningoencefalite e morte em indivíduos com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). No entanto, essa espécie também acomete indivíduos sem problemas de saúde em todo o mundo.

O C. neoformans var. gattii acomete crianças e jovens sem evidência de imunodepressão aparente, de comportamento endêmico ou focal nas regiões tropicais e subtropicais, especialmente nas regiões Norte (Amazônia) e Nordeste do Brasil, incluído o semiárido, e, esporadicamente, nas demais regiões brasileiras.

Quais são os sintomas da criptococose?

As manifestações clínicas dependem do estado imunológico de cada indivíduo e do subtipo do fungo em questão. O surgimento de sinais e sintomas ocorre entre três semanas e três meses antes da internação hospitalar.

Individualmente, os sintomas podem variar de dois dias a mais de 18 meses. Na forma sistêmica, a criptococose apresenta frequentemente a meningite subaguda ou crônica, caracterizada por:

  • febre;
  • fraqueza;
  • dor no peito;
  • rigidez de nuca;
  • dor de cabeça;
  • náusea;
  • vômito;
  • sudorese noturna;
  • confusão mental;
  • alterações de visão;
  • pode haver comprometimento ocular, pulmonar e ósseo.

A forma cutânea representa de 10% a 15% dos casos, e apresenta os seguintes sinais e sintomas:

  • aparecimento de várias lesões avermelhadas, contendo secreção amarelada no centro, semelhante à espinha;
  • aparecimento de erupções cutâneas vermelhas em uma região específica ou por todo o corpo;
  • ulcerações ou massas subcutâneas, semelhante a tumores.
IMPORTANTE:  Em pacientes imunocompetentes, observa-se meningoencefalite de forma aguda ou crônica, com dor nos olhos e na cabeça, usualmente sem febre ou quadro febril pouco expressivo, que evolui para dor de cabeça intensa e presença de sinais mais graves, como estrabismo, paralisia facial e cegueira total ou parcial.

Como ocorre a transmissão da criptococose?

Não existe transmissão inter-humana dessa micose, nem de animais ao homem. No entanto, indivíduos, ou seja, os seres humanos, estão expostos à doença por meio da inalação dos fungos causadores da criptococose.

Transmissão da criptococose

Como é feito o diagnóstico da criptococose?

O diagnóstico da criptococose é clínico e laboratorial. A confirmação laboratorial é feita com o uso de “tinta da China” (nanquim) – com evidências de criptococos visíveis em materiais clínicos. Trata-se do principal diagnóstico das meningites criptocócicas: exame do líquor-LCR.

O criptococo também pode ser isolado na urina ou no pus. A sorologia e a histopatologia também são consideradas na confirmação diagnóstica da criptococose. Como exame complementar, a tomografia computadorizada, ressonância magnética ou radiografia de tórax podem demonstrar danos pulmonares, presença de massa única ou nódulos múltiplos distintos (criptococomas).

Como é feito o tratamento da criptococose?

A escolha terapêutica para o tratamento dependerá da forma clínica de cada paciente. Os medicamentos antifúngicos para o tratamento da doença estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e são oferecidos gratuitamente. Todo o tratamento e suporte necessários para cuidar da doença também são oferecidos de forma integral e gratuita pela rede pública de saúde.

No caso de infecções, não há necessidade de isolamento dos doentes. As medidas de desinfecção de secreção devem ser as de uso hospitalar rotineiro. Os tratamentos são feitos mediante internação.

Qual a melhor forma de prevenir a criptococose?

Não existem medidas preventivas específicas. Entretanto, recomenda-se a utilização de equipamento de proteção individual, sobretudo de máscaras, na limpeza de galpões onde há criação de aves ou aglomerado de pombos.

Medidas de controle populacional de pombos devem ser implementadas, como, por exemplo, reduzir a disponibilidade de alimento, água e, principalmente, abrigos. Os locais com acúmulo de fezes desses animais devem ser umidificados para que os fungos possam ser removidos com segurança, assim como a sua dispersão por aerossóis.

Prevenção da criptococose

Situação epidemiológica

As micoses sistêmicas não integram a lista nacional de doenças de notificação compulsória no Brasil. Elas também não são objeto de vigilância epidemiológica, de rotina, com exceção de estados brasileiros que instituíram essa notificação de iniciativa do seu âmbito de gestão. Por isso, não existem dados epidemiológicos da ocorrência, magnitude e transcendência da criptococose em nível nacional.

No plano estratégico 2018, o Ministério da Saúde iniciou a estruturação do sistema de vigilância e controle das micoses sistêmicas, incluída a criptococose. Com a estruturação do sistema de vigilância da criptococose, espera-se acompanhar a tendência temporal da doença, conhecer o perfil epidemiológico e seus determinantes sociais, bem como definir as medidas de controle na contenção da sua magnitude e vulnerabilidade no país.

FONTE: Ministério da Saúde