DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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Mais de 1 tonelada e meia de criadouros é retirada em mutirão

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O mutirão realizado no último sábado (13) pelo Centro de Controle de Zoonoses no bairro Bonsucesso recoheu 1 tonelada e mais 730 quilos de criadouros do mosquito Aedes aegypti . Com  isso, somente neste ano de 2019 foram retirados de casas, terrenos, calçadas e praças da cidade mais de 15 toneladas de inservíveis. Além do caminhão Cata Bagulho da Secretaria de Meio Ambiente, que deu apoio à ação, a Zoonoses utilizou também caminhonetes para conseguir recolher tanto material. O alerta continua para todos. Material que pode ser reciclado deve ser levado aos ecopontos da cidade ou podem ainda ser levados pelo caminhão Cata Bagulho que possui um cronograma de trabalho abrangendo toda a cidade. O município continua em situação de alerta para a dengue. Os números mais recentes divulgados pela Vigilância Epidemiológica apontam para 72 casos de dengue em Rio Claro.

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Zoonoses faz trabalho de prevenção em escolas

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Setenta e cinco crianças do programa Educação Integral, da Escola Sylvio de Araújo receberam a equipe da Zoonoses para conhecer um pouco mais sobre o perigo que representa o acúmulo de lixo em local inapropriado e também a presença de criadouros dentro das casas que podem facilitar a reprodução do mosquito Aedes aegypti.

Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve também na empresa Agroceres passando orientações aos funcionários sobre formas de prevenção contra doenças transmitidas por ratos e mosquitos. Também foram expostas, durante 3 dias de palestras, maneiras de evitar acidentes com animais peçonhentos como escorpiões e cobras. Muitas das doenças acontecem por conta do armazenamento incorreto do lixo orgânico e devido ao lixo jogado pelas ruas e terrenos da cidade, formando mini-lixões. Nesses locais muitos animais nocivos saem em direção às casas colocando a saúde das pessoas em risco. A Agroceres já possui brigadas de combate para eliminação de criadouros do Aedes aegypti cujas inspeções são realizadas semanalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Projeto Flores alunos conhecem mais sobre Posse Responsável

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Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

Sylvio Araujo recebe a Zoonoses para orientações sobre saúde

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Setenta e cinco crianças do progama Educação Integral, da Escola Sylvio de Araújo receberam a equipe da Zoonoses para conhecer um poucomais sobre o perigo que representa o acúmulo de lixo em local inapropriado e também a presença de criadouros dentro das casas que podem facilitar a reprodução do mosquito Aedes aegypti.

Funcionários da Agroceres recebem orientações da Zoonoses

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O Centro de Controle de Zoonoses esteve na empresa Agroceres passando orientações aos funcionários sobre formas de prevenção contra doenças transmitidas por ratos e mosquitos. Também foram expostas, durante 3 dias de palestras, maneiras de evitar acidentes com animais peçonhentos como escorpiões e cobras. Muitas das doenças acontecem por conta do armazenamento incorreto do lixo orgânico e devido ao lixo jogado pelas ruas e terrenos da cidade, formando mini-lixões. Nesses locais muitos animais nocivos saem em direção às casas colocando a saúde das pessoas em risco. A Agroceres já possui brigadas de combate para eliminação de criadouros do Aedes aegypti cujas inspeções são realizadas semanalmente.

Veterinárias reforçam necessidade de cuidados pós-castração

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20180502_082549Seguir as orientações pós-cirúrgicas em animais castrados é tão importante quanto o procedimento de esterilização realizado. O alerta é da médica veterinária Amanda Borotti, que trabalha no Centro de Controle de Zoonoses. De acordo com ela, no CCZ todo proprietário de animal recebe orientações por escrito para evitar problemas após a cirurgia e assina um termo de ciência se comprometendo a seguir as recomendações. No entanto muitos ignoram o documento e quem sofre com isso é o animal. “Sem tomar os cuidados necessários a sutura (pontos) pode se abrir e provocar perda de sangue ou até uma infecção que pode levar a óbito”, relata a também veterinária Maria Emília Canoa de Godoy.

A castração é um procedimento cirúrgico invasivo e que exige os mesmos cuidados de outra cirurgia qualquer. O animal precisa, além de necessariamente utilizar a roupa cirúrgica, permanecer em um local que não permita a ele se movimentar demais (correr, pular). Durante os 30 dias seguidos à cirurgia o cão ou gato devem ficar em observação para que a cicatrização do procedimento aconteça sem intercorrências.

Já houve casos em que, depois de dias da cirurgia de castração o proprietário procurou a Zoonoses trazendo o animal com o abdômen aberto querendo refazer a sutura. “Esta situação e outras parecidas ocorrem pela falta de observação do tutor das recomendações pós- cirúrgicas, saindo assim do nosso alcance esse tipo de suporte”, explicou a veterinária Amanda Borotti.

As castrações na Zoonoses atendem toda a população, mas em especial as pessoas de baixa renda. As cirurgias são feitas de segunda a sexta-feira. Para agendar horário é necessário ter um cadastro que pode ser feito por telefone mesmo, através dos números 3533-7155 ou 3535-4441, das 7h00 às 15h30.

Ações da Zoonoses contra o Aedes se intensificam nos bairros e área central

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Várias ações visando combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya vem sendo realizadas pela Fundação Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses. A região passa por um período de transmissão do vírus tipo 2 da Dengue que não circula em Rio Claro há alguns anos e por este motivo boa parte da população não está imune a uma contaminação por esse sorotipo. Visando evitar que o município registre novos casos da doença, a Zoonoses vem trabalhando desde o início do ano em ações realizadas em pontos diferentes da cidade. O trabalho é baseado nas últimas análises de densidade larvária que colocam Rio Claro em estado de alerta. A mais recente foi feita em janeiro e registrou índice de 1.6.

O Núcleo de Combate a Endemias iniciou 2019 colocando seus agentes à frente de operações bloqueio, nebulizações e mutirões de limpeza que são realizados aos sábados. Nos casos de imóveis fechados onde há denúncias de focos do mosquito e cujo proprietário não é localizado, o CCZ vem colocando em prática a operação Quebra Cadeado.  O imóvel é aberto com o auxílio de um chaveiro e os agentes fazem a inspeção no local.  Apesar de toda essa mobilização, há ainda muitos criadouros nas residências, situação verificada diariamente pelos agentes. “Parte da população compreendeu a necessidade da eliminação da água parada em recipientes, mas ainda existem munícipes que não acreditam na disseminação da doença e relaxam na prevenção”, disse o gerente do Centro de Controle de Zoonoses, Diego Reis.

Quando há casos positivos ou suspeitos de Dengue e suspeitos de chikungunya e zika virus são realizados bloqueio e nebulização no local. O bloqueio consiste em cercar a área onde os casos são registrados e fazer uma checagem nas residências para verificar a existência de larvas do mosquito. A maioria das larvas capturadas é do Aedes aegypti, de acordo com análises feitas em laboratório. Segundo dados do CCZ já foram feitas as seguintes ações  referente ao controle do vetor nesses primeiros três meses do ano, nos locais onde a doença foi confirmada:

Operações bloqueio no distrito de Assistência, Jardim Esmeralda, Arco-Íris, Jardim das Flores e Parque Mãe Preta. Bloqueio e Nebulização no Cervezão, Alto do Santana, Jardim Conduta, Jardim São Paulo, Santa Cruz, Jardim das Palmeiras, Santana, Jardim Floridiana e Jardim Primavera. Bloqueio, nebulização e mutirão de limpeza nos bairros São Miguel e Jardim Novo Wenzel. No centro da cidade foram realizados bloqueio, nebulização e ação educativa.

 

Além das visitas casa a casa, a Zoonoses já realizou também mutirões de limpeza nos bairros Bonsucesso, Novo Wenzel, Bom Retiro, Jardim Progresso, Jardim São João, Jardim Azul, Jardim São Caetano, São Miguel, Boa Vista 1 e 2, Santa Maria, Terra Nova e Jardim Novo 2.