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AGENTES DO CCZ REALIZAM LIRAa NOS BAIRROS DA CIDADE – Saiba o que é esta pesquisa

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Mosquitos botam e nascem o ano todo. Seus ovos podem durar mais de 450 dias no seco, eclodindo rapidamente após contato com qualquer quantidade de água parada e 80% dos criadouros estão nas residências.

Para contarmos larvas e criadouros, a Sucen – Superintendência de Controle de Endemias, orgão da Secretaria Estadual de Saúde, determina que seja realizado quatro vezes ao ano ,  o Breteau ou LIRAa, que é  o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti;  uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas de Aedes aegypti, mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela.

Durante todo  ano de 2018 informamos  que nossa  cidade encontra-se em estado de Alerta em relação à densidade larvária, ou seja, existem muitos criadouros com positividade de larvas de Aedes aegypti nas residências.

O  perigo de epidemia agrava-se durante o verão, onde a chuva e o calor propiciam maior reprodução destes insetos.

Os  principais criadouros de mosquitos encontrados  nas residências são: ralos descobertos, canaletas do box e do quintal, pratos de plantas, pneus, bebedouros de animais, latas,  potes plásticos, garrafas, inservíveis no quintal.

Durante as visitas de rotina, os agentes procuram, orientam e auxiliam na eliminação dos criadouros, mas a vistoria semanal deve ser realizada pelos moradores, lembrando que qualquer quantidade de água parada, serve de “berço” para os mosquitos transmissores da Dengue, Febre Amarela, Zika e Chikungunya.

 

                                                                            Apenas uma gota de água pode gerar 2 mil mosquitos
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Estudo descobre que moscas carregam a bactéria que gera úlcera e gastrite em humanos

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Já sabemos que as moscas apreciam bastante alimentos apodrecidos, fezes, lixo e tudo o que há de mais ‘asqueroso’ no mundo. No entanto, parece que temos subestimado o quão anti-higiênicos estes insetos podem ser.]

De acordo com um estudo publicado recentemente na Scientific Reports, as moscas são na verdade um paraíso de bactérias, que são transportadas às centenas por meio das asas e patas do inseto, e desembarcam em nossa cozinha e alimentos.

O problema é que essas bactérias podem ter um impacto significativo em nossa saúde. Logo, os autores argumentam que as organizações de saúde têm negligenciado o papel que as pequenas moscas podem desempenhar nos surtos de doenças. As informações são da IFLScience.

“As patas e as asas mostram a maior diversidade microbiana no corpo da mosca, sugerindo que as bactérias usam as moscas como transportes aéreos“, explicou Stephan Schuster, coautor do estudo. “Pode ser que as bactérias sobrevivam a sua jornada, crescendo e se espalhando em uma nova superfície. De fato, o estudo mostra que a cada passo que uma mosca dá, deixa uma trilha de colônias microbianas, se a nova superfície suportar o crescimento bacteriano“.

Para o estudo a equipe sequenciou microbiomas de 116 moscas domésticas de três diferentes continentes, a fim de construir uma imagem da diversidade dos micro-organismos que vivem nos insetos. Eles descobriram que, em geral, as criaturas abrigavam mais de 600 diferentes tipos de bactérias, a maioria delas responsáveis por causar danos à saúde humana. Curiosamente, eles descobriram que as moscas de amostras colhidas em estábulos tinham uma menor diversidade de bactérias em seus corpos do que as de ambientes urbanos.

 

Os cientistas, obviamente, já estavam cientes de que as moscas podiam transmitir doenças. O que eles não sabiam, no entanto, era a extensão desse problema. Por exemplo, eles verificaram que cerca de 15 moscas estavam transportando em seu corpo a bactéria Helicobacter pylori, conhecida por causar úlceras estomacais e gastrites em seres humanos. Porém, até então, as moscas nunca haviam sido consideradas como um vetor para esta espécie de bactéria.

Ainda que o estudo tenha implicações importantes para nossa saúde – e os pesquisadores recomendam que você pense muito bem antes de fazer um piquenique em um parque – ele possui outras aplicações interessantes, como por exemplo, os insetos poderiam ser usados como “drones”vivos para biomonitoramento natural. Isto é, os pesquisadores acreditam que as moscas poderiam ser enviadas a regiões de difícil acesso para a colheita de amostras de diferentes e pouco conhecidos microbiomas.

Fonte:

R7

De  Merelyn Cerqueira

 

Zoonoses fecha o ano com mais de 4 mil castrações gratuitas em cães e gatos

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A prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria de Saúde, encerrou 2018 com 4.050 animais castrados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), número que atende as metas estabelecidas e é bastante significativo no que diz respeito ao controle populacional de cães e gatos no município. O número mais expressivo de castrações até então tinha sido 2.918 cirurgias, em 2014.

A quantidade de cães e gatos castrados neste ano poderia ter sido ainda maior, já que 858 proprietários deixaram de levar seus animais no dia e hora marcados para a cirurgia, sem avisarem antecipadamente. Ainda assim, de acordo com o gerente do CCZ, Diego Reis,  o resultado reflete o empenho da equipe em manter uma média de 300 a 400 animais castrados por mês, o que coloca o programa de esterilização do município em destaque na região.

Dos animais castrados este ano, 1.994 foram cães (machos e fêmeas) e 2.056 gatos (machos e fêmeas). A expectativa é manter o ritmo em 2019, atendendo  animais pertencentes a toda a população, priorizando os das pessoas de baixa renda.
Os interessados em castrar seus animais devem ligar para 3535-4441 ou 3533-7155, de segunda a sexta-feira das 7 às 16 horas. Será feito um cadastro e agendamento da cirurgia. Caso não seja possível comparecer no dia agendado, o proprietário deve ligar e fazer o cancelamento com pelo menos três dias de antecedência para que outro animal possa ser agendado.

Caso o cadastro já tenha sido feito, mas a Zoonoses ainda não entrou em contato, pode ser que o munícipe trocou o número de seu telefone e não informou ao CCZ. Nesse caso a pessoa deve entre em contato e fazer a atualização dos dados.

Equipe de Educação e Informação do CCZ finaliza o ano com 266 palestras ministradas

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A equipe de Informação e Educação do Centro Controle de Zoonoses realizou em 2018, 266 palestras com público total de 18.880, 28 eventos com público estimado de 89.477 pessoas.

As palestras e ações foram realizadas em Escolas publicas/particulares, Empresas, Associações, Projetos, Igrejas, Órgãos públicos , Faculdades e Condomínios.

O objetivo das palestras e informar e conscientizar a população dos perigos das Zoonoses e sobre como prevenir.

Este ano a palestra LIXO=BICHO foi a mais ministrada, principalmente nas escolas. As palestras são gratuitas.

 

 

Agentes de Endemias recebem novas orientações sobre Leishmaniose Visceral e Tegumentar

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Os agentes de Combate às Endemias do Centro controle de Zoonoses participaram nesta última terça- feira da palestra sobre Leishmaniose Visceral e Tegumentar, ministrada pela Medica Veterinária Maria Emília.

Rio Claro durante todo ano de 2018 registrou somente um caso de Leishmaniose Visceral, em um cão.

Novos casos da doença têm surgido em nossa região.

E a palestra visa atualizá-los, para melhor atender a população, orientando-os, caso surja novos casos da doença em nosso município.

Leishmaniose é uma doença infecciosa provocada por parasitas do gênero Leishmania.

transmissão da doença se dá através da picada de um inseto, o flebótomo do gênero Lutzomyia, conhecido popularmente como mosquito palha. O mosquito transmite a leishmania após ter picado um animal infectado, normalmente animais silvestres e cães domésticos infectados. Não existe transmissão de pessoa para pessoa.

Após a picada do mosquito, o protozoário é inoculado no corpo, onde pode se reproduzir localmente ou espalhar-se pelo organismo. A leishmaniose pode se manifestar de diversas formas:

  • Leishmaniose tegumentar ou forma cutânea:É geralmente causada pela espécie Leishmania amazonensis e Leishmania braziliensis. Caracteriza-se pela presença de uma úlcera que não provoca dor, nas áreas expostas do corpo, com forma arredondada ou ovalada, de tamanho variável (de milímetros a alguns centímetros) e bordas elevadas.
  • Leishmaniose visceral:forma crônica caracterizada pelo acometimento sistêmico (dos órgãos internos) pela Leishmania chagasi. O período de incubação vai de 2 a 6 meses. A infecção pode ser com quase ou nenhum sintoma, de moderada a grave, levando o paciente à morte. Casos sintomáticos iniciais apresentam anemia, esplenomegalia (aumento do baço), hepatomegalia (aumento do fígado) e febre. Sem um diagnóstico e tratamento adequado, a doença evolui e pode ocorrer significativa perda de peso, comprometimento do fígado e dos rins, febre contínua e diminuição do número de plaquetas e leucócitos, levando a hemorragia, infecções bacterianas e óbito.

Em Cães:

A Leishmaniose canina é uma infecção parasitária causada por protozoários que atacam o sistema imunológico do animal. Quando em contato com seu hospedeiro (nesse caso, o cachorro), o parasita do tipo Leishmania começa a atacar as células fagocitárias (os macrófagos – responsáveis por proteger o organismo de corpos estranhos). Ele se liga a essas células e começa a se multiplicar, atacando mais células. Nessa propagação, podem atingir órgãos como fígado, baço e medula óssea.

Os sintomas da leishmaniose visceral canina são diversos. Entre os sinais externos, são bem características as lesões, descamação e coloração branca prateada na pele. Nas patas, pode ocorrer infecção (pododermatite), pele grosseira por excesso de produção da queratina (hiperqueratose dos coxins) e unhas espessas e em formato de garras (onicogrifose).Apesar da leishmaniose visceral canina apresentar tantos sintomas, há cachorros que não demonstram qualquer sinal de algo errado. É importante saber que a maioria das contaminações é assintomática.

Considerada endêmica, a incidência da leishmaniose canina é comumente associada a locais onde as condições sanitárias são precárias. Geralmente, é encontrada em volta de galinheiros, chiqueiros ou de ambientes que não estão bem higienizados. Isso porque o mosquito-palha põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica. Preste atenção aos sinais e sintomas que seu cachorro está manifestando. Se suspeitar de leishmaniose, isole-o de outros animais para evitar contaminação e leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

 

 

 

Written by I.E.C - CCZ

19/12/2018 at 1:34 pm

CRIANÇAS DO PROJETO ESTAÇÃO DO BEM RECEBEM ORIENTAÇÕES SOBRE POSSE RESPONSÁVEL

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Crianças do projeto ESTAÇÃO DO BEM aprenderam um pouquinho das responsabilidades que se deve ter ao adotar um animalzinho.

O que é posse responsável?

É ter a guarda de um bichinho e não lhe deixar faltar nada. É zelar por sua saúde, sua alimentação, amor e segurança. É respeitá-lo, respeitar suas características, seus hábitos, e ser um verdadeiro amigão do seu animalzinho.

E muito importante saber dos deveres que se deve ter com seu animal de estimação antes de adotá-lo, assim evitará muitos abandonos.

E sempre bom lembrar que um animal necessita de;

  • Um lugar para dormir
  • Alimento e água
  • Caso fique doente, precisa passar pelo Medico Veterinário
  • Vacinas
  • Banho
  • E muito amor

Esses são quesitos básicos para se adotar um animalzinho.

E de muita importância ensinar para as crianças que um bichinho de estimação não e brinquedo, e que vive durante muitos anos. Sendo assim, não pode ser adotado por emoção ou empolgação, evitando o abandono.

 

Written by I.E.C - CCZ

28/11/2018 at 8:14 am

Dia D levou conscientização e diversão no Jardim Público

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Conscientizar para prevenir. Com esse objetivo, a secretaria municipal de Saúde de Rio Claro, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou o Dia D de Combate ao mosquito Aedes aegypti. A ação foi realizada no Jardim Público, no sábado (10) das 10 às 14 horas. Os organizadores programaram várias atividades, inclusive para as crianças, em parceria com o Grupo dos Bandeirantes de Rio Claro. Teve distribuição de pipoca e algodão doce gratuitos, além da distribuição de material informativo pelos agentes do CCZ.

Equipes deram orientações de como a população pode e deve fazer a sua parte no combate à proliferação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. “O combate ao mosquito é prioridade na nossa gestão. A definição do Dia D e também os mutirões que realizamos todos os sábados nos bairros de Rio Claro com visitas dos agentes casa a casa numa grande mobilização, demonstra o nosso empenho e preocupação no combate ao Aedes para que possamos evitar todas as doenças causadas por ele”, afirmou o secretário de Saúde Djair Francisco.