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Zoonoses faz trabalho de prevenção em escolas

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Setenta e cinco crianças do programa Educação Integral, da Escola Sylvio de Araújo receberam a equipe da Zoonoses para conhecer um pouco mais sobre o perigo que representa o acúmulo de lixo em local inapropriado e também a presença de criadouros dentro das casas que podem facilitar a reprodução do mosquito Aedes aegypti.

Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve também na empresa Agroceres passando orientações aos funcionários sobre formas de prevenção contra doenças transmitidas por ratos e mosquitos. Também foram expostas, durante 3 dias de palestras, maneiras de evitar acidentes com animais peçonhentos como escorpiões e cobras. Muitas das doenças acontecem por conta do armazenamento incorreto do lixo orgânico e devido ao lixo jogado pelas ruas e terrenos da cidade, formando mini-lixões. Nesses locais muitos animais nocivos saem em direção às casas colocando a saúde das pessoas em risco. A Agroceres já possui brigadas de combate para eliminação de criadouros do Aedes aegypti cujas inspeções são realizadas semanalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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No Projeto Flores alunos conhecem mais sobre Posse Responsável

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Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

Veterinárias reforçam necessidade de cuidados pós-castração

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20180502_082549Seguir as orientações pós-cirúrgicas em animais castrados é tão importante quanto o procedimento de esterilização realizado. O alerta é da médica veterinária Amanda Borotti, que trabalha no Centro de Controle de Zoonoses. De acordo com ela, no CCZ todo proprietário de animal recebe orientações por escrito para evitar problemas após a cirurgia e assina um termo de ciência se comprometendo a seguir as recomendações. No entanto muitos ignoram o documento e quem sofre com isso é o animal. “Sem tomar os cuidados necessários a sutura (pontos) pode se abrir e provocar perda de sangue ou até uma infecção que pode levar a óbito”, relata a também veterinária Maria Emília Canoa de Godoy.

A castração é um procedimento cirúrgico invasivo e que exige os mesmos cuidados de outra cirurgia qualquer. O animal precisa, além de necessariamente utilizar a roupa cirúrgica, permanecer em um local que não permita a ele se movimentar demais (correr, pular). Durante os 30 dias seguidos à cirurgia o cão ou gato devem ficar em observação para que a cicatrização do procedimento aconteça sem intercorrências.

Já houve casos em que, depois de dias da cirurgia de castração o proprietário procurou a Zoonoses trazendo o animal com o abdômen aberto querendo refazer a sutura. “Esta situação e outras parecidas ocorrem pela falta de observação do tutor das recomendações pós- cirúrgicas, saindo assim do nosso alcance esse tipo de suporte”, explicou a veterinária Amanda Borotti.

As castrações na Zoonoses atendem toda a população, mas em especial as pessoas de baixa renda. As cirurgias são feitas de segunda a sexta-feira. Para agendar horário é necessário ter um cadastro que pode ser feito por telefone mesmo, através dos números 3533-7155 ou 3535-4441, das 7h00 às 15h30.

Cresce o número de castrações de animais na Zoonoses

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O projeto de castração de cães e gatos, implantado em 2011 pelo Centro de Controle de Zoonoses vem a cada mês atingindo números mais expressivos. Neste mês de outubro, o setor realizou 455 esterilizações, sendo 228 cães e 227 gatos, machos e fêmeas. Esse resultado poderia ter sido ainda melhor se todos os agendamentos tivessem ocorrido conforme o programado pelo setor. No entanto muitos proprietários deixaram de comparecer no dia e hora marcados com seu animal para a realização da cirurgia. Em outubro foram 542 procedimentos agendados. Desses 87 não resultaram em esterilizações porque o dono não apareceu e não desmarcou o horário.

Apesar de todo o empenho em castrar o maior número possível de animais, a Zoonoses ainda encontra alguma resistência de proprietários. Mesmo assim, se forem somados todos os anos desde a criação do projeto, Rio Claro já castrou 19.109 animais. Somente neste ano de 2018 foram agendados 4.173 procedimentos e realizadas 3.446 castrações.

O atendimento feito pela Zoonoses prioriza as pessoas de baixa renda, permitindo que tenham acesso ao serviço. Com isso é possível esterilizar muito mais animais, evitando que eles se reproduzam e que filhotes acabem sendo abandonados pela cidade. Apesar de ser prioridade, o atendimento não é exclusivo para os que não podem pagar pelo procedimento. Ele está aberto a toda a população.

Para ter acesso ao serviço de castração da Zoonoses o munícipe pode ligar para 3535-4441 ou 3533-7155 e pedir informações sobre cadastros, agendamentos e encaixes. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00.

Passa dos 18 mil número de animais castrados pela Zoonoses

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O programa de castração do Centro de Controle de Zoonoses alcançou neste mês de agosto 18.271 animais esterilizados, desde a sua implantação, em 2011. Nos últimos meses, os procedimentos cirúrgicos ganharam impulso com as modificações feitas no sistema de cadastramento e agendamento de animais. A lista de espera para castração de felinos, por exemplo, está bastante adiantada. Em alguns casos a Zoonoses tem dificuldades para entrar com contato com os proprietários que ainda não castraram seus animais devido à mudança do número de telefone. Nesse caso recomenda-se um novo contato para agendamento da castração.

De janeiro a agosto de 2018, a Zoonoses já castrou 2.608 animais. No entanto foram feitos neste mesmo período, 3.200 agendamentos. A diferença entre os agendamentos e a castração, diz respeito aos proprietários que não apareceram no dia e horário agendados. “Se todos os agendados comparecessem, o número de castrações poderia ser muito maior”, informou a funcionária Nildes Ferreira, do setor de agendamento.

Para que o CCZ continue dentro de sua meta é preciso que os agendamentos sejam cumpridos ou a ausência informada com pelo menos dois dias de antecedência para que outros animais possam passar pelo procedimento. Outras informações sobre cadastramento e agendamento podem ser obtidas através dos telefones 3535-4441 ou 3533-7155.

Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Somente no mês de julho, 52 animais foram monitorados. Desses, 47 eram cães e 5 gatos. No ano já são 362. Em 2017, a Zoonoses fechou o ano com 711 casos. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é, muitas vezes, a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  grave, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Número de animais vacinados passa dos 10 mil

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Equipes do Centro de Controle de Zoonoses deram sequência neste final de semana à campanha de vacinação antirrábica. Desde o início da campanha em 22 de julho até o momento, 10.284 cães e gatos foram imunizados. As equipes estiveram neste sábado e domingo em 13 pontos diferentes da cidade e em todos eles houve grande movimento, confirmando a adesão do público ao chamamento da Saúde.

No sábado,  973 animais receberam a vacina. O ponto mais movimentado foi em frente a escola Sesi, no Jardim Floridiana, onde 208 cães e gatos foram imunizados. No domingo o ponto de vacinação montado da USF do Jardim das Flores recebeu maior número de animais. Foram 271 no total. Somando-se o sábado e o domingo as equipes aplicaram 2.056 doses.

Para o próximo final de semana, último da campanha, os locais onde as equipes estarão com os postos montados são:

DIA 25/08/2018 – SÁBADO

  1. Campo do Rio Claro: Rua 9 com Avenida 29,CIDADE JARDIM
  2. Escola Michel Antonio Alem: Avenida 13 com Ruas 18 e 19,JARDIM CLARET
  3. Igreja Santo Expedito: Avenida 61 com Rua 20 I, JARDIM ITAPUÃ
  4. Praça da Igreja Bom Jesus: Avenida da Saudade com Ruas 11 e 12,BAIRRO DO ESTÁDIO
  5. Escola Dr Paulo Koelle: Rua 12 com Avenidas 5 e 7, VILA DO RÁDIO
  6. Colégio Koelle: Avenida 16 com Ruas 4 e 5, CENTRO
  7. Cemitério Evangélico: Avenida 23, Ruas 6 e 7,JARDIM DONANGELA 

 DIA 26/08/2018 – DOMINGO 

  1. USF Jardim Boa Vista/Nosso Teto: Avenida 88 BV com Ruas 19 BV e 20 BV,JARDIM BOA VISTA
  2. USF Santa Eliza: Rua 25 SE com Avenidas 42 SE e 48 SE, JARDIM SANTA ELIZA
  3. Escola Samira Assêncio Savoldi: Rua 28 SE com Avenida 40 SE,JARDIM SANTA ELIZA
  4. Terreno Jardim Santa Maria: Avenida 80 BV com Rua Jacutinga, JARDIM SANTA MARIA
  5. UBS WenzeI: Rua 21 com Avenidas 60 e 62,WENZEL
  6. Praça em Frente ao Supermercado Dia: Rua Jacutinga com Avenidas 42 e 44,PARQUE UNIVERSITÁRIO

Lembrando que em caso de chuva, que impeça a montagem dos pontos, a vacinação será adiada para o próximo final de semana. Para aqueles que perderam a vacinação da campanha, o Centro de Controle de Zoonoses continua aplicando as doses em sua unidade de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. O CCZ fica na rua Alfa, sº, Distrito Industrial. Os telefones de contato são 3533-7155 e 3535-4441.