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Cresce o número de castrações de animais na Zoonoses

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O projeto de castração de cães e gatos, implantado em 2011 pelo Centro de Controle de Zoonoses vem a cada mês atingindo números mais expressivos. Neste mês de outubro, o setor realizou 455 esterilizações, sendo 228 cães e 227 gatos, machos e fêmeas. Esse resultado poderia ter sido ainda melhor se todos os agendamentos tivessem ocorrido conforme o programado pelo setor. No entanto muitos proprietários deixaram de comparecer no dia e hora marcados com seu animal para a realização da cirurgia. Em outubro foram 542 procedimentos agendados. Desses 87 não resultaram em esterilizações porque o dono não apareceu e não desmarcou o horário.

Apesar de todo o empenho em castrar o maior número possível de animais, a Zoonoses ainda encontra alguma resistência de proprietários. Mesmo assim, se forem somados todos os anos desde a criação do projeto, Rio Claro já castrou 19.109 animais. Somente neste ano de 2018 foram agendados 4.173 procedimentos e realizadas 3.446 castrações.

O atendimento feito pela Zoonoses prioriza as pessoas de baixa renda, permitindo que tenham acesso ao serviço. Com isso é possível esterilizar muito mais animais, evitando que eles se reproduzam e que filhotes acabem sendo abandonados pela cidade. Apesar de ser prioridade, o atendimento não é exclusivo para os que não podem pagar pelo procedimento. Ele está aberto a toda a população.

Para ter acesso ao serviço de castração da Zoonoses o munícipe pode ligar para 3535-4441 ou 3533-7155 e pedir informações sobre cadastros, agendamentos e encaixes. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00.

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Passa dos 18 mil número de animais castrados pela Zoonoses

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O programa de castração do Centro de Controle de Zoonoses alcançou neste mês de agosto 18.271 animais esterilizados, desde a sua implantação, em 2011. Nos últimos meses, os procedimentos cirúrgicos ganharam impulso com as modificações feitas no sistema de cadastramento e agendamento de animais. A lista de espera para castração de felinos, por exemplo, está bastante adiantada. Em alguns casos a Zoonoses tem dificuldades para entrar com contato com os proprietários que ainda não castraram seus animais devido à mudança do número de telefone. Nesse caso recomenda-se um novo contato para agendamento da castração.

De janeiro a agosto de 2018, a Zoonoses já castrou 2.608 animais. No entanto foram feitos neste mesmo período, 3.200 agendamentos. A diferença entre os agendamentos e a castração, diz respeito aos proprietários que não apareceram no dia e horário agendados. “Se todos os agendados comparecessem, o número de castrações poderia ser muito maior”, informou a funcionária Nildes Ferreira, do setor de agendamento.

Para que o CCZ continue dentro de sua meta é preciso que os agendamentos sejam cumpridos ou a ausência informada com pelo menos dois dias de antecedência para que outros animais possam passar pelo procedimento. Outras informações sobre cadastramento e agendamento podem ser obtidas através dos telefones 3535-4441 ou 3533-7155.

Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Somente no mês de julho, 52 animais foram monitorados. Desses, 47 eram cães e 5 gatos. No ano já são 362. Em 2017, a Zoonoses fechou o ano com 711 casos. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é, muitas vezes, a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  grave, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Número de animais vacinados passa dos 10 mil

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Equipes do Centro de Controle de Zoonoses deram sequência neste final de semana à campanha de vacinação antirrábica. Desde o início da campanha em 22 de julho até o momento, 10.284 cães e gatos foram imunizados. As equipes estiveram neste sábado e domingo em 13 pontos diferentes da cidade e em todos eles houve grande movimento, confirmando a adesão do público ao chamamento da Saúde.

No sábado,  973 animais receberam a vacina. O ponto mais movimentado foi em frente a escola Sesi, no Jardim Floridiana, onde 208 cães e gatos foram imunizados. No domingo o ponto de vacinação montado da USF do Jardim das Flores recebeu maior número de animais. Foram 271 no total. Somando-se o sábado e o domingo as equipes aplicaram 2.056 doses.

Para o próximo final de semana, último da campanha, os locais onde as equipes estarão com os postos montados são:

DIA 25/08/2018 – SÁBADO

  1. Campo do Rio Claro: Rua 9 com Avenida 29,CIDADE JARDIM
  2. Escola Michel Antonio Alem: Avenida 13 com Ruas 18 e 19,JARDIM CLARET
  3. Igreja Santo Expedito: Avenida 61 com Rua 20 I, JARDIM ITAPUÃ
  4. Praça da Igreja Bom Jesus: Avenida da Saudade com Ruas 11 e 12,BAIRRO DO ESTÁDIO
  5. Escola Dr Paulo Koelle: Rua 12 com Avenidas 5 e 7, VILA DO RÁDIO
  6. Colégio Koelle: Avenida 16 com Ruas 4 e 5, CENTRO
  7. Cemitério Evangélico: Avenida 23, Ruas 6 e 7,JARDIM DONANGELA 

 DIA 26/08/2018 – DOMINGO 

  1. USF Jardim Boa Vista/Nosso Teto: Avenida 88 BV com Ruas 19 BV e 20 BV,JARDIM BOA VISTA
  2. USF Santa Eliza: Rua 25 SE com Avenidas 42 SE e 48 SE, JARDIM SANTA ELIZA
  3. Escola Samira Assêncio Savoldi: Rua 28 SE com Avenida 40 SE,JARDIM SANTA ELIZA
  4. Terreno Jardim Santa Maria: Avenida 80 BV com Rua Jacutinga, JARDIM SANTA MARIA
  5. UBS WenzeI: Rua 21 com Avenidas 60 e 62,WENZEL
  6. Praça em Frente ao Supermercado Dia: Rua Jacutinga com Avenidas 42 e 44,PARQUE UNIVERSITÁRIO

Lembrando que em caso de chuva, que impeça a montagem dos pontos, a vacinação será adiada para o próximo final de semana. Para aqueles que perderam a vacinação da campanha, o Centro de Controle de Zoonoses continua aplicando as doses em sua unidade de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. O CCZ fica na rua Alfa, sº, Distrito Industrial. Os telefones de contato são 3533-7155 e 3535-4441.

 

Apesar das ausências, cresce o número de castrações na Zoonoses

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As alterações feitas pelo Centro de Controle de Zoonoses no sistema de agendamento permitiram um crescimento no número de castrações em cães e gatos nos últimos 4 meses, apesar das ausências dos proprietário nos dias e horas marcados. De acordo com dados do CCZ, no mês de julho, 434 animais passaram pelo procedimento, superando os números de abril quando foram feitas 412 castrações. Em março, quando as mudanças ainda estavam sendo planejadas, o número de cães e gatos esterilizados foi de 261. As principais mudanças que tornaram possível as castrações realizadas foram a opção por encaixes, quando acontece de o proprietário não comparecer com o animal no dia agendado e a Zoonoses colocar outro em seu lugar e o remanejamento de médicos veterinários em suas funções.

A responsável pelo agendamento, Nildes Ferreira explica que antes a Zoonoses perdia muitos procedimentos por conta da desistência da cirurgia ou mesmo ausência do proprietário sem aviso. Só em julho, 76 proprietários de animais não compareceram no agendamento. Agora com a opção do encaixe, outros animais que também precisam passar pelo procedimento ocupam essas “vagas” e assim completam o quadro estimado para aquele dia. A funcionária ressalta ainda que se todos os animais agendados em julho tivessem sido castrados o número seria maior, de 508. No entanto, devido às faltas, o encaixe foi a maneira encontrada para não comprometer a meta do CCZ. Outro fator positivo foi o reforço na equipe de veterinários, conseguido através do remanejamento de funções. As castrações hoje são realizadas nos dois períodos, manhã e tarde. Quem sai ganhando com isso é o munícipe que tem cães ou gatos em casa, mas sem condições de pagar por uma cirurgia. O atendimento feito pela Zoonoses prioriza as pessoas de baixa renda, permitindo que tenham acesso ao serviço. Com isso é possível esterilizar muito mais animais, evitando que eles se reproduzam e que filhotes acabem sendo abandonados pela cidade.

Para ter acesso ao serviço de castração da Zoonoses o munícipe pode ligar para 3535-4441 ou 3533-7155 e pedir informações sobre cadastros, agendamentos e encaixes. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00.

Vacinação antirrábica em área urbana começa domingo em Rio Claro

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Rio Claro inicia no próximo domingo (22), a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos no perímetro urbano. Vários postos de vacinação serão montados durante a realização da campanha, que segue até o dia 26 de agosto. A expectativa do Centro de Controle de Zoonoses, vinculado à Secretaria de Saúde, é de durante a campanha vacinar entre 15 e 20 mil animais.

As equipes já definiram os locais onde haverá postos de vacinação, que atenderão sempre nos finais de semana (sábado e domingo), das 9 às 16 horas. No total são 74 pontos, incluindo os distritos de Ajapi e Assistência.

Na zona rural a vacinação em cães e gatos já está sendo realizada desde abril por equipes que percorrem sítios e fazendas diariamente imunizando os animais. Com relação aos equinos e bovinos a vacinação deve ser providenciada pelos proprietários, adquirindo as doses do medicamento em agropecuárias.

Os locais e dias em que o CCZ realizará a campanha antirrábica podem ser conferidos pela internet no endereçohttps://cczrioclaro.wordpress.com/vacinacao-antirrabica/. O calendário de vacinação poderá ser alterado caso os trabalhos não possam ser efetuados por conta de chuvas. Eventuais mudanças serão divulgadas através da imprensa.

A raiva é uma doença viral que pode ser prevenida, geralmente é transmitida através da mordida de um animal infectado. A contaminação pelo vírus acontece através da saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas. O vírus penetra no organismo, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge o sistema nervoso periférico e, posteriormente, o sistema nervoso central. A partir daí, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares, onde também se replica e é eliminado pela saliva das pessoas ou animais enfermos.

Written by I.E.C - CCZ

17/07/2018 at 8:06 am

CCZ usa armadilhas para monitorar mosquitos transmissores de doenças

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou a colocação de armadilhas para captura de insetos da família dos Flebotomíneos, incluindo-se nesse grupo os mosquitos transmissores da Leishmaniose Tegumentar e Visceral.

O trabalho se concentrou em três locais da cidade, Jardim das Palmeiras, região do Campo do Coxo (área rural) e bairro Águas Claras. As armadilhas por enquanto não detectaram a presença desses insetos.

Os mosquitos eventualmente capturados pelas armadilhas serão encaminhados para a Sucen- Superintendência de Controle de Endemias, responsável pela identificação dos insetos. Esse trabalho deve se estender por mais 3 semanas.

Os mosquitos transmissores da Leishmaniose Visceral ou Tegumentar vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, folhas de árvores acumuladas em quintais e áreas de galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.

Indivíduos infectados com a Leishmaniose Visceral apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

Já a Leishmaniose Tegumentar os sintomas são lesões na pele ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Elas apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais frequentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz, podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, os sintomas são dor ao engolir, rouquidão e tosse.

Usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a ação do mosquito), além de não utilizar agulhas utilizadas por terceiros, são medidas individuais que diminuem a probabilidade de ser contaminado.