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FMS participa de Encontro Técnico Regional em Piracicaba

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A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sentadas e multidão

A Fundação Municipal de Saúde, representada pelas Vigilâncias em Saúde (epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador) esteve esta semana em Piracicaba participando de um Encontro Técnico Regional, promovido pelo Instituto Adolfo Lutz de Rio Claro, Sucen de Campinas e a GVE de Piracicaba. O evento teve como objetivo fornecer base para as Conferências de Vigilância em Saúde que estão sendo realizadas pelos municípios.

Rio Claro contribuiu com suas experiências, assim como trouxe as contribuições dos demais municípios participantes. Em Rio Claro a Conferência acontece no dia 10 de junho no NAM- Núcleo Administrativo Municipal, das 8h00 às 13h00. Por enquanto estão sendo realizadas as pré-conferências que listam as prioridades e diretrizes de cada um dos setores. A população pode e deve participar das pré-conferências e contribuir com sugestões que possam melhorar o atendimento do SUS.  O próximo encontro será dia 26 de maio quando estarão em discussão questões ligadas à Vigilância Epidemiológica e Cerest- Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. A 1ª Conferencia Nacional de Vigilância em Saúde (CNVS) será realizada dias 21 e 24 de novembro.

Zoonoses inicia vacinação antirrábica na zona rural

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O Centro de Controle de Zoonoses iniciou nesta terça-feira (11) a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na zona rural da cidade. Uma equipe se deslocou esta manhã para a região de Itapé, onde deverão ser aplicadas 125 doses da vacina. A campanha segue nos próximos meses até atingir toda cobertura na área rural. Já a vacinação de bovinos e equinos deve ser feita pelos proprietários.

Todos os anos cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva a partir dos cinco meses de idade. A Trata-se de uma doença onde o vírus se alastra pelo sistema nervoso central de animais de “sangue quente” domésticos ou selvagens, ou seja, cães, gatos, macacos, morcegos e outros, incluindo o homem. Ela é transmitida ao ser humano através do contato da saliva (mordida ou lambedura) de animais que estão contaminados pelo vírus, bastando que algum tipo de ferida já existente entre em contato com a saliva do animal doente.

Este ano o CCZ irá aproveitar a presença das equipes na zona rural para fazer um alerta com relação à Febre Amarela. Os moradores de sítios e fazendas estão mais próximos das matas e serão orientados a, no caso de encontrarem macacos mortos ou doentes, avisar imediatamente o Centro de Zoonoses. Os macacos são considerados sentinelas da Febre Amarela. São eles que indicam se o vírus está circulando em determinadas áreas. Com a ajuda desses moradores será possível iniciar uma ação rápida de contenção da doença, caso sejam encontrados animais mortos.

O calendário para a vacinação na área urbana ainda não foi concluído, mas deve iniciar em julho. As datas e locais onde serão instalados os postos de vacinação serão divulgados através da imprensa. Importante ressaltar que Rio Claro não tem registro de nenhum caso de febre amarela.

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA E MORCEGOS

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Os telhados e paredes das cidades brasileiras acumulam mais do que poeira e sujeira: têm também uma variedade de morcegos.

Cerca de um quarto das 167 espécies do país pode ser encontrado na área urbana e periurbana do Brasil. As outras vivem em cavernas- que são o habitat natural desses bichos.

Essa abundância de morcegos nas cidades acontece porque, com a expansão desenfreada das construções e o aumento do desmatamento, os bichos são cada vez mais empurrados para ambientes humanos.

                       SEM CAVERNA

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Alguns desses locais como lajes, dutos de ventilação, chaminés de churrasqueiras e poços de elevador- mostraram-se tão “confortáveis” quanto cavernas e outros espaços originalmente usados como habitat pelos bichos.

Invenções humanas, como os postes de iluminação pública, facilitaram não só a vida das pessoas, mas também a desses animais.

Atraída pela luz, uma multidão de insetos costuma circular nas proximidades da lâmpada, proporcionando um verdadeiro banquete para as espécies insetívoras.

Embora os morcegos possam transmitir Raiva e outras doenças, pesquisadores defendem que sua presença pode ser benéfica.

Espécies insetívoras como o Molossus molossus e Tadarida brasiliensis agem como dedetizadores naturais: elas se alimentam principalmente de baratas, mosquitos e cupins.

Os morcegos frugíveros (Artibeus lituratus) espalham sementes através das fezes, auxiliando no reflorestamento.

Encontrado morcego com Raiva na cidade

 

Solicitada a presença do Centro de Controle de Zoonoses em uma residência onde o morador encontrou um morcego morto, este foi enviado para exames e constatada a  contaminação pelo vírus da Raiva.

 

Para evitar que humanos ou animais domésticos contaminem-se,  o CCZ estará trabalhando a área da Rua 3 até a Rua 8 e das  Avs. 19 até a 27 a partir da próxima segunda-feira, 31/10 até quinta-feira, dia 03/11, podendo estender os trabalhos até a abrangência total das residências.

 

Este trabalho consiste na educação /orientação com cartazes e folhetos informativos  para os moradores e realizando a vacinação antirrábica em cães e gatos.

A vacinação antirrábica é fundamental para a prevenção da doença nos animais de estimação, que normalmente veem o morcego como caça ou brinquedo.

 

Como prevenir:

 

. Se os morcegos estiverem abrigados no forro, retire algumas telhas, acenda uma lâmpada ou coloque algumas telhas de vidro, para que a luz entre e afugente-os.

. Após a retirada dos morcegos do forro, realizar a limpeza e desinfecção , umedecendo a superfície com solução de água e cloro, na proporção de meio litro de cloro para um litro de água. Sempre utilizar máscara, botas e luvas. As fezes retiradas devem ser ensacadas e descartadas no lixo.

. Vedar as frestas do telhado;

. Telar as janelas;

. Realizar a poda das árvores para aumentar a incidência de luz;

. Retirar frutos das árvores, eliminando alimentos dos morcegos frugívoros.

IMPORTANTE

. Se houver contato de animal (cão e/ou gato) com morcegos, procurar imediatamente o médico veterinário ou o Centro de Controle de Zoonoses;

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta ou captura do animal, mesmo se estiver morto;

. Vacine cães e gatos contra a Raiva;

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura) a pessoa deve procurar um serviço de saúde imediatamente.

. Ligue 156 para solicitação de visita ou 3535-4441 e 3533-7155 – CCZ, para orientações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bióloga identifica insetos e analisa larvas em laboratório do CCZ

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A análise de larvas e a identificação de insetos e animais peçonhentos também faz parte do trabalho realizado no laboratório do Centro de Controle de Zoonoses. Esse trabalho é feito pela bióloga Milene Weissman. Desde 2004 ela auxilia no combate à dengue verificando material coletado pelos agentes em vários pontos da cidade. As análises apontam para a positividade ou não de larvas do Aedes aegypti.

“Atualmente oferecemos apoio também para análise de larvas das cidades de Itirapina e Corumbataí que não possuem um CCZ, explicou Milene. A bióloga também atende às solicitações dos moradores feitas através do telefone 156 nos quando casos em que aranhas, escorpiões e cobras são capturados e precisam ser identificados. “Recolhemos os animais, verificamos a sua espécie e orientamos os moradores”, disse a bióloga.

Há situações ainda em que morcegos que apresentam hábitos atípicos são encontrados caídos nas residências. “Procuramos identificar a espécie e depois a encaminhamos ao Instituto Pasteur que verifica se o animal está infectado pelo vírus da raiva”, acrescentou Milene. Ela informou ainda que dependendo da época do ano as reclamações sobre infestação de pombos, morcegos e carrapatos crescem.

No caso dos carrapatos as pesquisas são realizadas em áreas infectadas. Esses ectoparasitas são analisados pela Sucen para verificação da presença da bactéria causadora da Febre Maculosa. No momento, estamos atendendo mais solicitações sobre pombos que também são feitas através do telefone 156”, concluiu. O trabalho da bióloga inclui ainda a colocação de armadilhas para captura do mosquito que transmite a Leishmaniose, no caso de surgirem casos suspeitos da doença no município.

CCZ e Atenção Básica fecham parceria no combate a doenças

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            Solange Mascherpe, Pollyanna Joanoni Pedro, Franz Fischer, Érica de Lúcio e Elaine Knothe

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e o Núcleo de Atenção Básica, da Fundação Municipal de Saúde fecharam uma parceria que prevê a divulgação de informações de combate a doenças transmitidas por animais, durante o programa de atividades dos profissionais de educação física nos bairros.

Durante 4 dias da semana os professores reúnem pessoas da terceira idade para incentivar a prática de exercícios. Além de trazer benefícios para a saúde, a atividade promove ainda uma interação, previne acidentes domésticos e traz bem estar aos participantes. A Zoonoses vai aproveitar este momento para orientar sobre a localização de criadouros da dengue, além de passar informações sobre cuidados com relação a áreas infestadas por carrapatos e como manter os pombos longe da área urbana, onde podem representar um perigo para a saúde das pessoas. Outras doenças também relacionadas aos animais serão abordadas durante esses encontros.

CCZ REINICIA CAMPANHA DE VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA

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Devido a casos positivos de Raiva na cidade em animais de grande porte como bois e cavalos ,  a campanha de vacinação em cães e gatos foi iniciada em Maio na zona rural e Junho na zona urbana, quando  foram vacinados mais de 5 mil animais.

A grande demanda no país  fez com que as regiões com menor incidência, como as regiões sul e sudeste,  tivessem o envio de suas cotas de vacinas adiadas, ocasionando a suspensão temporária da vacinação.

Com a regularização de estoques, já chegaram novos lotes de vacinas e a Campanha Anual Antirrábica volta com força total.

A partir da próxima segunda-feira, dia 06, retornarão os serviços na zona rural , vacinação diária no CCZ e Canil Municipal.

A campanha na zona urbana já está sendo novamente organizada para início nas próximas semanas.  Pontos fixos em escolas, igrejas, praças e psfs serão amplamente divulgados pela mídia e redes sociais.

É fundamental a prevenção da Raiva  em animais domésticos através da vacinação, para evitar-se  a Raiva em humanos, que é incurável e mortal.

 Sinais indicativos da raiva

Variam conforme a espécie. Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior freqüência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica). No entanto, em todos animais costumam ocorrer os seguintes sintomas:- dificuldade para engolir – salivação abundante – mudança de comportamento – mudança de hábitos alimentares – mudança de hábitos – paralisia das patas traseiras. Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

Além das campanhas preventivas, moradores podem vacinar diariamente seus animais no CCZ – R. Alfa, s/nº – Distrito Industrial – 3535-4441 ou no Canil Municipal – Av. 8, entre Rs. 1 e 1b – Centro – 3532-4115.