DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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6 de Julho – Dia Mundial das Zoonoses

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Celebrado anualmente, em 6 de julho, o Dia Mundial das Zoonoses foi criado para enfatizar a discussão acerca do tema. A data faz referência ao dia em que o cientista francês Louis Pasteur aplicou com sucesso a primeira vacina antirrábica, em 1885.

Zoonoses são as enfermidades transmitidas naturalmente entre os animais e o homem, podendo ser causadas por vários agentes etiológicos. Dentre eles, destacamos protozoários, vírus, bactérias, fungos, helmintos e rickéttsias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS/ONU), 60% das doenças infecciosas humanas e 75% das novas doenças que infectaram os seres humanos nas últimas décadas têm origem animal. É cada vez mais comum que doenças mudem de espécies e se espalhem na população, em meio ao crescimento das cadeias de agricultura e abastecimento alimentar.

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou que a saúde humana e a saúde animal são interdependentes e vinculadas à saúde dos ecossistemas em que existem, no conceito chamado de Saúde Única (One Health).

“Assim, toda ação, atividade e estratégia de vigilância, prevenção e controle de zoonoses de relevância para a saúde pública, desenvolvidas e executadas pela área de vigilância de zoonoses, processo epidemiológico de instalação, transmissão e manutenção de zoonoses, requer a presença técnica da Medicina Veterinária, considerando a população exposta, a espécie animal envolvida, a área afetada, todas vinculadas ao foco da saúde única, integrando de forma definitiva meio ambiente, saúde animal e humana”, acrescenta o presidente da CNSPV.

Tudo isso mostra que a atuação do médico-veterinário está ligada também à saúde humana. O profissional está presente na inspeção de produtos de origem animal, na saúde do meio ambiente, a fim de evitar a proliferação de doenças como a leishmaniose, assim como no tratamento e prevenção de zoonoses. O médico-veterinário, pelo seu amplo e diversificado currículo, tem de forma singular a capacidade de compor equipes de saúde e nelas aplicar seus conhecimentos em relação a profilaxias, diagnóstico clínico e laboratorial, terapêuticas, epidemiologia, inspeção, vigilância, extensão, educação, prevenção e promoção à saúde.

Zoonoses e arboviroses: conheça mais sobre o tema

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou que a saúde humana e a saúde animal são interdependentes e vinculadas à saúde dos ecossistemas em que existem, no conceito de Saúde Única (One Health).

Artigo publicado na aponta que cerca de 60% das enfermidades que acometem humanos são zoonoses e 75% das doenças conhecidas como emergentes e reemergentes são de origem animal. De acordo com o do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2020 já foram notificados 30.763 casos prováveis de dengue no país.

Esses dados indicam que a atuação do médico-veterinário está ligada também à saúde humana. O profissional está presente na inspeção de produtos de origem animal, na saúde do meio ambiente, a fim de evitar a proliferação de doenças como a leishmaniose, assim como no tratamento e prevenção de zoonoses e arboviroses.

Quais são as diferenças entre zoonoses e arboviroses?

Zoonoses são as enfermidades transmitidas naturalmente entre os animais e o homem, podendo ser causadas por vários agentes etiológicos. Dentre eles, destacamos protozoários, vírus, bactérias, fungos, helmintos e rickettsias.

Arboviroses são enfermidades que também incluem zoonoses, só que causadas especificamente por arbovírus e transmitidas por artrópodes, como insetos e aracnídeos*. Comuns em regiões de clima tropical e subtropical, existem 545 espécies de arbovírus, sendo que 150 delas causam doenças em seres humanos.

Quais são as principais doenças de cada tipo?

Zoonoses: raiva, leishmaniose, esporotricose, febre maculosa, teníase/cisticercose, hidatidose, brucelose, tuberculose e mormo;

Arboviroses: febre amarela, dengue, Zika, Chikungunya, febre do Nilo, febre do Mayaro e encefalites.

Liste as principais medidas de prevenção.

Vacinação, saneamento básico, higiene, atuação dos órgãos de vigilância, inspeção de alimentos, defesa sanitária animal e educação ambiental.

E as principais formas de transmissão?

Há diversas formas de transmissão, como por meio de alimentos, terra, água, mordedura, arranhões e lambeduras de animais, além de picadas de insetos e outros artrópodes.

Como é o tratamento?

Vai depender do tipo de agente etiológico causador da enfermidade. Em geral, as ocasionadas por bactérias, fungos e protozoários possuem arsenal terapêutico relativamente vasto, como antibióticos, antifúngicos, antimoniais, dentre outros. Já para as enfermidades virais, em sua maioria, é usada uma medicação de suporte, porém a ferramenta mais importante para a prevenção de algumas dessas enfermidades imunopreviníveis é a vacinação.

Qual é o papel do médico-veterinário nesse contexto?

O médico-veterinário, pelo seu amplo e diversificado currículo, tem de forma singular a capacidade de compor em equipes de saúde e nelas aplicar seus conhecimentos em relação a profilaxias, diagnóstico clínico e laboratorial, terapêuticas, epidemiologia, inspeção, vigilância, extensão, educação, prevenção e promoção à saúde.

*Segundo a CNSPV/CFMV, já foi comprovado o papel dos aracnídeos (carrapatos) na transmissão de algumas arboviroses em varios países do mundo. No Brasil, vários estudos identificaram a presença de agentes virais e zoonóticos nos carrapatos, porém, ainda não foi estabelecida sua participação e importância epidemiológica no ciclo de transmissão.

Fonte: CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária

SOLDADOS DO TIRO DE GUERRA RECEBEM INFORMAÇÕES DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

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Divididos em várias turmas para evitar aglomerações, soldados do Tiro de Guerra de Rio Claro, receberam o setor de educação e comunicação do Centro de Controle de Zoonoses, representado pela palestrante Solange Mascherpe, para conhecerem sobre os problemas gerados pelo descarte incorreto de lixo através da palestra: “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionados pelo descarte incorreto de lixo”.

Na oportunidade, puderam ter conhecimento sobre criadouros de mosquitos, sintomas e prevenção de Dengue, Zika, Chikungunya, roedores, animais peçonhentos, caramujos, pombos, entre outros tópicos. Após a apresentação, os soldados puderam conferir a vidraria com animais peçonhentos encontrados na cidade.

Na busca de parcerias para a conscientização na utilização dos serviços municipais  referentes ao descarte de materiais e prevenção de doenças relacionadas,  os soldados, oficiais e familiares são muito importantes para estes  trabalhos preventivos.

CCZ PARTICIPA DE CURSO DE ATUALIZAÇÃO DA DEFESA CIVIL

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Durante o mês de Maio, a Defesa Civil de Rio Claro promoveu em suas dependências o “V Curso de Atualização Técnica de Defesa Civil”.

O objetivo do evento anual é manter os colaboradores atualizados nos diversos segmentos em que atuam.

O Centro de Controle de Zoonoses participou com a palestrante Solange Mascherpe abordando os temas “Animais Peçonhentos” e “O Aedes Aegypti e as arboviroses transmitidas”. Após as apresentações os funcionários puderam conferir vidraria com os animais peçonhentos em exposição e o ciclo do mosquito transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

Todas as ações foram realizadas respeitando-se as orientações preventivas contra o Covid-19 como a utilização de máscaras, higienização das mãos e distanciamento entre os participantes.

CCZ PARTICIPA DE CICLO DE PALESTRAS NA GUARDA MUNICIPAL

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A Guarda Civil Municipal de Rio Claro está realizando um ciclo de palestras para seus profissionais, visando a capacitação para uma melhor qualificação e eficiência nos serviços prestados pelos GCM’s.

O setor de educação e comunicação do Centro de Controle de Zoonoses participou com a palestrante Solange Mascherpe ministrando os temas: Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo, Febre Maculosa e Posse Responsável de Animais. Assuntos pertinentes aos trabalhos diários das equipes da guarda.

Respeitando normas preventivas contra o Covid, como distanciamento, utilização de máscaras e higienização das mãos, as turmas foram divididas e as palestras foram realizadas durante dois dias para evitar assim, uma maior aglomeração.

Após o encerramento, os integrantes receberam certificados de participação.

Nossos agradecimentos ao comando da Guarda Civil Municipal pelo convite e oportunidade às informações; importantes parcerias para o desenvolvimento dos colaboradores e dos serviços públicos.

ENCONTREI UM MORCEGO! E AGORA?

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Eventualmente recebemos mensagens e pedidos de ajuda a respeito de morcegos. Relatos de pessoas encontrando morcegos em casa não é incomum, e durante o verão, esses casos acontecem com maior frequência. Para esclarecer de uma forma completa, elaboramos este manual de como lidar em caso de adentramento de morcegos.

Lembre-se de observar o animal antes de tomar qualquer iniciativa, tente verificar comportamento característico de estresse e possíveis sintomas de doenças.

ANTES DE TUDO!!!

Tente ligar para a prefeitura, procure o contato dos órgãos responsáveis em lidar com animais silvestres. Caso não tenha sucesso em falar com a prefeitura ou órgão responsável, ligue para o Centro de Controle de Zoonoses ou a Vigilância Sanitária de sua cidade para que possam buscar o morcego.

É sempre importante alguns cuidados iniciais, e se tratando de animais silvestres, é necessário considerar registro de informações e todas as medidas de segurança e para o animal e para quem vai manejá-lo.

MANTENHA REGISTRO

Para identificar o tipo de morcego e saber a melhor maneira de lidar e cuidar dele, é importante que se registre informações de características dele.

  • Fotografe o morcego (com alguma escala, ou referência);
  • Anote características físicas dele (cauda, cores, tamanho…);
  • Coletar informações de onde o morcego foi encontrado (rua, bairro, cidade; dentro de casa ou na rua? Havia animais ou pessoas perto? É possível que outro animal tenha entrado em contato com o morcego?);
  • Procure um especialista que possa estar à disposição e identifica-lo, mesmo que apenas virtualmente, durante a situação.

CONSIDERE QUESTÕES ÉTICAS

A ética deve fundamentar todas as decisões. Destacando aqui os quatro primeiros artigos da Declaração dos Direitos dos Animais:

  • Artigo 1º – Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
  • Artigo 2º –
    • 1. Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
    • 2. O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
    • 3. Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
  • Artigo 3º
    • 1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
    • 2. Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
  • Artigo 4º –
    • 1. Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
    • 2. Toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito. O cuidado de curto e longo prazo deve ser considerado.

SEGURANÇA

Considerações sobre saúde e segurança

  • Sempre use luvas grossas de couro ou de látex e máscaras para manejo de animal silvestre.
  • Os indivíduos que vão manejar precisam estar devidamente vacinados contra o vírus da Raiva.
  • Verificar medidas necessárias para minimizar os riscos de doenças zoonóticas. Como fezes deixadas, animais possivelmente atacados… Entre outros.

É importante enfatizar que o manejo de animais silvestres deve ser evitado. Mas na falta de opções, tente ser o mais breve possível:

  • Evite estressar o animal mais que o necessário. Movimentos bruscos, gritos e conversas são estressantes. Lembre-se que o animal não sabe que você não quer feri-lo, para ele, você é um perigo em potencial.
  • Isolamento: O morcego precisa ser mantido em isolamento até a liberação.

MANEJO

Após conferidas todas as questões de informação e segurança até aqui, podemos seguir ao manejo. Há principalmente duas maneiras mais práticas de se capturar o morcego:
Captura

  • Com pano grosso ou luva de couro: Garantindo que a luva seja suficientemente grossa, espere o morcego estar quieto e calmo num local. Vá até ele e segure-o usando a mão. Em seguida, ponha-o no recipiente* (Vídeo).
  • Com Vassoura e pá: Usando vassoura e pá, se aproxime com calma e empurre o morcego lentamente em direção à pá. Ele irá andar, ajuste a pá e conduza-o com a vassoura. Em seguida, ponha-o no recipiente.
  • Balde ou caixa de papelão: Você poderá esperar o morcego se acalmar. Quando estiver em repouso, coloque a caixa de papelão ou o balde em cima dele, feche e ele ficará seguro dentro dela (Imagem).


*O recipiente pode ser um balde, caixa de papelão, vasilha, ou outra coisa profunda o suficiente para que o morcego não consiga subir.

LIBERAÇÃO

Considere questões relevantes como local, clima e altura:

  • Local: O local deve ser mais próximo possível de onde foi encontrado. Sendo caso de adentramento (de casas, construções, etc), é importante que seja num local exterior próximo. Considere deixa-lo em um muro ou nos galhos de uma árvore.
  • Clima: Morcegos tem dificuldades de voar em dias chuvosos.
  • Altura: Muitas espécies tem dificuldades em voar diretamente do chão ou de locais baixos. Considere colocá-lo em um local mais elevado como árvore ou muro.

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  • Soltura diretamente das mãos: Usando a luva de couro ou com pano grosso, você poderá pegar o morcego. Abra o pano aos poucos para que o morcego possa ver o ambiente. Com o morcego estendido, levante a mão à altura do ombro. Em alguns casos, ele deverá voar imediatamente. Em outros casos, ele não voará imediatamente, então ponha-o num local alto ou aproxime-o de uma árvore, galho ou muro.

https://www.youtube.com/embed/uwzRYohIkCg?version=3&rel=1&showsearch=0&showinfo=1&iv_load_policy=1&fs=1&hl=pt-br&autohide=2&wmode=transparentMorcego Molossus sendo colocado numa amendoeira.

  • Soltura de outros pontos: Usando luva ou pano grosso, você poderá deixar o morcego em cima de algum galho, muro ou local mais elevado. Determinadas espécies não são capazes de voar diretamente do chão, e podem ser predadas se permanecerem no solo.

Em qualquer dos casos, o morcego poderá demorar a voar, pois fará a higienização antes de retornar ao abrigo, o que poderá levar de 30 a 40 minutos. Se possível, faça o monitoramento, verificando a cada 15 minutos se o morcego permanece no local.

AMANHECEU, MAS O MORCEGO PERMANECEU!

Nesse caso, faça uma nova tentativa de ligar para a prefeitura e procure o contato com os órgãos responsáveis em lidar com animais silvestres. Caso não tenha sucesso em falar com a prefeitura ou órgão responsável, ligue para o Centro de Controle de Zoonoses ou a Vigilância Sanitária de sua cidade para que possam buscar o morcego.

Caso estes órgãos também estejam inacessíveis, considere levar o morcego à clinica veterinária mais próxima, com as anotações e registros em mãos. Elas serão úteis para o cuidado, reabilitação e soltura do morcego.

Manual elaborado baseado no manual do Batworld.org

Fonte: @Morcegando nas redes sociais

TRABALHOS DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

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O Centro de Controle de Zoonoses é um departamento da Fundação Municipal de Saúde que tem como função cuidar das doenças (noses) que os animais (zoo) transmitem, como dengue, raiva, leptospirose, leishmaniose, entre outras.

Animais peçonhentos (que não transmitem doenças mas são um problema considerável para a saúde pública) também é um trabalho realizado, com identificação das espécies e orientações preventivas aos moradores.

 O serviço de recolhimento, identificação e envio para análise de Raiva, estende-se aos morcegos. Quando encontrado um exemplar contaminado, é realizada vacinação em todos os animais da área e observação de animais e humanos por dez dias. A aplicação de vacina antirrábica é realizada diariamente no CCZ e são realizadas campanhas anuais com pontos fixos nos bairros e zona rural.

A desratização é realizada gratuitamente através de raticidas aplicados nas residências após solicitação através da Ouvidoria Municipal : 3526-7105; os agentes colocam as iscas em locais onde crianças e animais domésticos não tem acesso e voltam para monitoramento. Este trabalho também é realizado nos mais de 3000 bueiros da cidade.

              O mosquito palha, transmissor da da Leishmaniose é monitorado com armadilhas que são montadas na zona rural e urbana, onde são identificados focos para controle juntamente com a SUCEN.

                Pombos, Piolhos, Carrapatos e Caramujos Africanos tem atenção especial pelo número de doenças que transmitem e  a facilidade de multiplicação. Os agentes orientam sobre desinfecção de ambientes infestados e armadilhas para os caramujos com descarte correto.

               Agentes de Endemias realizam busca ativa de criadouros do mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela em casas e comércio, os agentes de vetores trabalham com a busca ativa em pontos estratégicos como ferro velhos, borracharias, indústrias e realizam nebulização para controle epidêmico.

Com o objetivo de ampliar as informações pertinentes aos serviços desenvolvidos no setor da saúde do município e considerando a importância de informar sobre as ações humanas e suas consequências para consigo, para sua própria espécie, para outros seres vivos e o ambiente, o setor de Educação e Comunicação do CCZ, ministra palestras em escolas, empresas, projetos, igrejas, etc, a fim de prevenir sobre diversas zoonoses  e a posse responsável de animais. Estas importantes informações são compartilhadas também nas redes sociais como Facebook, Twitter , Instagram e Blog.

Confira os números dos trabalhos do CCZ durante o ano de 2020:

Castrações

Total Animais Agendados …………………….. 3.485

Total Animais Castrados ………………………  3.038

Raticida …………………………………………….. 1.778

Vacinas cães e gatos ……………………………. 2.971

Dengue / Ouvidoria ……………………………….. 611

Obs. Animais agressores ………………………… 514

Vistorias Imóveis Estratégicos – IE – …………. 310

Vistorias Pontos Estratégicos – PE – ………….1.275

Equinos / Obs.Raiva …………………………………. 06

Cobras …………………………………………………… 04

Caramujos ……………………………………………… 45

Escorpiões ………………………………………………126

Galináceos ………………………………………………. 31

Morcegos Orientações ………………………………. 65

Morcegos Captura ……………………………………. 64

Pombos ………………………………………………….. 56

Insetos /Carrapatos ………………………………… 128

Leishmaniose …………………………………………… 69

Arboviroses : Combate às Endemias

Imóveis percorridos …………………………………………. 244.562

Imóveis Trabalhados ………………………………………… 131.605

Arboviroses: Controle de Vetores

Nebulização ……………………………………………………….. 9.820

Vistoria em obras …………………………………………………….. 66

Educação e Comunicação

Eventos e Palestras …………………………………………….. 28.443

Redes Sociais / Acessos …………………………….média   30.000

SEMANA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO ENSINO SUPERIOR TEM PARTICIPAÇÃO DO CCZ

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A equipe de Educação do CCZ esteve mais uma vez participando das atividades da Faculdade Asser.

No ultimo sábado,  dia 27 de Outubro, aconteceu nas dependências da Faculdade a 15ª Edição da Semana de Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular.

O CCZ levou junto com a vidraria  dos animais peçonhentos,faixas informativas e folhetos.

Os alunos e visitantes puderam tirar dúvidas sobre Arboviroses, Animais Peçonhentos e Posse Responsável de Animais.28 09 19 (11)

 

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11º Seminário sobre Raiva destaca ações de prevenção à doença

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O 11º Seminário de Vigilância e Controle da Raiva promovido pelo Instituto Pasteur e realizado dias 1 e 2 de outubro reuniu vários profissionais da Saúde e contribuiu para promover a atualização técnica e científica dos profissionais que atuam na área da Saúde. Foram abordados vários aspectos relacionados à doença como a importância de uma comunicação eficaz , cuja mensagem seja do entendimento de toda a população e ainda o trabalho preventivo que o setor de Saúde realiza em caso de acidente  com morcegos. Estiveram no encontro representando a Fundação Municipal de Saúde, a médica veterinária Amanda Borotti, do Centro de Controle de Zoonoses e a Chefe de Núcleo da Vigilância Epidemiológica, Eliaura Aparecida de Jesus.

O assunto em destaque foi  o papel do morcego (hematófago ou não) na manutenção do ciclo do vírus. Devido às campanhas maciças de vacinação em cães e gatos, há muitos anos o estado de São Paulo não tem o ciclo com o vírus da variante canina. Os casos de cães ou gatos positivos foram da variante de morcego. Por isso a importância de notificar o CCZ se encontrar morcego caído ou morto em sua residência, e também se o seu animal de estimação entrou em contato com ele.

Na área rural, deve-se informar a defesa agropecuária, de sua cidade ou regional, em casos de visualizar mordeduras de morcegos em bois, cavalos, porcos ou outros animais. Casos de morcegos caídos, mortos ou que entraram em contato com cães e gatos também precisam ser comunicados. Manter os animais vacinados é uma maneira de prevenção, mas é na vigilância de mordeduras que a defesa agropecuária tem maiores resultados.

O papel do médico veterinário clínico na Vigilância da Raiva também foi discutido no encontro. A médica veterinária Adriana Vieira, do Instituto Pasteur abordou o assunto informando que das 1.461 doenças reconhecidas em seres humanos, 60% são zoonoses, ou seja, doenças transmitidas do animal ao homem. Esses números mostram o quanto são importantes  ações de prevenção e, no caso específico da raiva, outros elementos são considerados fundamentais no trabalho preventivo. “Podemos citar a educação em saúde, a vacinação antirrábica, a propriedade responsável de animais, bem estar e promoção da saúde animal, registro e identificação do animal, avaliação de animais suspeitos, coleta e envio de amostras para análises”, destacou a palestrante.Também é necessário, segundo ela, que os municípios tenham conhecimento de quantos animais são vacinados nas campanhas e fora delas. Por isso criou-se um formulário que contém todas essas informações e ainda dados fornecidos por veterinários de clínicas particulares.

O seminário reuniu dezenas de profissionais de várias partes do país e fez parte do 115º aniversário de fundação do Instituto Pasteur de São Paulo.

Para mais informações sobre morcegos o Centro de Controle de Zoonoses está à disposição através dos telefones 3535-4441 ou 3533-7155. A Casa da Agricultura Rio Claro (EDA Limeira) também pode ser consultada através do telefone 35243495.

Written by I.E.C - CCZ

16/10/2018 at 10:47 am

CCZ E UNESP EM PARCERIA PARA ESTUDOS SOBRE MORCEGOS

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Morcegos são os únicos mamíferos que voam e são animais muito importantes para o meio ambiente.

Existem cerca de mil espécies de morcegos pelo mundo: os que comem insetos, outros polinizam flores, alguns comem frutos e disseminam sementes auxiliando o reflorestamento, entre outros benefícios. Três espécies são hematófagas, sendo que duas alimentam-se de sangue de aves e apenas uma, alimenta-se de sangue de mamíferos.

O objetivo dos trabalhos do Centro de Controle de Zoonoses  com morcegos são as zoonoses transmitidas, como a Raiva e a Histoplasmose.

Acadêmicos da UNESP visitaram as instalações do CCZ para uma parceria e interação de conhecimentos sobre as espécies em áreas urbanas.

Segundo  Milene Weismann e a Dra. Maria Emilia de Godoy, bióloga e veterinária do CCZ|, a  parceria entre as instituições vão auxiliar nos estudos sobre as espécies,  comportamentos e  podem auxiliar no manejo e conservação  destes animais.

Dicas importantes:

. Vacine seu animal anualmente contra a Raiva;

. Se houver contato de cão e/ou gato com morcegos, procure imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses;

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta do animal (mesmo morto);

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura), procure o Serviço de Saúde imediatamente.

 

 

 

 

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NA FACULDADE ASSER

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De 20 a 22 de Setembro nas dependências da Faculdade Asser, está sendo realizada a “Semana de Responsabilidade Social”.

A Fundação Municipal de Saúde participa com equipes do DST realizando exames  e com a equipe de educação e informação do Centro de Controle de Zoonoses expondo vidrarias com animais peçonhentos, folhetos informativos e palestra sobre Lixo=Bicho- Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo.

Alunos e professores participam das atividades e podem compartilhar os conhecimentos com suas famílias.