DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR ALUNOS DA E.M MONSENHOR MARTINS PRESTIGIAM PALESTRA DO CCZ

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O setor de educação do Centro de Controle de Zoonoses realiza palestras nas escolas com o objetivo de informar sobre os perigos do lixo descartado incorretamente , tais como: arboviroses, roedores, animais peçonhentos e outras diversas zoonoses.

Mais de setecentos alunos da Escola Municipal Monsenhor Martins puderam conferir estas informações através da palestra: ‘Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Além de aprenderem ações positivas  de cidadania, os alunos podem compartilhar com amigos e famílias.

Com a chegada do período de chuvas, aumentam os criadouros de mosquitos transmissores da dengue, zika, chikungunya e febre amarela e durante as palestras foi dado um maior enfoque ao tema.

BRK E CCZ JUNTOS NA LUTA DIÁRIA CONTRA MOSQUITOS E A DENGUE

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A BRK Ambiental, empresa responsável pela gestão dos serviços de esgoto em Rio Claro está realizando a  Semana Interna de Saúde e Prevenção de Acidentes e o Centro de Controle de Zoonoses esteve presente com a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Pela modalidade dos serviços prestados, funcionários da empresa tem bastante contato com locais onde podem existir criadouros de mosquitos e outros animais sinantrópicos como ratos e escorpiões  e através da apresentação , puderam conferir como prevenir acidentes e auxiliar nas informações para a população atendida.

A BRK Ambiental,  é a maior empresa privada de saneamento do Brasil e disponibiliza serviços que beneficiam mais de 15 milhões de pessoas e agora , em parceria  com a Fundação Municipal de Saúde e Prefeitura de Rio Claro, estará  na batalha diária contra o mosquito Aedes aegypti  e as arboviroses por ele transmitidas, como a Dengue.

Através de folhetos , cartazes e   redes sociais, a empresa iniciará  a uma grande campanha publicitária focando a prevenção à  Dengue e eliminação de criadouros. Informações no site já estão disponíveis: https://busqueporprevencao.com.br/

A união de  empresas, poder público e população,  é fundamental para o controle de mosquitos transmissores e assim evitar-se epidemias e principalmente, óbitos.

 

 

 

 

 

 

 

SIPAT DA CONSTRUTORA CAPREM TEM PARTICIPAÇÃO DO CCZ

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A construtora Caprem está realizando sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho – SIPAT.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve presente com sua equipe de Educação orientando funcionários sobre acidentes com animais peçonhentos e arboviroses resultados de resíduos descartados incorretamente.

Ao jogar lixo em quintais, ruas, terrenos, praças públicas, são atraídos animais como roedores e  insetos  e com eles doenças como dengue, leptospirose, leishmaniose, além dos acidentes com escorpiões, aranhas e cobras que alimentam-se dos ratos.

A palestra “Lixo = Bicho” aborda estes problemas e demonstra as soluções: que são as  práticas de cidadania tão simples, como jogar o lixo em locais corretos e assim, evitar doenças e acidentes  com os trabalhadores e suas famílias.

Após a apresentação os colaboradores puderam conferir os animais peçonhentos recolhidos pelo CCZ nas vidrarias expostas.

Agradecemos à empresa pela oportunidade da participação e pelo carinho com que fomos presenteadas.

 

CCZ PARTICIPA DE SIPAT NA OSTEOMED

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A empresa Osteomed Implantes está realizando a Sipat – Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho.

Com uma parceria que já vem de anos anteriores,  o Centro de Controle de Zoonoses participou  com a equipe de Educação e o tema da palestra foi: “Lixo = Bicho”, onde os funcionários puderam constatar os problemas com animais e doenças resultados de lixo descartado incorretamente em quintais, ruas e terrenos.

A prevenção de acidentes com animais peçonhentos  ou doenças é muito importante para o bem estar dos trabalhadores e a rotina das empresas e a informação é o instrumento mais importante para a prevenção.

 

 

CCZ INCENTIVA A POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS PARA CRIANÇAS DO PROJETO ADRA

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Equipe CCZ de Educação esteve no Projeto Adra ministrando  palestra  de Posse Responsável

Quem pretende ter um bichinho de estimação, precisa pensar em alguns pontos fundamentais para que a adoção seja feita com responsabilidade.

Estima-se que cães e gatos vivam de 10 a 15 anos ou mais, portanto não se pode adotar um animalzinho por empolgação ou emoção.

Todo animal precisa de cuidados: vacinas, alimentação, um lugar apropriado para dormir e muito amor.

Foi um bate papo bastante divertido e cheio de histórias de cachorros e gatos.

 

 

Doença de Chagas: o que é, causas, sintomas, tratamento e prevenção

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O que é Doença de Chagas?

A doença de Chagas (ou Tripanossomíase americana) é a infecção causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi.

Apresenta uma fase aguda (doença de Chagas aguda – DCA) que pode ser sintomática ou não, e uma fase crônica, que pode se manifestar nas formas indeterminada, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva.

Quais são os sintomas da Doença de Chagas?

A Doença de Chagas pode apresentar sintomas distintos nas duas fases que se apresenta, que é a aguda e a crônica. A fase aguda, que é a mais leve, a pessoa pode apresentar sinais moderados ou até mesmo não sentir nada.

Na fase aguda, os principais sintomas são:

  • febre prolongada (mais de 7 dias);
  • dor de cabeça;
  • fraqueza intensa;
  • inchaço no rosto e pernas.

Na fase crônica, a maioria dos casos não apresenta sintomas, porém algumas pessoas podem apresentar:

  • problemas cardíacos, como insuficiência cardíaca;
  • problemas digestivos, como megacolon e megaesôfago.

Como a doença de chagas é transmitida?

As principais formas de transmissão da doença de chagas são:

  • Vetorial: contato com fezes de triatomíneos infectados, após picada/repasto (os triatomíneos são insetos popularmente conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo).
  • Oral: ingestão de alimentos contaminados com parasitos provenientes de triatomíneos infectados.
  • Vertical: ocorre pela passagem de parasitos de mulheres infectadas por T. cruzi para seus bebês durante a gravidez ou o parto.
  • Transfusão de sangue ou transplante de órgãos de doadores infectados a receptores sadios.
  • Acidental: pelo contato da pele ferida ou de mucosas com material contaminado durante manipulação em laboratório ou na manipulação de caça.

O período de incubação da Doença de Chagas, ou seja, o tempo que os sintomas começam a aparecer a partir da infecção, é dividido da seguinte forma:

  • Transmissão vetorial – de 4 a 15 dias.
  • Transmissão transfusional/transplante – de 30 a 40 dias ou mais.
  • Transmissão oral – de 3 a 22 dias.
  • Transmissão acidental – até, aproximadamente, 20 dias.

Como prevenir a Doença de Chagas?

A prevenção da doença de Chagas está intimamente relacionada à forma de transmissão.

Uma das formas de controle é evitar que o inseto “barbeiro” forme colônias dentro das residências, por meio da utilização de inseticidas residuais por equipe técnica habilitada.

Em áreas onde os insetos possam entrar nas casas voando pelas aberturas ou frestas, podem-se usar mosquiteiros ou telas metálicas.

Recomenda-se usar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc.) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata.

Quando o morador encontrar triatomíneos no domicílio:

  • Não esmagar, apertar, bater ou danificar o inseto;
  • Proteger a mão com luva ou saco plástico;
  • Os insetos deverão ser acondicionados em recipientes plásticos, com tampa de rosca para evitar a fuga, preferencialmente vivos;
  • Amostras coletadas em diferentes ambientes (quarto, sala, cozinha, anexo ou silvestre) deverão ser acondicionadas, separadamente, em frascos rotulados, com as seguintes informações: data e nome do responsável pela coleta, local de captura e endereço.

Em relação à transmissão oral, as principais medidas de prevenção são:

  • Intensificar ações de vigilância sanitária e inspeção, em todas as etapas da cadeia de produção de alimentos suscetíveis à contaminação, com especial atenção ao local de manipulação de alimentos.
  • Instalar a fonte de iluminação distante dos equipamentos de processamento do alimento para evitar a contaminação acidental por vetores atraídos pela luz.
  • Realizar ações de capacitação para manipuladores de alimentos e de profissionais de informação, educação e comunicação.
  • Resfriamento ou congelamento de alimentos não previne a transmissão oral por T. cruzi, mas sim o cozimento acima de 45°C, a pasteurização e a liofilização.

As instituições de pesquisa vêm investindo em aplicativos gratuitos para a identificação de triatomíneos. A Fiocruz – Minas Gerais desenvolveu um aplicativo gratuito para identificação de triatomíneos, Triatokey, no qual o usuário responde perguntas sobre características visíveis do inseto a ser identificado.

Acontece um processo de eliminação, por meio das perguntas, que estreita as possibilidades chegando-se ao gênero do animal e a um pequeno número de espécies dentro daquele gênero, sendo de grande utilidade nas atividades de vigilância.

A Universidade de Brasília desenvolveu o aplicativo Triatodex, que também tem por objetivo a identificação de triatomíneos até nível de espécie. Ainda, contém informações sobre distribuição geográfica, tamanho, habitats e importância médica das espécies encontradas.

Como diagnosticar a Doença de Chagas?

Na fase aguda da doença de Chagas, o diagnóstico se baseia na presença de febre prolongada (mais de 7 dias) e outros sinais e sintomas sugestivos da doença, como fraqueza intensa e inchaço no rosto e pernas, e na presença de fatores epidemiológicos compatíveis, como a ocorrência de surtos (identificação entre familiares/contatos).

Já na fase crônica, a suspeita diagnóstica é baseada nos achados clínicos e na história epidemiológica, porém ressalta-se que parte dos casos não apresenta sintomas, devendo ser considerados os seguintes contextos de risco e vulnerabilidade:

  • Ter residido, ou residir, em área com relato de presença de vetor transmissor (barbeiro) da doença de Chagas ou ainda com reservatórios animais (silvestres ou domésticos) com registro de infecção por T. cruzi;
  • Ter residido ou residir em habitação onde possa ter ocorrido o convívio com vetor transmissor (principalmente casas de estuque, taipa, sapê, pau-a-pique, madeira, entre outros modos de construção que permitam a colonização por triatomíneos);
  • Residir ou ser procedente de área com registro de transmissão ativa de T. cruzi ou com histórico epidemiológico sugestivo da ocorrência da transmissão da doença no passado;
  • Ter realizado transfusão de sangue ou hemocomponentes antes de 1992;
  • Ter familiares ou pessoas do convívio habitual ou rede social que tenham diagnóstico de doença de Chagas, em especial ser filho (a) de mãe com infecção comprovada por T. cruzi.

IMPORTANTE: Para confirmação laboratorial é necessária a realização de exame de sangue (parasitológico e/ou sorológico, a depender da fase da doença) que é realizado gratuitamente pelo SUS. É importante que você procure um médico para que ele possa solicitar os exames e interpretá-los adequadamente, além de avaliar caso a caso os sintomas e sinais clínicos de cada pessoa.

Com o intuito de auxiliar os profissionais de saúde na interpretação de exames laboratoriais geralmente disponibilizados na rede do SUS na confirmação de casos de doença de Chagas na fase aguda, foi criada uma ferramenta para servir de guia especialmente para fins epidemiológicos nas situações mais recorrentes e para apoio assistencial enquanto o apoio de equipe especializada não for conseguido.

Qual é o tratamento para Doença de Chagas?

O tratamento da doença de chagas deve ser indicado por um médico, após a confirmação da doença. O remédio, chamado benznidazol, é fornecido pelo Ministério da Saúde, gratuitamente, mediante solicitação das Secretarias Estaduais de Saúde e deve ser utilizado em pessoas que tenham a doença aguda assim que ela for identificada.

Para as pessoas na fase crônica, a indicação desse medicamento depende da forma clínica e deve ser avaliada caso a caso.

Em casos de intolerância ou que não respondam ao tratamento com benznidazol, o Ministério da Saúde disponibiliza o nifurtimox como alternativa de tratamento, conforme indicações estabelecidas em Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas.

Independente da indicação do tratamento com benznidazol ou nifurtimox, as pessoas na forma cardíaca e/ou digestiva devem ser acompanhadas e receberem o tratamento adequado para as complicações existentes.

IMPORTANTE:  O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da doença de Chagas estabelece, com base em evidências, as diretrizes para diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pessoas afetadas pela infecção por Trypanosoma cruzi em suas diferentes fases (aguda e crônica) e formas clínicas, além de situações especiais como gestantes e condições de imunossupressão, servindo de subsídio a gestores, profissionais e usuários do SUS, visando garantir a assistência terapêutica integral.

Situação epidemiológica – Doença de Chagas

Em função das ações de controle de vetores realizadas a partir da década de 1970, o Brasil recebeu em 2006 a certificação Internacional da interrupção da transmissão vetorial pelo Triatoma infestans, espécie exótica e responsável pela maior parte da transmissão vetorial no passado. Porém, estima-se que existam aproximadamente 12 milhões de portadores da doença crônica nas Américas, e que haja no Brasil, atualmente, pelo menos um milhão de pessoas infectadas por T. cruzi.

A alteração do quadro epidemiológico da doença de Chagas (DC) no Brasil promoveu a mudança nas ações e estratégias de vigilância, prevenção e controle, por meio da adoção de um novo modelo de vigilância epidemiológica.  Entretanto, o risco de transmissão vetorial da doença de Chagas persiste em função da:

  • Existência de espécies de triatomíneos autóctones com elevado potencial de colonização;
  • Presença de reservatórios de T. cruzi e da aproximação cada vez mais frequente das populações humanas a esses ambientes;
  • Persistência de focos residuais de T. infestans, ainda existentes em alguns municípios dos estados da Bahia e do Rio Grande do Sul.

Soma-se a esse quadro a ocorrência de casos e surtos por transmissão oral pela ingestão de alimentos contaminados (caldo de cana, açaí, bacaba, entre outros), vetorial domiciliar sem colonização e vetorial extradomiciliar, principalmente na Amazônia Legal. Entre o período de 2008 a 2017, foram registrados casos confirmados de doença de Chagas aguda na maioria dos estados brasileiros. Entretanto, a maior distribuição, cerca de 95%, concentra-se na região Norte. Destes, o estado do Pará é responsável por 83% dos casos. Em relação às principais formas prováveis de transmissão ocorridas no país, 72% foram por transmissão oral, 9% por transmissão vetorial e em 18% não foi identificada a forma de transmissão.

Mesmo com o controle da ocorrência de novos casos da doença na maioria do território nacional, a magnitude da DC no Brasil permanece relevante. Apesar de não haver dados sistemáticos relativos à prevalência da doença, em estudos recentes as estimativas de prevalência variaram de 1,0 a 2,4% da população, o equivalente a 1,9 a 4,6 milhões de pessoas infectadas por T. cruzi. Reflexo disso é a elevada carga de mortalidade por DC no país, representando uma das quatro maiores causas de mortes por doenças infecciosas e parasitárias.

Viajantes – Doença de Chagas

É considerado caso suspeito de Doença de Chagas o viajante que tenha ingerido alimento suspeito contaminado por T. cruzi ou visitado área com presença de triatomíneos e apresente febre prolongada (superior a 7 dias), acompanhado de pelo menos um dos seguintes sinais:

  • Edema de face ou de membros.
  • Exantema.
  • Adenomegalia.
  • Hepatomegalia.
  • Esplenomegalia.
  • Cardiopatia aguda (taquicardia, sinais de insuficiência cardíaca).
  • Manifestações hemorrágicas.
  • Sinal de Romaña ou chagoma de inoculação.

 

 

 

Fonte: Ministério da Saúde

CCZ NA SIPAT DA RUMO

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A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil e oferece serviços logísticos de transporte ferroviário, elevação portuária e armazenagem. A Companhia opera 12 terminais de transbordo, seis terminais portuários e administra cerca de 14 mil quilômetros de ferrovias nos estados de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás e Tocantins. A base de ativos é formada por mais de mil locomotivas e 28 mil vagões.

Rio Claro abriga  a maior oficina de vagões da Rumo. Seus funcionários tem contato direto com descartes incorretos de lixo em toda extensão da ferrovia e com animais e resíduos dos vagões que chegam para manutenção.

A CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes convidou o  Centro de Controle de Zoonoses que,  através do setor de Educação e Informação,  esteve presente na Sipat da empresa  com a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”, onde são abordados os vetores de arboviroses como Dengue, Zika e Chikungunya, ratos, animais peçonhentos e as medidas corretas para evitar-se as zoonoses relacionadas ao descarte irregular de resíduos , além de informações sobre Febre Maculosa.

Após a palestra, os funcionários puderam observar animais peçonhentos expostos em vidros e receberam brindes oferecidos pela empresa.