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Abrigo recebe CCZ para palestra sobre o Aedes

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Depois de os agentes de vetores do Centro de Controle de Zoonoses encontrarem larvas do Aedes aegypti em criadouros no abrigo São Vicente de Paulo, uma equipe esteve no local para a realização de uma palestra focando a prevenção como medida de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Sessenta funcionários do abrigo assistiram a apresentação realizada dias 12 e 13 de junho. Durante esses dois dias várias orientações que podem ajudar na eliminação de focos importantes do inseto foram passadas, inclusive com a distribuição de folhetos informativos. No caso do abrigo, a recepção foi muito boa. A retirada dos criadouros e o trabalho de orientação devem resolver o problema.

No entanto, em outras partes da cidade a situação é um pouco mais complicada. A grande dificuldade dos agentes tem sido quebrar a resistência das pessoas com relação à inspeção frequente que precisa ser feita pelos moradores dentro das casas onde é encontrada a maioria dos criadouros. Plantas, gaveta de geladeira, calhas, caixas d´água, ainda são locais onde o mosquito encontra espaço e que muitas vezes não são vistoriados. O trabalho dos agentes permanece em ritmo acelerado mesmo com a queda da temperatura que por enquanto não refletiu em diminuição de casos de dengue no município.

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Written by I.E.C - CCZ

17/06/2019 at 10:29 am

CCZ redobra os cuidados com a dengue no Dia das Mães

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Uma ação conjunta entre o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Fundação Municipal de Saúde e a administração dos cemitérios da cidade visando o combate ao Aedes aegypti será realizada neste domingo, dia 12 de maio, quando se comemora o Dia das Mães. Doze agentes da Zoonoses estarão das 8h00 às 17h00 fazendo um trabalho de orientação junto aos visitantes e recolha de material que acumule água. O objetivo é evitar que, em decorrência do grande movimento de pessoas nos jazigos, aumente o número de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.

Espera-se neste domingo um movimento de cerca de 40 mil pessoas no Cemitério São João Batista, 5 mil no Cemitério das Palmeiras e outras 1,5 mil no Cemitério Evangélico.

Faixas, cartazes, folhetos e alertas serão fixados nos cemitérios em locais visíveis incluindo as lixeiras indicando que o acúmulo de água em vasos de plantas e embalagens plásticas pode representar um perigo para a saúde, já que são considerados criadouros do mosquito.

A recomendação para as pessoas que irão homenagear os mortos enfeitando com flores seus túmulos é para que joguem fora, nas lixeiras espalhadas pelos cemitérios, as embalagens plásticas que envolvem os vasos. A água parada em pequenos locais pode servir de abrigo para os ovos e larvas do mosquito.

As pessoas também devem ficar atentar com relação aos pratinhos utilizados nos vasos de plantas. Eles devem estar furados ou preenchidos com areia para não permitir a proliferação do mosquito da dengue.

Lixo jogado no Santa Elisa atrai escorpiões

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Uma quantidade considerável de lixo de todo tipo, jogado ao redor dos prédios da CDHU no bairro Santa Elisa está atraindo vários escorpiões para dentro dos apartamentos. Esta semana profissionais da Zoonoses estiveram realizando mais uma busca pelo local e encontraram, além dos escorpiões, muita sujeira. Sofás, restos de madeira, plásticos, lonas, colchões e muitos vasilhames com água e larvas de mosquito foram encontrados no local. Há cerca de uma semana o caminhão da prefeitura esteve fazendo a limpeza da área que já está novamente lotada de sujeira.

Os prédios da CDHU são sempre motivo de preocupação da Zoonoses, por conta da infestação de escorpiões. Por várias vezes foram realizadas ações no local para conscientizar os moradores sobre a necessidade de colocar o lixo nos locais destinados para o descarte e que fica bem próximo aos apartamentos. O acúmulo de lixo ao redor dos prédios oferece abrigo para os escorpiões que se reproduzem e entram nos imóveis pelo esgoto, podendo também entrar pelas canaletas por onde passam os fios de energia elétrica. Podem ainda ter acesso aos apartamentos pelas frestas das portas e janelas. Os escorpiões encontrados eram do tipo amarelo, o mais perigoso, especialmente para crianças e idosos. Sua picada pode levar a pessoa a óbito.

“Com a proximidade do Verão, a situação pode ficar ainda pior. Nessa época os escorpiões se desalojam devido à grande quantidade de água da chuva e procuram abrigo. Dentro dos imóveis, eles se escondem e podem acabar causando acidentes”,  informou a bióloga Milene Weissmann do Centro de Controle de Zoonoses. A recomendação é para que os moradores mantenham limpa a área interna e todo o entorno dos prédios. Acondicionem o lixo na lixeira coletiva, tomando cuidado de fechar bem os sacos plásticos para evitar a presença dos escorpiões e baratas.

 

Risco de ataques de escorpiões aumenta com o frio

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Engana-se quem pensa que com a proximidade do inverno, desaparecem os chamados insetos oportunistas, aqueles bichinhos indesejáveis que invadem a casa da gente, se escondem e se tornam uma ameaça à saúde. Assim como gostamos de temperaturas confortáveis, abrigo e comida, escorpiões e aranhas também procuram por lugares mais quentes.

Por conta do frio, os insetos tendem a se esconder nos cantos das casas e dentro de sapatos, casacos e roupas de cama. Por isso, é importante sempre deixar a casa arejada e ter atenção ao pegar peças do vestuário pouco usadas. Outra forma de evitar o abrigo dos escorpiões é não acumular telhas e tijolos empilhados em casa. De janeiro a abril o Centro de Controle de Zoonoses atendeu a 49 solicitações feitas por conta do aparecimento de animais peçonhentos, entre eles o escorpião. Na região de Rio Claro os mais comuns são o amarelo, marrom e o Bothriurus, um escorpião pequeno, escuro e muito presente em dormentes de trilhos.

O escorpião mais perigoso é o amarelo, que causa dor e suor no local da picada, agitação, alterações respiratórias, náuseas e vômitos. Em crianças e pessoas debilitadas pode até levar à morte.

Medidas de prevenção:

– Manter jardins e quintais limpos; evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico, material de construção nas proximidades das casas; evitar secar roupas no chão ou em cercas e muros.

– Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e muros das casas; manter a grama aparada; limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto das casas;

– Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois os escorpiões podem se esconder neles e picar ao serem comprimidos contra o corpo; combater a proliferação de insetos, para evitar o aparecimento de escorpiões que deles se alimentam; verificar a presença de escorpiões em hortifrutigranjeiros e outros produtos;

– Vedar frestas e buracos em paredes, ralos, assoalhos e vãos entre o forro e paredes para impedir o trânsito de escorpiões pela residência.