DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

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No último sábado, 10, foi concluída em Rio Claro a terceira etapa do projeto Caminhão Conhecendo os ODS.
O projeto desenvolve ações para que a população conheça os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em conjunto com 193 países.
Em Rio Claro o evento aconteceu no Jardim Público, das 10 às 18h. e a Fundação Municipal de Saúde esteve presente na tenda da Saúde com o NESTD, Saúde Bucal e Centro de Controle de Zoonoses.
Mais de 4 mil pessoas prestigiaram o evento.
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Criptococose: causas, sintomas, tratamento e prevenção

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O que é criptococose?

A criptococose é uma doença, classificada como micose sistêmica, causada por fungos do gênero Cryptococcus e que, dependendo do caso, pode matar.

Os seguintes fungos Cryptococcus neoformans variante (var.) são comumente causadores dessa doença:

  • Cryptococcus neoformans variante (var.),
  • neoformans (C. neoformans)
  • gattii (C. gattii).
IMPORTANTE:  Considera-se a criptococose como importante problema de saúde pública devido à magnitude, ou seja, elevada letalidade, e transcendência da doença, que pode desenvolver formas clínicas graves.

O que causa a criptococose?

O principal reservatório do fungo é matéria orgânica morta presente no solo, em frutas secas, cereais e nas árvores. O fungo causador da doença também é encontrado nas fezes de aves, principalmente dos pombos.

A variante C. neoformans, de caráter oportunista, representa a principal causa de meningoencefalite e morte em indivíduos com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). No entanto, essa espécie também acomete indivíduos sem problemas de saúde em todo o mundo.

O C. neoformans var. gattii acomete crianças e jovens sem evidência de imunodepressão aparente, de comportamento endêmico ou focal nas regiões tropicais e subtropicais, especialmente nas regiões Norte (Amazônia) e Nordeste do Brasil, incluído o semiárido, e, esporadicamente, nas demais regiões brasileiras.

Quais são os sintomas da criptococose?

As manifestações clínicas dependem do estado imunológico de cada indivíduo e do subtipo do fungo em questão. O surgimento de sinais e sintomas ocorre entre três semanas e três meses antes da internação hospitalar.

Individualmente, os sintomas podem variar de dois dias a mais de 18 meses. Na forma sistêmica, a criptococose apresenta frequentemente a meningite subaguda ou crônica, caracterizada por:

  • febre;
  • fraqueza;
  • dor no peito;
  • rigidez de nuca;
  • dor de cabeça;
  • náusea;
  • vômito;
  • sudorese noturna;
  • confusão mental;
  • alterações de visão;
  • pode haver comprometimento ocular, pulmonar e ósseo.

A forma cutânea representa de 10% a 15% dos casos, e apresenta os seguintes sinais e sintomas:

  • aparecimento de várias lesões avermelhadas, contendo secreção amarelada no centro, semelhante à espinha;
  • aparecimento de erupções cutâneas vermelhas em uma região específica ou por todo o corpo;
  • ulcerações ou massas subcutâneas, semelhante a tumores.
IMPORTANTE:  Em pacientes imunocompetentes, observa-se meningoencefalite de forma aguda ou crônica, com dor nos olhos e na cabeça, usualmente sem febre ou quadro febril pouco expressivo, que evolui para dor de cabeça intensa e presença de sinais mais graves, como estrabismo, paralisia facial e cegueira total ou parcial.

Como ocorre a transmissão da criptococose?

Não existe transmissão inter-humana dessa micose, nem de animais ao homem. No entanto, indivíduos, ou seja, os seres humanos, estão expostos à doença por meio da inalação dos fungos causadores da criptococose.

Transmissão da criptococose

Como é feito o diagnóstico da criptococose?

O diagnóstico da criptococose é clínico e laboratorial. A confirmação laboratorial é feita com o uso de “tinta da China” (nanquim) – com evidências de criptococos visíveis em materiais clínicos. Trata-se do principal diagnóstico das meningites criptocócicas: exame do líquor-LCR.

O criptococo também pode ser isolado na urina ou no pus. A sorologia e a histopatologia também são consideradas na confirmação diagnóstica da criptococose. Como exame complementar, a tomografia computadorizada, ressonância magnética ou radiografia de tórax podem demonstrar danos pulmonares, presença de massa única ou nódulos múltiplos distintos (criptococomas).

Como é feito o tratamento da criptococose?

A escolha terapêutica para o tratamento dependerá da forma clínica de cada paciente. Os medicamentos antifúngicos para o tratamento da doença estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e são oferecidos gratuitamente. Todo o tratamento e suporte necessários para cuidar da doença também são oferecidos de forma integral e gratuita pela rede pública de saúde.

No caso de infecções, não há necessidade de isolamento dos doentes. As medidas de desinfecção de secreção devem ser as de uso hospitalar rotineiro. Os tratamentos são feitos mediante internação.

Qual a melhor forma de prevenir a criptococose?

Não existem medidas preventivas específicas. Entretanto, recomenda-se a utilização de equipamento de proteção individual, sobretudo de máscaras, na limpeza de galpões onde há criação de aves ou aglomerado de pombos.

Medidas de controle populacional de pombos devem ser implementadas, como, por exemplo, reduzir a disponibilidade de alimento, água e, principalmente, abrigos. Os locais com acúmulo de fezes desses animais devem ser umidificados para que os fungos possam ser removidos com segurança, assim como a sua dispersão por aerossóis.

Prevenção da criptococose

Situação epidemiológica

As micoses sistêmicas não integram a lista nacional de doenças de notificação compulsória no Brasil. Elas também não são objeto de vigilância epidemiológica, de rotina, com exceção de estados brasileiros que instituíram essa notificação de iniciativa do seu âmbito de gestão. Por isso, não existem dados epidemiológicos da ocorrência, magnitude e transcendência da criptococose em nível nacional.

No plano estratégico 2018, o Ministério da Saúde iniciou a estruturação do sistema de vigilância e controle das micoses sistêmicas, incluída a criptococose. Com a estruturação do sistema de vigilância da criptococose, espera-se acompanhar a tendência temporal da doença, conhecer o perfil epidemiológico e seus determinantes sociais, bem como definir as medidas de controle na contenção da sua magnitude e vulnerabilidade no país.

FONTE: Ministério da Saúde

EMPRESAS ORGANIZAM BRIGADISTAS CONTRA DENGUE

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Neste momento em que várias cidades sofrem com surtos e epidemias de Dengue e  suspeitos aumentam diariamente, a necessidade de ações para evitar a  transmissão da doença  é fundamental.

Procurar e  eliminar qualquer local ou quantidade de água parada se faz necessário em nossas casas, locais de trabalho ou lazer.

A Fundação de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses orienta funcionários das empresas através de palestras e  trabalhos preventivos.

Uma das orientações da equipe de Informação e Educação do CCZ é a organização de Brigadistas contra o Aedes e  algumas empresas já se mobilizaram neste sentido, treinando trabalhadores para eliminação de criadouros no local de trabalho e levando estas ações para suas residências.

A empresa Agroceres realizou ciclo de palestras e organizou equipe de brigadistas que realizam a busca e retirada de criadouros semanalmente dentro dos prédios, nos objetos de trabalho e na área externa.

Parabéns à direção da empresa e colaboradores que,  com apenas alguns minutos semanais,  auxiliam na eliminação dos “berços” de mosquitos transmissores da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela; iniciativa que deve ser seguida por todos nós.

 

 

 

ZOONOSES MARCA PRESENÇA EM AÇÃO EDUCATIVA NO JARDIM DAS NAÇÕES

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No último sábado,  27 de abril, a equipe do Centro de Controle de Zoonoses esteve no conjunto habitacional Jardim das Nações I, juntamente com outras secretarias municipais ,  para a realização de uma manhã  sócio educativa com as crianças.

A vidraria com os Animais Peçonhentos e a confecção de máscaras foi a atração do evento, que recebeu em média 250 crianças.

O Boneco Cabeção, também esteve presente conversando e brincando com as crianças.

As crianças foram orientadas do perigo da dengue em nosso município,  como agir ao encontrar com algum animal peçonhento e o que fazer caso seja picado.

SECRETARIAS MUNICIPAIS REALIZAM AÇÕES EDUCATIVAS NO JD. DAS NAÇÕES

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Com  iniciativa da Secretaria da Habitação, Secretarias Municipais em parceria estarão   no próximo sábado, 27, no Jardim das Nações , no bairro Terra Nova,  realizando Atividades Educativas para moradores.

A Fundação Municipal de Saúde através do Centro de Controle de Zoonoses estará presente com o Boneco Cabeção chamando atenção para prevenção aos mosquitos, orientações e exposição de animais peçonhentos, folhetos informativos e confecção de máscaras.

A Secretaria de Cultura realizará a Feira do Livro com trocas, doações e  pinturas.

No espaço Saúde,  a Faculdade Asser além de  aferição de pressão e testes rápidos para glicemia, oferecerá acompanhamento clínico para moradores que tiverem resultados alterados nos exames realizados no local.

Os organizadores estarão aplicando questionários  sobre  a vontade  dos condôminos em relação às ações educativas e esportivas no local.

O evento será realizado das 9 às 11:30h na Área de Lazer do Condomínio.

 

 

 

Alunos da E.E Prof. João Negrão participam de palestra sobre Lixo=Bicho

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Escola Estadual Professor João Negrão recebeu a equipe de Educação e Informação do CCZ.

Cerca de 300  alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio participaram da palestra Lixo=Bicho.

Com o crescente numero de casos de dengue em Rio Claro é preciso orientar as crianças e alertá-las dos perigos que o lixo depositado a céu aberto em locais impróprios,  podem trazer para nossa saúde.

Copinho, pneu, lata, garrafa, embalagem plástica, sacolinha, tampinha, pote, tudo isso serve de berço para o mosquito Aedes aegypti.

Restos de comida atraem roedores, que acabam atraindo cobras.

Moscas e insetos atraem aranhas, baratas atraem escorpiões.

Esses bichos acabam procurando abrigo dentro das nossas residências colocando em risco nossa saúde.

Também foram ressaltados com os alunos, os principais sintomas da dengue e o que deve ser feito caso apresentem os sintomas.

SESI RIO CLARO RECEBE ORIENTAÇÕES DO CCZ

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Densidade larvária e epidemia de Dengue em cidades próximas, aumentam preocupações e orientações.

Com grande número de criadouros e larvas nas residências, o município encontra-se em estado de Alerta para o perigo de nova epidemia.

O Centro de Controle de Zoonoses tem realizado além de seus trabalhos diários, mutirões nos finais de semana para auxiliar moradores na retirada de criadouros de mosquitos em  suas casas, ruas e terrenos.

Os trabalhos informativos como  palestras,  tem sido ampliados nos  locais com grande circulação de pessoas como: escolas, hospitais, cemitérios, empresas. Nestes locais, as equipes de limpeza são  grandes parceiras no  auxílio para eliminação de locais com água parada.

Atendendo solicitação do setor de informação e educação do CCZ, o SESI Rio Claro convocou funcionários das equipes de Manutenção, Cozinha, Esporte / Lazer, Cultura e Pedagógico para  palestra sobre o  Aedes aegypti que foi realizada pela chefe de núcleo de zoonoses, Solange Mascherpe, sobre o vetor, criadouros, doenças, sintomas e prevenção.

Novas palestras serão agendadas para alunos da instituição.

Esta parceria é fundamental para o controle do mosquito e assim, evitar-se novas epidemias.