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Índice larvário continua alto com focos do Aedes em vários bairros

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O Núcleo de Combate a Endemias do Centro de Controle de Zoonoses divulgou na quinta-feira (25) durante reunião do Comitê de Antropozoonoses a mais recente Análise de Densidade Larvária (ADL) registrada em Rio Claro, realizada em abril. Os números refletem a preocupação da Saúde com a quantidade de criadouros existentes na cidade. A ADL apontou índice de 1.8 para o I.B (número de recipientes positivos para o Aedes) e 1.7 para o I.P. (porcentagem de imóveis positivos para o Aedes). Com isso Rio Claro permanece em situação de alerta.

O boletim da Vigilância Epidemiológica registra até o momento 101 casos positivos de dengue. Desses 12 são importados e 82 autóctones. Na reunião foi ressaltada ainda a informação de que o tipo 2 da Dengue já circula no município. “Os números confirmam que, infelizmente, ainda existem muitos criadouros do mosquito dentro das residências, o que reforça a importância da participação da população nesta luta contra a dengue”, observa Maria Clélia Bauer, secretária municipal de Saúde.

De acordo com a Chefe de Núcleo Maria Júlia Guarnieri Baptista, os bairros com concentração maior de casos da doença são Santa Cruz, área central, Bonsucesso, Novo Wenzel. No entanto, ela ressalta que praticamente em todos os setores da cidade há casos positivos da doença. “É preciso mais do que nunca a participação da população para que Rio Claro mantenha a situação sob controle com relação ao número de pessoas infectadas, já que mais uma vez lembramos que a maior parte dos criadouros são encontrados dentro de casa”, afirmou Maria Júlia.

De janeiro até o dia 29 de abril, cerca de  18 toneladas de criadouros foram recolhidas nos bairros durante os 11 mutirões de limpeza realizados aos sábados. O local mais crítico foi no Boa Vista 1 e 2 e Jardim Santa Maria quando no dia 9 de março agentes retiraram 2.430 quilos de inservíveis.

As  próximas ADL´s serão realizadas em julho e outubro.

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No Projeto Flores alunos conhecem mais sobre Posse Responsável

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Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

Novo índice larvário mantém Rio Claro em alerta contra o Aedes

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A mais recente Análise de Densidade Larvária realizada em janeiro pelo Centro de Controle de Zoonoses mostrou que o município de Rio Claro permanece em estado de alerta contra o Aedes aegypti.  O levantamento, feito nos primeiros dias do ano, teve índice de 1.6 o que significa dizer que a vigilância com relação à reprodução do mosquito precisa ser mantida e intensificada.

A região com maior número recipientes com larvas positivas para o Aedes é a área 4, na zona oeste da cidade onde estão localizados os bairros Bonsucesso, Novo Wenzel, Jardim Guanabara, Jardim Brasília, Palmeiras e todos os adjacentes, até o Distrito de Assistência.  Nesses locais a Zoonoses tem realizado vários mutirões aos sábados para a retirada de criadouros em quintas e terrenos. Ainda assim o mosquito encontra espaço para se reproduzir.

Por este motivo a recomendação do Centro de Controle de Zoonoses é para que todos se conscientizem sobre a gravidade dos vírus transmitidos pelo Aedes aegypti. Dengue, Zika e Chikungunya atacam o organismo e podem levar o paciente a óbito ou deixar sequelas graves. É importante que todo recipiente que possa acumular água seja descartado ou colocado em local coberto. Os trabalhos casa a casa dos agentes continuam sendo realizados todo dia em bairros de diferentes pontos da cidade. As orientações precisam ser seguidas para que Rio Claro não tenha um avanço nos números de casos de Dengue e Chikungunya.

Zoonoses faz ação contra Leptospirose

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A leptospirose é uma doença infecciosa febril transmitida pelo contato com a urina de animais infectados, principalmente roedores, pela bactéria leptospira.

A Equipe do Centro Controle de Zoonoses esteve no Bairro Alan Grey, conversando com alguns moradores sobre Leptospirose Canina.

O bairro enfrenta um caso suspeito de Leptospirose, o médico veterinário Pedro Buzzá a Bióloga Milene Weissmann e os agentes de endemias Valdirene Cruz e Marcelo Zaneratto, fizeram o bloqueio no bairro contra a doença, levando informação e colocando veneno (raticida) nos imóveis.

E importante lembrar que cães devem ser vacinados anualmente contra a leptospirose.

A leptospirose canina não é considerada uma doença fatal, mas é importante se preocupar com a prevenção por ser uma zoonose, doença que é transmitida também para o homem.

Os diversos sintomas da leptospirose em cães estão relacionados à variedade de tipos da doença. Existem casos em que o animal não vai ficar visivelmente doente, assim como há também os transtornos que podem se tornar bem agudos e infelizmente levar o cachorro à morte. O jeito é ficar alerta a todas as manifestações a seguir:

Febre.

Perda de apetite.

Vômitos e diarreia (por vezes com presença de sangue)

Urina escura.

Sintomas de dor ao urinar.

Hálito com cheiro a urina.

Ulcerações na mucosa bucal.

Deterioração geral do animal.

Caso seu animal apresente os sintomas, procure uma Clinica Veterinária.

 

 

Written by I.E.C - CCZ

27/09/2018 at 11:12 am

Com aumento de índice de larvas, Rio Claro faz alerta sobre mosquito da dengue

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As chuvas e as temperaturas mais altas aumentam o risco de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. As autoridades de saúde de Rio Claro reforçam o pedido à comunidade para que redobrem a atenção e ajudem a combater o mosquito, eliminado os criadouros. Além desta época do ano, que favorece a proliferação do inseto, a orientação da Secretaria Municipal de Saúde também está sendo intensificada pelo fato do Índice de Densidade Larvária (IDL) colocar o município em situação de alerta.

Aferido pelo índice Breteau, o IDL medido entre 3 e 10 de janeiro, em 2549 imóveis, mostra Rio Claro com o resultado 2.0. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, número menor que 1 registrado no Breteau é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, risco de surto. Em outubro de 2017 o levantamento do Breteau havia apontado índice de 0,5 em Rio Claro.

“Precisamos mais do que nunca ficar atentos aos criadouros”, orienta a gerente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Amanda Borotti. “Pequenos recipientes de água parada são suficientes para a proliferação do mosquito e aos riscos à saúde”, acrescenta, reforçando que a colaboração dos moradores é essencial. Paralelamente, os trabalhos da prefeitura para combater o mosquito são realizados ininterruptamente no município. O Centro de Controle de Zoonoses desenvolve campanha permanente com visitas diárias casa a casa, faz nebulizações e ministra palestras educativas.

Uma das orientações feitas à comunidade é para o descarte correto de lixo e materiais inservíveis. Entre muitos outros problemas, sujeira espalhada em vias públicas, terrenos e quintais também pode se tornar criadouro do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Para colaborar com o descarte correto, a prefeitura mantém coleta de lixo em todos os bairros, coleta seletiva, serviço de cata bagulho e ecopontos. Na semana que vem, a prefeitura vai iniciar a limpeza de terrenos particulares que não foram limpos por seus proprietários e fazer a cobrança pelo serviço.

Em 2017, Rio Claro registrou 14 casos de dengue, 10 de chikungunya e nenhum de zika vírus, doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. O boletim mais recente da Vigilância Epidemiológica aponta que nestes primeiros dias de janeiro não foram registrados casos de nenhuma dessas três doenças no município.

Agentes concluem mais uma avaliação de densidade larvária

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Resultados podem ser divulgados amanhã e irão mostrar a situação do município no momento com relação ao Índice larvário

Os agentes do Centro de Controle de Zoonoses terminaram nesta quarta-feira (10), mais um trabalho de avaliação de densidade larvária. O resultado que pode ser divulgado nesta sexta-feira vai mostrar como está a situação do município em relação a infestação de larvas do Aedes aegypti.

Esse índice é apurado sempre nos meses de janeiro, julho e outubro, e consiste em oferecer dados para que o município possa traçar estratégias de combate ao mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungunya.

Durante os próximos 15 dias, equipes de agentes estarão nos 4 setores da cidade, em visitas que são aleatórias, na busca por larvas que indiquem a infestação do mosquito. Através desses dados é possível conhecer quais setores estão mais vulneráveis e traçar planos de trabalho de controle do vetor.

Em 2014 o último índice do Breteau apontou 1.1 de infestação de larvas. Em 2015, 1.3 e em 2016, 0.7. Em 2017 o levantamento realizado em outubro revelou um índice de 0,5.  De acordo com a OMS, o número menor que 1 é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, risco de surto.