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CCZ PARTICIPA DE FORMATIVA EM ESCOLA MUNICIPAL

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A escola municipal de educação infantil Jd. Esmeralda realiza reuniões formativas de funcionários para orientações a professores, funcionários administrativos e da limpeza. O objetivo é a orientação sobre temas que podem auxiliar no cuidado com as crianças durante a rotina diária e podem ser estendidas às famílias.

A diretora Bianca T.Barraca convidou o setor de Informação e Comunicação do CCZ para apresentar palestra sobre Animais Peçonhentos . Na oportunidade foram abordados os principais animais encontrados em áreas urbanas, sintomas e atendimento em caso de acidentes e prevenção.

E.M. ANGELA PERIN- CCZ E SALA VERDE ENCERRAM PROGRAMA DE FORMAÇÃO AMBIENTAL

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Para encerrar um ciclo de orientações do Programa de Formação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, através da Sala Verde, o Centro de Controle de Zoonoses foi convidado para encerrar as orientações com a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionados ao descarte incorreto de lixo”.

Através do conhecimento, os alunos poderão exercer ações de cidadania na escola, em família e no bairro em que vivem .

A curiosidade das crianças sobre os insetos e animais peçonhentos encontrados em área urbana da cidade, pôde ser constatada com a vidraria do CCZ dos animais encontrados nas residências da cidade.

ANIMAIS PEÇONHENTOS – AGENTES DO CCZ REALIZAM ATUALIZAÇÃO

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Agentes de Endemias do Centro de Controle de Zoonoses realizaram curso de atualização sobre Animais Peçonhentos.

O curso foi ministrado pelo Sindicato Rural de Rio Claro e foram abordados as espécies mais encontradas em áreas urbanas, prevenção de acidentes e primeiros socorros.

Estas informações são muito importantes para o conhecimento pessoal e para serem repassadas aos munícipes atendidos nos trabalhos de rotina dos agentes que visitam residências em todos os bairros da cidade.

O descarte de lixo incorreto ou moradias próximas à áreas com vegetação, podem atrair vários insetos e seus predadores, os animais peçonhentos; aumentando assim, o risco de acidentes.

Durante as visitas diárias nas residências, o conhecimento sobre peçonhentos, poderá auxiliar as dúvidas de moradores, à prevenção de acidentes e orientação sobre encaminhamento e tratamentos.

Written by I.E.C - CCZ

27/04/2023 at 3:01 pm

Armadeiras: época traz alerta sobre risco de picadas

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Abril e Maio são os principais meses de reprodução dessa aranha e aparições aumentam no Sudeste; saiba o que fazer.

Por Nicolle Januzzi, Terra da Gente

Abril e maio são os principais meses de reprodução de uma das aranhas mais perigosas do mundo: a armadeira (gênero Phoneutria). É por isso que nessa época do ano aumentam os relatos de encontro com esses animais, com destaque para o Sudeste.

Por que a aranha vai parar em uma residência no meio da cidade?

“Após a época de estiagem das chuvas, geralmente entre abril e maio, os machos das aranhas-armadeiras se tornam adultos e saem à procura das fêmeas. No caminho, acabam aparecendo nas casas”, explica o especialista em aracnídeos Alexandre Michelotto.

Existem 9 espécies de aranhas-armadeiras, sendo que 8 ocorrem no Brasil e estão ameaçadas de extinção. Machos podem ultrapassar os 15 cm

De acordo com ele, a reprodução pode ocorrer em qualquer época do ano, mas no Sudeste esses dois meses têm maior incidência de aparição, justamente pela questão das chuvas. Mas, dependendo do lugar do Brasil, a estatística varia.

Como evitar que as aranhas-armadeiras apareçam?

A dedetização não é uma opção. “Dedetização só mata insetos, então não é eficaz para eliminar aranhas. Na verdade, o recomendado é não dedetizar se o objetivo for afastar aranhas, porque o veneno usado mata apenas os insetos que serviriam de alimento para as aranhas que, sem ter o que comer, sairão para caçar. Então acaba aumentando a possibilidade de encontro com esses aracnídeos”, afirma Michelotto.

De acordo com o especialista, a solução é vedar portas e janelas com telas e sempre tomar cuidado ao calçar sapatos, batendo antes de usar.

Mas, se a aranha aparecer mesmo assim, as opções são: escoltar o animal para a fora com o auxílio de uma vassoura e, com cautela, prendê-la em um pote grande, fechar com uma tampa e soltar em alguma área de mata. Ou entrar em contato com órgãos responsáveis como bombeiros ou centros de zoonoses.

Levei uma picada e agora?

A médica Camila Carbone, do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATóx) da Unicamp, alerta que em caso de picada da aranha-armadeira o indicado é procurar o pronto-socorro mais próximo.

“Em adultos, o veneno pode causar dor intensa e desconforto no local da picada, mas é mais perigoso e até letal em crianças, principalmente menores de 10 anos, que não receberem o atendimento adequado. Nelas, há maior risco de envenenamento sistêmico, com efeitos no corpo todo. Felizmente, existe um soro anti-aracnídeo que pode ajudar”, diz.Segundo a médica, o soro, através dos anticorpos, é capaz de neutralizar o veneno da aranha e, quanto mais rápido for dado pós-picada, mas eficaz é. “ Mas o paciente que for picado não deve se preocupar em ir para um local que tenha o soro, mas sim procurar o pronto-socorro mais próximo para receber os primeiros atendimentos rapidamente”, alerta.

É a equipe de saúde que avalia e, caso seja necessário, resolve a burocracia para o paciente ser transferido para um hospital com o soro, ou para o soro ser transportado até o paciente. Lembrando que o soro é usado em casos mais graves e, muitas vezes, não é necessário.

Se o paciente não souber a espécie de aranha que o picou, fica a critério da equipe médica o tratamento necessário de acordo com os sintomas e a história relatada. A picada da aranha-armadeira, por exemplo, pode deixar uma pequena marca na pele, mas às vezes, não gera marca física nenhuma, dificultando o reconhecimento.

Meu pet foi picado. E agora?

A orientação para animais picados pela aranha-armadeira é encaminhar diretamente para um hospital veterinário para os primeiros socorros e tratamento.

“Na maioria dos casos, quando falamos de animais adultos, a picada da armadeira não gera sintomas graves, apenas um quadro de inflamação e dor local. Mas, há exceções em que o animal desenvolve problemas cardiológicos e até neurológicos em decorrência do veneno da aranha”, explica a veterinária Letícia Domingues.

De acordo com ela, pode levar até 24 horas para os sintomas começarem a aparecer após a picada, por isso, em alguns casos, o animal fica de observação no hospital.

Há ainda dicas sobre o que fazer no caminho do hospital veterinário:

  • Não esfregar e nem tentar lavar o local da picada
  • Tentar conter e deixar o animal mais tranquilo e quieto possível, em uma caixa de transporte ou até mesmo no colo

“Essas na verdade são recomendações gerais para qualquer tipo de picada de animais peçonhentos em pets. Isso para não estimular a circulação (o que faria o veneno se espalhar mais rápido) e diminuir a frequência cardíaca”, afirma Letícia.

A veterinária explica ainda que apesar de não existir um soro para os pets, no hospital a equipe veterinária consegue oferecer suporte tratando os sintomas com medicações.

“Caso a pessoa consiga e veja a aranha que picou o animal, é sempre importante tentar tirar uma foto para o reconhecimento da espécie posteriormente, o que ajudaria na conduta veterinária”, finaliza.

Fonte : G1

CCZ PARTICIPA DE PROGRAMA DE FORMAÇÃO AMBIENTAL NA E.M. ANGELA PERIN

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A Secretaria de Meio Ambiente, através da Sala Verde, realiza o Programa de Formação Ambiental nas escolas municipais.

Esta formação visa orientar os alunos para conhecimento e boas práticas ambientais, que resultam em ações de cidadania na comunidade e as informações podem ser estendidas aos familiares.

O Centro de Controle de Zoonoses foi convidado par a encerrar o ciclo de trabalhos na escola, apresentado a palestra “Lixo=Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Após a apresentação os alunos puderam conferir a vidraria com insetos e animais peçonhentos que são encontrados nas residências.

ESCORPIÕES : PODER PÚBLICO E EMPRESAS REÚNEM-SE PARA AÇÕES PREVENTIVAS

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Aracnídeos tem assustado moradores em todos os bairros da cidade


Os escorpiões estão cada vez mais próximos dos seres humanos e é no verão que eles mais aparecem, e que os acidentes aumentam. Geralmente os escorpiões são encontrados em cemitérios, terrenos baldios, em meio a materiais de construção e entulhos e nas redes de esgoto, podendo aparecer dentro das residências tanto em bairros nobres como em periferias.

Uma das causas que aproxima os escorpiões da cidade é o fato de as áreas urbanas abrigarem muitas baratas, que são o alimento preferido desses aracnídeos.

De hábitos noturnos, os escorpiões ficam escondidos durante o dia, e de noite saem para se alimentar. É comum surgirem pela rede de esgoto.

Segundo o Manual de Controle de Escorpiões, elaborado pelo Ministério da Saúde, a erradicação dessas espécies não é possível e nem viável; o que precisa ser feito é um controle em cima dessa população.

Neste contexto, a Prefeitura de Rio Claro, através da Ouvidoria Municipal e da Fundação Municipal de Saúde, convidou as empresas BRK Ambiental e o DAAE, responsáveis pelas galerias de esgoto e água da cidade, para reunião na sede do Departamento de Água e juntos, estudarem alternativas para a diminuição de escorpiões na rede de esgoto.

A bióloga do Centro de Controle de Zoonoses, Milene Weissmann, informou os números de solicitações através da Ouvidoria Municipal que registram desde o início do ano: 196 notificações e 80 acidentes e nenhum óbito. Todos acidentes registrados foram com escorpiões amarelo (Tityus serrulatus).

Tem havido ocorrências em todos os bairros, com maior prevalência de aparecimento e acidentes nos bairros: Jd. Paulista II, Jd. Novo |I e II, Jd. Progresso, Jd. São Caetano II, Pq. Mãe Preta, Pq. Universitário, Jd. Itapuã, Jd. Novo Wenzel, Jd. Bonsucesso, Bom Retiro, Cidade Jardim e Santa Eliza.

O que fazer em caso de acidente

Os acidentes por escorpiões podem ser divididos em três tipos – leves, moderados ou graves. O veneno, por ser neurotóxico, é capaz de mexer com todo o sistema nervoso e pode causar muita dor no local da picada, podendo se estender para o membro inteiro. Nesse caso, o médico faz infiltração de anestésico para que a dor fique localizada e diminua rapidamente.

Evoluindo para o caso moderado, a dor ficará mais intensa e o acidente pode causar suor excessivo, náuseas e vômitos, e a partir daí o moderado se torna grave. O agravamento leva à salivação, insuficiência cardíaca, edema pulmonar e até mesmo ao óbito. Para esses dois casos, utiliza-se a soroterapia. O médico avalia quantas ampolas serão necessárias de acordo com a evolução do caso, e o paciente pode ficar internado e em observação. Levar o animal para o atendimento médico pode ajudar a fazer o tratamento adequado mais rapidamente. 

Após o acidente, recomenda-se não ingerir nada, muito menos bebida alcoólica. Nada disso vai amenizar a dor e nem agir contra o veneno. Também não é correto colocar gelo ou água fria no local da picada: isso faz com que a dor fique muito maior. A única coisa que age contra o veneno é o soro antiaracnídico e antiescorpiônico.

O que deve ser feito: em primeiro lugar, lavar o local da picada com água e sabão. Para aliviar a dor, pode ser feita compressa de água morna ou quente no local da picada. Depois, é preciso procurar o serviço de saúde mais próximo para fazer o atendimento apropriado. Para crianças até 10 anos deve-se levar o mais rapidamente possível para o PMSI na Av. 15.

Prevenção dentro de casa      

Feche buracos, vãos e frestas das paredes e do chão.

Coloque telas em todos os ralos do chão e de lavatórios. ou utilize ralos protetores.

Evite andar descalço.

Vedar com proteção as soleiras e vãos das portas e janelas.

Observe com cuidado sapatos e roupas, brinquedos antes de usá-los.

Afaste camas e berços das paredes e evite colocar roupas no chão.

Mantenha   sempre   o   controle  de baratas e outros insetos.

Mais informações: https://butantan.gov.br/

 

 

JOVENS DO PROJETO ADRA RECEBEM INFORMAÇÕES DO CCZ

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O Centro de Controle de Zoonoses apresentou a palestra “Lixo = Bicho” aos jovens atendidos pelo projeto para conhecerem os problemas, os animais e doenças causadas pelo lixo descartado incorretamente.

O Projeto PAI – Plano de Assistência à Infância – um núcleo da ADRA – Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, desenvolve o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Familiares e Comunitários à crianças e adolescentes na cidade de Rio Claro, atendendo os bairros Bom Sucesso, Jardim Novo Wenzel e Bom Retiro em conjunto com a Prefeitura Municipal de Rio Claro.

INFORMAR PARA PREVENIR

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Crianças da E.M. Maria Hartung – D. Birro- receberam o setor de educação e comunicação do CCZ para orientações preventivas sobre animais peçonhentos através da palestra Lixo = Bicho.


Após a apresentação com linguagem apropriada para os pequenos alunos do Infantil 1 e 2, eles puderam observar a vidraria e conhecer os bichos que não podem ser tocados, como escorpiões, cobras e aranhas.

EMPRESA ORWENS CORNING ORIENTA FUNCIONÁRIOS SOBRE ESCORPIÕES

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A empresa Orwens Corning tem cerca de 18.000 colaboradores espalhados em pelo menos 30 países produzindo fibras de vidro para isolamento, telhas & asfalto, geradores de energia-eólica, entre outros materiais para construção e serviços.

Sua filial em Rio Claro fabrica diversos produtos com aplicação para fibra de vidro e conta com cerca de 700 funcionários.

A direção da empresa convidou o setor de educação e comunicação do Centro de Controle de Zoonoses para palestra sobre animais peçonhentos e após a apresentação os participantes puderam observar os animais em vidraria e receberam folhetos informativos .

Com atenção maior para o escorpionismo, devido ao encontro destes aracnídeos em depósitos e na área verde da indústria, a empresa fixou cartazes em áreas de uso comum, como na entrada da empresa e no refeitório, sobre prevenção e orientações em caso de acidentes, além de imprimir o informativo

” COM ESCORPIÃO NÃO SE BRINCA ” o qual foi distribuído nas cestas básicas que os funcionários levam para suas famílias, podendo assim, compartilhar com todos as informações recebidas.

Este material foi elaborado pela pesquisadora científica da Secretaria do Estado da Saúde do Estado de São Paulo, Lúcia Henriques e disponibilizado para o CCZ Rio Claro que o distribui para a população.

SOCORRO DE URGÊNCIA NAS ESCOLAS MUNICIPAIS

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Rio Claro está promovendo cursos de treinamento em Socorros de Urgência para professores das escolas públicas municipais.

O Centro de Controle de Zoonoses participa através de seu setor de Educação e Comunicação com palestra e orientações sobre animais peçonhentos, atendimento em casos de acidentes e prevenção.