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PROJETO RECEBE ORIENTAÇÕES SOBRE PIOLHOS

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O piolho é um inseto que provoca uma doença , a pediculose, causada a partir da infestação pelo inseto Pediculus humanus humanus . Existem mitos e verdades sobre o assunto e  ações educativas são  a mais importante estratégia para um tratamento eficaz.

 

O Centro de Controle de Zoonoses promove regularmente palestras em escolas, projetos, igrejas para orientar profissionais, crianças e suas famílias sobre o assunto.

Nesta quinta-feira, 19, equipe de Educação e Informação esteve no Projeto Arte  Vida, no bairro Bonsucesso.

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre  Piolhos e Pediculose:

A infestação por piolhos, que atinge a humanidade há milhares de anos, encontra na aglomeração diária de crianças o ambiente ideal para se proliferar.

O que são os piolhos?

Os piolhos são pequenos insetos que parasitam o homem e provocam uma doença chamada pediculose. Eles se alimentam exclusivamente de sangue, preferem ambientes quentes, escuros e úmidos e depositam seus ovos nos fios de cabelo.

Quais são as espécies desse inseto?

Existem três tipos de piolho que parasitam o homem: o piolho da cabeça (Pediculus humanus capitis), o do corpo (Pediculus humanus corporis ), popularmente chamado de ‘muquirana’, e o da região pubiana (Phthirus pubis), conhecido como ‘chato’.

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Como é seu ciclo de vida?

Os piolhos passam por três estágios de desenvolvimento. A fêmea do piolho coloca seus ovos, conhecidos como lêndeas, envoltos numa espécie de cola que os adere aos fios de cabelo. De sete a dez dias depois, estes ovos liberam as ninfas – nome do estágio do  piolho logo que sai do ovo. De nove a 12 dias depois, as ninfas chegam à fase adulta. Nesse estágio, os piolhos vivem cerca de 30 dias e vão se alimentar com sangue e acasalar, reiniciando o ciclo. A fêmea produz, em média, de 150 a 300 ovos ao longo da vida. A temperatura elevada é um fator importante para a proliferação dos piolhos. Quanto maior a temperatura, mais acelerado é o desenvolvimento do piolho dentro do ovo. Por isso, há maior incidência do inseto no verão.

Como acontece a transmissão?

Apesar de ser um inseto, o piolho não tem a capacidade de voar, uma vez que não possui asas, e nem de pular, pois não possui pernas adaptadas para o salto, como é o caso da pulga. A transmissão pode ocorrer de duas maneiras: por meio do contato direto, encostando cabeças para tirar uma fotografia, por exemplo, ou pelo compartilhamento de objetos de uso pessoal, como pentes e escovas, prendedores e lenços de cabelo, bonés, capacetes, travesseiros, entre outros.

É verdade que a transmissão pode estar relacionada à falta de higiene?

Não. Isso foi um conceito muito tempo atrás. Independentemente de renda, sexo ou idade, qualquer pessoa pode ter piolho, desde que não esteja atenta ao compartilhamento de objetos de uso pessoal.

Como prevenir?

Por meio de uma medida simples é possível impedir a proliferação da pediculose. Evite compartilhar objetos de uso pessoal, como bonés, pentes e escovas, prendedores de cabelo, lenços, bandanas ou capacetes.

O que causa a coceira?

A coceira é o primeiro sintoma da manifestação da pediculose e acontece devido à reação do corpo à alimentação do piolho. Para conseguir se alimentar do nosso sangue, o piolho utiliza  duas substâncias presentes em sua saliva. Ao encontrar um vaso sanguíneo, o inseto injeta saliva naquele local. Uma enzima anestésica impede que o homem sinta dor no momento em que o aparelho bucal do inseto penetra no couro cabeludo. Durante a alimentação, outra enzima entra em ação: com função anticoagulante, ela evita que o sangue coagule no intestino do piolho. A combinação destas substâncias promove uma reação do corpo humano, manifestando-se na forma de coceira intensa, um incômodo que geralmente começa atrás da orelha ou na região da nuca. Outro sintoma que pode se manifestar especialmente em crianças, dependendo da quantidade de piolhos, é o desenvolvimento de anemia.

Qual a forma mais eficaz de se eliminar os piolhos?

A melhor forma de se eliminar os piolhos é por meio do uso diário de pente fino. Para isso, a criança deve ser posicionada de costas, sentada, com um pano branco nos ombros para facilitar a visualização dos piolhos retirados. Com o cabelo dividido em partes, o pente fino deve ser usado da base até o final dos fios. Para facilitar, pode ser utilizado um creme de pentear. Essa recomendação é fundamental, porque os produtos disponíveis atualmente não têm efeito sobre a lêndea, que é o ovo do piolho.  Para retirar a lêndea, é recomendável que se utilize uma mistura de água e vinagre, na mesma proporção. Passe um pedaço de algodão molhado com a solução em três ou quatro fios de cabelo, da raiz até as pontas. Essa é uma receita caseira segura, que não traz riscos à saúde humana.

Qual é o risco de se utilizar métodos alternativos de combate à doença como inseticidas ou tinturas de cabelo?

Nenhum tipo de produto deve ser utilizado sem recomendação médica. O couro cabeludo funciona como uma espécie de esponja que absorve o que é aplicado na cabeça. Portanto, é preciso ter cautela. As tinturas de cabelo e os inseticidas podem até matar os piolhos, mas não eliminam as lêndeas. Além disso, esse tipo de material contém substâncias tóxicas que podem provocar lesões e infecções na criança. Outro mito comum consiste no uso de plantas, comumente associado a tratamentos naturais. Contudo, seu uso indevido pode gerar alergias e também deve ser evitado.

Existe um mito sobre a presença de lêndea morta no couro cabeludo. Você pode explicar?

Quando o piolho sai da lêndea, o ovo onde se desenvolveu, deixa para trás uma casca vazia. Devido à cola que adere as lêndeas no fio de cabelo, elas permanecem lá por muito tempo, surgindo, assim, a ideia de que poderia ser lêndea morto.

Fonte: Portal Fundação Oswaldo Cruz

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ALUNOS DO COLÉGIO KOELLE RECEBEM CCZ

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Com parceria  de anos entre o Centro de Controle de Zoonoses e o Colégio Koelle, a equipe de Educação e Informação levou aos alunos dos terceiros anos,  a palestra sobre Animais Peçonhentos.

As crianças com média de oito anos, conheceram a importância, problemas, sintomas e prevenção relativos aos animais peçonhentos.

Após a apresentação, os alunos curiosos, puderam observar diversos animais peçonhentos com a exposição de vidrarias do CCZ.

Parabéns à direção e professores pela iniciativa e nossos agradecimentos pelo convite e pela oportunidade da informação.

 

CCZ NA PRIMEIRA SIPAT DA SBR FOODS

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O setor de Educação e Informação do CCZ levou a palestra “Lixo = Bicho” aos funcionários da empresa, onde puderam conhecer os diversos problemas de saúde pública causados pelo descarte incorreto de lixo.

Após a palestra, os colaboradores puderam conferir a exposição de animais peçonhentos.

 

 

 

 

 

FEBRE MACULOSA – CCZ ORIENTA TRABALHADORES RURAIS

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A Febre Maculosa é uma zoonose transmitida pelo carrapato estrela contaminado.

A informação sobre contato com carrapatos aos profissionais de saúde é fundamental para início do tratamento, evitando-se com isto, agravamentos e óbitos.

O setor de Educação e Informação do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro, esteve na Fazenda São José orientando cerca de 300 trabalhadores das áreas administrativa, de produção e coletores para orientações sobre o vetor, sintomas e prevenção da doença.

Sintomas da Febre Maculosa:

A partir do 2º dia da picada do carrapato infectado até o 14º dia (em média 7 dias) sentimos:

. Febre

. Dor de cabeça

.Dores no corpo

. Manchas avermelhadas

. Olhos irritados

Ao 3º ou 4º dia podem ocorrer manchas avermelhadas (máculas) em torno no punho, tornozelos, tronco, rosto, pescoço, palmas das mãos e sola dos pés.

Na oportunidade, as profissionais do CCZ, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim, além das instruções sobre a Febre Maculosa, aproveitaram para orientar os trabalhadores sobre animais peçonhentos.

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CCZ NO PROJETO ARTE E VIDA

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O setor de Informação e Educação do Centro de Controle de Zoonoses realizou palestras sobre Animais Peçonhentos no Projeto Arte e Vida, no bairro Bonsucesso, nos períodos da manhã e tarde.

Os participantes puderam conhecer sobre os principais peçonhentos encontrados nas casas, sintomas das picadas e prevenção.

Após as palestras as crianças curiosas, puderam ver de pertinho os animais expostos em vidraria.

Nossos agradecimentos à direção pela parceria que auxilia na multiplicação das informações aos jovens atendidos e suas famílias.

RICLAN – BRIGADISTAS RECEBEM ORIENTAÇÕES DO CCZ

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Cerca de 40 Brigadistas da empresa Riclan, receberam equipe de Informação e Educação do Centro de Controle de Zoonoses para  assistir a palestra : “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Através da apresentação, os funcionários  puderam constatar os diversos problemas gerados pelos maus hábitos, pela  falta de conscientização e os  prejuízos gerados para a saúde pública.

A mudança de hábitos é fundamental para proteção de todos cidadãos  e  das futuras gerações. Neste contexto, o Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro tem se empenhado para divulgar nossa realidade e as propostas para melhorias para o  bem estar de todos moradores em nossa cidade.

Nossos agradecimentos à empresa pela longa parceria na oportunidade da informação.

 

 

JIBOIA RESGATADA

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Atendendo solicitação, equipe do CCZ resgatou esta jovem jiboia (Boa constrictor) e a soltaram em local apropriado.
O desmatamento, a invasão do seu habitat natural e lixo que atrai roedores, fazem com que estes animais apareçam cada vez mais em áreas urbanas.
Ao encontrar um animal silvestre, não maltrate, não toque, não mate.
Procure os serviços especializados.