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E.E. JOAQUIM RIBEIRO RECEBE CCZ

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Alunos e professores do 2º ano do PEI – Programa de Ensino Integral, assistiram a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Muito atentos, conheceram um pouco sobre mosquitos, roedores, animais peçonhentos, pombos, caramujos e ações que podem prevenir as doenças causadas por estes animais.

Nossos agradecimentos à direção da escola pela oportunidade da informação.

CARTÃO DE NATAL

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CCZ ORIENTA CRIANÇAS DO PROJETO DA RUA PARA CASA

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O Projeto “da Rua para a Casa” é uma ONG sem fins lucrativos que atua desde 2019 na região do Jardim das Paineiras e que tem como propósito transmitir através da recreação, bons valores e amparo social para crianças e suas famílias.

Como muitas famílias atendidas são coletores de materiais recicláveis , a direção da entidade convidou o setor de Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses para ministrar a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo” para conhecimento das famílias sobre a necessidade de acondicionar corretamente o material até a venda do mesmo, evitando assim a atração de insetos, roedores e as doenças que eles podem transmitir.

O interesse durante a palestra foi gratificante e a curiosidade para conhecer os animais expostos em vidraria, foi bem grande entre as crianças e as mães presentes.

Bicho geográfico: ciclo de vida, principais sintomas e tratamento

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O bicho geográfico é um parasita frequentemente encontrado nos animais domésticos, principalmente cães e gatos, e é responsável por causar a Síndrome da Larva migrans cutânea, já que o parasita consegue penetrar a pele através de feridas ou cortes e levar ao aparecimento de sintomas como coceira e vermelhidão.

Há duas espécies principais de bicho geográfico, o Ancylostoma braziliense e o Ancylostoma caninum, cujos ovos podem ser liberados nas fezes de cães e gatos, que eclodem no solo e liberam as larvas, que podem facilmente entrar na pele das pessoas. Na maioria dos casos, a larva é eliminada naturalmente do organismo cerca de 4 a 8 semanas após a infecção, mas é importante fazer o tratamento de acordo com a recomendação do médico para evitar complicações na pele e aliviar os sintomas da doença.

Ciclo de vida do bicho geográfico

Os gatos e cachorros são considerados hospedeiros definitivos do bicho geográfico e são infectados quando entram em contato com larvas presentes no ambiente de Ancylostoma braziliense ou Ancylostoma caninum. Essa larvas, no intestino, desenvolvem-se até a fase adulta e liberam ovos, que são eliminados nas fezes dos animais.

No ambiente, o ovo eclode e libera larvas que desenvolvem-se até a sua fase infectante e que entra no organismo humano por meio de feridas na pele ou através do folículo capilar, e permanece na pele, levando ao aparecimento dos sinais e sintomas da infecção.

Principais sintomas

Os sintomas de bicho geográfico estão relacionados com a entrada do parasita na pele e liberação de secreção pela larva, que desencadeia reação alérgica, podendo haver:

  • Coceira na pele, que costuma piorar durante a noite;
  • Sensação de movimento por baixo da pele;
  • Vermelhidão na pele semelhante a um caminho tortuoso, que é por onde a larva passa;
  • Inchaço na pele.

Na forma ativa da doença, é comum observar que a lesão vai avançando cerca de 1 cm por dia na pele, e logo que seja identificada deve-se iniciar o tratamento.

Como tratar

Na maioria das vezes, a infecção desaparece após algumas semanas após a morte das larvas, no entanto para diminuir a duração dos sintomas, pode ser iniciado tratamento com antiparasitários que devem ser indicados pelo clínico geral ou dermatologista. Assim, pode ser indicado o uso na forma de pomada, quando a doença está ainda no início, ou na forma de comprimidos, quando o bicho geográfico é descoberto mais tarde.

Geralmente os sintomas do bicho geográfico reduzem cerca de 2 a 3 dias após o início do tratamento, sendo importante seguir o tratamento até o fim para garantir que a larva é completamente eliminada do corpo.

Como prevenir

Para prevenir a infecção, é recomendado evitar andar descalço em ambientes que tenham cães e gatos, além de ser importante recolher as fezes dos animais para que não haja risco de contaminação do solo. Além disso é importante que os animais seja regularmente desparasitados, evitando assim a transmissão de doenças para outras pessoas.

Fonte : Tua Saúde

Drª. Aleksana Viana- Dermatologista

LIXO NO LUGAR ERRADO = BICHOS DENTRO DE CASA

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QUEM JOGA LIXO EM RUAS, PRAÇAS, TERRENOS, ESTRADAS, PENSA ESTAR SE LIVRANDO DELE, MAS ESTÁ GERANDO PROBLEMAS PARA TODA A CIDADE

O lixo, entulho, móveis velhos, restos de podas descartados incorretamente, atraem roedores, animais peçonhentos, mosquitos que depois buscam por abrigo em nossas casas e podem causar muitos transtornos e doenças.

A Prefeitura de Rio Claro, através da Sala Verde, que é um setor da Secretaria de Meio Ambiente e com apoio da empresa Sustentare, produziram um folheto informativo sobre o tema e a utilização dos serviços municipais oferecidos.

O material será distribuído nas repartições da Fundação Municipal de Saúde para orientações ao público e outros setores municipais, como a Sala Verde, Secretaria de Meio Ambiente e Canil Municipal.

Estes folhetos ajudam a complementar os serviços de orientação realizados pelo CCZ através do setor de educação e comunicação que, realiza palestras como “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo” em escolas, empresas, projetos, igrejas, etc., visando uma maior conscientização dos munícipes sobre ações de descarte corretas e utilização dos serviços públicos oferecidos, tais como: coleta diária, coleta seletiva, Eco Pontos e caminhão Cata Bagulho.

O Centro de Controle de Zoonoses agradece a importante parceria que, auxilia na prevenção de doenças que podem ser transmitidas aos moradores pelos animais atraídos por descarte incorreto de materiais.

CIENTISTAS OBSERVAM, PELA PRIMEIRA VEZ, EVENTO DE CRUZAMENTO ENTRE PLANTAS E ANIMAIS

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É a PREMISSA PERFEITA para um filme de ficção científica.

Um inseto aparentemente não ameaçador se alimenta de uma planta que produz toxinas mortais.

Um evento de cruzamento de genes extremamente raro ocorre. O inseto então adquire DNA da planta e se torna uma superinseto, aterrorizando pessoas em todo o mundo.

Mas isso não é coisa de ficção científica. Esse bug existe na vida real.Em estudo recente, cientistas relatam ter encontrado esta transferência de DNA horizontal na mosca branca ( Bemisia tabaci ).

Esta é a primeira vez que os cientistas observam um evento raro de cruzamento de genes entre plantas e animais.

A transferência horizontal de genes ocorre quando uma espécie recebe genes de outra espécie e incorpora esses genes em seu próprio DNA. Embora esse tipo de transferência de genes ocorra ocasionalmente entre bactérias, encontrar esse tipo de cruzamento de DNA entre organismos multicelulares é altamente incomum.

O estudo se concentra nos efeitos do gene que a mosca branca recebeu da planta: BtPMaT1. Esta é a primeira descoberta conhecida de transferência de genes de plantas para animais.

A existência de transferência horizontal de genes é um grande afastamento dos princípios básicos da teoria dos genes.

Os genes são normalmente transferidos dos pais para os filhos – verticalmente. explica um dos pesquisadores. Funciona assim: a mosca-branca ingere compostos tóxicos, conhecidos como glicosídeos fenólicos , ao se alimentar do tomate. O BtPMaT1 neutraliza efetivamente essas toxinas, tornando-as inofensivas para a mosca-branca. O gene produz uma enzima que se liga a um grupo químico nos glicosídeos, evitando a degradação tóxica do composto que normalmente ocorreria no corpo do inseto. A expressão específica desse gene – e como ele neutraliza os compostos tóxicos – foi encontrada no tecido intestinal da mosca-branca. Ao incorporar o DNA da planta em seu próprio genoma, a mosca-branca pode exercer os próprios mecanismos de defesa da planta contra si mesma – uma tragédia irônica da evolução.

Artigo: Whitefly hijacks a plant detoxification gene that neutralizes plant toxins

Fonte: BiotecnologiaBrasil

6 de Julho – Dia Mundial das Zoonoses

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Celebrado anualmente, em 6 de julho, o Dia Mundial das Zoonoses foi criado para enfatizar a discussão acerca do tema. A data faz referência ao dia em que o cientista francês Louis Pasteur aplicou com sucesso a primeira vacina antirrábica, em 1885.

Zoonoses são as enfermidades transmitidas naturalmente entre os animais e o homem, podendo ser causadas por vários agentes etiológicos. Dentre eles, destacamos protozoários, vírus, bactérias, fungos, helmintos e rickéttsias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS/ONU), 60% das doenças infecciosas humanas e 75% das novas doenças que infectaram os seres humanos nas últimas décadas têm origem animal. É cada vez mais comum que doenças mudem de espécies e se espalhem na população, em meio ao crescimento das cadeias de agricultura e abastecimento alimentar.

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou que a saúde humana e a saúde animal são interdependentes e vinculadas à saúde dos ecossistemas em que existem, no conceito chamado de Saúde Única (One Health).

“Assim, toda ação, atividade e estratégia de vigilância, prevenção e controle de zoonoses de relevância para a saúde pública, desenvolvidas e executadas pela área de vigilância de zoonoses, processo epidemiológico de instalação, transmissão e manutenção de zoonoses, requer a presença técnica da Medicina Veterinária, considerando a população exposta, a espécie animal envolvida, a área afetada, todas vinculadas ao foco da saúde única, integrando de forma definitiva meio ambiente, saúde animal e humana”, acrescenta o presidente da CNSPV.

Tudo isso mostra que a atuação do médico-veterinário está ligada também à saúde humana. O profissional está presente na inspeção de produtos de origem animal, na saúde do meio ambiente, a fim de evitar a proliferação de doenças como a leishmaniose, assim como no tratamento e prevenção de zoonoses. O médico-veterinário, pelo seu amplo e diversificado currículo, tem de forma singular a capacidade de compor equipes de saúde e nelas aplicar seus conhecimentos em relação a profilaxias, diagnóstico clínico e laboratorial, terapêuticas, epidemiologia, inspeção, vigilância, extensão, educação, prevenção e promoção à saúde.

Zoonoses e arboviroses: conheça mais sobre o tema

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou que a saúde humana e a saúde animal são interdependentes e vinculadas à saúde dos ecossistemas em que existem, no conceito de Saúde Única (One Health).

Artigo publicado na aponta que cerca de 60% das enfermidades que acometem humanos são zoonoses e 75% das doenças conhecidas como emergentes e reemergentes são de origem animal. De acordo com o do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2020 já foram notificados 30.763 casos prováveis de dengue no país.

Esses dados indicam que a atuação do médico-veterinário está ligada também à saúde humana. O profissional está presente na inspeção de produtos de origem animal, na saúde do meio ambiente, a fim de evitar a proliferação de doenças como a leishmaniose, assim como no tratamento e prevenção de zoonoses e arboviroses.

Quais são as diferenças entre zoonoses e arboviroses?

Zoonoses são as enfermidades transmitidas naturalmente entre os animais e o homem, podendo ser causadas por vários agentes etiológicos. Dentre eles, destacamos protozoários, vírus, bactérias, fungos, helmintos e rickettsias.

Arboviroses são enfermidades que também incluem zoonoses, só que causadas especificamente por arbovírus e transmitidas por artrópodes, como insetos e aracnídeos*. Comuns em regiões de clima tropical e subtropical, existem 545 espécies de arbovírus, sendo que 150 delas causam doenças em seres humanos.

Quais são as principais doenças de cada tipo?

Zoonoses: raiva, leishmaniose, esporotricose, febre maculosa, teníase/cisticercose, hidatidose, brucelose, tuberculose e mormo;

Arboviroses: febre amarela, dengue, Zika, Chikungunya, febre do Nilo, febre do Mayaro e encefalites.

Liste as principais medidas de prevenção.

Vacinação, saneamento básico, higiene, atuação dos órgãos de vigilância, inspeção de alimentos, defesa sanitária animal e educação ambiental.

E as principais formas de transmissão?

Há diversas formas de transmissão, como por meio de alimentos, terra, água, mordedura, arranhões e lambeduras de animais, além de picadas de insetos e outros artrópodes.

Como é o tratamento?

Vai depender do tipo de agente etiológico causador da enfermidade. Em geral, as ocasionadas por bactérias, fungos e protozoários possuem arsenal terapêutico relativamente vasto, como antibióticos, antifúngicos, antimoniais, dentre outros. Já para as enfermidades virais, em sua maioria, é usada uma medicação de suporte, porém a ferramenta mais importante para a prevenção de algumas dessas enfermidades imunopreviníveis é a vacinação.

Qual é o papel do médico-veterinário nesse contexto?

O médico-veterinário, pelo seu amplo e diversificado currículo, tem de forma singular a capacidade de compor em equipes de saúde e nelas aplicar seus conhecimentos em relação a profilaxias, diagnóstico clínico e laboratorial, terapêuticas, epidemiologia, inspeção, vigilância, extensão, educação, prevenção e promoção à saúde.

*Segundo a CNSPV/CFMV, já foi comprovado o papel dos aracnídeos (carrapatos) na transmissão de algumas arboviroses em varios países do mundo. No Brasil, vários estudos identificaram a presença de agentes virais e zoonóticos nos carrapatos, porém, ainda não foi estabelecida sua participação e importância epidemiológica no ciclo de transmissão.

Fonte: CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária

CORTE DE UNHAS DOS PETS

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Se seu animal vive em quintal, passeia, e, no caso dos gatos possui um arranhador, provavelmente suas unhas terão desgaste natural, mas se vivem em apartamento ou área com piso liso, gramado ou simplesmente tem um crescimento rápido das unhas, certamente vão precisar cortar as unhas de vez em quando.

Unhas que não são aparadas podem crescer viradas para dentro e chegam a perfurar a pele do animal, e podem progredir para unhas encravadas o que causa muita dor e dificuldades para andar.

Se o animal não conseguir andar direito, problemas nos ossos, articulações, quadril e coluna podem começar a aparecer e causar danos graves à saúde desse animal.

Uma unha comprida pode se quebrar com mais facilidade e às vezes isso se torna um problema que poderia ter sido evitado com um simples corte de unhas.

O ideal é acostumar o animal desde filhote com o corte de unhas, assim no futuro será algo tranquilo para ele e para quem for realizar o procedimento.

Pode ser usado petiscos também, assim o animal vai associar o ato de cortar as unhas com um momento bom.As unhas dos cães e gatos possuem uma veia dentro delas, que se cortadas vão sangrar e doer.

Por isso, o ideal é que o corte de unhas seja realizado por alguém que saiba o que está fazendo e com um cortador específico para o animal.

Fonte: @integracao.vet

TRABALHOS DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

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O Centro de Controle de Zoonoses é um departamento da Fundação Municipal de Saúde que tem como função cuidar das doenças (noses) que os animais (zoo) transmitem, como dengue, raiva, leptospirose, leishmaniose, entre outras.

Animais peçonhentos (que não transmitem doenças mas são um problema considerável para a saúde pública) também é um trabalho realizado, com identificação das espécies e orientações preventivas aos moradores.

 O serviço de recolhimento, identificação e envio para análise de Raiva, estende-se aos morcegos. Quando encontrado um exemplar contaminado, é realizada vacinação em todos os animais da área e observação de animais e humanos por dez dias. A aplicação de vacina antirrábica é realizada diariamente no CCZ e são realizadas campanhas anuais com pontos fixos nos bairros e zona rural.

A desratização é realizada gratuitamente através de raticidas aplicados nas residências após solicitação através da Ouvidoria Municipal : 3526-7105; os agentes colocam as iscas em locais onde crianças e animais domésticos não tem acesso e voltam para monitoramento. Este trabalho também é realizado nos mais de 3000 bueiros da cidade.

              O mosquito palha, transmissor da da Leishmaniose é monitorado com armadilhas que são montadas na zona rural e urbana, onde são identificados focos para controle juntamente com a SUCEN.

                Pombos, Piolhos, Carrapatos e Caramujos Africanos tem atenção especial pelo número de doenças que transmitem e  a facilidade de multiplicação. Os agentes orientam sobre desinfecção de ambientes infestados e armadilhas para os caramujos com descarte correto.

               Agentes de Endemias realizam busca ativa de criadouros do mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela em casas e comércio, os agentes de vetores trabalham com a busca ativa em pontos estratégicos como ferro velhos, borracharias, indústrias e realizam nebulização para controle epidêmico.

Com o objetivo de ampliar as informações pertinentes aos serviços desenvolvidos no setor da saúde do município e considerando a importância de informar sobre as ações humanas e suas consequências para consigo, para sua própria espécie, para outros seres vivos e o ambiente, o setor de Educação e Comunicação do CCZ, ministra palestras em escolas, empresas, projetos, igrejas, etc, a fim de prevenir sobre diversas zoonoses  e a posse responsável de animais. Estas importantes informações são compartilhadas também nas redes sociais como Facebook, Twitter , Instagram e Blog.

Confira os números dos trabalhos do CCZ durante o ano de 2020:

Castrações

Total Animais Agendados …………………….. 3.485

Total Animais Castrados ………………………  3.038

Raticida …………………………………………….. 1.778

Vacinas cães e gatos ……………………………. 2.971

Dengue / Ouvidoria ……………………………….. 611

Obs. Animais agressores ………………………… 514

Vistorias Imóveis Estratégicos – IE – …………. 310

Vistorias Pontos Estratégicos – PE – ………….1.275

Equinos / Obs.Raiva …………………………………. 06

Cobras …………………………………………………… 04

Caramujos ……………………………………………… 45

Escorpiões ………………………………………………126

Galináceos ………………………………………………. 31

Morcegos Orientações ………………………………. 65

Morcegos Captura ……………………………………. 64

Pombos ………………………………………………….. 56

Insetos /Carrapatos ………………………………… 128

Leishmaniose …………………………………………… 69

Arboviroses : Combate às Endemias

Imóveis percorridos …………………………………………. 244.562

Imóveis Trabalhados ………………………………………… 131.605

Arboviroses: Controle de Vetores

Nebulização ……………………………………………………….. 9.820

Vistoria em obras …………………………………………………….. 66

Educação e Comunicação

Eventos e Palestras …………………………………………….. 28.443

Redes Sociais / Acessos …………………………….média   30.000

CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES ORIENTA MUNÍCIPES NO DIA DE FINADOS

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Na próxima segunda-feira, 02, Dia de Finados, agentes do Centro de Controle de Zoonoses estarão trabalhando  das 8 às 17h nos três cemitérios da cidade,  orientando a população sobre a eliminação de criadouros de mosquitos.

É importante  a população ter conhecimento que saquinhos plásticos que envolvem arranjos de flores, vasos e pratinhos de plantas são reservatórios de água e podem criar as larvas do mosquito Aedes aegypti. Mesmo as embalagens “amarradas” servem de criadouros.

É sempre bom lembrar que os ovos podem ficar até 450 dias no seco e mesmo um ano e meio depois de depositados, ao terem contato com água, eles eclodem.

O período de chuvas está começando e é fundamental a colaboração de todos para não deixar nenhum local onde possa acumular água e servir de criadouro do mosquito Aedes aegypti, transmissor de diversas doenças como: dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

Jogar o lixo em locais adequados e não deixar acumular água são ações  simples e eficazes para evitarmos novas epidemias em nossa cidade.

A Fundação Municipal de Saúde solicita que à população que atenda às orientações dos agentes e colabore nas ações preventivas.