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CCZ ORIENTA CRIANÇAS DO PROJETO DA RUA PARA CASA

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O Projeto “da Rua para a Casa” é uma ONG sem fins lucrativos que atua desde 2019 na região do Jardim das Paineiras e que tem como propósito transmitir através da recreação, bons valores e amparo social para crianças e suas famílias.

Como muitas famílias atendidas são coletores de materiais recicláveis , a direção da entidade convidou o setor de Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses para ministrar a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo” para conhecimento das famílias sobre a necessidade de acondicionar corretamente o material até a venda do mesmo, evitando assim a atração de insetos, roedores e as doenças que eles podem transmitir.

O interesse durante a palestra foi gratificante e a curiosidade para conhecer os animais expostos em vidraria, foi bem grande entre as crianças e as mães presentes.

Vítimas de ataque cardíaco podem vir a ser tratadas com veneno mortal de aranha australiana

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Cientistas australianos descobriram um tratamento que pode vir a salvar vítimas de ataque cardíaco à base do veneno de uma das aranhas mais mortais do mundo.

Ainda em fase de testes, um medicamento desenvolvido a partir de uma molécula do veneno de uma das mais mortais aranhas do mundo pode vir a prevenir os danos causados ​​por um ataque cardíaco, bem como prolongar a vida de corações transplantados. A descoberta foi feita por uma equipa liderada pelo professor Peter Macdonald, do Instituto de Pesquisa Cardíaca Victor Chang, na Austrália, e de colegas da Universidade de Queensland. Macdonald disse que este resultado incrível levou décadas para a ser desenvolvido.

“Isto não só ajudará centenas de milhares de pessoas que têm um ataque cardíaco todos os anos, mas também poderá aumentar o número e a qualidade dos corações de doadores, o que dará esperança aos que aguardam na lista de transplantes.” Palpant, médico do Instituto de Biociência Molecular (IMB) daquela universidade, disse que o medicamento funciona interrompendo um “sinal de morte” enviado pelo coração na sequência de um ataque.

“Após um ataque cardíaco, o fluxo sanguíneo para o coração é reduzido, resultando em supressão de oxigénio ao músculo cardíaco. A falta de oxigénio faz com que o ambiente celular se torne ácido, o que se combina para enviar uma mensagem às células do coração para que morram”, explica o investigador. “Apesar de décadas de pesquisa, ninguém foi capaz de desenvolver uma droga que interrompa este sinal de morte nas células do coração, o que é uma das razões pelas quais as doenças cardíacas continuam a ser a principal causa de morte no mundo.”

Palpant testou o potencial medicamento à base da proteína Hi1a em células do coração humano pulsantes expostas a stress cardíaco para testar  se a droga melhorava a sua sobrevivência. “A proteína Hi1a do veneno da aranha bloqueia os canais iónicos sensíveis ao ácido no coração e, de facto, a mensagem de morte é bloqueada, a morte celular é reduzida e há melhoria substancial na sobrevivência das células cardíacas.”

Além de reverter ou até evitar um ataque cardíaco o medicamento pode ser fulcral no tratamento de AVC

Atualmente, não há medicamentos em uso clínico que previnam os danos causados ​​por ataques cardíacos, mas com este fármaco à base de veneno de aranha “os transplantados podem vir a beneficiar muitíssimo”. “A sobrevivência das células do coração é vital nos transplantes de coração e medicá-los com Hi1a reduz a morte celular e aumenta tanto as possibilidades de sucesso do transporte dos órgãos como a probabilidade de um transplante bem-sucedido”, afirma Macdonald.

“Por norma, o coração do doador pára de bater por mais de 30 minutos antes da recuperação, órgão deixa de poder ser usado. Se pudermos aumentar o tempo de sobrevivência do coração fora do corpo, mesmo que apenas em mais 10 minutos, essa pode ser a diferença entre salvar uma vida ou não. Para as pessoas que estão literalmente às portas da morte, isso pode mudar-lhes a vida.”

A proteína do veneno desta aranha mostrou melhorar também significativamente a recuperação dos AVC, “reduzindo surpreendentemente os danos no cérebro, mesmo quando administrada até oito horas após o início do derrame”, acrescenta o professor Glenn King, também da Universidade de Queensland. “A nossa visão para o futuro das vítimas de ataque cardíaco ou AVC é a de que a Hi1a possa ser administrada por socorristas ainda na ambulância, o que realmente mudaria os problemas resultantes dos acidentes cardíacos.”

Sarah Scheuer, outra das responsáveis pela investigação, publicada na revista Circulation, explica que olhou inicialmente apenas para o efeito do veneno, mas percorreu um caminho totalmente novo de descoberta quando foi identificado um outro caminho específico que desempenhou um papel fundamental em danificar o tecido cardíaco após a perda de oxigénio nos tecidos celulares.

“Descobrimos que um canal iónico com detecção de ácido desempenhou um papel significativo nos danos do coração. Ao bloquear esse canal, fomos capazes de evitar alguns dos ferimentos que geralmente ocorrem”, certificou. A proteína foi testada em células cardíacas humanas e a equipa pretende agora iniciar testes clínicos em humanos, tanto para AVC quanto para doenças cardíacas, “dentro de dois a três anos”, iniciando-se uma nova forma de reverter os danos de ataques cardíacos com este potente antídoto derivado do mortal veneno de aranha.

Fonte: Impala – Portal de Notícias

PRIMEIRA SIPAT DA EMPRESA ECOSYSTEM SERVIÇOS URBANOS, TEM PARTICIPAÇÃO DO CCZ

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Na “Semana Estadual de Mobilização Social contra o Aedes aegypti”, funcionários da Ecosystem Serviços Urbanos, participaram na tarde de ontem da palestra Lixo=Bicho.
A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros.
A dengue é uma doença cujo período de maior transmissão coincide com o verão, devido aos fatores climáticos favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti em ambientes quentes e úmidos.
Além de orientações contra o Aedes, funcionários também foram orientados sobre a prevenção de animais peçonhentos, doenças transmitidas por ratos, pombos e caramujos.

Vale lembrar, que a melhor forma de prevenir-se contra essas doenças e mantendo o ambiente em que vive limpo e sem criadouros do Aedes.

 

 

 

Written by I.E.C - CCZ

26/11/2019 at 2:41 pm

PROJETO ADRA E ANIMAIS PEÇONHENTOS

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Lixo descartado incorretamente além de servir de criadouros de mosquitos, atrai baratas, ratos que servem de alimento para cobras  e  insetos que servem de alimentos para aranhas e escorpiões.

Preocupados com a proximidade destes animais em área urbana, o Centro de Controle de Zoonoses realiza palestras para informar e  prevenir acidentes com estes animais  que causam problemas  nas famílias e na saúde pública.

Na última terça feira, dia 15, alunos e funcionários do Projeto ADRA –  Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais = Núcleo Rio Claro – receberam através das representantes do CCZ,  Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim, uma série de palestras sobre o tema Animais Peçonhentos.

Além das informações, os presentes tiveram a oportunidade de conhecer os principais animais peçonhentos recolhidos nas residências da cidade e receberam folhetos com sintomas resultados do contato com estes animais.

Em caso de acidente com Animais Peçonhentos, a vítima deve procurar imediatamente o Pronto Atendimento da Santa Casa, onde receberá socorro e o soro específico.

Evite estes bichos jogando lixo em locais corretos.

 

 

 

CCZ orienta sobre descarte incorreto de lixo

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O Centro de Controle de Zoonoses em parceria com a Secretaria de Habitação está realizando várias ações para inibir o descarte incorreto de lixo em ruas e terrenos no entorno do Jd. das Nações II.

A Secretaria de Habitação distribuiu lixeiras para a área interna do condomínio para auxiliar a população, além da existência de lixeiras comunitárias e do lixo reciclável.

O CCZ está realizando palestras nos condomínios, nas escolas do bairro e proximidades, distribuição de cartazes,  folhetos e  passagem com carro de som orientando por exemplo, amarrar o saco de lixo antes do destino na lixeira comum.

Quando descartados incorretamente, os resíduos atraem ratos,  insetos como moscas e baratas que servem de alimento para atrair animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras, além claro, do mosquito Aedes aegypti que encontra nos inservíveis, locais ideais para sua reprodução.

Colabore:  Jogue o lixo em locais corretos e perto do horário das coletas, evitando a proliferação de bichos indesejados.

 

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Aranha mais velha do mundo morre e deixa lição de sustentabilidade

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Aranha alçapão 43 anos

 

Esta aranha-de-alçapão australiana tinha 43 anos, era estudada desde 1974 e passou toda a vida na mesma toca.

Confira :https://www.nationalgeographicbrasil.com/2018/05/aranha-al%C3%A7ap%C3%A3o-mais-velha-mundo-morre-australia