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CCZ RIO CLARO ORIENTA FUNCIONÁRIOS DA CONCESSIONÁRIA ARTERIS

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Os trabalhos de orientação sobre Febre Maculosa e descarte incorreto de lixo  realizados pela Fundação Municipal  de Saúde de Rio Claro,  através  Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro,  cruzaram fronteiras para outros municípios.

Aproveitando treinamento para Inspeção e Conservação de Fauna, o setor de Meio Ambiente da Concessionária Arteris, convidou o setor de educação  do CCZ   para palestras nas bases de Araras  e  Pirassununga.

Solange Mascherpe, Chefe de Núcleo de Zoonoses ministrou  palestras para  funcionários das equipes de Conservação e  de Inspeção Rodoviária sobre Febre Maculosa e Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo.

Estas equipes trabalham em áreas de risco de contato com carrapatos, animais peçonhentos e necessitam de informações  sobre prevenção e tratamento da doença e problemas relacionados a estes animais, comenta  Letícia Cruz Coordenadora  de Meio Ambiente da Concessionária.

A Arteris é uma das maiores companhias do setor de concessões de rodovias do Brasil, com mais de 3.400 km administrados. Por meio de suas concessionárias, a Arteris administra rodovias localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná, o mais importante eixo econômico e industrial do país.

Também detém quatro concessionárias estaduais que atuam no interior de São Paulo: Autovias, Centrovias, Intervias e a mais recente, ViaPaulista. A Companhia detém ainda o controle da Latina Manutenção, que presta serviços internos de gerenciamento de obras, sinalização e conservação.

Plaquinha de identificação ajuda a encontrar gata “perdida” em Araras

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Uma história bastante curiosa mobilizou os funcionários do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro e reforçou a importância da identificação de animais através de placas colocadas no pescoço ou implantação de microchip.

Tudo começou com uma ligação telefônica. Uma gatinha havia sido encontrada aparentemente perdida por um morador de Araras. No pescoço ela tinha uma plaquinha do CCZ de Rio Claro, com um número de identificação. O rapaz que a encontrou ligou para a Zoonoses para tentar localizar o proprietário. No sistema descobriu-se que o dono do animal residia no bairro Mãe Preta. O endereço que constava no cadastro, não existia. Nas redes sociais, outra pista. O dono da gatinha estaria morando na cidade de Tupã, mas trabalhava em um supermercado de Marília.

O desafio era saber o que uma gata vacinada em Rio Claro estava fazendo em Araras se seu proprietário morava em Tupã? Foram algumas horas de pesquisa até que se chegasse a uma explicação. Na verdade, quando a Nina foi vacinada, seu dono, Juliano Bastos, morava em Rio Claro e o endereço apresentado foi o de sua mãe, no bairro Mãe Preta. Tempos depois Juliano se mudou para Araras e levou a gatinha com ele. A atenção de Nina passou a ser dividida com outras pessoas com as quais Juliano morava. Por questões pessoais o rapaz deixou Araras e foi morar com a sua família em Tupã. A gatinha, no entanto, permaneceu em Araras e nela foi colocada a plaquinha de identificação do CCZ de Rio Claro. Mas por que o animal estava na rua, se tinha uma casa? Nina é uma gata esperta, daquelas que em um único descuido, aproveita para sair. E foi o que ela fez. E como estava sendo alimentada, acabou aparecendo muitas vezes na casa do rapaz que a encontrou e que reside no mesmo bairro onde seu verdadeiro dono mora, Jardim São João.

Disso tudo concluímos que, encontrar o dono de um animal perdido, é bem mais fácil quando o bichinho possui uma identificação. Não precisa ser necessariamente a placa do Centro de Controle de Zoonoses. Episódios como este poderiam ser bem mais frequentes se os donos de animais providenciassem uma plaquinha, com endereço ou telefone de contato. Muitos bichinhos conseguiriam voltar para a casa a salvo e muitos donos respirariam aliviados.