DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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USFs REALIZAM AÇÕES CONTRA MOSQUITOS

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De 21 a 26 de Novembro: Semana Estadual de Mobilização de combate ao Aedes aegypti

A Atenção Básica de Rio Claro orientou às Unidades de Saúde da Família para intensificar as ações contra o mosquito Aedes aegypti , transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya durante a semana estadual de prevenção às arboviroses.

Entre as atividades realizadas pelas unidades, foram realizadas palestras, confecção de materiais, distribuição de cartazes e folhetos nas áreas atendidas, apresentação teatral e mutirão de limpeza

A forma mais eficaz para conseguir controlar o inseto e as doenças que ele pode transmitir, é a eliminação regular de criadouros; e a participação de toda sociedade nestes trabalhos é fundamental.

Parabéns aos profissionais das unidades de saúde pelas atividades de conscientização e ações realizadas junto à comunidade atendida nos respectivos bairros.

USF JARDIM NOVO

USF BOA VISTA

USF BRASÍLIA

USF FLORES

USF AJAPI

USF TERRA NOVA

USF PROGRESSO

USF PANORAMA

USF BONSUCESSO

USF SÃO MIGUEL

USF BELA VISTA

Infectologista explica aumento de casos de dengue no Brasil e como se prevenir

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Quando comparado com 2021, houve um aumento de 175,1% do começo de 2022 até a última semana de novembro


Karen Oliveira

Os casos de dengue voltaram a crescer no Brasil. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, até a última semana de novembro o país registrou cerca de 1,3 milhões de casos prováveis de dengue (taxa de incidência de 651,9 casos por 100 mil hab.). Quando comparado com o ano de 2021, houve um aumento de 175,1% no mesmo período.

Até novembro, o país registrou 951 óbitos confirmados pela doença e outros 114 em investigação, segundo a Pasta. Além do número de casos, o Brasil passa atualmente pelo período anual de ascensão da dengue, que de acordo com o Ministério da Saúde, ocorre nos meses mais chuvosos de cada região, geralmente de novembro a maio.

Em conversa com o site da TV Cultura, a Dra. Sandra Gomes de Barros, infectologista e professora do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro, explica esse aumento. Antes de tudo, ela ressaltou que foi possível realizar uma notificação maior de casos em 2022 por conta da Covid-19, foco da saúde nos últimos dois anos.

“Para além disso, estamos em um período de chuvas mais intenso, todos os dias chove, com altas temperaturas. Essas variações climáticas são muito favoráveis para proliferação do mosquito aedes”, explica Sandra.

A infectologista também não descarta como fator que contribui para o aumento de casos a precariedade de saneamento básico das cidades: “Temos condições socioculturais e econômicas da nossa população que também favorecem doenças infecciosas que são endêmicas, mas também são sazonais, que dependem de certos períodos como a dengue”.

Ela também classifica como preocupante estarmos passando pelo período anual de ascensão da dengue neste momento, justamente pela gravidade que o quadro de infecção pode chegar.

“A dengue, apesar de ser uma doença benigna, pode ter um curso desfavorável. Pode evoluir com hemorragias, com complicações com disfunção de múltiplos órgãos, pode levar o paciente à morte. Vai depender de quem é esse paciente que vai adquirir a dengue, às vezes estamos falando de um paciente renal crônico, de um paciente transplantado, do paciente oncológico que já tem as suas defesas comprometidas, enfim. Então uma doença viral com ela é o suficiente para o desenvolvimento de um quadro mais grave”, exemplifica a profissional da saúde.

Como se prevenir

“É importante reforçar os cuidados que conhecemos, como tomar cuidado com água nos nossos quintais, não deixar água parada no vaso das plantas, tomar cuidado com as chuvas, etc.

“Se for viajar para uma região onde tenha bastante mosquito, proteja as janelas com telas, use mosquiteiros, use repelentes, cubra as partes do corpo (com calça comprida e blusa de manga longa para proteger os membros), essas coisas que valeriam a pena para fazer como preventivo”, diz a infectologista.

Essas ações individuais devem ser somadas às ações de orientação dos governos federal e estadual. É dever do Estado realizar as visitas domiciliares para detectar focos de proliferação, além do vapor da pulverização para tentar atingir o mosquito.

A Dra. Sandra Gomes de Barros ainda divulga a existência de uma vacina contra a dengue, disponível apenas na rede privada, e aplicada somente para quem já teve dengue.

Em caso de sintomas, procure um médico

A dengue é uma doença de notificação compulsória, então assim que os hospitais detectarem casos suspeitos, devem notificar. Em caso de qualquer sintoma como dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, coceira e manchas na pele, procure um médico para receber as orientações de tratamento.

“O tratamento da dengue é sintomático. Faça a testagem para ver se é dengue, Chikungunya, ou Zika, que são doenças provocadas pelo mesmo vetor. A diferença entre uma doença e outra vai ser na gravidade e na intensidade dos sintomas, mas são doenças provocadas pelo mesmo mosquito e é bom ter o diagnóstico para fazer o tratamento de suporte dos sintomas clínicos adequados”, conclui Sandra.  

Fonte:  cultura.uol.com.br

QUEM VAI AJUDAR A ELIMINAR CRIADOUROS DE MOSQUITOS?

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De 21 a 26 de Novembro: Semana Estadual de Mobilização de combate ao Aedes aegypti

Alunos da E.M. Profª Djiliah Camargo de Souza ficaram atentos às informações da palestra sobre o Mosquito Aedes aegypti e comprometeram-se a levar as “dicas” para eliminação de criadouros para seus amigos e familiares.

Mosquitos nascem diariamente em qualquer local ou quantidade de água parada; e a mobiliação de todos na eliminação de criadouros, é fundamental para o controle dos insetos e das doenças que eles podem transmitir.

PROJETO BANDEIRANTES CONTRA MOSQUITOS

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De 21 a 26 de Novembro é a Semana Estadual de Mobilização de combate ao Aedes aegypti

O Projeto Bandeirantes convidou o setor de Educação e Comunicação do CCZ para palestra sobre o Mosquito Aedes aegypti e as arboviroses que ele pode transmitir, como: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

A direção do projeto também convidou a banda do projeto Pró Jovem que após a palestra, saíram pela ruas do bairro chamando a atenção dos moradores que, ao abrirem suas casas, receberam dos alunos e professores, folhetos informativos sobre o tema.

O modo mais eficaz para o controle destas doenças, é a eliminação dos criadouros de mosquitos: qualquer local ou quantidade de água parada. E para isto, a participação de toda sociedade é fundamental.

Parabéns ao Projeto Bandeirantes por esta importante iniciativa e ações que, além de conscientizar os jovens atendidos, estendeu as informações a familiares e toda a vizinhança.

JOVENS DO PROJETO ADRA RECEBEM INFORMAÇÕES DO CCZ

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O Centro de Controle de Zoonoses apresentou a palestra “Lixo = Bicho” aos jovens atendidos pelo projeto para conhecerem os problemas, os animais e doenças causadas pelo lixo descartado incorretamente.

O Projeto PAI – Plano de Assistência à Infância – um núcleo da ADRA – Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais, desenvolve o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Familiares e Comunitários à crianças e adolescentes na cidade de Rio Claro, atendendo os bairros Bom Sucesso, Jardim Novo Wenzel e Bom Retiro em conjunto com a Prefeitura Municipal de Rio Claro.

PREVENÇÃO À DENGUE NOS CEMITÉRIOS

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Após o Dia de Finados, equipes dos Agentes de Endemias realizam trabalhos preventivos contra o mosquito Aedes aegypti nos cemitérios da cidade.

Para evitar o acúmulo de água, eles retiram embalagens plásticas dos vasos de flores e verificam locais que possam servir de criadouros para mosquitos.

A colaboração de toda sociedade no controle de criadouros é fundamental para o controle dos mosquitos que podem transmitir diversas arboviroses como: Dengue. Zika, Chikungunya, Febre Amarela e Febre Mayaro.

UNESP DE RIO CLARO ORGANIZA BRIGADISTAS CONTRA AEDES

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“A epidemia da dengue existe há mais de 30 anos. Desde então, nós não conseguimos erradicar esse problema entre nós. Isso significa que não é uma atividade simples. Não temos vacinas para arbovirose, nem tratamentos específicos, então a principal arma que nós temos é combater o mosquito. Se não houver a colaboração da sociedade, todo ano vamos ter casos e casos de todas essas arboviroses”, reforçou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento da campanha nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite doenças como Dengue, Zika e Chikungunya. 

Em 2022, até meados de outubro, houve aumento de 184,6% no número de casos prováveis de dengue em comparação com o mesmo período de 2021. As ocorrências passaram de 478,5 mil casos, no ano passado, para 1,3 milhão neste ano. Foram 909 óbitos confirmados em 2022.

Conscientes que a eliminação constante de criadouros do mosquito Aedes aegypti é a forma mais eficaz para o controle do vetor e das doenças que ele transmite e à norma estabelecida pelo Decreto Estadual 62.130 de 29/07/2016, a Unesp- Campus Rio Claro, através do Prof. Claudio José Von Zuben está organizando equipes entre alunos, professores e funcionários, denominados Brigadistas Contra o Aedes para trabalhos dentro do campus da faculdade, com extensão às repúblicas dos alunos.

O treinamento dos voluntários está sendo realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses e conta com estudantes dos cursos de ciências biológicas, ecologia e geografia.

O objetivo além da prevenção de arboviroses no campus da UNESP Rio Claro, é que estes trabalhos de conscientização social sejam estendidos e realizados em outros campus e faculdades.

IV SEMANA DA SAÚDE NO CAMPUS DA UNESP

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A Fundação Municipal de Saúde participou desta importante iniciativa da universidade com a Vigilância Epidemiológica vacinando e realizando testes de DST e atendimento odontológico móvel.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve presente no campus orientando alunos, professores, funcionários e visitantes com exposição sobre animais peçonhentos e diversas arboviroses como Dengue e Febre Maculosa.

SEMANA DE PREVENÇÃO À FEBRE MACULOSA

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De 13 a 23 de Setembro a Secretaria de Estado da Saúde, estipulou como “Semana de Prevenção à Febre Maculosa”.

O setor de Informação e Educação do Centro de Controle de Zoonoses participou do evento “A Febre Maculosa em tempo e espaço, determinando alertas”, realizado pela Coordenadoria de Controle de Doenças, para atualização sobre o vetor e a doença e assim, repassar as informações aos profissionais da área e para a população.

Os Agentes de Endemias da Fundação Municipal de Saúde receberam estas orientações através de palestra e um bate papo para sanar dúvidas e trocar experiências.

A Febre Maculosa é uma doença febril aguda causada por uma bactéria transmitida às pessoas através do carrapato Amblyomma Sculpitum ou Dubitatum , popularmente conhecidos como “carrapato estrela”, “carrapato de cavalo” ou “rodoleiro”.    O micuim (larva do carrapato) também pode transmitir a doença.

É uma doença de fácil tratamento, mas com índices de óbitos que chegam a 60% dos infectados. Porque isto acontece?  Por falta de informação à população e ao profissional de saúde.

Ao ter contato com o parasita e início dos sintomas, é fundamental que se procure um médico imediatamente e o informe sobre o contato ou que frequentou áreas de risco, tais como: matas, sítios, campos de várzea, pesqueiros, cachoeiras, parques, florestas, etc.

O homem é infectado através da picada do carrapato estrela ou micuim que eventualmente carrega a bactéria Rickettsia rickettsii nas suas glândulas salivares. Esse carrapato hematófago pode ser encontrado em animais de grande porte (bois cavalos, etc.), cães, aves domésticas, roedores, animais selvagens como os gambás, cachorros-do-mato, coelhos, tatus e cobras., e, especialmente, na capivara, o maior de todos os reservatórios naturais.

Transmissão

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Os mais jovens e de menor tamanho são vetores mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos.

Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Os primeiros sintomas aparecem de dois a quatorze dias depois da picada. Na imensa maioria dos casos, sete dias depois.

A doença começa abruptamente com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor da cabeça, inapetência, desânimo. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas, as máculas, que crescem e tornam-se salientes, constituindo as maculopápulas..

A erupção cutânea é generalizada e manifesta-se também na palma das mãos e na planta dos pés, o que em geral não acontece nas outras doenças exantemáticas (sarampo, rubéola, por exemplo).

O diagnóstico é realizadocomexame específico para o diagnóstico da febre maculosa

Tratamento

A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total.

Atraso no diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

Recomendações

. Evite o contato com carrapatos. Se, por acaso, estiver numa área em que eles possam existir, como: beiras de lagos e rios, trilhas, pastos, parques, florestas, tome as seguintes precauções:

. Examine seu corpo cuidadosamente a cada três horas pelo menos, porque o carrapato-estrela transmite a bactéria responsável pela febre maculosa só depois de pelo menos quatro horas grudado na pele;

. Use roupas claras porque facilitam enxergar melhor os carrapatos;

. Coloque a barra das calças dentro das meias e calce botas de cano mais alto nas áreas que possam estar infestadas por carrapatos.

. Corte o mato e grama rente ao solo;                                                             

. Tenha cuidado ao retirar o carrapato que estiver grudado em sua pele: não esmague com as mãos ou unhas pois você pode adquirir a doença através de pequenos ferimentos na pele;

. Não se esqueça de que os sintomas iniciais da febre maculosa são semelhantes aos de outras infecções e requerem assistência médica imediata. Esteja atento ao aparecimento dos sintomas comuns a vários tipos de infecção e avise o médico para um  diagnóstico diferencial.

Não existe vacina contra a Febre Maculosa brasileira.

CCZ NO INFORMATIVO DA ESCOLA BENJAMIM FERREIRA

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São tantas práticas realizadas pela E.M. Benjamim Ferreira, que a coordenação elaborou um informativo com as ações pedagógicas realizadas pela instituição.

Entre notícias de atividades artísticas, teatro, brincadeiras, horta, música , jogos, festa junina, o CCZ está presente nesta segunda edição do informativo com a palestra sobre Mosquitos e Dengue realizada para os pequenos alunos.

Parabéns a todos que organizam estes trabalhos para a formação de nossas crianças.