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Zoonoses inicia vacinação antirrábica na zona rural

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O Centro de Controle de Zoonoses iniciou nesta terça-feira (11) a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na zona rural da cidade. Uma equipe se deslocou esta manhã para a região de Itapé, onde deverão ser aplicadas 125 doses da vacina. A campanha segue nos próximos meses até atingir toda cobertura na área rural. Já a vacinação de bovinos e equinos deve ser feita pelos proprietários.

Todos os anos cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva a partir dos cinco meses de idade. A Trata-se de uma doença onde o vírus se alastra pelo sistema nervoso central de animais de “sangue quente” domésticos ou selvagens, ou seja, cães, gatos, macacos, morcegos e outros, incluindo o homem. Ela é transmitida ao ser humano através do contato da saliva (mordida ou lambedura) de animais que estão contaminados pelo vírus, bastando que algum tipo de ferida já existente entre em contato com a saliva do animal doente.

Este ano o CCZ irá aproveitar a presença das equipes na zona rural para fazer um alerta com relação à Febre Amarela. Os moradores de sítios e fazendas estão mais próximos das matas e serão orientados a, no caso de encontrarem macacos mortos ou doentes, avisar imediatamente o Centro de Zoonoses. Os macacos são considerados sentinelas da Febre Amarela. São eles que indicam se o vírus está circulando em determinadas áreas. Com a ajuda desses moradores será possível iniciar uma ação rápida de contenção da doença, caso sejam encontrados animais mortos.

O calendário para a vacinação na área urbana ainda não foi concluído, mas deve iniciar em julho. As datas e locais onde serão instalados os postos de vacinação serão divulgados através da imprensa. Importante ressaltar que Rio Claro não tem registro de nenhum caso de febre amarela.

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Vacinação antirrábica volta à zona rural de Rio Claro

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vacina gato

A campanha de vacinação antirrábica está de volta à zona rural. Cães e gatos de sítios e fazendas de Serra D´água, região da Estrada de Jacutinga, começaram a ser vacinados nesta quinta-feira pela equipe do Centro de Controle de Zoonoses. Os animais de grande porte (equinos e bovinos) devem ser vacinados pelos proprietários.

A vacinação na zona urbana deve ter início entre outubro de novembro. O calendário de vacinação será divulgado pela imprensa e poderá ser consultado também no facebook e no site do Centro de Controle de Zoonoses. A vacinação de cães e gatos também é realizada pela Zoonoses diariamente, de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00.

Começa dia 7 vacinação antirrábica na zona urbana

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Equipes continuam na área rural imunizando cães e gatos

A campanha de vacinação antirrábica direcionada a cães e gatos na zona urbana começa no dia 7 de junho. Realizada anualmente pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) a campanha  foi  antecipada este ano por conta do número de casos de raiva detectados  em animais de grande porte (equinos e bovinos). O planejamento da campanha nos bairros está pronto. A expectativa é de que sejam vacinados em Rio Claro 47.613 cães e 7.564 gatos.

Na zona rural a vacinação em cães e gatos já está sendo realizada por equipes que percorrem sítios e fazendas diariamente imunizando os animais. Com relação aos equinos e bovinos a vacinação deve ser providenciada pelos proprietários, adquirindo as doses do medicamento em agropecuárias.

A raiva é uma doença perigosa e altamente infecciosa causada por vírus. A transmissão ocorre do animal infectado para o sadio, através do contato da saliva por mordedura, lambida em feridas abertas, mucosas ou arranhões.

 

Vacinação 24 e 25 08 13 (4)

 

Rural 09 13 (11)

Raiva é uma doença fatal que pode ser evitada

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Vacinação 24 e 25 08 13 (5)

 

 

Raiva é uma infecção viral mortal  transmitida principalmente por animais infectados. É uma encefalite, em geral de evolução rápida, dependendo da assistência médico-hospitalar recebida pelo paciente. A sintomatologia atualmente é bastante diversa podendo o paciente apresentar as fobias consideradas clássicas da raiva (hidrofobia e aerofobia), a tríade parestesia, paresia e paralisia, a Síndrome de Guillain-Barré e outros sinais e sintomas. Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos. É uma zoonose (antropozoonose) que tem como hospedeiro, reservatório e transmissor, o animal que, dependendo da situação, transmite a doença aos humanos através da mordedura, arranhadura ou lambedura. Em Rio Claro, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) tem feito uma divulgação ampla sobre o assunto procurando alertar os proprietários de animais de grande porte (equinos e bovinos) das zonas rural e urbana e também os donos de animais domésticos sobre a importância da vacinação. No caso dos cães e gatos, a vacinação é gratuita e pode ser feita no Centro de Zoonoses (Rua Alfa, s/nº, Distrito Industrial) ou ainda no canil municipal, localizado na avenida 8, ao lado da linha férrea. No caso dos animais de grande porte os proprietários podem adquirir as vacinas em casas agropecuárias.

Transmissão

A transmissão percutânea é a mais freqüente na infecção pelo vírus da raiva. Outras formas, no entanto, merecem ser mencionadas pela crescente importância que vem representando nos casos humanos de raiva.

  • Mordedura, arranhadura e lambedura – A mais comum é pelo depósito da saliva, contendo vírus rábico, em pele ou mucosa. A introdução do vírus ocorre pela mordedura ou pela arranhadura do animal, assim como pela lambedura de pele com ferimento já existente ou de mucosa mesmo íntegra. A lambedura de mucosas (boca, narinas e olhos), por estas serem mais finas e friáveis que a pele, pode propiciar a introdução do vírus da raiva. A arranhadura por unha de gato, que tem o hábito de se lamber, pode ser profunda, introduzindo o vírus. Os receptores do vírus rábico no organismo encontram-se na pele e nas mucosas.
  • Via respiratória – Pela inalação de aerossóis, contendo o vírus da raiva, provavelmente pela penetração pela mucosa da oro-faringe ou das vias aéreas superiores. Os casos descritos na literatura científica foram em 2 indivíduos que entraram em cavernas, densamente povoadas por morcegos infectados (milhões de espécimes – EUA) e 2 pessoas que manipularam o vírus da raiva em laboratório, sem que os mesmos tenham recebido vacina contra a raiva em esquema de pré-exposição e não adotaram medidas de biossegurança adequadas, tanto de proteção individual (EPI), quanto coletiva (EPC).
  • Zoofilia – Práticas sexuais com animais (bestialismo) pela penetração do vírus pela pele e mucosa da região genital. No Brasil há relato de 2 casos de raiva humana por essa forma de transmissão, um no estado de Espírito Santo de um adolescente que mantinha relações sexuais com cabra, na década de 80, e outro em município do estado de São Paulo em que um adulto jovem do sexo masculino, que se deixava morder e lamber, na região genital, por cães (1997).
  • Inter-humana – Quando se desconhece que a primeira pessoa morreu de raiva (caso índice), possivelmente não se faz a suspeita do caso secundário, transmitido pelo anterior. Na literatura científica há descrição de 2 casos na Etiópia: mãe após mordedura, em dedo da mão, do filho que faleceu de raiva; e filho que beijou na boca repetidas vezes sua mãe, quando esta já estava com raiva. Deve ser lembrado, no entanto, que frente a um caso de raiva humana, os comunicantes devem ser avaliados individualmente e ser indicada a Profilaxia da Raiva Humana pós-exposição, quando necessária.
  • Transplante de córnea – Foram descritos na literatura científica, 8 casos de raiva, em décadas passadas, em pessoas que receberam córneas de doadores que morreram de raiva, sem que se suspeitasse que o óbito tivesse sido provocado por essa doença. Houve casos de doador envolvido em acidente automobilístico, acreditando-se ser a morte ocasionada por esse motivo e não por um distúrbio comportamental da raiva. Deve-se ressaltar o caso de um paciente que após o transplante de córnea teve um período de incubação longo, pois chegou a receber 2 doses de vacina, haja vista que o primeiro receptor da córnea do mesmo doador faleceu pela doença.

O que fazer quando agredido por um animal, mesmo se ele estiver vacinado contra a raiva

– Lavar imediatamente o ferimento com água e sabão.

– Procurar com urgência o Serviço de Saúde mais próximo. – Não matar o animal, e sim deixá-lo em observação durante 10 dias, para que se possa identificar qualquer sinal indicativo da raiva. – O animal deverá receber água e alimentação normalmente, num local seguro, para que não possa fugir ou atacar outras pessoas ou animais. – Se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento, voltar imediatamente ao Serviço de Saúde. – Nunca interromper o tratamento preventivo sem ordens médicas. – Quando um animal apresentar comportamento diferente, mesmo que ele não tenha agredido ninguém, não o mate e procure o Serviço de Saúde.
Sinais indicativos da raiva
Variam conforme a espécie. Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior freqüência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica). No entanto, em todos animais costumam ocorrer os seguintes sintomas:- dificuldade para engolir – salivação abundante – mudança de comportamento – mudança de hábitos alimentares – mudança de hábitos – paralisia das patas traseiras. Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.
Fonte- Com informações da Secretaria de Estado da Saúde

Zoonoses alerta para a vacinação contra raiva em equinos e bovinos

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vacinação cavalos

 

O Centro de Controle de Zoonoses (C.C.Z.), da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro, alerta os proprietários rurais e, também, os que possuem animais na zona urbana da cidade, sobre a importância da vacinação contra a raiva em equinos e bovinos.

Na região já foram registrados casos da doença em cavalos, transmitida por morcegos. A vacinação é a forma mais eficaz de evitar que os animais sejam vítimas da doença fatal, que pode ser transmitida aos seres humanos. As doses da vacina devem ser adquiridas em agropecuárias.

Recentemente uma equipe de controle da raiva em herbívoros, pertencente ao escritório de Defesa Agropecuária de São Paulo, esteve em Rio Claro avaliando os locais de abrigos de morcegos em cavernas e em áreas onde a concentração desses mamíferos é maior.

No entanto, a participação dos criadores de gado e cavalo é fundamental para que a doença não avance. A Casa da Agricultura (órgão estadual), localizada na Rua 3-A, número 903, entre as Avenidas 38-A e 40-A, na Vila Alemã, pode ser consultada se houver dúvidas sobre o procedimento correto para a aplicação das vacinas em equinos e bovinos.

O mesmo alerta serve para os proprietários de cães e gatos, animais que     não devem ficar sem vacinação, pois também estão expostos aos riscos da doença. “Temos vacina gratuita para esses animais domésticos”, esclarece o veterinário e coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Josiel Hebling.

Medidas preventivas já foram tomadas no distrito de Batovi, com a vacinação de cães e gatos feita de casa em casa. Aquela região e outros pontos da cidade continuam

 sendo avaliados no que diz respeito a casos suspeitos de raiva animal.

Cuidados

A raiva não tem cura, portanto é necessário tomar medidas preventivas. O importante é manter os animais domésticos (cães e gatos) e os de grande porte (cavalos e bovinos) vacinados anualmente contra a doença, informa a Vigilância Epidemiológica de Rio Claro.

No caso do animal ficar doente o proprietário deve chamar o veterinário, imediatamente; e evitar ter contato com a saliva dele, pois é um canal de contaminação.

Caso o animal tenha sintomas de raiva, como parar de beber água, de comer e se esconder em locais escuros, a pessoa deve ligar no Centro de Controle de Zoonoses, para receber orientações de como proceder. O telefone é o 3527-0309.

Se a pessoa se deparar com um animal atropelado, não deve tentar mexer nele, pois em muitas situações ele está com dor e acaba mordendo. Se este animal morrer antes de 10 dias de observação, a pessoa ferida, a depender do local da mordida, será submetida à soroterapia, que é um procedimento realizado em sala de emergência, dentro do pronto socorro.

Em caso de arranhadura, mordedura, por qualquer mamífero contaminado, lavar o local imediatamente com água e sabão, abundantemente e procurar uma unidade de saúde.