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AGENTES DO CCZ REALIZAM LIRAa NOS BAIRROS DA CIDADE – Saiba o que é esta pesquisa

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Mosquitos botam e nascem o ano todo. Seus ovos podem durar mais de 450 dias no seco, eclodindo rapidamente após contato com qualquer quantidade de água parada e 80% dos criadouros estão nas residências.

Para contarmos larvas e criadouros, a Sucen – Superintendência de Controle de Endemias, orgão da Secretaria Estadual de Saúde, determina que seja realizado quatro vezes ao ano ,  o Breteau ou LIRAa, que é  o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti;  uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas de Aedes aegypti, mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela.

Durante todo  ano de 2018 informamos  que nossa  cidade encontra-se em estado de Alerta em relação à densidade larvária, ou seja, existem muitos criadouros com positividade de larvas de Aedes aegypti nas residências.

O  perigo de epidemia agrava-se durante o verão, onde a chuva e o calor propiciam maior reprodução destes insetos.

Os  principais criadouros de mosquitos encontrados  nas residências são: ralos descobertos, canaletas do box e do quintal, pratos de plantas, pneus, bebedouros de animais, latas,  potes plásticos, garrafas, inservíveis no quintal.

Durante as visitas de rotina, os agentes procuram, orientam e auxiliam na eliminação dos criadouros, mas a vistoria semanal deve ser realizada pelos moradores, lembrando que qualquer quantidade de água parada, serve de “berço” para os mosquitos transmissores da Dengue, Febre Amarela, Zika e Chikungunya.

 

                                                                            Apenas uma gota de água pode gerar 2 mil mosquitos
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Índice larvário é o mais alto medido em julho nos últimos anos

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O Centro de Controle de Zoonoses concluiu mais uma ADL- Análise de Densidade Larvária. Este levantamento realizado 4 vezes por ano, mostra o nível de infestação de larvas do Aedes aegypti, mosquito que transmite doenças como Dengue, Chikungunya e Zika. A análise apontou um índice de 1.1, considerado alto para o mês de julho. No ano passado a ADL foi de 0.3 e em 2014, alguns meses antes do início do surto de dengue no município, o índice estava em 0.8. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, número menor que 1.0 registrado no Breteau é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, situação de risco.

Aliado ao resultado da ADL, uma outra preocupação do Centro de Controle de Zoonoses é com a introdução de um outro vírus da dengue em Rio Claro. Pelo município já circularam os vírus 1 e 4, deixando parte da população imune contra esses tipos. Na região de Campinas e Piracicaba, no entanto, já há registro da introdução do vírus 2. A Chefe de Núcleo de Combate a Endemias, Maria Júlia Guarnieri Baptista lembra que a dengue pode ser provocada por 4 vírus  e que a pessoa infectada fica imune aos tipos já adquiridos, mas vulnerável aos demais. “Outro fator bastante preocupante é que o fato de estarmos sem chuva há meses não impediu a reprodução do Aedes, visto que ela está ocorrendo dentro das residências pela ação do homem” enfatizou Maria Júlia.

Nas casas vistoriadas foram encontradas larvas em plantas aquáticas, pratos de plantas, bebedouros, galão de água, ralos externos, caixas d´água, pneus, baldes, regadores, piscina, material de construção, peças de sucatas, lonas, encerados, latas de tinta, potes de sorvete, vasilhas para animais, entre outros locais.

Para realizar a ADL o município é dividido em 4 áreas. A área 1, compreende bairros como Jardim Florença, Vila Nova, Vila Alemã, São Miguel, Vila Industrial, Jardim Bandeirantes e outros adjacentes. A área 2 são bairros do Grande Cervezão. Área 3 a região central e bairros próximos e área 4, bairros Bonsucesso, Novo Wenzel, Jardim Brasília, Guanabara, Palmeiras entre outros. O maior índice de densidade larvária foi encontrado na área 1.

Mais uma vez o Centro de Controle de Zoonoses faz um alerta à população para que não deixe água parada em recipientes e adote a vistoria dentro de casa como um hábito constante.

 

Written by I.E.C - CCZ

31/07/2018 at 8:00 am

Hoje tem início o levantamento do índice do Breteau

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Começa nesta segunda-feira (02) o levantamento do índice de Breteau (IB), que aponta a quantidade de mosquitos Aedes aegypti em fase de desenvolvimento. Os agentes estarão visitando alguns quarteirões sorteados pelo sistema da Sucen.

A partir do resultado da pesquisa, que é feita por amostragem, a Zoonoses pode direcionar suas ações visando combater o Aedes.

Os agentes contam com o apoio da população. Receba bem os nossos agentes. Essa pesquisa é importante para o município.

Com aumento de índice de larvas, Rio Claro faz alerta sobre mosquito da dengue

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As chuvas e as temperaturas mais altas aumentam o risco de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. As autoridades de saúde de Rio Claro reforçam o pedido à comunidade para que redobrem a atenção e ajudem a combater o mosquito, eliminado os criadouros. Além desta época do ano, que favorece a proliferação do inseto, a orientação da Secretaria Municipal de Saúde também está sendo intensificada pelo fato do Índice de Densidade Larvária (IDL) colocar o município em situação de alerta.

Aferido pelo índice Breteau, o IDL medido entre 3 e 10 de janeiro, em 2549 imóveis, mostra Rio Claro com o resultado 2.0. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, número menor que 1 registrado no Breteau é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, risco de surto. Em outubro de 2017 o levantamento do Breteau havia apontado índice de 0,5 em Rio Claro.

“Precisamos mais do que nunca ficar atentos aos criadouros”, orienta a gerente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Amanda Borotti. “Pequenos recipientes de água parada são suficientes para a proliferação do mosquito e aos riscos à saúde”, acrescenta, reforçando que a colaboração dos moradores é essencial. Paralelamente, os trabalhos da prefeitura para combater o mosquito são realizados ininterruptamente no município. O Centro de Controle de Zoonoses desenvolve campanha permanente com visitas diárias casa a casa, faz nebulizações e ministra palestras educativas.

Uma das orientações feitas à comunidade é para o descarte correto de lixo e materiais inservíveis. Entre muitos outros problemas, sujeira espalhada em vias públicas, terrenos e quintais também pode se tornar criadouro do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. Para colaborar com o descarte correto, a prefeitura mantém coleta de lixo em todos os bairros, coleta seletiva, serviço de cata bagulho e ecopontos. Na semana que vem, a prefeitura vai iniciar a limpeza de terrenos particulares que não foram limpos por seus proprietários e fazer a cobrança pelo serviço.

Em 2017, Rio Claro registrou 14 casos de dengue, 10 de chikungunya e nenhum de zika vírus, doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. O boletim mais recente da Vigilância Epidemiológica aponta que nestes primeiros dias de janeiro não foram registrados casos de nenhuma dessas três doenças no município.

Agentes concluem mais uma avaliação de densidade larvária

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Resultados podem ser divulgados amanhã e irão mostrar a situação do município no momento com relação ao Índice larvário

Os agentes do Centro de Controle de Zoonoses terminaram nesta quarta-feira (10), mais um trabalho de avaliação de densidade larvária. O resultado que pode ser divulgado nesta sexta-feira vai mostrar como está a situação do município em relação a infestação de larvas do Aedes aegypti.

Esse índice é apurado sempre nos meses de janeiro, julho e outubro, e consiste em oferecer dados para que o município possa traçar estratégias de combate ao mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungunya.

Durante os próximos 15 dias, equipes de agentes estarão nos 4 setores da cidade, em visitas que são aleatórias, na busca por larvas que indiquem a infestação do mosquito. Através desses dados é possível conhecer quais setores estão mais vulneráveis e traçar planos de trabalho de controle do vetor.

Em 2014 o último índice do Breteau apontou 1.1 de infestação de larvas. Em 2015, 1.3 e em 2016, 0.7. Em 2017 o levantamento realizado em outubro revelou um índice de 0,5.  De acordo com a OMS, o número menor que 1 é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, risco de surto.

Caça às larvas

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O Centro de Controle de Zoonoses realizou de 1 a 15 de julho a Avaliação de Densidade Larvária. O índice conhecido como Breteau é o valor numérico que permite conhecer o nível de infestação de larvas do Aedes aegypti nos quatro setores do município percorridos pelos agentes. No total foram trabalhadas 124 quadras e 2.449 imóveis.

Embora os casos de Dengue tenham diminuído este ano em Rio Claro, os trabalhos de prevenção das equipes continuam sendo realizados. Os resultados do Breteau e do IIP (Índice de Infestação Predial) permitem a Zoonoses direcionar as ações de combate ao Aedes aegypti procurando diminuir a incidência das doenças  transmitidas pelo mosquito. O resultado final foi divulgado dia 20 e apontou um índice de 0.3, considerado satisfatório. A EPTV acompanhou o trabalho dos agentes. Confira no link:

http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/jornal-da-eptv/videos/v/centro-de-controle-de-zoonoses-de-rio-claro-coleta-dados-para-calcular-indice-de-breteau/5997175/