DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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PIRASSUNUNGA EM VISITA AO CCZ RIO CLARO

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Representantes do município de Pirassununga,  professor da USP  Adroaldo Zanella acompanhado do vereador Vitor Naressi, estiveram na sede do CCZ Rio Claro para colher  informações sobre a criação de um centro de controle de zoonoses em seu município.

O sr.  Diego Reis e  a Dra. Maria Emilia de Godoy recepcionaram os visitantes esclarecendo  suas dúvidas sobre nossos trabalhos preventivos , programa de castração e disponibilizando material informativo.

Um Centro de Controle de Zoonoses trabalha com doenças transmitidas por animais para humanos: raiva, dengue, leptospirose, leishmaniose, entre outras,  e é fundamental na saúde pública.

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CCZ PARTICIPA DO EVENTO RESGATANDO O BRINCAR

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Foi um sucesso o evento Resgatando o Brincar   realizado no último domingo, 27 na Lagoa Seca do Cervezão,  organizado pelo  vereador Geraldo Voluntário e que teve a participação de diversas secretarias municipais e entidades privadas.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve presente com muitas brincadeiras e claro, informações preventivas.

Os bonecos Agente Cabeção e o mosquito Aedes marcaram presença com o público presente, brincando e lembrando da necessidade da eliminação dos criadouros do mosquito para evitar a Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

 

A barraca com exposição de Animais Peçonhentos e folhetos informativos teve um grande número de visitas  com os Agentes de Endemias  esclarecendo a curiosidade de todos.

A confecção de máscaras deixou a criançada animada.


 

 

 

 

 

Novas brincadeiras como : Acertar o bico no mosquito e Lançamento de bolinhas foram um sucesso.

 

Essas formas lúdicas e divertidas auxiliam nas  informações preventivas sobre diversas doenças trabalhadas pelo Centro de Controle de Zoonoses e na saúde de toda população.

 

Bombeiros recebem orientação sobre FEBRE MACULOSA.

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A equipe de Informação e Educação  do Centro controle de Zoonoses estive essa semana na sede  do Corpo de Bombeiros de Rio Claro para orientações sobre Febre Maculosa.

Sabendo que nossa região tem registrado vários óbitos da doença, o CCZ foi levar informações sobre a doença, já que a equipe de Corpo de Bombeiros sempre está em áreas de risco.

Febre maculosa é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela ou micuim da espécie Amblyomma cajennense. Esse carrapato pode ser encontrado em animais de grande porte (bois cavalos, etc.), cães, aves domésticas, roedores e, especialmente, na capivara, o maior de todos os reservatórios naturais.

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas.

A febre maculosa tem cura desde que o tratamento com antibióticos seja introduzido nos primeiros dias, após o surgimento dos sintomas.

Os sintomas são febre alta, dor no corpo, dor da cabeça, inapetência, desânimo. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas nas palmas das mãos e sola dos pés, as máculas que crescem e tornam-se salientes.

A prevenção da febre maculosa pode ser feita da seguinte forma:

Examine seu corpo cuidadosamente a cada três horas pelo menos quando for passear em áreas de mato. Use roupas claras porque facilitam enxergar melhor os carrapatos.

Coloque a barra das calças dentro das meias e calce botas de cano mais alto nas áreas que possam estar infestadas por carrapatos. Tenha cuidado ao retirar o carrapato que estiver grudado em sua pele;

* Não se esqueça de que os sintomas iniciais da febre maculosa são semelhantes aos de outras infecções e requerem assistência médica imediata. Caso sinta os sintomas procure uma unidade de saúde e avise ao Medico que esteve em contato com carrapato ou área de risco. Essa informação e muito importante e pode salvar sua vida.

II SAÚDE NO CÂMPUS

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De 24 a 26 de Julho a  UNESP Rio Claro convidou instituições de saúde  para trabalhos conjuntos no Câmpus da Universidade.

O evento visa cadastrar e informar os usuários sobre saúde e segurança no local, aproximando a comunidade e estudantes.

A Fundação Municipal de Saúde está participando com a presença do Centro de Controle de Zoonoses expondo e orientando sobre Animais Peçonhentos, diversas zoonoses como Febre Maculosa, controle do mosquito Aedes aegypti,  serviços do setor  e vacinando cães e gatos contra a Raiva;  equipes da Vigilância Epidemiológica estão  atualizando carteiras de vacinação para adultos e  realizando teste rápido para Hepatites B e C.

Outros serviços como:  aferição de pressão, cálculo de IMC, testagem para glicemia , orientações sobre descarte correto de medicamentos, postura e massagem, alimentação saudável e cadastramento para utilização do câmpus para caminhadas, também estão sendo prestados.

 

Centro de Controle de Zoonoses participa de Desfile Cívico.

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Em comemoração aos 191 anos da cidade de Rio Claro o Cento de Controle de Zoonoses marcou presença no desfile cívico.

Alguns funcionários se vestiram de Aedes,  Boneco Cabeção e Cachorrão, outros carregaram faixas informativas sobre o combate ao Aedes e Posse Responsável.

 

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA E MORCEGOS

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morcego-frugivero

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Os telhados e paredes das cidades brasileiras acumulam mais do que poeira e sujeira: têm também uma variedade de morcegos.

Cerca de um quarto das 167 espécies do país pode ser encontrado na área urbana e periurbana do Brasil. As outras vivem em cavernas- que são o habitat natural desses bichos.

Essa abundância de morcegos nas cidades acontece porque, com a expansão desenfreada das construções e o aumento do desmatamento, os bichos são cada vez mais empurrados para ambientes humanos.

                       SEM CAVERNA

morcego-caverna

Alguns desses locais como lajes, dutos de ventilação, chaminés de churrasqueiras e poços de elevador- mostraram-se tão “confortáveis” quanto cavernas e outros espaços originalmente usados como habitat pelos bichos.

Invenções humanas, como os postes de iluminação pública, facilitaram não só a vida das pessoas, mas também a desses animais.

Atraída pela luz, uma multidão de insetos costuma circular nas proximidades da lâmpada, proporcionando um verdadeiro banquete para as espécies insetívoras.

Embora os morcegos possam transmitir Raiva e outras doenças, pesquisadores defendem que sua presença pode ser benéfica.

Espécies insetívoras como o Molossus molossus e Tadarida brasiliensis agem como dedetizadores naturais: elas se alimentam principalmente de baratas, mosquitos e cupins.

Os morcegos frugíveros (Artibeus lituratus) espalham sementes através das fezes, auxiliando no reflorestamento.

Encontrado morcego com Raiva na cidade

 

Solicitada a presença do Centro de Controle de Zoonoses em uma residência onde o morador encontrou um morcego morto, este foi enviado para exames e constatada a  contaminação pelo vírus da Raiva.

 

Para evitar que humanos ou animais domésticos contaminem-se,  o CCZ estará trabalhando a área da Rua 3 até a Rua 8 e das  Avs. 19 até a 27 a partir da próxima segunda-feira, 31/10 até quinta-feira, dia 03/11, podendo estender os trabalhos até a abrangência total das residências.

 

Este trabalho consiste na educação /orientação com cartazes e folhetos informativos  para os moradores e realizando a vacinação antirrábica em cães e gatos.

A vacinação antirrábica é fundamental para a prevenção da doença nos animais de estimação, que normalmente veem o morcego como caça ou brinquedo.

 

Como prevenir:

 

. Se os morcegos estiverem abrigados no forro, retire algumas telhas, acenda uma lâmpada ou coloque algumas telhas de vidro, para que a luz entre e afugente-os.

. Após a retirada dos morcegos do forro, realizar a limpeza e desinfecção , umedecendo a superfície com solução de água e cloro, na proporção de meio litro de cloro para um litro de água. Sempre utilizar máscara, botas e luvas. As fezes retiradas devem ser ensacadas e descartadas no lixo.

. Vedar as frestas do telhado;

. Telar as janelas;

. Realizar a poda das árvores para aumentar a incidência de luz;

. Retirar frutos das árvores, eliminando alimentos dos morcegos frugívoros.

IMPORTANTE

. Se houver contato de animal (cão e/ou gato) com morcegos, procurar imediatamente o médico veterinário ou o Centro de Controle de Zoonoses;

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta ou captura do animal, mesmo se estiver morto;

. Vacine cães e gatos contra a Raiva;

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura) a pessoa deve procurar um serviço de saúde imediatamente.

. Ligue 156 para solicitação de visita ou 3535-4441 e 3533-7155 – CCZ, para orientações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Carrapatos: calor aumenta o perigo, previna-se

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carrapato-fases

A Primavera e as chuvas estão chegando e com elas, muitos insetos saem de suas tocas para alimentar-se e acasalar. Os carrapatos também aumentam neste período.

Vários casos de Febre Maculosa têm sido registrados no país, portanto cuidados devem ser tomados em passeios perto de rios, pastos, matas, sítios, chácaras.

O homem é infectado através da picada do carrapato estrela ou micuim que eventualmente carrega a bactéria Rickettsia rickettsii nas suas glândulas salivares. Esse carrapato hematófago pode ser encontrado em animais de grande porte (bois cavalos, etc.), cães, aves domésticas, roedores, animais selvagens como os gambás, cachorros-do-mato, coelhos, tatus e cobras e, especialmente, na capivara, o maior de todos os reservatórios naturais.

 Transmissão

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Os de menor tamanho são vetores mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos. Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Os primeiros sintomas aparecem de dois a quatorze dias depois da picada. Na imensa maioria dos casos, sete dias depois.

A doença começa abruptamente com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor da cabeça, inapetência, desânimo. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas, as máculas, que crescem e tornam-se salientes, constituindo as maculopápulas.

A erupção cutânea é generalizada e manifesta-se também na palma das mãos e na planta dos pés, o que em geral não acontece nas outras doenças exantemáticas (sarampo, rubéola, por exemplo).

O diagnóstico é realizado com exame específico para o diagnóstico da febre maculosa

Tratamento

A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total.

Atraso no diagnóstico e, consequentemente no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

Recomendações

. Evite o contato com carrapatos. Se, por acaso, estiver numa área em que eles possam existir, como beiras de lagos e rios, trilhas, pastos, parques, florestas, tome as seguintes precauções:

. Examine seu corpo cuidadosamente a cada três horas pelo menos, porque o carrapato-estrela transmite a bactéria responsável pela febre maculosa só depois de pelo menos quatro horas grudado na pele;

. Use roupas claras porque facilitam enxergar melhor os carrapatos;

. Coloque a barra das calças dentro das meias e calce botas de cano mais alto nas áreas que possam estar infestadas por carrapatos.

. Corte o mato e grama rente ao solo

. Tenha cuidado ao retirar o carrapato que estiver grudado em sua pele. Não o esmague com as mãos ou unhas pois você pode adquirir a doença através de pequenos ferimentos na pele;

. Não se esqueça de que os sintomas iniciais da febre maculosa são semelhantes aos de outras infecções e requerem assistência médica imediata. Esteja atento ao aparecimento dos sintomas comuns a vários tipos de infecção e avise o médico para um diagnóstico diferencial.

Não existe vacina contra a febre maculosa brasileira.