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Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é muitas vezes a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  importante, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Prevista para ter início em agosto, a campanha de vacinação antirrábica na área urbana é uma oportunidade para que proprietários de cães e gatos possam imunizar seus animais protegendo-os contra a raiva. O calendário está sendo preparado e em breve será divulgado nas redes sociais do Centro de Controle de Zoonoses e na imprensa.

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Mais de 60 pessoas deixaram de trazer animais para castração em abril

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Cirurgias são agendadas, mas donos não aparecem

O relatório de agendamento feito pelo Centro de Controle de Zoonoses todo mês mostra que em abril, 445 animais (cães e gatos) deveriam ter sido castrados já que havia agendamento para as cirurgias. No entanto foram feitos 379 procedimentos. Sessenta e seis proprietários de animais não apareceram no dia e hora marcados e muitos deles nem avisaram da desistência.

Esse tipo de atitude prejudica bastante os trabalhos da equipe cuja meta é esterilizar perto de 400 animais.  Apesar do contratempo o número de castrações ainda é considerado muito bom e vem se mantendo devido ao empenho da equipe. A Zoonoses pede apenas que em caso de desistências as pessoas liguem avisando, para que outros animais possam ser castrados. Os telefones da Zoonoses para mais informações são 3535-4441 ou 3533-7155.

 

Veterinárias reforçam necessidade de cuidados pós-castração

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20180502_082549Seguir as orientações pós-cirúrgicas em animais castrados é tão importante quanto o procedimento de esterilização realizado. O alerta é da médica veterinária Amanda Borotti, que trabalha no Centro de Controle de Zoonoses. De acordo com ela, no CCZ todo proprietário de animal recebe orientações por escrito para evitar problemas após a cirurgia e assina um termo de ciência se comprometendo a seguir as recomendações. No entanto muitos ignoram o documento e quem sofre com isso é o animal. “Sem tomar os cuidados necessários a sutura (pontos) pode se abrir e provocar perda de sangue ou até uma infecção que pode levar a óbito”, relata a também veterinária Maria Emília Canoa de Godoy.

A castração é um procedimento cirúrgico invasivo e que exige os mesmos cuidados de outra cirurgia qualquer. O animal precisa, além de necessariamente utilizar a roupa cirúrgica, permanecer em um local que não permita a ele se movimentar demais (correr, pular). Durante os 30 dias seguidos à cirurgia o cão ou gato devem ficar em observação para que a cicatrização do procedimento aconteça sem intercorrências.

Já houve casos em que, depois de dias da cirurgia de castração o proprietário procurou a Zoonoses trazendo o animal com o abdômen aberto querendo refazer a sutura. “Esta situação e outras parecidas ocorrem pela falta de observação do tutor das recomendações pós- cirúrgicas, saindo assim do nosso alcance esse tipo de suporte”, explicou a veterinária Amanda Borotti.

As castrações na Zoonoses atendem toda a população, mas em especial as pessoas de baixa renda. As cirurgias são feitas de segunda a sexta-feira. Para agendar horário é necessário ter um cadastro que pode ser feito por telefone mesmo, através dos números 3533-7155 ou 3535-4441, das 7h00 às 15h30.

PIRASSUNUNGA EM VISITA AO CCZ RIO CLARO

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Representantes do município de Pirassununga,  professor da USP  Adroaldo Zanella acompanhado do vereador Vitor Naressi, estiveram na sede do CCZ Rio Claro para colher  informações sobre a criação de um centro de controle de zoonoses em seu município.

O sr.  Diego Reis e  a Dra. Maria Emilia de Godoy recepcionaram os visitantes esclarecendo  suas dúvidas sobre nossos trabalhos preventivos , programa de castração e disponibilizando material informativo.

Um Centro de Controle de Zoonoses trabalha com doenças transmitidas por animais para humanos: raiva, dengue, leptospirose, leishmaniose, entre outras,  e é fundamental na saúde pública.

Zoonoses fecha o ano com mais de 4 mil castrações gratuitas em cães e gatos

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A prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria de Saúde, encerrou 2018 com 4.050 animais castrados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), número que atende as metas estabelecidas e é bastante significativo no que diz respeito ao controle populacional de cães e gatos no município. O número mais expressivo de castrações até então tinha sido 2.918 cirurgias, em 2014.

A quantidade de cães e gatos castrados neste ano poderia ter sido ainda maior, já que 858 proprietários deixaram de levar seus animais no dia e hora marcados para a cirurgia, sem avisarem antecipadamente. Ainda assim, de acordo com o gerente do CCZ, Diego Reis,  o resultado reflete o empenho da equipe em manter uma média de 300 a 400 animais castrados por mês, o que coloca o programa de esterilização do município em destaque na região.

Dos animais castrados este ano, 1.994 foram cães (machos e fêmeas) e 2.056 gatos (machos e fêmeas). A expectativa é manter o ritmo em 2019, atendendo  animais pertencentes a toda a população, priorizando os das pessoas de baixa renda.
Os interessados em castrar seus animais devem ligar para 3535-4441 ou 3533-7155, de segunda a sexta-feira das 7 às 16 horas. Será feito um cadastro e agendamento da cirurgia. Caso não seja possível comparecer no dia agendado, o proprietário deve ligar e fazer o cancelamento com pelo menos três dias de antecedência para que outro animal possa ser agendado.

Caso o cadastro já tenha sido feito, mas a Zoonoses ainda não entrou em contato, pode ser que o munícipe trocou o número de seu telefone e não informou ao CCZ. Nesse caso a pessoa deve entre em contato e fazer a atualização dos dados.

Passa dos 18 mil número de animais castrados pela Zoonoses

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O programa de castração do Centro de Controle de Zoonoses alcançou neste mês de agosto 18.271 animais esterilizados, desde a sua implantação, em 2011. Nos últimos meses, os procedimentos cirúrgicos ganharam impulso com as modificações feitas no sistema de cadastramento e agendamento de animais. A lista de espera para castração de felinos, por exemplo, está bastante adiantada. Em alguns casos a Zoonoses tem dificuldades para entrar com contato com os proprietários que ainda não castraram seus animais devido à mudança do número de telefone. Nesse caso recomenda-se um novo contato para agendamento da castração.

De janeiro a agosto de 2018, a Zoonoses já castrou 2.608 animais. No entanto foram feitos neste mesmo período, 3.200 agendamentos. A diferença entre os agendamentos e a castração, diz respeito aos proprietários que não apareceram no dia e horário agendados. “Se todos os agendados comparecessem, o número de castrações poderia ser muito maior”, informou a funcionária Nildes Ferreira, do setor de agendamento.

Para que o CCZ continue dentro de sua meta é preciso que os agendamentos sejam cumpridos ou a ausência informada com pelo menos dois dias de antecedência para que outros animais possam passar pelo procedimento. Outras informações sobre cadastramento e agendamento podem ser obtidas através dos telefones 3535-4441 ou 3533-7155.

II SAÚDE NO CÂMPUS

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De 24 a 26 de Julho a  UNESP Rio Claro convidou instituições de saúde  para trabalhos conjuntos no Câmpus da Universidade.

O evento visa cadastrar e informar os usuários sobre saúde e segurança no local, aproximando a comunidade e estudantes.

A Fundação Municipal de Saúde está participando com a presença do Centro de Controle de Zoonoses expondo e orientando sobre Animais Peçonhentos, diversas zoonoses como Febre Maculosa, controle do mosquito Aedes aegypti,  serviços do setor  e vacinando cães e gatos contra a Raiva;  equipes da Vigilância Epidemiológica estão  atualizando carteiras de vacinação para adultos e  realizando teste rápido para Hepatites B e C.

Outros serviços como:  aferição de pressão, cálculo de IMC, testagem para glicemia , orientações sobre descarte correto de medicamentos, postura e massagem, alimentação saudável e cadastramento para utilização do câmpus para caminhadas, também estão sendo prestados.