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PIRASSUNUNGA EM VISITA AO CCZ RIO CLARO

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Representantes do município de Pirassununga,  professor da USP  Adroaldo Zanella acompanhado do vereador Vitor Naressi, estiveram na sede do CCZ Rio Claro para colher  informações sobre a criação de um centro de controle de zoonoses em seu município.

O sr.  Diego Reis e  a Dra. Maria Emilia de Godoy recepcionaram os visitantes esclarecendo  suas dúvidas sobre nossos trabalhos preventivos , programa de castração e disponibilizando material informativo.

Um Centro de Controle de Zoonoses trabalha com doenças transmitidas por animais para humanos: raiva, dengue, leptospirose, leishmaniose, entre outras,  e é fundamental na saúde pública.

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ZOONOSES MINISTRA PALESTRA PARA BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR

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O 37º Batalhão da Polícia Militar do Interior recebeu  Solange Mascherpe, representante do setor de educação e informação do Centro de Controle de Zoonoses que ministrou a palestra : Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas pelo descarte incorreto de lixo.

Os profissionais militares  trabalham pelas ruas e além dos perigos cotidianos da profissão, muitas vezes são obrigados a entrar em áreas com  risco de encontrar animais peçonhentos, ratos, carrapatos, mosquitos transmissores de doenças, entre outras adversidades.

A palestra esclarece sobre  animais relacionados ao descarte incorreto de resíduos  e as diversas doenças, sintomas e ações preventivas que estes profissionais poderão utilizar em seu cotidiano e também levar as informações recebidas para suas famílias.

Nossos agradecimentos ao comando da corporação e ao efetivo da Unidade pela receptividade e oportunidade do compartilhamento destes conhecimentos.

 

CCZ ORIENTA GUARDA MIRIM SOBRE LIXO E BICHOS

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O Centro de Controle de Zoonoses através do setor de educação e informação, esteve na sede da Guarda Mirim no último sábado, 26, ministrando a palestra: Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo.

Cerca de 300 jovens conheceram os problemas com mosquitos, ratos, animais peçonhentos, doenças relacionadas como:  Dengue, Chikungunya, Leptospirose, entre outras e o agravamento com o descarte incorreto de resíduos em ruas, terrenos e quintais.

O conhecimento e conscientização da população é fundamental para a diminuição destes problemas para a saúde pública.

Estes jovens  trabalham em orgãos públicos , empresas e poderão repassar as informações recebidas ao público que atendem e familiares.

Nossos agradecimentos à direção e ao público presente e novas palestras já estão sendo agendadas.

EPTV REALIZA CAMPANHA REGIONAL CONTRA O AEDES AEGYPTI

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A preocupação com o mosquito Aedes aegypti  é constante, agravando-se durante o verão, onde são registrados  dias mais quentes e com chuvas, o que proporciona um aumento de  criadouros  e a diminuição de seu ciclo.

Visando um grande movimento regional para conscientizar as populações e conter a proliferação deste mosquito, a EPTV irá realizar a 4ª Campanha Regional de Combate ao Aedes aegypti com a participação de vários municípios simultaneamente.

Segundo André Luís Martins de Oliveira – Relações Institucionais e Eventos : “O objetivo da nossa campanha é criar um dia de envolvimento regional, com a participação de todas as cidades da área de cobertura da EPTV, para a realização de um mutirão de combate aos criadouros e a proliferação do mosquito Aedes aegypti.”

Em  reunião realizada para apresentação dos  detalhes desta operação, o município de Rio Claro , esteve representado pela  Sra. Paula Kannebley, Diretora de Vigilâncias, Sr. Diego Reis, Gerente do Centro de Controle de Zoonoses  e Sra. Maria Julia Guarnieri, Chefe de Núcleo de Combate às Endemias.

Ações  contra o mosquito e  às arboviroses transmitidas  devem ser realizadas diariamente   :  elimine locais com água parada; coloque cloro em canaletas, ralos; não jogue lixo em ruas e terrenos. Colabore !

AGENTES DO CCZ REALIZAM LIRAa NOS BAIRROS DA CIDADE – Saiba o que é esta pesquisa

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Mosquitos botam e nascem o ano todo. Seus ovos podem durar mais de 450 dias no seco, eclodindo rapidamente após contato com qualquer quantidade de água parada e 80% dos criadouros estão nas residências.

Para contarmos larvas e criadouros, a Sucen – Superintendência de Controle de Endemias, orgão da Secretaria Estadual de Saúde, determina que seja realizado quatro vezes ao ano ,  o Breteau ou LIRAa, que é  o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti;  uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas de Aedes aegypti, mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela.

Durante todo  ano de 2018 informamos  que nossa  cidade encontra-se em estado de Alerta em relação à densidade larvária, ou seja, existem muitos criadouros com positividade de larvas de Aedes aegypti nas residências.

O  perigo de epidemia agrava-se durante o verão, onde a chuva e o calor propiciam maior reprodução destes insetos.

Os  principais criadouros de mosquitos encontrados  nas residências são: ralos descobertos, canaletas do box e do quintal, pratos de plantas, pneus, bebedouros de animais, latas,  potes plásticos, garrafas, inservíveis no quintal.

Durante as visitas de rotina, os agentes procuram, orientam e auxiliam na eliminação dos criadouros, mas a vistoria semanal deve ser realizada pelos moradores, lembrando que qualquer quantidade de água parada, serve de “berço” para os mosquitos transmissores da Dengue, Febre Amarela, Zika e Chikungunya.

 

                                                                            Apenas uma gota de água pode gerar 2 mil mosquitos

Estudo descobre que moscas carregam a bactéria que gera úlcera e gastrite em humanos

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Já sabemos que as moscas apreciam bastante alimentos apodrecidos, fezes, lixo e tudo o que há de mais ‘asqueroso’ no mundo. No entanto, parece que temos subestimado o quão anti-higiênicos estes insetos podem ser.]

De acordo com um estudo publicado recentemente na Scientific Reports, as moscas são na verdade um paraíso de bactérias, que são transportadas às centenas por meio das asas e patas do inseto, e desembarcam em nossa cozinha e alimentos.

O problema é que essas bactérias podem ter um impacto significativo em nossa saúde. Logo, os autores argumentam que as organizações de saúde têm negligenciado o papel que as pequenas moscas podem desempenhar nos surtos de doenças. As informações são da IFLScience.

“As patas e as asas mostram a maior diversidade microbiana no corpo da mosca, sugerindo que as bactérias usam as moscas como transportes aéreos“, explicou Stephan Schuster, coautor do estudo. “Pode ser que as bactérias sobrevivam a sua jornada, crescendo e se espalhando em uma nova superfície. De fato, o estudo mostra que a cada passo que uma mosca dá, deixa uma trilha de colônias microbianas, se a nova superfície suportar o crescimento bacteriano“.

Para o estudo a equipe sequenciou microbiomas de 116 moscas domésticas de três diferentes continentes, a fim de construir uma imagem da diversidade dos micro-organismos que vivem nos insetos. Eles descobriram que, em geral, as criaturas abrigavam mais de 600 diferentes tipos de bactérias, a maioria delas responsáveis por causar danos à saúde humana. Curiosamente, eles descobriram que as moscas de amostras colhidas em estábulos tinham uma menor diversidade de bactérias em seus corpos do que as de ambientes urbanos.

 

Os cientistas, obviamente, já estavam cientes de que as moscas podiam transmitir doenças. O que eles não sabiam, no entanto, era a extensão desse problema. Por exemplo, eles verificaram que cerca de 15 moscas estavam transportando em seu corpo a bactéria Helicobacter pylori, conhecida por causar úlceras estomacais e gastrites em seres humanos. Porém, até então, as moscas nunca haviam sido consideradas como um vetor para esta espécie de bactéria.

Ainda que o estudo tenha implicações importantes para nossa saúde – e os pesquisadores recomendam que você pense muito bem antes de fazer um piquenique em um parque – ele possui outras aplicações interessantes, como por exemplo, os insetos poderiam ser usados como “drones”vivos para biomonitoramento natural. Isto é, os pesquisadores acreditam que as moscas poderiam ser enviadas a regiões de difícil acesso para a colheita de amostras de diferentes e pouco conhecidos microbiomas.

Fonte:

R7

De  Merelyn Cerqueira

 

Zoonoses fecha o ano com mais de 4 mil castrações gratuitas em cães e gatos

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A prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria de Saúde, encerrou 2018 com 4.050 animais castrados no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), número que atende as metas estabelecidas e é bastante significativo no que diz respeito ao controle populacional de cães e gatos no município. O número mais expressivo de castrações até então tinha sido 2.918 cirurgias, em 2014.

A quantidade de cães e gatos castrados neste ano poderia ter sido ainda maior, já que 858 proprietários deixaram de levar seus animais no dia e hora marcados para a cirurgia, sem avisarem antecipadamente. Ainda assim, de acordo com o gerente do CCZ, Diego Reis,  o resultado reflete o empenho da equipe em manter uma média de 300 a 400 animais castrados por mês, o que coloca o programa de esterilização do município em destaque na região.

Dos animais castrados este ano, 1.994 foram cães (machos e fêmeas) e 2.056 gatos (machos e fêmeas). A expectativa é manter o ritmo em 2019, atendendo  animais pertencentes a toda a população, priorizando os das pessoas de baixa renda.
Os interessados em castrar seus animais devem ligar para 3535-4441 ou 3533-7155, de segunda a sexta-feira das 7 às 16 horas. Será feito um cadastro e agendamento da cirurgia. Caso não seja possível comparecer no dia agendado, o proprietário deve ligar e fazer o cancelamento com pelo menos três dias de antecedência para que outro animal possa ser agendado.

Caso o cadastro já tenha sido feito, mas a Zoonoses ainda não entrou em contato, pode ser que o munícipe trocou o número de seu telefone e não informou ao CCZ. Nesse caso a pessoa deve entre em contato e fazer a atualização dos dados.