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Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Somente no mês de julho, 52 animais foram monitorados. Desses, 47 eram cães e 5 gatos. No ano já são 362. Em 2017, a Zoonoses fechou o ano com 711 casos. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é, muitas vezes, a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  grave, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Agentes concluem mais uma avaliação de densidade larvária

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Resultados podem ser divulgados amanhã e irão mostrar a situação do município no momento com relação ao Índice larvário

Os agentes do Centro de Controle de Zoonoses terminaram nesta quarta-feira (10), mais um trabalho de avaliação de densidade larvária. O resultado que pode ser divulgado nesta sexta-feira vai mostrar como está a situação do município em relação a infestação de larvas do Aedes aegypti.

Esse índice é apurado sempre nos meses de janeiro, julho e outubro, e consiste em oferecer dados para que o município possa traçar estratégias de combate ao mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungunya.

Durante os próximos 15 dias, equipes de agentes estarão nos 4 setores da cidade, em visitas que são aleatórias, na busca por larvas que indiquem a infestação do mosquito. Através desses dados é possível conhecer quais setores estão mais vulneráveis e traçar planos de trabalho de controle do vetor.

Em 2014 o último índice do Breteau apontou 1.1 de infestação de larvas. Em 2015, 1.3 e em 2016, 0.7. Em 2017 o levantamento realizado em outubro revelou um índice de 0,5.  De acordo com a OMS, o número menor que 1 é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, risco de surto.