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Tigre mobiliza sua equipe para combater dengue e outras doenças

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tigre2A empresa Tigre está mobilizando seus colaboradores para juntos trabalharem no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. O trabalho preventivo contou com a orientação da equipe do Centro de Controle de Zoonoses que realizou palestras para cerca de 1.400 funcionários de vários setores. Além de alertar os funcionários sobre o perigo que o mosquito representa e a necessidade de eliminação de criadouros, as palestras abordaram também a questão do lixo e de como o seu armazenamento incorreto pode trazer consequências para a saúde, com o surgimento de animais como ratos e escorpiões.

O boneco Cabeção, que representa os agentes de saúde e um agente fantasiado do mosquito ajudaram na transmissão das informações na linha de produção da empresa. Cartazes foram fixados nos quadros de aviso, panfletos distribuídos e atividades pedagógicas fizeram parte do sorteio de prêmios. Nas cestas básicas dos funcionários foram colocadas receitas de larvicidas. Para complementar a atividade, a Zoonoses expôs seu acervo de animais peçonhentos.

Além das palestras, o Boneco Cabeção e Mosquitos percorreram a linha de produção orientando os colaboradores, foram fixados cartazes nos quadros de avisos, atividades pedagógicas relativas à Dengue foram distribuídas com sorteio de prêmios , colocados folhetos informativos e  receita de larvicida natural nas cestas básicas e exposição de vidrarias com animais peçonhentos.

A empresa já colocou em prática as medidas preventivas como fechamento de ralos, vistoria em materiais nos pátios e a troca das bromélias que dos jardins por outras plantas que não acumulem água.

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Cães socializados pelo CCZ já podem ser adotados

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Thor

Chico

Dragão

Sansão

Lobinho

 

Alguns cães que estão sob a custódia do Centro de Controle de Zoonoses e que passaram por um processo de socialização, já podem ser adotados. A maioria deles está no CCZ há anos. O recolhimento foi necessário por serem animais com um histórico de agressão e que precisavam passar por um período de observação. Desde então aprenderam a ter uma convivência cada vez mais próxima com os tratadores, passaram a seguir uma rotina que inclui horários de alimentação, limpeza das baias e passeios diários e com isso adquiriram um outro comportamento. Pelo menos dois dos seis cães que estão na Zoonoses têm condições de adoção. Todos estão castrados.

“Socializar um animal que teve histórico de agressão é um trabalho longo, exige paciência, dedicação, avaliação de comportamento e acima de tudo, cuidado”, disse uma das tratadoras Bruna Sanches. Ela relata a experiência que teve com o Dragão, um cão sem raça definida que foi recolhido pela Zoonoses. Dragão vivia em um terreno, amarrado e em péssimas condições. Depois de ser agredido a pauladas por um menino, ele reagiu e acabou provocando ferimentos sérios no garoto que foi levado ao hospital. O caso ganhou grande repercussão na época. O cão que não tem raça foi identificado como um “Pitbull” e chegou ao CCZ com vários ferimentos. “Contando a história dessa forma, a idéia que se faz é de que o animal é violento, mas na verdade ele só precisava de atenção, alimentação, respeito e carinho”, revelou Bruna.  Dragão, que na Zoonoses ganhou outro nome, Lemão, é um cão  de aproximadamente 5 anos que nunca deu problema aos tratadores. Passeia na guia sem apresentar nenhum sinal de agressividade. “Ele precisa se acostumar a ter um lar, ter alguém que o alimente e com o tempo vai acabar se acostumando à nova vida”, garantiu Bruna.

Algumas empresas já adotaram os animais da Zoonoses para reforçar a guarda do patrimônio. Os animais ganham espaço e passam a ser um importante componente a mais de segurança dentro da empresa. Também houve casos de pessoas que adotaram para ter uma companhia.

Um dos casos de maior sucesso em termos de adoção dentro do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro foi da empresa Ancel, em 2014. A cadela Menina, uma vira-lata que permaneceu por dois anos ocupando uma das baias da Zoonoses, passou a exercer uma função de guarda de patrimônio. A decisão de adotar um cão recolhido das ruas partiu do dono da empresa. Ele queria dar mais segurança aos vigias que fazem a guarda noturna e achou que seria interessante buscar um animal no CCZ. Menina chegou na Zoonoses depois de ser recolhida no bairro Recanto Paraíso onde atacou uma pessoa. Tratada pelos agentes, ela ganhou peso e estava há anos à espera de um lar definitivo.

Assim como Menina, existem outros cães no Centro de Zoonoses que podem exercer a mesma função. A adoção para famílias dificilmente é liberada. Na casa não pode haver outros animais ou crianças e o espaço também tem que ser satisfatório. A Zoonoses vai até a casa do adotante verificar se o local é adequado para o animal. As pessoas interessadas em adotar um cãozinho, podem visitar o CCZ de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00.