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Abrigo recebe CCZ para palestra sobre o Aedes

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Depois de os agentes de vetores do Centro de Controle de Zoonoses encontrarem larvas do Aedes aegypti em criadouros no abrigo São Vicente de Paulo, uma equipe esteve no local para a realização de uma palestra focando a prevenção como medida de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Sessenta funcionários do abrigo assistiram a apresentação realizada dias 12 e 13 de junho. Durante esses dois dias várias orientações que podem ajudar na eliminação de focos importantes do inseto foram passadas, inclusive com a distribuição de folhetos informativos. No caso do abrigo, a recepção foi muito boa. A retirada dos criadouros e o trabalho de orientação devem resolver o problema.

No entanto, em outras partes da cidade a situação é um pouco mais complicada. A grande dificuldade dos agentes tem sido quebrar a resistência das pessoas com relação à inspeção frequente que precisa ser feita pelos moradores dentro das casas onde é encontrada a maioria dos criadouros. Plantas, gaveta de geladeira, calhas, caixas d´água, ainda são locais onde o mosquito encontra espaço e que muitas vezes não são vistoriados. O trabalho dos agentes permanece em ritmo acelerado mesmo com a queda da temperatura que por enquanto não refletiu em diminuição de casos de dengue no município.

Written by I.E.C - CCZ

17/06/2019 at 10:29 am

Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é muitas vezes a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  importante, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Prevista para ter início em agosto, a campanha de vacinação antirrábica na área urbana é uma oportunidade para que proprietários de cães e gatos possam imunizar seus animais protegendo-os contra a raiva. O calendário está sendo preparado e em breve será divulgado nas redes sociais do Centro de Controle de Zoonoses e na imprensa.

Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Somente no mês de julho, 52 animais foram monitorados. Desses, 47 eram cães e 5 gatos. No ano já são 362. Em 2017, a Zoonoses fechou o ano com 711 casos. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é, muitas vezes, a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  grave, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.