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Platinosomose felina: a doença da lagartixa

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O Platinosoma é um parasita comum em lagartixas, e como nossos gatinhos adoram caçar esses pequenos repteis, a possibilidade de contrair uma doença chamada Platinosomose é muita alta.

Segundo análises, não são todas as lagartixas que possuem esses parasitas, porém todo cuidado é pouco.

Quais são seus sintomas?

Os sintomas estão relacionados as doenças hepáticas, causando  inflamação dos figados e/ou na vesícula biliar, podendo levar até mesmo a falência do seu peludinho.

Os principais sintomas causados pela doença “Platinosomose” são:

  • Febre;
  • Mucosas amareladas;
  • Vômito;
  • Perda de peso;
  • Diarreia;
  • Urina mais amarelada.

Caso seu gatinho esteja apresentando estes sintomas, e você o tenha visto em contato com uma lagartixa, o ideal é leva-lo imediatamente para uma consulta ao veterinário.

Como é o tratamento dessa doença?

Segundo os pesquisadores e veterinários, o tratamento é considerado muito eficiente, quando a doença é identificada em seus primeiros graus de infestação do parasita. Portanto, é de extrema importância analisar seu gatinho e leva-lo imediatamente para uma consulta com seu veterinário.

Após a confirmação da doença, o tratamento é realizado através de remédios antiparasitários, podendo ser necessário a internação e hidratação com soro para casos de desidratação do seu peludinho.

Como posso evita-la?

A melhor maneira para evitar que seu gatinho  tenha contato com lagartixas é manter o ambiente sempre limpo, e utilizar brinquedos que estimulem seu instinto animal de caça. Dessa forma, ele terá menos contato com o ambiente externo e irá satisfazer suas necessidades de caçar certas presas.

Fonte : Dr. Pet

DIA 28 DE SETEMBRO –   DIA MUNDIAL DE COMBATE À RAIVA

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DIA 28 DE SETEMBRO   DIA MUNDIAL DE COMBATE À RAIVA

Para lembrar a importância de controle e prevenção do vírus da Raiva, a Aliança Global par ao Controle da Raiva (ARC), com o apoio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e da Organização Mundial de Saúde (OMS), comemoram em 28 de Setembro, o Dia Mundial contra a Raiva.

A Raiva é conhecida desde séculos, porém, apesar dos esforços de governos e organizações , ainda atinge mais de 150 países e territórios, e estima-se que seja a causa da morte de 59 mil pessoas todos os anos.

No mundo, a maioria dos casos de Raiva humana sempre ocorreram na maioria das vezes, por transmissão canina.

No Brasil, observou-se a partir do ano de 2004, uma mudança no perfil epidemiológico da Raiva em relação à transmissão de casos para humanos: os morcegos passaram a ser o principal transmissor no país, uma vez que a Raiva urbana existente em cães e gatos teve um avanço significativo de seu controle através das campanhas de vacinação, mantendo-se esporádica em algumas limitadas áreas do país. Essa situação epidemiológica atual remete os programas de controle a focos de atuação inovadores, que necessariamente envolvam participação de segmentos do Meio Ambiente, e uma filosofia de trabalho totalmente alinhada com os princípios e diretrizes da Saúde Única.

A Raiva em animais de produção é de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que por meio dos órgãos da Defesa Sanitária Animal desenvolve ações de Vigilância e Controle pelo Programa de Raiva dos herbívoros, como o monitoramento e controle dos morcegos hematófagos da espécie Desmodus rotundus e estímulo aos produtores rurais de vacinação do rebanho em áreas vulneráveis.

Campanha anual de vacinação antirrábica

Em razão da pandemia do Covid -19, as campanhas de vacinação estão suspensas pelo governo estadual e o envio de vacinas para os municípios  ficou prejudicado em razão da fabricação de outras vacinas neste período.

Apesar da suspensão das campanhas de vacinação, o Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro realiza  o Programa de Controle da Raiva diariamente :

.Observação animal: após receber notificação de acidente com mordedura de cães ou gatos, através da  Vigilância Epidemiológica que cuida dos humanos, o CCZ observa o animal durante 10 dias. Se for um animal de rua, ele é recolhido para observação nas dependências do órgão e após este período, é colocado para adoção.

. Morcegos: São recolhidos animais encontrados caídos ou que tiveram contato com animais de estimação. São identificados conforme a espécie pelo setor de Biologia e  enviados para análise de Raiva no Instituto  Pasteur. Animais contactantes com morcegos, são revacinados e observados por um período de até 180 dias.

O Centro de Controle de Zoonoses orienta os munícipes para que mantenham seus animais de estimação vacinados,  seja através da  rede pública, em clínicas veterinárias ou agropecuárias.

Para agendamento de vacinação, solicita-se contato antecipado através dos telefones: 3535-4441 ou 3533-7155.

Fonte: Conselho Federal de Medicina Veterinária

CRIPTOCOCOSE

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A criptococose é popularmente conhecida como doença do pombo, trata-se de uma micose multissistêmica que acomete humanos e animais, principalmente cães e gatos.

TRANSMISSÃO ➡️ A infecção se dá pela inalação de esporos do fungo Cryptococcus spp. que se desenvolvem em matéria orgânica (excrementos de pássaros, morcegos e eucalipto em decomposição). No homem e nos animais as duas principais espécies que causam a doença são C.neoformans e C. gattii. Cryptococcus neoformans está presente em ambientes urbanos, enquanto que Cryptococcus gatii possui maior prevalência em meio rural, principalmente de regiões situadas em zonas tropicais e subtropicais. 🐦🦇

EPIDEMIOLOGIA ➡️ A creatinina presente nas excretas dessas aves é usada como substrato pelas leveduras de C. neoformans. No Brasil, a criptococose apresenta-se como a segunda causa de mortalidade entre as micosessistêmicas.

PATOGENIA ➡️ Após a inalação o agente distribui-se pelo sangue acometendo outros órgãos, principalmente o sistema nervoso central, pele, linfonodos, ossos, olhos, coração, fígado, baço, rins, tireoide, adrenais e até a próstata, sendo esta última considerada como reservatório para a recidiva da enfermidade. 🧠

SINTOMAS ➡️ Inicialmente pode não apresentar sintomatologia significativa, ou pode evoluir com febre, hemoptise, tosse produtiva, dor pleural, e emagrecimento. Também pode se expressar como forma unifocal cutânea, óssea ou sistêmica.

DIAGNÓSTICO ➡️ É determinado pelo encontro do fungo em material coletado através de punções liquóricas, aspirações de tecidos afetados, pela cultura em meio Ágar, provas sorológicas ou PCR. 🔬

CONTROLE ➡️ Utilização de equipamentos de proteção individual, uso de máscaras na limpeza de galpões onde há criações de aves ou aglomerado de pombos. Medidas de controle populacional de pombos, como redução da disponibilidade de alimento, água, e principalmente abrigos. Não oferecer alimentos a qualquer tipo de ave e não descartar restos orgânicos sem acondicionamento devido.

Fonte : @gepazufvjm_ica

Bicho geográfico: ciclo de vida, principais sintomas e tratamento

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O bicho geográfico é um parasita frequentemente encontrado nos animais domésticos, principalmente cães e gatos, e é responsável por causar a Síndrome da Larva migrans cutânea, já que o parasita consegue penetrar a pele através de feridas ou cortes e levar ao aparecimento de sintomas como coceira e vermelhidão.

Há duas espécies principais de bicho geográfico, o Ancylostoma braziliense e o Ancylostoma caninum, cujos ovos podem ser liberados nas fezes de cães e gatos, que eclodem no solo e liberam as larvas, que podem facilmente entrar na pele das pessoas. Na maioria dos casos, a larva é eliminada naturalmente do organismo cerca de 4 a 8 semanas após a infecção, mas é importante fazer o tratamento de acordo com a recomendação do médico para evitar complicações na pele e aliviar os sintomas da doença.

Ciclo de vida do bicho geográfico

Os gatos e cachorros são considerados hospedeiros definitivos do bicho geográfico e são infectados quando entram em contato com larvas presentes no ambiente de Ancylostoma braziliense ou Ancylostoma caninum. Essa larvas, no intestino, desenvolvem-se até a fase adulta e liberam ovos, que são eliminados nas fezes dos animais.

No ambiente, o ovo eclode e libera larvas que desenvolvem-se até a sua fase infectante e que entra no organismo humano por meio de feridas na pele ou através do folículo capilar, e permanece na pele, levando ao aparecimento dos sinais e sintomas da infecção.

Principais sintomas

Os sintomas de bicho geográfico estão relacionados com a entrada do parasita na pele e liberação de secreção pela larva, que desencadeia reação alérgica, podendo haver:

  • Coceira na pele, que costuma piorar durante a noite;
  • Sensação de movimento por baixo da pele;
  • Vermelhidão na pele semelhante a um caminho tortuoso, que é por onde a larva passa;
  • Inchaço na pele.

Na forma ativa da doença, é comum observar que a lesão vai avançando cerca de 1 cm por dia na pele, e logo que seja identificada deve-se iniciar o tratamento.

Como tratar

Na maioria das vezes, a infecção desaparece após algumas semanas após a morte das larvas, no entanto para diminuir a duração dos sintomas, pode ser iniciado tratamento com antiparasitários que devem ser indicados pelo clínico geral ou dermatologista. Assim, pode ser indicado o uso na forma de pomada, quando a doença está ainda no início, ou na forma de comprimidos, quando o bicho geográfico é descoberto mais tarde.

Geralmente os sintomas do bicho geográfico reduzem cerca de 2 a 3 dias após o início do tratamento, sendo importante seguir o tratamento até o fim para garantir que a larva é completamente eliminada do corpo.

Como prevenir

Para prevenir a infecção, é recomendado evitar andar descalço em ambientes que tenham cães e gatos, além de ser importante recolher as fezes dos animais para que não haja risco de contaminação do solo. Além disso é importante que os animais seja regularmente desparasitados, evitando assim a transmissão de doenças para outras pessoas.

Fonte : Tua Saúde

Drª. Aleksana Viana- Dermatologista

6 de Julho – Dia Mundial das Zoonoses

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Celebrado anualmente, em 6 de julho, o Dia Mundial das Zoonoses foi criado para enfatizar a discussão acerca do tema. A data faz referência ao dia em que o cientista francês Louis Pasteur aplicou com sucesso a primeira vacina antirrábica, em 1885.

Zoonoses são as enfermidades transmitidas naturalmente entre os animais e o homem, podendo ser causadas por vários agentes etiológicos. Dentre eles, destacamos protozoários, vírus, bactérias, fungos, helmintos e rickéttsias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS/ONU), 60% das doenças infecciosas humanas e 75% das novas doenças que infectaram os seres humanos nas últimas décadas têm origem animal. É cada vez mais comum que doenças mudem de espécies e se espalhem na população, em meio ao crescimento das cadeias de agricultura e abastecimento alimentar.

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou que a saúde humana e a saúde animal são interdependentes e vinculadas à saúde dos ecossistemas em que existem, no conceito chamado de Saúde Única (One Health).

“Assim, toda ação, atividade e estratégia de vigilância, prevenção e controle de zoonoses de relevância para a saúde pública, desenvolvidas e executadas pela área de vigilância de zoonoses, processo epidemiológico de instalação, transmissão e manutenção de zoonoses, requer a presença técnica da Medicina Veterinária, considerando a população exposta, a espécie animal envolvida, a área afetada, todas vinculadas ao foco da saúde única, integrando de forma definitiva meio ambiente, saúde animal e humana”, acrescenta o presidente da CNSPV.

Tudo isso mostra que a atuação do médico-veterinário está ligada também à saúde humana. O profissional está presente na inspeção de produtos de origem animal, na saúde do meio ambiente, a fim de evitar a proliferação de doenças como a leishmaniose, assim como no tratamento e prevenção de zoonoses. O médico-veterinário, pelo seu amplo e diversificado currículo, tem de forma singular a capacidade de compor equipes de saúde e nelas aplicar seus conhecimentos em relação a profilaxias, diagnóstico clínico e laboratorial, terapêuticas, epidemiologia, inspeção, vigilância, extensão, educação, prevenção e promoção à saúde.

Zoonoses e arboviroses: conheça mais sobre o tema

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) determinou que a saúde humana e a saúde animal são interdependentes e vinculadas à saúde dos ecossistemas em que existem, no conceito de Saúde Única (One Health).

Artigo publicado na aponta que cerca de 60% das enfermidades que acometem humanos são zoonoses e 75% das doenças conhecidas como emergentes e reemergentes são de origem animal. De acordo com o do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2020 já foram notificados 30.763 casos prováveis de dengue no país.

Esses dados indicam que a atuação do médico-veterinário está ligada também à saúde humana. O profissional está presente na inspeção de produtos de origem animal, na saúde do meio ambiente, a fim de evitar a proliferação de doenças como a leishmaniose, assim como no tratamento e prevenção de zoonoses e arboviroses.

Quais são as diferenças entre zoonoses e arboviroses?

Zoonoses são as enfermidades transmitidas naturalmente entre os animais e o homem, podendo ser causadas por vários agentes etiológicos. Dentre eles, destacamos protozoários, vírus, bactérias, fungos, helmintos e rickettsias.

Arboviroses são enfermidades que também incluem zoonoses, só que causadas especificamente por arbovírus e transmitidas por artrópodes, como insetos e aracnídeos*. Comuns em regiões de clima tropical e subtropical, existem 545 espécies de arbovírus, sendo que 150 delas causam doenças em seres humanos.

Quais são as principais doenças de cada tipo?

Zoonoses: raiva, leishmaniose, esporotricose, febre maculosa, teníase/cisticercose, hidatidose, brucelose, tuberculose e mormo;

Arboviroses: febre amarela, dengue, Zika, Chikungunya, febre do Nilo, febre do Mayaro e encefalites.

Liste as principais medidas de prevenção.

Vacinação, saneamento básico, higiene, atuação dos órgãos de vigilância, inspeção de alimentos, defesa sanitária animal e educação ambiental.

E as principais formas de transmissão?

Há diversas formas de transmissão, como por meio de alimentos, terra, água, mordedura, arranhões e lambeduras de animais, além de picadas de insetos e outros artrópodes.

Como é o tratamento?

Vai depender do tipo de agente etiológico causador da enfermidade. Em geral, as ocasionadas por bactérias, fungos e protozoários possuem arsenal terapêutico relativamente vasto, como antibióticos, antifúngicos, antimoniais, dentre outros. Já para as enfermidades virais, em sua maioria, é usada uma medicação de suporte, porém a ferramenta mais importante para a prevenção de algumas dessas enfermidades imunopreviníveis é a vacinação.

Qual é o papel do médico-veterinário nesse contexto?

O médico-veterinário, pelo seu amplo e diversificado currículo, tem de forma singular a capacidade de compor em equipes de saúde e nelas aplicar seus conhecimentos em relação a profilaxias, diagnóstico clínico e laboratorial, terapêuticas, epidemiologia, inspeção, vigilância, extensão, educação, prevenção e promoção à saúde.

*Segundo a CNSPV/CFMV, já foi comprovado o papel dos aracnídeos (carrapatos) na transmissão de algumas arboviroses em varios países do mundo. No Brasil, vários estudos identificaram a presença de agentes virais e zoonóticos nos carrapatos, porém, ainda não foi estabelecida sua participação e importância epidemiológica no ciclo de transmissão.

Fonte: CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária

CORTE DE UNHAS DOS PETS

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Se seu animal vive em quintal, passeia, e, no caso dos gatos possui um arranhador, provavelmente suas unhas terão desgaste natural, mas se vivem em apartamento ou área com piso liso, gramado ou simplesmente tem um crescimento rápido das unhas, certamente vão precisar cortar as unhas de vez em quando.

Unhas que não são aparadas podem crescer viradas para dentro e chegam a perfurar a pele do animal, e podem progredir para unhas encravadas o que causa muita dor e dificuldades para andar.

Se o animal não conseguir andar direito, problemas nos ossos, articulações, quadril e coluna podem começar a aparecer e causar danos graves à saúde desse animal.

Uma unha comprida pode se quebrar com mais facilidade e às vezes isso se torna um problema que poderia ter sido evitado com um simples corte de unhas.

O ideal é acostumar o animal desde filhote com o corte de unhas, assim no futuro será algo tranquilo para ele e para quem for realizar o procedimento.

Pode ser usado petiscos também, assim o animal vai associar o ato de cortar as unhas com um momento bom.As unhas dos cães e gatos possuem uma veia dentro delas, que se cortadas vão sangrar e doer.

Por isso, o ideal é que o corte de unhas seja realizado por alguém que saiba o que está fazendo e com um cortador específico para o animal.

Fonte: @integracao.vet

CCZ ORIENTANDO NOVOS ALUNOS DA UNESP

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Alunos receberem informações sobre os serviços municipais da cidade

Durante a recepção de 200 novos alunos de Biologia, Ecologia e Pedagogia da UNESP, o Centro de Controle de Zoonoses esteve presente no Campus orientando sobre Posse Responsável de Animais, Febre Maculosa e prevenção à arboviroses para as turmas da manhã e noite.

As orientações sobre Posse Responsável de animais visam a diminuição do abandono de animais, como muitas vezes acontecem ao final dos cursos ou férias. Para os que definitivamente querem um bichinho, o CCZ oferece castração gratuita e vacinação antirrábica diariamente.

As informações sobre Febre Maculosa são fundamentais para estes alunos que realizam pesquisas e trabalhos em campo,  consideradas áreas de risco de contato com carrapatos.  O conhecimento sobre a doença e o vetor, faz a diferença para que, se iniciados sintomas , o profissional médico seja avisado sobre o contato e inicie imediatamente tratamento para assim, evitar-se agravamentos ou óbitos.

Outro tema abordado foi a prevenção às arboviroses como: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti . A eliminação de criadouros no Campus e nas repúblicas dos estudantes são ações essenciais para o controle do vetor  e diminuição na utilização de inseticidas que podem prejudicar outras espécies animais que são predadores de mosquitos, tais como: pássaros, lagartixas, aranhas, sapos, etc.

Estes futuros profissionais foram orientados também sobre os serviços públicos municipais.
Sejam bem vindos !

LEISHMANIOSE NOS GATOS. SINTOMAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

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Apesar de a leishmaniose ser habitualmente considerada uma doença dos cães, também surge, com menor frequência, em gatos. Nas zonas endêmicas podem existir gatos infetados, mas apenas um pequeno número destes animais, com um sistema imunitário enfraquecido, manifesta a doença.

 

A  L. infantum constitui, até à data, a única espécie de Leishmaniose isolada em gatos, sendo transmitida por Phlebotomus spp (o mesmo vetor que transmite a leishmaniose canina e humana). Para determinar a co-infeção de Leishmania sp. com Toxoplasma gondii, vírus da imunodeficiência felina (FIV) e vírus da leucemia felina (FeLV), elaborou-se um estudo numa população de gatos de uma zona endémica para a leishmaniose visceral, verificando-se uma relação positiva na co-infeção de Leishmania e FIV, mas não com T. gondii.

Assim, os gatos que vivem em áreas endêmicas de leishmaniose visceral são significativamente mais propensos a sofrer co-infeção por FIV. É altamente provável que o sistema imunitário do gato seja capaz de controlar a infeção provocada por este parasita, seja por meio de eliminação do mesmo ou mantendo-o num estado crônico subclínico. A doença apenas se manifesta num número reduzido de gatos, provavelmente em animais com um sistema imunitário enfraquecido.

Leishmaniose em gatos: sintomas

  • Forma cutânea:É a mais frequente. Clinicamente, podem ser observadas lesões cutâneas e mucocutâneas. Uma das manifestações cutâneas mais frequentes é a dermatite nodular, caracterizada pela presença de nódulos dérmicos subcutâneos indolores e de localização predominante na cabeça e nas patas anteriores e posteriores (almofadinhas). A dermatite erosiva-ulcerativa caracteriza-se por lesões ulcerativas-escamosas localizadas na cabeça, focinho e pescoço, nas almofadinhas das patas ou com distribuição simétrica bilateral nos pulsos, cotovelos, tornozelos ou tuberosidade isquiática.
  • Formas oculares:As formas oculares também são muito frequentes, tendo sido observadas desde blefarite granulomatosa, conjuntivite e queratite, até uveíte monolateral (que constitui a lesão ocular mais frequente), e que pode evoluir para panoftalmite.
  • Formas sistêmicas generalizadas: A disseminação generalizada do parasita é pouco frequente. Em determinados casos clínicos poderá implicar lesões no baço, no fígado, nos rins e nos nódulos linfáticos. Pode observar-se linfadenopatia localizada ou generalizada, que surge num elevado número dos casos. Entre os sinais sistémicos mais frequentes destacam-se a astenia e a anorexia.

Diagnóstico da Leishmaniose em gatos

Deverão realizar-se os seguintes exames complementares:

  • Exame citológicode amostras procedentes das lesões cutâneas, das mucosas e dos nódulos linfáticos que aumentaram de volume.
  • Lâmina de extensão de sangue e de medula óssea.
  • Biópsia cutânea para coloração convencional (H&E) e imuno-histoquímica.
  • Quantificação dos anticorpos anti-leishmania com técnicas serológicas preparadas no gato. No caso de elevadas suspeitas, de níveis baixos de anticorpos ou, inclusive, de resultados seronegativos, é aconselhável levar a cabo técnicas moleculares para descartar a doença.

serologia como exame de confirmação da infeção pode subestimar o diagnóstico da leishmaniose nos gatos. Além disso, é muito provável que exista uma doença subjacente ou concomitante, pelo que deverão ser realizados exames elementares de laboratório, incluindo hemograma, bioquímica, análise da urina e proteinograma do soro.

Tratamento da Leishmaniose

Não existem estudos sobre o tratamento ideal para a leishmaniose em gatos. Segundo as publicações existentes, poderia afirmar-se que os melhores resultados são obtidos mediante administração de alopurinol em doses de 10 mg/kg/12 h ou de 20 mg/kg/24 h, até ser atingida a recuperação clínica. Nalguns casos, também poderá ser benéfica a administração de antimoniato de meglumina em doses de 5 mg/kg/24 h ou de 25 mg/gato/24 h, durante um mês. Não é recomendável a combinação de alopurinol com antimoniato de meglumina, devido a problemas de toxicidade. Não existem outras medidas de prevenção além de evitar a exposição aos vetores, já que os repelentes de insetos à base de permetrinas são tóxicos para os gatos. Também não existe experiência comprovada na utilização de imunomoduladores ou de vacinas na espécie felina.

Fonte: Vets & Clinics

PROGRAMA DE CASTRAÇÃO GRATUITA TEM RECORDE DE CIRURGIAS

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A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro, através do Centro de Controle de Zoonoses,   mantém programa de castração gratuita para cães e gatos visando a diminuição de animais abandonados.

Grande número de animais abandonados são resultado de gravidezes indesejadas. A  boa saúde dos animais e a diminuição de abandonos, refletem diretamente na saúde de toda população , humana ou animal, devido a restrição de acidentes por mordeduras ou transmissão de diversas zoonoses.

Durante o ano de 2019 foram  4.939 agendamentos e realizadas 4.179 cirurgias, sendo :

707 cães, 1.419 cadelas, 918 gatos e 1.138 gatas. Apesar da gratuidade e facilidade do serviço oferecido, 760 agendamentos não compareceram.

Em 2018 foram realizadas 4.048 cirurgias: 592 cães, 1.393 cadelas, 873 gatos  e 1.120 gatas

O programa  prioriza as pessoas de baixa renda, mas todo cidadão pode  ter acesso ao serviço de castração através dos telefones: 3535-4441 ou 3533-7155, onde podem  pedir informações sobre cadastros, agendamentos e encaixes.

O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h às 16h.

 

 

Passa dos 10 mil o número de animais vacinados na campanha

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O número de cães e gatos vacinados durante a campanha de vacinação antirrábica urbana até o momento é de 10.492. Neste último final de semana as equipes do Centro de Controle de Zoonoses imunizaram 2.067 animais, sendo 1.672 cães e 395 gatos. A campanha termina no próximo sábado (14) e domingo (15). A cobertura vacinal está dentro das expectativas do CCZ.

Confira onde as equipes estarão vacinando no próximo final de semana:

DIA 14/09/2019 – SÁBADO           

  1. Escola Mitiko Matsushita Nevoeiro: Avenida M31 com Ruas 8 e 10, JARDIM SÃO JOÃO
  2. USF Jardim das Flores: Avenida M 51 com Rua 6, JARDIM DAS FLORES
  3. Jardim Progresso: Rua M 22 com Avenida M 45,JARDIM PROGRESSO
  4. Canteiro: Rua 2 JZ com Avenida Paulista II,JARDIM AZUL
  5. Praça da Caixa D’Água: Avenida 66 JCA com Ruas 15 e 16,JARDIM ARAUCÁRIA
  6. Escola Santo Antônio: Avenida 56 com Ruas 10 e 11,JARDIM OLINDA
  7. USF Benjamin De Castro: Avenida 8 JC com Avenida 10 JC, JARDIM CENTENÁRIO
  8. Terreno: Avenida 18 JC com Rua 9 A JC, JARDIM MARIA CRISTINA 

DIA 15/09/2019 – DOMINGO 

  1. Cemitério São João Batista: Rua 16 com Avenidas 19 e 23,CONSOLAÇÃO
  2. Escola Antonio Maria Marrote: Rua 17 BE com Avenidas 29 e 31, BAIRRO DO ESTÁDIO
  3. Praça da Igreja Bom Jesus: Avenida da Saudade com Ruas 11 e 12,BAIRRO DO ESTÁDIO
  4. Cemitério Evangélico: Avenida 23, Ruas 6 e 7, JARDIM DONANGELA
  5. Escola Michel Antonio Alem: Avenida 13 com Ruas 18 e 19,JARDIM CLARET
  6. Praça em frente à Padaria Claret: Rua 14 com Avenidas 12 e 14,CIDADE CLARET
  7. Colégio COC: Rua João Polastri com Avenida 37,CIDADE JARDIM
  8. Praça Jardim Mirassol: Avenida 4 com Ruas 22 e Rua 23,JARDIM MIRASSOL

 

Written by I.E.C - CCZ

09/09/2019 at 10:58 am