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Profissionais do CCZ participam de webconferência sobre escorpiões

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Funcionários do Centro de Controle de Zoonoses  (CCZ)    participaram na     quinta-feira  (4)     de uma webconferência transmitida por profissionais de Vigilância em Saúde, entre eles Fan Hui Wen, gestora do Núcleo Estratégico de Venenos e Antivenenos do Instituto Butantan.

Um dos assuntos abordados foi a situação dos soros antivenenosos, cuja produção está sendo feita de maneira racional desde fevereiro de 2016, quando o Instituto Butantan passou a seguir padrões de boas práticas de fabricação, exigidas pela Anvisa. No Butantan, a fonte para a produção do soro são cerca de 15 mil desses aracnídeos, todos alimentados em cativeiro. A webconferência também abordou o manejo do escorpião e a retirada de seu veneno para a fabricação do soro.

Outro assunto destacado foi a capacitação de profissionais da área da saúde para identificar a gravidade do paciente picado por um escorpião. Casos identificados como leves, os soros não são administrados. Somente em 2017 os acidentes com escorpiões foram responsáveis por 184 mortes no Brasil. Desmatamento, queimadas e o acúmulo de lixo são apontados como causas da infestação desses aracnídeos.

Voluntária de Rio Claro participa de testes para a vacina da dengue

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A luta contra o tempo para encontrar uma vacina que imunize as pessoas contra a Dengue tem mobilizado institutos de pesquisas do mundo todo. Entre eles, o Instituto Butantan, em São Paulo que vem desenvolvendo um estudo, já em fase de testes, contando com a colaboração de voluntários, que em nome da ciência, se doam para salvar vidas.

Uma dessas voluntárias trabalha no IEC, um setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC), que funciona dentro do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Solange Mascherpe está participando desse ensaio clínico já há alguns  meses.  Ela e os demais voluntários estão sendo monitorados pela equipe de  médicos do Hospital das Clínicas, do  Centro de Pesquisa Clínica  do Instituto Central e do Centro de Pesquisa do Instituto da Criança “Trabalhando na área e constatando a dificuldade na conscientização para a eliminação de criadouros de mosquitos, resolvi participar desta importante pesquisa científica na esperança de colaborar no controle desta doença. Mas é bom lembrar que ainda há outras etapas e para chegar à rede pública, alguns anos serão necessários. Portanto a melhor vacina ainda é a eliminação dos ‘berços dos mosquitos’ “, declarou Solange.

Os testes que envolvem pessoas que já tiveram dengue e outras que nunca tiveram contato com o vírus, consistem em avaliar a segurança da vacina e fazer com que as pessoas produzam ao mesmo tempo os anticorpos contra os 4 tipos de dengue existentes. Estão participando desse ensaio pessoas entre 18 e 59 anos.

A vacina é produzida em forma de pó e é dissolvida antes de aplicada. Alguns desses voluntários estão recebendo placebo (substância inócua) que permitirá comparar a diferença real que a vacina faz naqueles que a receberam. Os participantes desse ensaio não sabem se estão recebendo a dose da vacina ou não. Uma equipe de médicos acompanhará os voluntários durante 5 anos. Dessa maneira será possível saber quanto tempo durarão os anticorpos e se existe algum risco de o voluntário apresentar dengue grave.