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Veterinários da Fundação Municipal de Saúde participam de Jornada Técnica sobre Leishmaniose

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De 06 a 10 de Agosto, foi realizada a Semana Estadual de Vigilância e Controle da Leishmaniose.

Em nosso município foram ministradas palestras para profissionais de saúde nas áreas sujeitas ao aparecimento do mosquito palha, transmissor desta doença,  distribuído  material informativo para os demais profissionais da saúde e educação, além de informações para a população através dos meios de comunicação.

Preocupados com o avanço do transmissor nos centros urbanos e a gravidade desta doença, os veterinários da Fundação Municipal de Saúde que trabalham no  Centro de Controle de Zoonoses: Dr. Josiel Hebling –  Coordenador do C.C.Z  Rio Claro, Dra. Lívia Maria Luchini de Oliveira Prado, Dra. Camila Ramos Alves e  Dra. Amanda Maria Borotti , participaram nesta quarta-feira, 15 de Agosto da Jornada Técnica sobre Leishmaniose realizada em Itu.

O objetivo foi conhecer as mais recentes ferramentas disponíveis ao alcance das autoridades sanitárias para o controle desta endemia de grande impacto sob a saúde da população e os métodos de controle que outras regiões do país estão usando com sucesso e aplica-las em nossa cidade e região.

Mais dados sobre a doença e prevenção, podem ser obtidos em nosso site: www.saude-rioclaro.org.br ou no CCZ através dos telefones : 3527-0309 ou 3535-4441

 

 

Semana Estadual de Vigilância e Controle da Leishmaniose – De 06 a 10 de Agosto 2012

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 O que é a Leishmaniose Visceral?

É uma doença grave, que atinge humanos e cães. Quando não tratada, esta doença pode levar a morte até 90% dos casos humanos. Ela é causada pelo protozoário Leishmania chagasi, e é transmitido através da picada de um inseto chamado flebotomíneo (Lutzomyia longipalpis), popularmente conhecido como mosquito palha.

Como a Leishmaniose Visceral é transmitida?

Por causa dos desmatamentos, o mosquito tem perdido seu habitat natural em matas e florestas e chegado cada vez mais perto dos centros urbanos, sítios e jardins. É um mosquito muito pequeno e caracteriza-se pela sua forma de pousar com as asas entreabertas.

A doença é transmitida pela fêmea do mosquito palha contaminado, quando o mosquito pica cães infectados e, posteriormente, pica humanos. Não há transmissão direta entre pessoas e entre pessoas e cães.

Quais os principais sintomas?

Em Humanos:

. Febre irregular de longa duração (mais de 7 dias);

. Falta de apetite, emagrecimento e fraqueza;

. Barriga inchada (aumento do baço e fígado)

Procurar o serviço de saúde mais próximo de sua residência, principalmente se esteve em área onde a doença esteja ocorrendo.

Em cães:

Os cães podem ficar infectados por vários anos sem apresentarem sinais clínicos. Estes cães são fontes de infecção para o inseto transmissor da doença, e portanto, um risco à saúde de todos. Nestes casos, a única forma de detectar a infecção é através de exames específicos.

Quando os cães adoecem apresentam principalmente os seguintes sinais clínicos:

. Apatia;

. Lesões de pele ( feridas e descamações);

. Queda de pelos, inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas;

. Emagrecimento progressivo;

. Lacrimejamento (conjuntivite);

. Aparecimento de ínguas;

. Crescimento anormal das unhas;

. Inchaço de pernas;

. Sangramento de nariz ou de outras aberturas

Como prevenir?

A criação e proliferação do inseto vetor da doença se dá  no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais, por isso deve-se:

. Evitar criações de porcos e galinhas em área urbana:

. Manter a casa e o quintal livres de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de    animais, restos de madeiras e frutas;

. Todo esse lixo deve ser embalado e fechado em sacos plásticos;

. Proprietários de terrenos desocupados devem adotar as mesmas medidas descritas acima;

. Manter o animal em ambiente telado com malha fina durante o período de maior atividade do inseto transmissor (do entardecer ao amanhecer);

. Uso de coleiras repelentes de insetos;

. Adotar a posse responsável do animal, não permitindo que o mesmo fique solto nas ruas;

. Permitir o acesso das autoridades sanitárias aos seu domicílio, para testagem dos cães e reconhecimento dos que estiverem com LV.

Qualquer dúvida sobre a Leishmaniose Visceral, procure o Serviço de Saúde mais próximo ou o Centro de Controle de Zoonoses através dos telefones: 3527-0309 ou 3535-4441.