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Recolhida mais de uma tonelada de criadouros no Jd. Progresso

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Agentes do Centro de Controle de Zoonoses, apoiados pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema) que disponibilizou o caminhão Cata Bagulho e sua equipe de resíduos sólidos, recolheram no último sábado, dia 18, uma tonelada e 40 quilos de criadouros do Aedes aegypti no Jardim Progresso. Enquanto os agentes faziam o trabalho de orientação e recolhimento de inservíveis, a Sema, utilizando máquinas apropriadas, retirava lixo e entulho que estavam amontoados em uma rua de terra e que na avaliação da equipe, poderia trazer problemas em decorrência do acúmulo de criadouros.

Além dos mutirões de limpeza realizados aos sábados o Centro de Zoonoses tem feito seu trabalho diário de visita casa a casa procurando conscientizar as pessoas sobre o risco que o Aedes representa para a saúde pública. Ainda assim, nos mutirões realizados quase sempre é retirada mais de uma tonelada de criadouros nos bairros visitados. De acordo com a chefe de núcleo Maria Júlia Guarnieri Baptista o empenho da população da luta contra o mosquito é essencial. “É preciso que os moradores prestem atenção aos possíveis criadouros que possam existir dentro das residências”, alertou.

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Written by I.E.C - CCZ

21/05/2019 at 7:28 am

Luta contra o Aedes ganha apoio do esporte e da cultura

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dengue

Na luta contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Rio Claro tem contado com bons aliados. Cientes da importância da campanha que visa eliminar criadouros, a diretoria do Rio Claro FC, os jogadores e a Arcoplex Cinemas atenderam ao pedido do IEC, departamento de Informação, Educação e Comunicação do CCZ .

Desde o início de março, todas as sessões de cinema nas salas da Arcoplex, no Shopping Rio Claro, são precedidas de um filme de 30 segundos, do Ministério da Saúde. Nele, o ex-jogador Cafú passa uma mensagem de alerta no combate ao mosquito. Essa parceria só foi possível devido à compreensão da iniciativa privada de que a responsabilidade na eliminação dos focos do Aedes é de todos.

A campanha realizada em todo o país também entrou em campo, em rede nacional, pelas mãos dos jogadores do Azulão. No jogo contra o Santos, partida realizada em março no Schmidtão, pelo campeonato paulista, eles pediram apoio da torcida para conter o avanço dessas doenças, exibindo uma faixa com uma mensagem simples, mas direta: elimine criadouros.

Voluntária de Rio Claro participa de testes para a vacina da dengue

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A luta contra o tempo para encontrar uma vacina que imunize as pessoas contra a Dengue tem mobilizado institutos de pesquisas do mundo todo. Entre eles, o Instituto Butantan, em São Paulo que vem desenvolvendo um estudo, já em fase de testes, contando com a colaboração de voluntários, que em nome da ciência, se doam para salvar vidas.

Uma dessas voluntárias trabalha no IEC, um setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC), que funciona dentro do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Solange Mascherpe está participando desse ensaio clínico já há alguns  meses.  Ela e os demais voluntários estão sendo monitorados pela equipe de  médicos do Hospital das Clínicas, do  Centro de Pesquisa Clínica  do Instituto Central e do Centro de Pesquisa do Instituto da Criança “Trabalhando na área e constatando a dificuldade na conscientização para a eliminação de criadouros de mosquitos, resolvi participar desta importante pesquisa científica na esperança de colaborar no controle desta doença. Mas é bom lembrar que ainda há outras etapas e para chegar à rede pública, alguns anos serão necessários. Portanto a melhor vacina ainda é a eliminação dos ‘berços dos mosquitos’ “, declarou Solange.

Os testes que envolvem pessoas que já tiveram dengue e outras que nunca tiveram contato com o vírus, consistem em avaliar a segurança da vacina e fazer com que as pessoas produzam ao mesmo tempo os anticorpos contra os 4 tipos de dengue existentes. Estão participando desse ensaio pessoas entre 18 e 59 anos.

A vacina é produzida em forma de pó e é dissolvida antes de aplicada. Alguns desses voluntários estão recebendo placebo (substância inócua) que permitirá comparar a diferença real que a vacina faz naqueles que a receberam. Os participantes desse ensaio não sabem se estão recebendo a dose da vacina ou não. Uma equipe de médicos acompanhará os voluntários durante 5 anos. Dessa maneira será possível saber quanto tempo durarão os anticorpos e se existe algum risco de o voluntário apresentar dengue grave.