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Encerrada vacinação em cães e gatos na área rural

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) encerrou esta semana a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na área rural. As equipes de vacinação que desde abril estiveram em sítios e fazendas imunizaram no total 3.635 animais, sendo 2.923 cães e 712 gatos.

“Conseguimos ultrapassar a nossa meta que era aplicar 3.500 doses, garantindo com isso uma boa cobertura”, informou Diego Reis gerente do CCZ. A vacina protege o animal caso haja algum acidente com morcegos infectados. Nessa situação a Zoonoses deve ser avisada imediatamente para avaliar qual protocolo vacinal será adotado para manter o cão ou gato protegido. Caso o morcego ainda esteja no local ele será recolhido para análise. Especialmente na área rural é comum a presença desse mamífero. O contato de cães ou gatos com morcegos pode levá-los à morte, caso não estejam protegidos. Da mesma forma, cães e gatos infectados podem transmitir o vírus da raiva aos humanos.

A vacina é aplicada anualmente e se porventura algum morador não tenha conseguido imunizar seus animais durante a visita dos vacinadores, pode procurar a Zoonoses de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. A vacina é gratuita. O calendário da campanha de vacinação na área urbana está sendo elaborado e será divulgado em breve.

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População não deve entrar em contato com morcegos alerta CCZ

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O contato com morcegos vivos ou mortos deve ser evitado para não trazer riscos à saúde da população. O alerta é do Centro de Controle de Zoonoses. Há casos em que moradores encontram esses animais caídos e sem nenhum tipo de proteção recolhem e jogam no lixo. Em muitos dos casos o CCZ nem fica sabendo do ocorrido, o que dificulta o controle sobre o vírus da raiva, doença que nos humanos e nos animais é fatal. Só no ano passado mais de 50 morcegos foram coletados pela Zoonoses e encaminhados ao Instituto Pasteur. Nenhum deles apresentou positividade para o vírus da raiva. Em janeiro deste ano, 9 animais também foram encaminhados para análise, mas o resultado dos exames ainda não chegou para o CCZ. Houve também outros 8 casos de munícipes que solicitaram orientação da Zoonoses sobre como proceder para evitar que os morcegos se aproximem de suas residências.

Há uma série de medidas que a Zoonoses precisa tomar no caso de morcegos serem encontrados caídos no chão. A primeira delas é fazer a coleta do animal com segurança e encaminhá-lo para análise. Para isso é necessário a colaboração dos moradores. Caso encontrem morcegos caídos em quintais ou calçadas, a recomendação é não colocar as mãos no animal, apenas prendê-lo com um balde ou uma toalha molhada até que seja recolhido pelo CCZ. Animais de estimação como gatos e cães não podem ter contato com o morcego. Caso contrário vão permanecer em observação e deverão tomar vacina de reforço contra a raiva. É importante controlar a circulação do vírus. Por este motivo a recolha e análise dos morcegos são tão necessárias.

Vacinação em animais domésticos

Todos os anos o Centro de Controle de Zoonoses realiza a vacinação em cães e gatos. A imunização protege esses animais contra a raiva. A vacina é gratuita e aplicada tanto em postos de vacinação durante a campanha quanto no próprio CCZ, no Distrito Industrial de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. Informações sobre morcegos e vacinação antirrábica podem ser conseguidas através dos telefones 3533-7155, 3535-4441 ou 3536-3866.

Written by I.E.C - CCZ

22/02/2019 at 7:37 am

CCZ E UNESP EM PARCERIA PARA ESTUDOS SOBRE MORCEGOS

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Morcegos são os únicos mamíferos que voam e são animais muito importantes para o meio ambiente.

Existem cerca de mil espécies de morcegos pelo mundo: os que comem insetos, outros polinizam flores, alguns comem frutos e disseminam sementes auxiliando o reflorestamento, entre outros benefícios. Três espécies são hematófagas, sendo que duas alimentam-se de sangue de aves e apenas uma, alimenta-se de sangue de mamíferos.

O objetivo dos trabalhos do Centro de Controle de Zoonoses  com morcegos são as zoonoses transmitidas, como a Raiva e a Histoplasmose.

Acadêmicos da UNESP visitaram as instalações do CCZ para uma parceria e interação de conhecimentos sobre as espécies em áreas urbanas.

Segundo  Milene Weismann e a Dra. Maria Emilia de Godoy, bióloga e veterinária do CCZ|, a  parceria entre as instituições vão auxiliar nos estudos sobre as espécies,  comportamentos e  podem auxiliar no manejo e conservação  destes animais.

Dicas importantes:

. Vacine seu animal anualmente contra a Raiva;

. Se houver contato de cão e/ou gato com morcegos, procure imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses;

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta do animal (mesmo morto);

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura), procure o Serviço de Saúde imediatamente.

 

 

 

 

Zoonoses orienta população sobre o que fazer ao encontrar morcegos

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Acidentes com morcegos podem render bem mais do que um simples ferimento. Em alguns casos pode ser até mesmo fatal. Esses mamíferos são possíveis transmissores da raiva, uma doença que até o final de maio já havia matado quatro crianças no estado do Pará. Outras pessoas naquele Estado estão internadas com suspeita da doença.

Para evitar o contágio é preciso alguns cuidados muitas vezes desconhecidos pela maioria da população. Por isso o Centro de Controle de Zoonoses, além de realizar sua campanha anual de vacinação antirrábica em cães e gatos que este ano terá início dia 22 de julho na área urbana, também faz a recolha de morcegos quando são encontrados caídos, mortos ou vivos. Somente este ano a Zoonoses já recolheu 15 morcegos encontrados caídos próximos a residências e em quintais. Esses animais foram encaminhados para o Instituto Pasteur, onde é verificado se são ou não portadores do vírus.

No caso de o animal recolhido estar contaminado é preciso realizar um bloqueio no local onde ele foi encontrado. Animais de estimação recebem uma dose reforço da vacina antirrábica. Todo um esquema é montado para evitar que animais e humanos sejam contaminados.

Por isso a recomendação para quem localiza um morcego caído é ligar imediatamente para o Centro de Controle de Zoonoses. Não se deve jamais tocá-lo ou deixar que animais de estimação cheguem perto. Aconselha-se jogar sobre o animal uma toalha molhada ou um balde para contê-lo até que a equipe do CCZ chegue para fazer a recolha.

Serviço

Mais informações podem ser obtidas com o CCZ pelo telefone 3535-4441 ou 3533-7155. O endereço é Rua Alpha, sem número, Distrito Industrial, ao lado do Canil Municipal. Nas redes sociais a Zoonoses pode ser contatada através do facebook Zoonoses Rio Claro e do blog ccz.wordpress.com.

VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA E MORCEGOS

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Os telhados e paredes das cidades brasileiras acumulam mais do que poeira e sujeira: têm também uma variedade de morcegos.

Cerca de um quarto das 167 espécies do país pode ser encontrado na área urbana e periurbana do Brasil. As outras vivem em cavernas- que são o habitat natural desses bichos.

Essa abundância de morcegos nas cidades acontece porque, com a expansão desenfreada das construções e o aumento do desmatamento, os bichos são cada vez mais empurrados para ambientes humanos.

                       SEM CAVERNA

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Alguns desses locais como lajes, dutos de ventilação, chaminés de churrasqueiras e poços de elevador- mostraram-se tão “confortáveis” quanto cavernas e outros espaços originalmente usados como habitat pelos bichos.

Invenções humanas, como os postes de iluminação pública, facilitaram não só a vida das pessoas, mas também a desses animais.

Atraída pela luz, uma multidão de insetos costuma circular nas proximidades da lâmpada, proporcionando um verdadeiro banquete para as espécies insetívoras.

Embora os morcegos possam transmitir Raiva e outras doenças, pesquisadores defendem que sua presença pode ser benéfica.

Espécies insetívoras como o Molossus molossus e Tadarida brasiliensis agem como dedetizadores naturais: elas se alimentam principalmente de baratas, mosquitos e cupins.

Os morcegos frugíveros (Artibeus lituratus) espalham sementes através das fezes, auxiliando no reflorestamento.

Encontrado morcego com Raiva na cidade

 

Solicitada a presença do Centro de Controle de Zoonoses em uma residência onde o morador encontrou um morcego morto, este foi enviado para exames e constatada a  contaminação pelo vírus da Raiva.

 

Para evitar que humanos ou animais domésticos contaminem-se,  o CCZ estará trabalhando a área da Rua 3 até a Rua 8 e das  Avs. 19 até a 27 a partir da próxima segunda-feira, 31/10 até quinta-feira, dia 03/11, podendo estender os trabalhos até a abrangência total das residências.

 

Este trabalho consiste na educação /orientação com cartazes e folhetos informativos  para os moradores e realizando a vacinação antirrábica em cães e gatos.

A vacinação antirrábica é fundamental para a prevenção da doença nos animais de estimação, que normalmente veem o morcego como caça ou brinquedo.

 

Como prevenir:

 

. Se os morcegos estiverem abrigados no forro, retire algumas telhas, acenda uma lâmpada ou coloque algumas telhas de vidro, para que a luz entre e afugente-os.

. Após a retirada dos morcegos do forro, realizar a limpeza e desinfecção , umedecendo a superfície com solução de água e cloro, na proporção de meio litro de cloro para um litro de água. Sempre utilizar máscara, botas e luvas. As fezes retiradas devem ser ensacadas e descartadas no lixo.

. Vedar as frestas do telhado;

. Telar as janelas;

. Realizar a poda das árvores para aumentar a incidência de luz;

. Retirar frutos das árvores, eliminando alimentos dos morcegos frugívoros.

IMPORTANTE

. Se houver contato de animal (cão e/ou gato) com morcegos, procurar imediatamente o médico veterinário ou o Centro de Controle de Zoonoses;

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta ou captura do animal, mesmo se estiver morto;

. Vacine cães e gatos contra a Raiva;

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura) a pessoa deve procurar um serviço de saúde imediatamente.

. Ligue 156 para solicitação de visita ou 3535-4441 e 3533-7155 – CCZ, para orientações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bióloga identifica insetos e analisa larvas em laboratório do CCZ

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Milene 2015 (1)

A análise de larvas e a identificação de insetos e animais peçonhentos também faz parte do trabalho realizado no laboratório do Centro de Controle de Zoonoses. Esse trabalho é feito pela bióloga Milene Weissman. Desde 2004 ela auxilia no combate à dengue verificando material coletado pelos agentes em vários pontos da cidade. As análises apontam para a positividade ou não de larvas do Aedes aegypti.

“Atualmente oferecemos apoio também para análise de larvas das cidades de Itirapina e Corumbataí que não possuem um CCZ, explicou Milene. A bióloga também atende às solicitações dos moradores feitas através do telefone 156 nos quando casos em que aranhas, escorpiões e cobras são capturados e precisam ser identificados. “Recolhemos os animais, verificamos a sua espécie e orientamos os moradores”, disse a bióloga.

Há situações ainda em que morcegos que apresentam hábitos atípicos são encontrados caídos nas residências. “Procuramos identificar a espécie e depois a encaminhamos ao Instituto Pasteur que verifica se o animal está infectado pelo vírus da raiva”, acrescentou Milene. Ela informou ainda que dependendo da época do ano as reclamações sobre infestação de pombos, morcegos e carrapatos crescem.

No caso dos carrapatos as pesquisas são realizadas em áreas infectadas. Esses ectoparasitas são analisados pela Sucen para verificação da presença da bactéria causadora da Febre Maculosa. No momento, estamos atendendo mais solicitações sobre pombos que também são feitas através do telefone 156”, concluiu. O trabalho da bióloga inclui ainda a colocação de armadilhas para captura do mosquito que transmite a Leishmaniose, no caso de surgirem casos suspeitos da doença no município.