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LEISHMANIOSE NOS GATOS. SINTOMAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

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Apesar de a leishmaniose ser habitualmente considerada uma doença dos cães, também surge, com menor frequência, em gatos. Nas zonas endêmicas podem existir gatos infetados, mas apenas um pequeno número destes animais, com um sistema imunitário enfraquecido, manifesta a doença.

 

A  L. infantum constitui, até à data, a única espécie de Leishmaniose isolada em gatos, sendo transmitida por Phlebotomus spp (o mesmo vetor que transmite a leishmaniose canina e humana). Para determinar a co-infeção de Leishmania sp. com Toxoplasma gondii, vírus da imunodeficiência felina (FIV) e vírus da leucemia felina (FeLV), elaborou-se um estudo numa população de gatos de uma zona endémica para a leishmaniose visceral, verificando-se uma relação positiva na co-infeção de Leishmania e FIV, mas não com T. gondii.

Assim, os gatos que vivem em áreas endêmicas de leishmaniose visceral são significativamente mais propensos a sofrer co-infeção por FIV. É altamente provável que o sistema imunitário do gato seja capaz de controlar a infeção provocada por este parasita, seja por meio de eliminação do mesmo ou mantendo-o num estado crônico subclínico. A doença apenas se manifesta num número reduzido de gatos, provavelmente em animais com um sistema imunitário enfraquecido.

Leishmaniose em gatos: sintomas

  • Forma cutânea:É a mais frequente. Clinicamente, podem ser observadas lesões cutâneas e mucocutâneas. Uma das manifestações cutâneas mais frequentes é a dermatite nodular, caracterizada pela presença de nódulos dérmicos subcutâneos indolores e de localização predominante na cabeça e nas patas anteriores e posteriores (almofadinhas). A dermatite erosiva-ulcerativa caracteriza-se por lesões ulcerativas-escamosas localizadas na cabeça, focinho e pescoço, nas almofadinhas das patas ou com distribuição simétrica bilateral nos pulsos, cotovelos, tornozelos ou tuberosidade isquiática.
  • Formas oculares:As formas oculares também são muito frequentes, tendo sido observadas desde blefarite granulomatosa, conjuntivite e queratite, até uveíte monolateral (que constitui a lesão ocular mais frequente), e que pode evoluir para panoftalmite.
  • Formas sistêmicas generalizadas: A disseminação generalizada do parasita é pouco frequente. Em determinados casos clínicos poderá implicar lesões no baço, no fígado, nos rins e nos nódulos linfáticos. Pode observar-se linfadenopatia localizada ou generalizada, que surge num elevado número dos casos. Entre os sinais sistémicos mais frequentes destacam-se a astenia e a anorexia.

Diagnóstico da Leishmaniose em gatos

Deverão realizar-se os seguintes exames complementares:

  • Exame citológicode amostras procedentes das lesões cutâneas, das mucosas e dos nódulos linfáticos que aumentaram de volume.
  • Lâmina de extensão de sangue e de medula óssea.
  • Biópsia cutânea para coloração convencional (H&E) e imuno-histoquímica.
  • Quantificação dos anticorpos anti-leishmania com técnicas serológicas preparadas no gato. No caso de elevadas suspeitas, de níveis baixos de anticorpos ou, inclusive, de resultados seronegativos, é aconselhável levar a cabo técnicas moleculares para descartar a doença.

serologia como exame de confirmação da infeção pode subestimar o diagnóstico da leishmaniose nos gatos. Além disso, é muito provável que exista uma doença subjacente ou concomitante, pelo que deverão ser realizados exames elementares de laboratório, incluindo hemograma, bioquímica, análise da urina e proteinograma do soro.

Tratamento da Leishmaniose

Não existem estudos sobre o tratamento ideal para a leishmaniose em gatos. Segundo as publicações existentes, poderia afirmar-se que os melhores resultados são obtidos mediante administração de alopurinol em doses de 10 mg/kg/12 h ou de 20 mg/kg/24 h, até ser atingida a recuperação clínica. Nalguns casos, também poderá ser benéfica a administração de antimoniato de meglumina em doses de 5 mg/kg/24 h ou de 25 mg/gato/24 h, durante um mês. Não é recomendável a combinação de alopurinol com antimoniato de meglumina, devido a problemas de toxicidade. Não existem outras medidas de prevenção além de evitar a exposição aos vetores, já que os repelentes de insetos à base de permetrinas são tóxicos para os gatos. Também não existe experiência comprovada na utilização de imunomoduladores ou de vacinas na espécie felina.

Fonte: Vets & Clinics

PRIMEIRA SIPAT DA EMPRESA ECOSYSTEM SERVIÇOS URBANOS, TEM PARTICIPAÇÃO DO CCZ

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Na “Semana Estadual de Mobilização Social contra o Aedes aegypti”, funcionários da Ecosystem Serviços Urbanos, participaram na tarde de ontem da palestra Lixo=Bicho.
A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada que podem se tornar possíveis criadouros.
A dengue é uma doença cujo período de maior transmissão coincide com o verão, devido aos fatores climáticos favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti em ambientes quentes e úmidos.
Além de orientações contra o Aedes, funcionários também foram orientados sobre a prevenção de animais peçonhentos, doenças transmitidas por ratos, pombos e caramujos.

Vale lembrar, que a melhor forma de prevenir-se contra essas doenças e mantendo o ambiente em que vive limpo e sem criadouros do Aedes.

 

 

 

Written by I.E.C - CCZ

26/11/2019 at 2:41 pm

Agentes de Endemias recebem novas orientações sobre Leishmaniose Visceral e Tegumentar

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Os agentes de Combate às Endemias do Centro controle de Zoonoses participaram nesta última terça- feira da palestra sobre Leishmaniose Visceral e Tegumentar, ministrada pela Medica Veterinária Maria Emília.

Rio Claro durante todo ano de 2018 registrou somente um caso de Leishmaniose Visceral, em um cão.

Novos casos da doença têm surgido em nossa região.

E a palestra visa atualizá-los, para melhor atender a população, orientando-os, caso surja novos casos da doença em nosso município.

Leishmaniose é uma doença infecciosa provocada por parasitas do gênero Leishmania.

transmissão da doença se dá através da picada de um inseto, o flebótomo do gênero Lutzomyia, conhecido popularmente como mosquito palha. O mosquito transmite a leishmania após ter picado um animal infectado, normalmente animais silvestres e cães domésticos infectados. Não existe transmissão de pessoa para pessoa.

Após a picada do mosquito, o protozoário é inoculado no corpo, onde pode se reproduzir localmente ou espalhar-se pelo organismo. A leishmaniose pode se manifestar de diversas formas:

  • Leishmaniose tegumentar ou forma cutânea:É geralmente causada pela espécie Leishmania amazonensis e Leishmania braziliensis. Caracteriza-se pela presença de uma úlcera que não provoca dor, nas áreas expostas do corpo, com forma arredondada ou ovalada, de tamanho variável (de milímetros a alguns centímetros) e bordas elevadas.
  • Leishmaniose visceral:forma crônica caracterizada pelo acometimento sistêmico (dos órgãos internos) pela Leishmania chagasi. O período de incubação vai de 2 a 6 meses. A infecção pode ser com quase ou nenhum sintoma, de moderada a grave, levando o paciente à morte. Casos sintomáticos iniciais apresentam anemia, esplenomegalia (aumento do baço), hepatomegalia (aumento do fígado) e febre. Sem um diagnóstico e tratamento adequado, a doença evolui e pode ocorrer significativa perda de peso, comprometimento do fígado e dos rins, febre contínua e diminuição do número de plaquetas e leucócitos, levando a hemorragia, infecções bacterianas e óbito.

Em Cães:

A Leishmaniose canina é uma infecção parasitária causada por protozoários que atacam o sistema imunológico do animal. Quando em contato com seu hospedeiro (nesse caso, o cachorro), o parasita do tipo Leishmania começa a atacar as células fagocitárias (os macrófagos – responsáveis por proteger o organismo de corpos estranhos). Ele se liga a essas células e começa a se multiplicar, atacando mais células. Nessa propagação, podem atingir órgãos como fígado, baço e medula óssea.

Os sintomas da leishmaniose visceral canina são diversos. Entre os sinais externos, são bem características as lesões, descamação e coloração branca prateada na pele. Nas patas, pode ocorrer infecção (pododermatite), pele grosseira por excesso de produção da queratina (hiperqueratose dos coxins) e unhas espessas e em formato de garras (onicogrifose).Apesar da leishmaniose visceral canina apresentar tantos sintomas, há cachorros que não demonstram qualquer sinal de algo errado. É importante saber que a maioria das contaminações é assintomática.

Considerada endêmica, a incidência da leishmaniose canina é comumente associada a locais onde as condições sanitárias são precárias. Geralmente, é encontrada em volta de galinheiros, chiqueiros ou de ambientes que não estão bem higienizados. Isso porque o mosquito-palha põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica. Preste atenção aos sinais e sintomas que seu cachorro está manifestando. Se suspeitar de leishmaniose, isole-o de outros animais para evitar contaminação e leve-o ao veterinário o mais rápido possível.

 

 

 

Written by I.E.C - CCZ

19/12/2018 at 1:34 pm

Sucen coloca armadilhas para pesquisar presença do Mosquito-Palha

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Inseto transmite a Leishmaniose

 

Equipes da Sucen – Superintendência de Controle de Endemias estarão durante esta semana em Rio Claro realizando a colocação de armadilhas para captura do inseto da espécie Lutzomia, também conhecido como Mosquito Palha, transmissor da Leishmaniose Visceral. A ação é preventiva e realizada rotineiramente para pesquisar a presença ou não desse inseto em áreas do município.

O trabalho da Sucen se concentra em dois bairros da cidade: Bandeirantes e Cidade Nova. Segundo a gerente do Centro de Controle de Zoonoses, a médica veterinária Amanda Borotti, a Sucen realiza essa verificação em todo o Estado rotineiramente. “Dessa maneira monitoramos a presença desse vetor e temos o controle de seu deslocamento”, afirmou. Ela lembrou também que até o presente momento Rio Claro não detectou a presença do inseto em armadilhas instaladas anteriormente. Agentes da Zoonoses deram apoio ao trabalho da Sucen visitando os moradores dos bairros onde as armadilhas foram colocadas.

O Mosquito Palha também chamado de Birigui, vive em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, folhas de árvores acumuladas em quintais e áreas de galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.

Indivíduos infectados apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

Usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose visceral e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a ação do mosquito), além de não utilizar agulhas utilizadas por terceiros, são medidas individuais que diminuem a probabilidade de ser contaminado.

Leishmaniose Visceral em Rio Claro – Exames deram negativos

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              Coleta de material foi realizada em um bairro da cidade onde havia caso suspeito

 

Equipes do Centro de Controle de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro e do Instituto Adolfo Lutz investigaram no último mês a presença de Leishmaniose Visceral em animais, em um bairro onde havia suspeita da doença. Foram colhidas 97 amostras de sangue em cães. O material passou por um teste rápido que detecta a doença e depois pelo teste Elisa que confirma ou não a presença do parasita. Todos eles deram negativo.

O transmissor da doença é o Flebotomíneo, conhecido como Mosquito Palha. O cão infectado pelo vetor se transforma em um dos hospedeiros da Leishmaniose e pode transmitir a doença aos seres humanos. Por isso o trabalho de prevenção é tão importante.

A investigação sobre a presença do inseto que transmite a doença, continua na cidade. O CCZ e a Sucen- Superintendência do Controle de Endemias espalharam em pontos estratégicos do município, 52 armadilhas utilizadas para a captura do Mosquito Palha. Até o momento não foram coletados vetores  nas armadilhas. No entanto os trabalhos permanecem e serão periódicos.

A destruição de seu habitat natural, como matas e florestas, tem atraído o mosquito transmissor da doença para os centros urbanos.  Ele se multiplica em lugares úmidos, escuros, com muitas plantas, árvores e folhas em decomposição, como em nossos quintais e jardins. Os chiqueiros e galinheiros são os principais focos de permanência do mosquito que se reproduz na matéria orgânica. Isso tem sido uma preocupação para as autoridades sanitárias. A criação desses animais é proibida na zona urbana, mas muitas pessoas ainda mantêm essa prática em quintais. O mosquito transmissor da Leishmaniose entra nas residências e se esconde em lugares escuros. Como são muito pequenos eles picam os moradores sem serem notados.

SINTOMAS NOS ANIMAIS

O cão é o principal reservatório do protozoário causador da leishmaniose visceral. Principais sintomas da doença no animal: apatia, lesões na pele, queda de pelos inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas, emagrecimento, lacrimejamento e crescimento anormal das unhas.

TRATAMENTO

O tratamento  em cães não é uma medida recomendada pelo Ministério da Saúde, pois não diminui a importância do cão como reservatório do parasito.

COMO SE PREVENIR DA DOENÇA

Deve-se evitar a criação e proliferação do inseto vetor da doença. O Mosquito Palha  se reproduz no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais. Para isso deve-se: evitar a criação de porcos e galinhas em área urbana, manter a casa e o quintal livre de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeiras e frutas, embalar e fechar o lixo em sacos plásticos. Essas medidas também devem ser adotadas por proprietários de terrenos.

Nos animais a utilização de coleira específica a base de Deltametrina, repelente de insetos é uma recomendação para se evitar a picada do mosquito que transmite a doença.

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Leishmaniose: doença crônica transmitida por um mosquito

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A Leishmaniose Visceral também conhecida como Calazar e Febre Negra é transmitida por um inseto conhecido como Mosquito Palha. Devido à destruição de seu habitat natural, como matas e florestas, o mosquito transmissor da doença, tem aproximado-se cada vez mais dos centros urbanos.  Ele se multiplica em lugares úmidos, escuros, com muitas plantas, árvores e folhas em decomposição, como em nossos quintais e jardins. Os chiqueiros e galinheiros são os principais focos de permanência do mosquito que se reproduz na matéria orgânica. Isso tem sido uma preocupação para as autoridades sanitárias. A criação desses animais é proibida na zona urbana, mas muitas pessoas ainda mantêm essa prática em quintais. O mosquito transmissor da Leishmaniose entra nas residências e se esconde em lugares escuros. Como são muito pequenos eles picam os moradores sem serem notados.

Como já existem casos positivos de Leishmaniose em cidades vizinhas, Rio Claro também tem feito pesquisas com apoio da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias)  e do Instituto Adolfo Lutz para prevenir  a doença no município.

Pesquisadores também buscam através de exames, identificar possíveis focos do parasita. No laboratório do Instituto Adolfo Lutz em Rio Claro, testes rápidos, seguidos de outros procedimentos, como o teste Elisa, são realizados por profissionais experientes. Uma bióloga e uma veterinária do Centro de Controle de Zoonoses aproveitam o trabalho do instituto para uma reciclagem em busca de descobertas recentes sobre o assunto. Utilizando kits específicos para detectar a doença os testes conseguem identificar se há casos de contaminação. O trabalho é coordenado pela Dra. Rita Maria da Silva, responsável pela área de parasitologia do Instituto Adolfo Lutz e pelas pesquisadoras Silvia Regina Baraldi e Divani Maria Capuano.

Para a bióloga Milene Weissmann e a veterinária Amanda Borotti, do Centro de Controle de Zoonoses a experiência de poder manipular os testes ao lado de profissionais que são especialistas no assunto é única. “É um privilégio para nós contarmos com a disponibilidade dessa equipe para conhecer os avanços dos testes e pesquisas recentes sobre a doença”, declararam. A equipe do Instituto Adolfo Lutz trabalha com a identificação de todo tipo de parasitas que comprometem a saúde humana e atende cidades da região como Charqueada, São Pedro e Piracicaba.

SINTOMAS NOS ANIMAIS

O cão é o principal reservatório do protozoário causador da leishmaniose visceral. Principais sintomas da doença no animal: apatia, lesões na pele, queda de pelos inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas, emagrecimento, lacrimejamento e crescimento anormal das unhas.

SINTOMAS NAS PESSOAS

Apesar de grave a Leishmaniose Visceral tem tratamento para os humanos. Ele é gratuito e está disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde.

COMO SE PREVENIR DA DOENÇA

Em primeiro lugar deve-se evitar a criação e proliferação do inseto vetor da doença. O Mosquito Palha que se reproduz no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais. Para isso deve-se: evitar a criação de porcos e galinhas em área urbana, manter a casa e o quintal livre de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeiras e frutas, embalar e fechar o lixo em sacos plásticos. Essas medidas também devem ser adotadas por proprietários de terrenos.

Nos animais a utilização de coleiras repelente de insetos é uma recomendação para se evitar a picada do mosquito que transmite a doença.

 

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Pesquisadora Silvia explica como é realizado o teste rápido

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 Material é analisado pela Dra. Amanda, veterinária do Centro de Controle de Zoonoses

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 Equipe reunida no laboratório do Instituto Adolfo Lutz

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Funcionárias do Centro de Controle de Zoonoses acompanham os trabalhos

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Bióloga Milene, da Zoonoses analisa material coletado para identificação de parasitas

 

Veterinários da Fundação Municipal de Saúde participam de Jornada Técnica sobre Leishmaniose

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De 06 a 10 de Agosto, foi realizada a Semana Estadual de Vigilância e Controle da Leishmaniose.

Em nosso município foram ministradas palestras para profissionais de saúde nas áreas sujeitas ao aparecimento do mosquito palha, transmissor desta doença,  distribuído  material informativo para os demais profissionais da saúde e educação, além de informações para a população através dos meios de comunicação.

Preocupados com o avanço do transmissor nos centros urbanos e a gravidade desta doença, os veterinários da Fundação Municipal de Saúde que trabalham no  Centro de Controle de Zoonoses: Dr. Josiel Hebling –  Coordenador do C.C.Z  Rio Claro, Dra. Lívia Maria Luchini de Oliveira Prado, Dra. Camila Ramos Alves e  Dra. Amanda Maria Borotti , participaram nesta quarta-feira, 15 de Agosto da Jornada Técnica sobre Leishmaniose realizada em Itu.

O objetivo foi conhecer as mais recentes ferramentas disponíveis ao alcance das autoridades sanitárias para o controle desta endemia de grande impacto sob a saúde da população e os métodos de controle que outras regiões do país estão usando com sucesso e aplica-las em nossa cidade e região.

Mais dados sobre a doença e prevenção, podem ser obtidos em nosso site: www.saude-rioclaro.org.br ou no CCZ através dos telefones : 3527-0309 ou 3535-4441