DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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RIO CLARO INICIA CONTAGEM DE LARVAS DO AEDES AEGYPTI

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Qualquer local ou quantidade de água parada serve de criadouro para mosquitos nascerem. A colaboração de toda população é fundamental para evitarmos novas epidemias


A Fundação Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses, iniciou  na segunda feira, 06, o primeiro LIRAa do ano – Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti.

Bairros e quadras são sorteados por toda cidade onde   Agentes de Endemias realizam  vistorias,  mapeiam os locais encontrados com água parada e recolhem  larvas de mosquitos, que são enviadas para o laboratório  do CCZ para análise  e contagem , resultando os índices do município.

Durante o ano são realizados quatro levantamentos e através destes números, pode-se prever as possibilidades de epidemias e a organização de ações .

No verão com as  chuvas,  a quantidade de água parada aumenta e com o calor,  o ciclo do mosquito tende a diminuir com as larvas transformando-se rapidamente em mosquitos.

O retorno das viagens de festas de final de ano e férias, agravam a transmissão de arboviroses como Dengue, Chikungunya e Zika vírus, em razão das pessoas importarem os vírus, ou seja, trazerem de outras localidades o vírus no organismo e contaminarem os mosquitos aqui existentes. Se não houver mosquitos, não há transmissão. Neste contexto, a eliminação de criadouros é fundamental para evitar o nascimento de mosquitos e a transmissão de doenças a eles relacionadas.

Registra-se que 80% de criadouros estão dentro de imóveis habitados: residências, locais de trabalho ou comércio. Qualquer local ou quantidade de água parada serve para procriação dos mosquitos e a colaboração diária de toda população na eliminação de criadouros e descarte correto de materiais,  é a forma mais eficaz para evitar-se mosquitos e epidemias.

No último ano, o município iniciou com índices de Alerta e terminou com índices satisfatórios.

 

 

BRK E CCZ JUNTOS NA LUTA DIÁRIA CONTRA MOSQUITOS E A DENGUE

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A BRK Ambiental, empresa responsável pela gestão dos serviços de esgoto em Rio Claro está realizando a  Semana Interna de Saúde e Prevenção de Acidentes e o Centro de Controle de Zoonoses esteve presente com a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Pela modalidade dos serviços prestados, funcionários da empresa tem bastante contato com locais onde podem existir criadouros de mosquitos e outros animais sinantrópicos como ratos e escorpiões  e através da apresentação , puderam conferir como prevenir acidentes e auxiliar nas informações para a população atendida.

A BRK Ambiental,  é a maior empresa privada de saneamento do Brasil e disponibiliza serviços que beneficiam mais de 15 milhões de pessoas e agora , em parceria  com a Fundação Municipal de Saúde e Prefeitura de Rio Claro, estará  na batalha diária contra o mosquito Aedes aegypti  e as arboviroses por ele transmitidas, como a Dengue.

Através de folhetos , cartazes e   redes sociais, a empresa iniciará  a uma grande campanha publicitária focando a prevenção à  Dengue e eliminação de criadouros. Informações no site já estão disponíveis: https://busqueporprevencao.com.br/

A união de  empresas, poder público e população,  é fundamental para o controle de mosquitos transmissores e assim evitar-se epidemias e principalmente, óbitos.

 

 

 

 

 

 

 

NOVO LEVANTAMENTO MOSTRA ÍNDICE LARVÁRIO “SATISFATÓRIO” EM RIO CLARO

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Período de chuvas está chegando e população deve redobrar cuidados contra o Aedes

Nova análise da densidade larvária aponta Rio Claro com índice 0,6, considerado satisfatório pelos critérios da Organização Mundial de Saúde. O levantamento aponta dados relativos à infestação pelo Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e outras doenças. No levantamento anterior, de julho, o índice foi 0,4, também classificado como satisfatório. Os números de abril (1,7) e janeiro (1,6) colocaram o município em situação de alerta. De acordo com OMS os índices inferiores a 1% são considerados satisfatórios; 1% a 3,9% indicam situação de alerta; e índices superiores a 4%, risco de surto.

Na mais recente vistoria, realizada na primeira semana deste mês, foram analisados 2.456 imóveis, escolhidos de forma aleatória em todas as áreas do município, seguindo o sistema da Superintendência do Controle de Endemias (Sucen).

“Conseguimos reduzir o número de larvas do mosquito no segundo semestre graças ao importante trabalho de nossos agentes de endemias e a essencial participação da comunidade, mas a guerra contra o Aedes não pode parar”, comenta o prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria. “Pedimos que a população se mantenha engajada pela eliminação de criadouros”, frisa.

Além das vistorias e mutirões feitas pelas equipes da rede de saúde, o setor de Educação e Informação da Secretaria Municipal de Saúde, realiza palestras educativas e envia material de  orientação aos meios de comunicação e redes sociais, visando a conscientização da população na eliminação da água parada e remoção de objetos inservíveis que possam servir de criadouros para o mosquito transmissor.

Boletim da Vigilância Epidemiológica divulgado nesta semana aponta 1178 casos confirmados de dengue em Rio Claro neste ano, além de um de chikungunya. Não há registros de zika vírus e febre amarela.

Para a secretária municipal de Saúde, Maria Clélia Bauer, a aproximação do período de chuvas exige que todos redobrem a atenção para que os potenciais criadouros do mosquito sejam eliminados. “Constatamos que 88% dos criadouros estão em imóveis habitados, o que mostra o papel fundamental que cada um pode desempenhar tomando cuidados básicos contra a dengue”, comenta. Duas ações muito simples são totalmente eficazes: não jogar lixo nas ruas e terrenos e não deixar qualquer quantidade de água acumular, em casa ou na rua.

Para o descarte correto de materiais, a prefeitura mantém seis ecopontos, coleta de lixo domiciliar em todos os bairros, coleta seletiva e serviço de cata bagulho.

 

Fonte: Imprensa Oficial Rio Claro

Armadilhas monitoram mosquitos transmissores de doenças

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Cumprindo uma rotina de inspeção, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou a colocação de armadilhas para captura de insetos da família dos Flebotomíneos, incluindo-se nesse grupo os mosquitos transmissores da Leishmaniose Tegumentar e Visceral.

Nessa primeira etapa, o trabalho, que segue até o mês de junho, se concentrou no bairro Novo Wenzel. Os mosquitos eventualmente capturados pelas armadilhas serão encaminhados para a Sucen- Superintendência de Controle de Endemias, responsável pela identificação dos insetos.

Os mosquitos transmissores da Leishmaniose Visceral ou Tegumentar vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, folhas de árvores acumuladas em quintais e áreas de galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.

Indivíduos infectados com a Leishmaniose Visceral apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

Já a Leishmaniose Tegumentar os sintomas são lesões na pele ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Elas apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais frequentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz, podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, os sintomas são dor ao engolir, rouquidão e tosse.

Usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a proliferação do mosquito), são ações que podem evitar o surgimento do mosquito e uma possível contaminação.

Zoonoses faz trabalho de prevenção em escolas

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Setenta e cinco crianças do programa Educação Integral, da Escola Sylvio de Araújo receberam a equipe da Zoonoses para conhecer um pouco mais sobre o perigo que representa o acúmulo de lixo em local inapropriado e também a presença de criadouros dentro das casas que podem facilitar a reprodução do mosquito Aedes aegypti.

Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve também na empresa Agroceres passando orientações aos funcionários sobre formas de prevenção contra doenças transmitidas por ratos e mosquitos. Também foram expostas, durante 3 dias de palestras, maneiras de evitar acidentes com animais peçonhentos como escorpiões e cobras. Muitas das doenças acontecem por conta do armazenamento incorreto do lixo orgânico e devido ao lixo jogado pelas ruas e terrenos da cidade, formando mini-lixões. Nesses locais muitos animais nocivos saem em direção às casas colocando a saúde das pessoas em risco. A Agroceres já possui brigadas de combate para eliminação de criadouros do Aedes aegypti cujas inspeções são realizadas semanalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SESI RIO CLARO RECEBE ORIENTAÇÕES DO CCZ

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Densidade larvária e epidemia de Dengue em cidades próximas, aumentam preocupações e orientações.

Com grande número de criadouros e larvas nas residências, o município encontra-se em estado de Alerta para o perigo de nova epidemia.

O Centro de Controle de Zoonoses tem realizado além de seus trabalhos diários, mutirões nos finais de semana para auxiliar moradores na retirada de criadouros de mosquitos em  suas casas, ruas e terrenos.

Os trabalhos informativos como  palestras,  tem sido ampliados nos  locais com grande circulação de pessoas como: escolas, hospitais, cemitérios, empresas. Nestes locais, as equipes de limpeza são  grandes parceiras no  auxílio para eliminação de locais com água parada.

Atendendo solicitação do setor de informação e educação do CCZ, o SESI Rio Claro convocou funcionários das equipes de Manutenção, Cozinha, Esporte / Lazer, Cultura e Pedagógico para  palestra sobre o  Aedes aegypti que foi realizada pela chefe de núcleo de zoonoses, Solange Mascherpe, sobre o vetor, criadouros, doenças, sintomas e prevenção.

Novas palestras serão agendadas para alunos da instituição.

Esta parceria é fundamental para o controle do mosquito e assim, evitar-se novas epidemias.

 

CCZ usa armadilhas para monitorar mosquitos transmissores de doenças

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou a colocação de armadilhas para captura de insetos da família dos Flebotomíneos, incluindo-se nesse grupo os mosquitos transmissores da Leishmaniose Tegumentar e Visceral.

O trabalho se concentrou em três locais da cidade, Jardim das Palmeiras, região do Campo do Coxo (área rural) e bairro Águas Claras. As armadilhas por enquanto não detectaram a presença desses insetos.

Os mosquitos eventualmente capturados pelas armadilhas serão encaminhados para a Sucen- Superintendência de Controle de Endemias, responsável pela identificação dos insetos. Esse trabalho deve se estender por mais 3 semanas.

Os mosquitos transmissores da Leishmaniose Visceral ou Tegumentar vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, folhas de árvores acumuladas em quintais e áreas de galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.

Indivíduos infectados com a Leishmaniose Visceral apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

Já a Leishmaniose Tegumentar os sintomas são lesões na pele ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Elas apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais frequentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz, podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, os sintomas são dor ao engolir, rouquidão e tosse.

Usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a ação do mosquito), além de não utilizar agulhas utilizadas por terceiros, são medidas individuais que diminuem a probabilidade de ser contaminado.