DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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Mutirão recolhe mais de 1,3 tonelada de criadouros

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O mutirão de combate à dengue realizado no sábado, dia 15, nos bairros Consolação e Bairro do Estádio recolheu uma tonelada e mais 310 quilos de criadouros que estavam espalhados em vários locais do bairro e também nas residências. Vinte e sete agentes participaram desse trabalho. Os moradores receberam as equipes e descartaram vários materiais que estavam amontoados em quintais acumulando água.

Esse tem sido o resultado dos vários mutirões já realizados pelo Centro de Controle de Zoonoses que conta com o apoio da secretaria de Meio Ambiente e em algumas ocasiões também com o departamento de Obras. Na média os agentes recolhem cerca de uma tonelada de inservíveis a cada sábado. A quantidade de material recolhido desde o início do ano já ultrapassou 20 toneladas e a cada operação como essa, moradores são orientados a não deixar que a água se acumule em recipientes.

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Jardim Boa Vista tem mutirão contra a dengue neste sábado

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O trabalho de combate à dengue também é feito de segunda a sexta-feira.

O trabalho de combate à dengue é contínuo em Rio Claro e entre as ações adotadas pela prefeitura para evitar a proliferação do mosquito transmissor estão os mutirões realizados aos sábados. Neste sábado (4) os agentes estarão no Jardim Boa Vista, mais uma vez, com o apoio do caminhão cata bagulho. “A comunidade daquele bairro deve colocar nas calçadas, logo pela manhã, os materiais a serem descartados para que os agentes façam o recolhimento”, observa Diego Reis, gerente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Das 8 às 13 horas, agentes do CCZ irão percorrer a região, vistoriando residências e recolhendo objetos que podem ser utilizados como criadouros do Aedes aegypti, que além de dengue, transmite zika vírus, chikungunya e febre amarela. De janeiro a abril, cerca de  18 toneladas de criadouros foram recolhidas nos bairros durante os 11 mutirões de limpeza.

O trabalho realizado pela Secretaria Municipal de Saúde inclui ainda orientações à comunidade e visitas casa a casa durante a semana. A mais recente Análise de Densidade Larvária (ADL) registrada no município apontou índice de 1,7, situação de alerta segundo escala da Organização Mundial de Saúde. Para o levantamento foram visitadas 2.500 residências e em 441 delas foram encontradas larvas do mosquito. Neste trabalho também foram identificados 4.549 recipientes que poderiam acumular água e se tornarem criadouros do mosquito.

Boletim divulgado na quinta-feira (2) pela Vigilância Epidemiológica mostra que o número de casos de dengue confirmados em Rio Claro chegou a 138 neste ano. “O empenho e colaboração de todos na eliminação dos criadouros é fundamental para que possamos evitar a dengue”, ressalta Maria Clélia Bauer, secretária de Saúde.

 

Índice larvário continua alto com focos do Aedes em vários bairros

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O Núcleo de Combate a Endemias do Centro de Controle de Zoonoses divulgou na quinta-feira (25) durante reunião do Comitê de Antropozoonoses a mais recente Análise de Densidade Larvária (ADL) registrada em Rio Claro, realizada em abril. Os números refletem a preocupação da Saúde com a quantidade de criadouros existentes na cidade. A ADL apontou índice de 1.8 para o I.B (número de recipientes positivos para o Aedes) e 1.7 para o I.P. (porcentagem de imóveis positivos para o Aedes). Com isso Rio Claro permanece em situação de alerta.

O boletim da Vigilância Epidemiológica registra até o momento 101 casos positivos de dengue. Desses 12 são importados e 82 autóctones. Na reunião foi ressaltada ainda a informação de que o tipo 2 da Dengue já circula no município. “Os números confirmam que, infelizmente, ainda existem muitos criadouros do mosquito dentro das residências, o que reforça a importância da participação da população nesta luta contra a dengue”, observa Maria Clélia Bauer, secretária municipal de Saúde.

De acordo com a Chefe de Núcleo Maria Júlia Guarnieri Baptista, os bairros com concentração maior de casos da doença são Santa Cruz, área central, Bonsucesso, Novo Wenzel. No entanto, ela ressalta que praticamente em todos os setores da cidade há casos positivos da doença. “É preciso mais do que nunca a participação da população para que Rio Claro mantenha a situação sob controle com relação ao número de pessoas infectadas, já que mais uma vez lembramos que a maior parte dos criadouros são encontrados dentro de casa”, afirmou Maria Júlia.

De janeiro até o dia 29 de abril, cerca de  18 toneladas de criadouros foram recolhidas nos bairros durante os 11 mutirões de limpeza realizados aos sábados. O local mais crítico foi no Boa Vista 1 e 2 e Jardim Santa Maria quando no dia 9 de março agentes retiraram 2.430 quilos de inservíveis.

As  próximas ADL´s serão realizadas em julho e outubro.

Mais de 1 tonelada e meia de criadouros é retirada em mutirão

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O mutirão realizado no último sábado (13) pelo Centro de Controle de Zoonoses no bairro Bonsucesso recoheu 1 tonelada e mais 730 quilos de criadouros do mosquito Aedes aegypti . Com  isso, somente neste ano de 2019 foram retirados de casas, terrenos, calçadas e praças da cidade mais de 15 toneladas de inservíveis. Além do caminhão Cata Bagulho da Secretaria de Meio Ambiente, que deu apoio à ação, a Zoonoses utilizou também caminhonetes para conseguir recolher tanto material. O alerta continua para todos. Material que pode ser reciclado deve ser levado aos ecopontos da cidade ou podem ainda ser levados pelo caminhão Cata Bagulho que possui um cronograma de trabalho abrangendo toda a cidade. O município continua em situação de alerta para a dengue. Os números mais recentes divulgados pela Vigilância Epidemiológica apontam para 72 casos de dengue em Rio Claro.

Ações da Zoonoses contra o Aedes se intensificam nos bairros e área central

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Várias ações visando combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya vem sendo realizadas pela Fundação Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses. A região passa por um período de transmissão do vírus tipo 2 da Dengue que não circula em Rio Claro há alguns anos e por este motivo boa parte da população não está imune a uma contaminação por esse sorotipo. Visando evitar que o município registre novos casos da doença, a Zoonoses vem trabalhando desde o início do ano em ações realizadas em pontos diferentes da cidade. O trabalho é baseado nas últimas análises de densidade larvária que colocam Rio Claro em estado de alerta. A mais recente foi feita em janeiro e registrou índice de 1.6.

O Núcleo de Combate a Endemias iniciou 2019 colocando seus agentes à frente de operações bloqueio, nebulizações e mutirões de limpeza que são realizados aos sábados. Nos casos de imóveis fechados onde há denúncias de focos do mosquito e cujo proprietário não é localizado, o CCZ vem colocando em prática a operação Quebra Cadeado.  O imóvel é aberto com o auxílio de um chaveiro e os agentes fazem a inspeção no local.  Apesar de toda essa mobilização, há ainda muitos criadouros nas residências, situação verificada diariamente pelos agentes. “Parte da população compreendeu a necessidade da eliminação da água parada em recipientes, mas ainda existem munícipes que não acreditam na disseminação da doença e relaxam na prevenção”, disse o gerente do Centro de Controle de Zoonoses, Diego Reis.

Quando há casos positivos ou suspeitos de Dengue e suspeitos de chikungunya e zika virus são realizados bloqueio e nebulização no local. O bloqueio consiste em cercar a área onde os casos são registrados e fazer uma checagem nas residências para verificar a existência de larvas do mosquito. A maioria das larvas capturadas é do Aedes aegypti, de acordo com análises feitas em laboratório. Segundo dados do CCZ já foram feitas as seguintes ações  referente ao controle do vetor nesses primeiros três meses do ano, nos locais onde a doença foi confirmada:

Operações bloqueio no distrito de Assistência, Jardim Esmeralda, Arco-Íris, Jardim das Flores e Parque Mãe Preta. Bloqueio e Nebulização no Cervezão, Alto do Santana, Jardim Conduta, Jardim São Paulo, Santa Cruz, Jardim das Palmeiras, Santana, Jardim Floridiana e Jardim Primavera. Bloqueio, nebulização e mutirão de limpeza nos bairros São Miguel e Jardim Novo Wenzel. No centro da cidade foram realizados bloqueio, nebulização e ação educativa.

 

Além das visitas casa a casa, a Zoonoses já realizou também mutirões de limpeza nos bairros Bonsucesso, Novo Wenzel, Bom Retiro, Jardim Progresso, Jardim São João, Jardim Azul, Jardim São Caetano, São Miguel, Boa Vista 1 e 2, Santa Maria, Terra Nova e Jardim Novo 2.

MAIS DE UMA TONELADA DE MATERIAL RECOLHIDO POR MUTIRÃO NO SANTA ELIZA

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No último sábado, 6,  equipes do Centro de Controle de Zoonoses juntamente com o Caminhão Cata Bagulho da  Secretaria de Meio de Meio Ambiente , realizaram Mutirão para retirada de prováveis  criadouros de mosquitos nas residências do bairro Santa Eliza.

Vinte e três agentes percorreram as residências  do bairro recolhendo materiais que poderiam  acumular água e servir de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika. Chikungunya e Febre Amarela.

O resultado dos trabalhos foram 1.175 imóveis visitados e mais de 1.800 Kg de inservíveis recolhidos pelo Caminhão Cata Bagulho .

O bairro registra grande número de lixo jogado por moradores em terrenos, doentes positivos de Dengue e muitas reclamações sobre escorpiões.

A população tem a seu dispor os serviços oferecidos pela prefeitura municipal como: coleta diária de lixo, Eco Pontos , a visita mensal do Caminhão Cata Bagulho e precisa conscientizar-se de que o lixo jogado inadequadamente atrai insetos e com eles as diversas zoonoses relacionadas colocando em risco a saúde de suas famílias e toda comunidade.

Lembrando que a densidade larvária (número de larvas de mosquitos) nas casas continua deixando o município em estado de Alerta e ações preventivas devem ser tomadas desde já para impedir epidemias no próximo verão.

Os Mutirões continuarão a ser realizados aos sábados nos bairros onde são registrados positivos de Dengue e Chikungunya e onde são registrados grande  números de criadouros.

Colabore com a saúde de sua família eliminando qualquer local ou quantidade de água parada e jogando lixo  em locais corretos.

 

Arrastões já recolheram mais de 9 toneladas de lixo desde janeiro

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Neste sábado o trabalho será feito nos bairros Jardim Brasília e Guanabara

Equipes do Centro de Controle de Zoonoses, apoiadas pela Secretaria de Meio Ambiente, já recolheram das ruas, residências e terrenos, de 27 de janeiro a 14 de abril, 9,5 toneladas de material inservível considerado criadouro do mosquito Aedes aegypti. Esse trabalho é realizado aos sábados e visa diminuir a incidência de focos do vetor que pode transmitir Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela urbana. Neste sábado, dia 5, as equipes estarão nos bairros Jardim Brasília e Jardim Guanabara a partir das 8h00.

Boa parte do que é recolhido trata-se de entulhos de construção, lonas, baldes de tintas, tubos de TVs antigas. Tudo isso misturado a muito lixo doméstico. Até o momento 20 bairros foram percorridos. Para que todo esse material possa ser transportado, a Zoonoses conta com o caminhão Cata Bagulho, da Sepladema. Muito do que é recolhido poderia ter sido descartado pela própria população nos Eco Pontos do município, gerando menos impacto e evitando a proliferação do Aedes.

O município possui seis Eco Pontos:

Jardim Inocoop/Guanabara

Avenida Tancredo Neves com rodovia Fausto Santomauro

 Jardim Figueira

Avenida 54 em frente a rua 27

Jardim das Palmeiras

Avenida 3 JP ao lado da Estação de Tratamento de Esgoto

Jardim Cervezão

Rua 6 com Avenida M-21 em frente a rotatória do Cervezão

Jardim São Paulo

Rua 1A, s nº

Jardim São Miguel

Anel Viário próximo a avenida 62A

Written by I.E.C - CCZ

04/05/2018 at 9:52 am