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Carrapatos: calor aumenta o perigo, previna-se

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A Primavera e as chuvas estão chegando e com elas, muitos insetos saem de suas tocas para alimentar-se e acasalar. Os carrapatos também aumentam neste período.

Vários casos de Febre Maculosa têm sido registrados no país, portanto cuidados devem ser tomados em passeios perto de rios, pastos, matas, sítios, chácaras.

O homem é infectado através da picada do carrapato estrela ou micuim que eventualmente carrega a bactéria Rickettsia rickettsii nas suas glândulas salivares. Esse carrapato hematófago pode ser encontrado em animais de grande porte (bois cavalos, etc.), cães, aves domésticas, roedores, animais selvagens como os gambás, cachorros-do-mato, coelhos, tatus e cobras e, especialmente, na capivara, o maior de todos os reservatórios naturais.

 Transmissão

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Os de menor tamanho são vetores mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos. Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Os primeiros sintomas aparecem de dois a quatorze dias depois da picada. Na imensa maioria dos casos, sete dias depois.

A doença começa abruptamente com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor da cabeça, inapetência, desânimo. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas, as máculas, que crescem e tornam-se salientes, constituindo as maculopápulas.

A erupção cutânea é generalizada e manifesta-se também na palma das mãos e na planta dos pés, o que em geral não acontece nas outras doenças exantemáticas (sarampo, rubéola, por exemplo).

O diagnóstico é realizado com exame específico para o diagnóstico da febre maculosa

Tratamento

A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total.

Atraso no diagnóstico e, consequentemente no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

Recomendações

. Evite o contato com carrapatos. Se, por acaso, estiver numa área em que eles possam existir, como beiras de lagos e rios, trilhas, pastos, parques, florestas, tome as seguintes precauções:

. Examine seu corpo cuidadosamente a cada três horas pelo menos, porque o carrapato-estrela transmite a bactéria responsável pela febre maculosa só depois de pelo menos quatro horas grudado na pele;

. Use roupas claras porque facilitam enxergar melhor os carrapatos;

. Coloque a barra das calças dentro das meias e calce botas de cano mais alto nas áreas que possam estar infestadas por carrapatos.

. Corte o mato e grama rente ao solo

. Tenha cuidado ao retirar o carrapato que estiver grudado em sua pele. Não o esmague com as mãos ou unhas pois você pode adquirir a doença através de pequenos ferimentos na pele;

. Não se esqueça de que os sintomas iniciais da febre maculosa são semelhantes aos de outras infecções e requerem assistência médica imediata. Esteja atento ao aparecimento dos sintomas comuns a vários tipos de infecção e avise o médico para um diagnóstico diferencial.

Não existe vacina contra a febre maculosa brasileira.

 

 

 

Como eliminar pulgas e carrapatos do seu animal com bicarbonato de sódio

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pulgas e carrapatos

Nada mais desagradável do que ver nosso animal de estimação infestado de pulgas e carrapatos.
Esses bichinhos parasitas se alimentam de sangue.

Parece horrível?
E é mesmo!
Eles provocam:

– Fortes coceiras
– Febre
– Erupções cutâneas
– Bolhas na pele

É preciso tomar algumas medidas para evitar a invasão das pulgas e carrapatos.
Afinal, eles são muito prejudiciais à saúde do seu bichinho de estimação.
Mas pode ficar tranquilo(a).
Trouxemos uma receita natural e sem efeitos colaterais.
Trata-se de uma mistura à base de biicarbonato de sódio e vinagre de maçã, que, além de espantar pulgas e carrapatos, é excelente para tornar o pelo dos animais macios e com muito brilho.

Veja como se faz:

INGREDIENTES

Meio copo (de 200 ml) de vinagre de maçã

Meia colher (chá) de sal marinho

Meia colher (chá) de bicarbonato de sódio

2 ou 3 colheres (sopa) de agua morna

MODO DE PREPARO

Despeje o vinagre de maçã, o sal e o bicarbonato dentro de um frasco de spray.

Em seguida, acrescente 2 ou 3 colheres (sopa) de água morna e agite o frasco com cuidado.

Feito isso, pulverize o corpo do seu animal, especialmente as áreas mais quentes, como orelhas, pernas e pescoço – que são as que mais costumam ter carrapatos.

Este remédio alternativo tende a tirar os insetos naturalmente.

Mas tenha o costume de examinar os pelos do seu bichano, caso encontre algum intruso que esteja resistindo (estará bem fraquinho devido à ação do produto), remova-o com luvas.
Escove sempre o pelo do seu cachorro ou gato, pois isso também ajuda a eliminar os insetos.

Muito simples, não é?
E pode ter certeza: funciona mesmo!

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre o veterinário do seu animal.

Fonte: http://www.curapelanatureza.com.br/post/04/2016/como-eliminar-pulgas-e-carrapatos-do-seu-animal-de-estimacao-com-bicarbonato-de-sodio

 

 

FEBRE MACULOSA – CUIDADO COM CARRAPATOS

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                                                             cartaz febre maculosa 3

O Centro de Controle de Zoonoses está tendo um ano atípico em relação a carrapatos, com altas temperaturas e sem chuvas, foram muitas as solicitações para orientações sobre estes parasitas, o que normalmente acontece com maior frequência apenas no inverno.

 

Preocupado com esta proliferação, o CCZ tem realizado pesquisas e análises em diversos locais com maior incidência e alguns casos suspeitos estão aguardando resultados de exames.

 

Portanto fique alerta: o homem é infectado através da picada do carrapato estrela ou micuim que eventualmente carrega a bactéria Rickettsia rickettsii nas suas glândulas salivares. Esse carrapato hematófago pode ser encontrado em animais de grande porte (bois cavalos, etc.), cães, aves domésticas, roedores, animais selvagens como os gambás, cachorros-do-mato, coelhos, tatus e cobras., e, especialmente, na capivara, o maior de todos os reservatórios naturais.

 Transmissão

carrapato 3 fases

Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Os mais jovens e de menor tamanho são vetores mais perigosos, porque são mais difíceis de serem vistos.

Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.

Os primeiros sintomas aparecem de dois a quatorze dias depois da picada. Na imensa maioria dos casos, sete dias depois.

A doença começa abruptamente com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor da cabeça, inapetência, desânimo. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas, as máculas, que crescem e tornam-se salientes, constituindo as maculopápulas..

A erupção cutânea é generalizada e manifesta-se também na palma das mãos e na planta dos pés, o que em geral não acontece nas outras doenças exantemáticas (sarampo, rubéola, dengue hemorrágico, por exemplo).

O diagnóstico é realizado com exame específico para o diagnóstico da febre maculosa

Tratamento

A febre maculosa brasileira tem cura desde que o tratamento com antibióticos seja introduzido nos primeiros dois ou três dias. O ideal é manter a medicação por dez a quatorze dias, mas logo nas primeiras doses o quadro começa a regredir e evolui para a cura total.

Atraso no diagnóstico e, consequentemente, o início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

Recomendações

. Evite o contato com carrapatos. Se, por acaso, estiver numa área em que eles possam existir, como: beiras de lagos e rios, trilhas, pastos, parques, florestas, tome as seguintes precauções:

. Examine seu corpo cuidadosamente a cada três horas pelo menos, porque o carrapato-estrela transmite a bactéria responsável pela febre maculosa só depois de pelo menos quatro horas grudado na pele;

. Use roupas claras porque facilitam enxergar melhor os carrapatos;

. Coloque a barra das calças dentro das meias e calce botas de cano mais alto nas áreas que possam estar infestadas por carrapatos.

. Corte o mato e grama rente ao solo;

. Tenha cuidado ao retirar o carrapato que estiver grudado em sua pele: não esmague com as mãos ou unhas pois você pode adquirir a doença através de pequenos ferimentos na pele;

. Não se esqueça de que os sintomas iniciais da febre maculosa são semelhantes aos de outras infecções e requerem assistência médica imediata. Esteja atento ao aparecimento dos sintomas comuns a vários tipos de infecção e avise o médico para um  diagnóstico diferencial.

Não existe vacina contra a febre maculosa brasileira.

 

 

 

 

 

CCZ REINICIA CAMPANHA DE VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA

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Devido a casos positivos de Raiva na cidade em animais de grande porte como bois e cavalos ,  a campanha de vacinação em cães e gatos foi iniciada em Maio na zona rural e Junho na zona urbana, quando  foram vacinados mais de 5 mil animais.

A grande demanda no país  fez com que as regiões com menor incidência, como as regiões sul e sudeste,  tivessem o envio de suas cotas de vacinas adiadas, ocasionando a suspensão temporária da vacinação.

Com a regularização de estoques, já chegaram novos lotes de vacinas e a Campanha Anual Antirrábica volta com força total.

A partir da próxima segunda-feira, dia 06, retornarão os serviços na zona rural , vacinação diária no CCZ e Canil Municipal.

A campanha na zona urbana já está sendo novamente organizada para início nas próximas semanas.  Pontos fixos em escolas, igrejas, praças e psfs serão amplamente divulgados pela mídia e redes sociais.

É fundamental a prevenção da Raiva  em animais domésticos através da vacinação, para evitar-se  a Raiva em humanos, que é incurável e mortal.

 Sinais indicativos da raiva

Variam conforme a espécie. Quando a doença acomete animais carnívoros, com maior freqüência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica). No entanto, em todos animais costumam ocorrer os seguintes sintomas:- dificuldade para engolir – salivação abundante – mudança de comportamento – mudança de hábitos alimentares – mudança de hábitos – paralisia das patas traseiras. Nos cães, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um “uivo rouco”, e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

Além das campanhas preventivas, moradores podem vacinar diariamente seus animais no CCZ – R. Alfa, s/nº – Distrito Industrial – 3535-4441 ou no Canil Municipal – Av. 8, entre Rs. 1 e 1b – Centro – 3532-4115.

 

 

 

 

 

TEMAS DE PALESTRAS MINISTRADAS PELO IEC

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ELAINE

O departamento de IEC – Informação, Educação e Comunicação ministra palestras gratuitamente em escolas, igrejas, projetos, condomínios, SIPATs, etc.

Os temas são:

. Dengue

. Animais Peçonhentos

. Posse Responsável de Animais

. Caramujos Africanos

. Pombos Urbanos

. Ratos

. Leptospirose

. Leishmaniose

. Morcegos

, Morcegos para crianças

. Verminoses

. Piolhos

. Larva Migrans

. Raiva / Morcegos

. Raiva

Todas as palestras  tem duração de  40 minutos em  média.  São bem dinâmicas e acompanham folhetos e cartazes.

Agendamento : 3535-4441 ou 3527-0309 com Sol ou Elaine.

 

 

Leishmaniose: doença crônica transmitida por um mosquito

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A Leishmaniose Visceral também conhecida como Calazar e Febre Negra é transmitida por um inseto conhecido como Mosquito Palha. Devido à destruição de seu habitat natural, como matas e florestas, o mosquito transmissor da doença, tem aproximado-se cada vez mais dos centros urbanos.  Ele se multiplica em lugares úmidos, escuros, com muitas plantas, árvores e folhas em decomposição, como em nossos quintais e jardins. Os chiqueiros e galinheiros são os principais focos de permanência do mosquito que se reproduz na matéria orgânica. Isso tem sido uma preocupação para as autoridades sanitárias. A criação desses animais é proibida na zona urbana, mas muitas pessoas ainda mantêm essa prática em quintais. O mosquito transmissor da Leishmaniose entra nas residências e se esconde em lugares escuros. Como são muito pequenos eles picam os moradores sem serem notados.

Como já existem casos positivos de Leishmaniose em cidades vizinhas, Rio Claro também tem feito pesquisas com apoio da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias)  e do Instituto Adolfo Lutz para prevenir  a doença no município.

Pesquisadores também buscam através de exames, identificar possíveis focos do parasita. No laboratório do Instituto Adolfo Lutz em Rio Claro, testes rápidos, seguidos de outros procedimentos, como o teste Elisa, são realizados por profissionais experientes. Uma bióloga e uma veterinária do Centro de Controle de Zoonoses aproveitam o trabalho do instituto para uma reciclagem em busca de descobertas recentes sobre o assunto. Utilizando kits específicos para detectar a doença os testes conseguem identificar se há casos de contaminação. O trabalho é coordenado pela Dra. Rita Maria da Silva, responsável pela área de parasitologia do Instituto Adolfo Lutz e pelas pesquisadoras Silvia Regina Baraldi e Divani Maria Capuano.

Para a bióloga Milene Weissmann e a veterinária Amanda Borotti, do Centro de Controle de Zoonoses a experiência de poder manipular os testes ao lado de profissionais que são especialistas no assunto é única. “É um privilégio para nós contarmos com a disponibilidade dessa equipe para conhecer os avanços dos testes e pesquisas recentes sobre a doença”, declararam. A equipe do Instituto Adolfo Lutz trabalha com a identificação de todo tipo de parasitas que comprometem a saúde humana e atende cidades da região como Charqueada, São Pedro e Piracicaba.

SINTOMAS NOS ANIMAIS

O cão é o principal reservatório do protozoário causador da leishmaniose visceral. Principais sintomas da doença no animal: apatia, lesões na pele, queda de pelos inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas, emagrecimento, lacrimejamento e crescimento anormal das unhas.

SINTOMAS NAS PESSOAS

Apesar de grave a Leishmaniose Visceral tem tratamento para os humanos. Ele é gratuito e está disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde.

COMO SE PREVENIR DA DOENÇA

Em primeiro lugar deve-se evitar a criação e proliferação do inseto vetor da doença. O Mosquito Palha que se reproduz no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais. Para isso deve-se: evitar a criação de porcos e galinhas em área urbana, manter a casa e o quintal livre de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeiras e frutas, embalar e fechar o lixo em sacos plásticos. Essas medidas também devem ser adotadas por proprietários de terrenos.

Nos animais a utilização de coleiras repelente de insetos é uma recomendação para se evitar a picada do mosquito que transmite a doença.

 

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Pesquisadora Silvia explica como é realizado o teste rápido

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 Material é analisado pela Dra. Amanda, veterinária do Centro de Controle de Zoonoses

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 Equipe reunida no laboratório do Instituto Adolfo Lutz

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Funcionárias do Centro de Controle de Zoonoses acompanham os trabalhos

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Bióloga Milene, da Zoonoses analisa material coletado para identificação de parasitas

 

Unesp recebe zoonoses para orientar calouros sobre a dengue

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Para orientar os novos alunos da Unesp que iniciam este ano os cursos na unidade de Rio Claro, o  Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), através de seu departamento de Informação, Educação e Comunicação (IEC) esteve esta manhã falando sobre a dengue e a posse responsável de animais. A apresentação foi feita no auditório no IGCE- Instituto de Geociências e Ciências Exatas.

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Os calouros foram orientados a vistoriar as residências onde irão morar para eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.  Através de slides, o IEC mostrou o que é a doença, como é transmitida e quais seus sintomas. Aproveitando a oportunidade também falou sobre a pose responsável de cães e gatos, já que muitas repúblicas costumam adotar animais e terminado curso, os alunos não sabem o que fazer com eles.

Calouros da Unesp recebem orientação sobre combate à dengue

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Palestra da Zoonoses alertou sobre os riscos que representam as larvas do Aedes aegypti

Perto de 200 calouros do Instituto de Biociências da Unesp assistiram esta manhã as orientações do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.

Nesta época do ano, os estudantes procuram imóveis para alugar e precisam conhecer as formas de eliminação das larvas do mosquito para impedir que eles consigam se reproduzir. Através de slides, o IEC- Informação, Educação e Comunicação, departamento ligado ao CCZ, mostrou o ciclo de reprodução do Aedes e orientou os jovens para que fiquem atentos à presença das larvas em recipientes com água.

Material informativo com alerta sobre os locais onde as larvas podem se esconder e também sobre os principais sintomas da doença foi distribuído aos calouros. O IEC disponibilizou alguns cartazes sobre a dengue e também sobre a posse responsável de animais, outra questão delicada que precisa ser refletida com seriedade. A adoção de cães e gatos nas repúblicas pode se tornar um problema. Depois que os alunos terminam seus cursos e voltam às suas cidades de origem, o animal adotado acabar sendo abandonado. A palestra aconteceu no auditório do IB e vai se repetir à noite, a partir das 19h00.