DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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RIO CLARO VOLTA A FICAR EM SITUAÇÃO DE ALERTA PARA A DENGUE

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Levantamento larvário realizado pela Secretaria Municipal de Saúde aponta índice 1,9

A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro  concluiu o primeiro levantamento deste ano de Análise de Densidade Larvária (ADL) do município. O resultado registrado de 1,9 coloca o município em estado de alerta para o Aedes aegypti, segundo classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Os números confirmam que todos devem estar atentos em relação aos cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito e, consequentemente, casos de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito”, frisa Maria Clélia Bauer, secretária de Saúde.

Para o levantamento, mais de 2.400 residências foram vistoriadas de 6 a 15 de janeiro. Agentes de endemias realizaram as vistorias, mapeando os locais com água parada. As larvas encontradas foram recolhidas e enviadas para o laboratório do Centro de Controle de Zoonoses para análise e contagem, resultando no índice. De acordo com a OMS, os índices inferiores a 1 são considerados satisfatórios; 1 a 3,9 indicam situação de alerta; e índices superiores a 4, risco de surto.

Ao longo do ano são realizados quatro levantamentos. “Estes números são importantes para auxiliar nas ações e estratégias desenvolvidas para combater o Aedes aegypti”, destaca Diego Reis, gerente do CCZ.

No verão há dois agravantes que podem favorecer a reprodução do Aedes. Com as chuvas a quantidade de água parada aumenta e o calor pode acelerar o ciclo do mosquito, fazendo com que as larvas desenvolvam-se mais rapidamente. A principal medida para evitar a dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela é acabar com os possíveis criadouros. Sem o mosquito não há transmissão destas doenças.

A estimativa é de que 80% dos criadouros estejam nos imóveis habitados, como residências, locais de trabalho e comércios. “Qualquer local ou quantidade de água parada serve para procriação dos mosquitos e a colaboração diária de toda população na eliminação de criadouros e descarte correto de materiais é a forma mais eficaz para mosquitos e epidemias”, finaliza Diego.

Fonte: Imprensa Rio Claro

 

AÇÕES EDUCATIVAS DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES

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Setor de Educação e Informação trabalha diretamente com a população objetivando prevenção às zoonoses 

 

A Fundação Municipal de Saúde, através do  Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro,  trabalha com a prevenção de diversas doenças que animais podem transmitir a humanos, as zoonoses, como Dengue, Raiva, Leptospirose , entre outras.

Os trabalhos  realizados como palestras, exposições, orientações ao público, são feitos através do setor de Educação e Informação do CCZ e apresentados em escolas, empresas, projetos, igrejas, instituições.

Durante o Ano de 2019 foram realizadas 173 palestras, com um público total de 11.073 pessoas e o tema mais solicitado de  palestras foi :  “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”, onde as profissionais do setor, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim,  orientam a população  a utilizarem corretamente os serviços públicos oferecidos como a coleta diária, coleta seletiva, Eco Pontos e o Caminhão Cata Bagulho, visando a prevenção  de doenças e a diminuição na proliferação de roedores, mosquitos e animais peçonhentos.

Em parceria com a Atenção Básica, foram realizadas orientações sobre Febre Maculosa para profissionais em todas as USFs – Unidades de Saúde da Família , UBSs -Unidades Básicas de Saúde e UPAs – Unidade de Pronto Atendimento,  onde os profissionais puderam conhecer mais sobre o vetor da doença, sintomas, tratamentos e abordagem aos pacientes, evitando-se agravamentos e óbitos. Nestas reuniões, com a presença da bióloga Milene Weissmann,  também foram realizadas orientações  sobre procedimentos relativos a acidentes com escorpiões, sobre medidas preventivas ao mosquito Aedes aegypti e as arboviroses por ele transmitidas, como a Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

Durante o ano foram realizadas ações  como exposições, feiras, colocação de faixas informativas e distribuição de folhetos, onde o público atingido foi  de 70.420 pessoas.

Outros importantes temas também foram abordados  em  palestras, como: Piolhos e Posse Responsável de Animais.

Com um total de 201 ações realizadas, 81.493 pessoas, tiveram algum acesso às informações educativas transmitidas pelo setor.

A equipe também atualiza diariamente as redes sociais como  Blog, Facebook e Twitter onde são registradas as atividades,  localização diária dos agentes de endemias, ações educativas, matérias, pesquisas e  curiosidades sobre animais e saúde.

O agendamento de palestras é gratuito e pode ser realizado através dos telefones: 3535-4441 e 3533-7155.

 

 

 

 

 

 

https://cczrioclaro.wordpress.com/iec-eventos-e-palestras-do-mes/

Facebook : Zoonoses Rcsp

Twitter: @cczrioclaro

 

 

EQUIPES REÚNEM-SE NA SALA DA DENGUE PARA DISCUTIR METAS E PLANOS DE TRABALHO

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Prefeito Juninho da Padaria participou da primeira reunião do ano que fez balanço de 2019 e discutiu ações para 2020

O município de Rio Claro realizou na manhã desta quinta-feira (16) a primeira reunião do ano da Sala de Coordenação e Controle da Dengue. Representantes das secretarias municipais se reuniram para discutir planos e  metas de trabalho para este ano com relação ao combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya, Zika vírus e febre amarela. Na oportunidade também foi feito balanço das atividades realizadas no ano passado.

A primeira reunião da Sala da Dengue de 2020 contou com participação do prefeito João Teixeira Junior, o Juninho da Padaria, e da secretária municipal de Saúde, Maria Clélia Bauer. As reuniões são periódicas com o objetivo de realizar um trabalho integrado no combate e prevenção ao mosquito. “Esse é um trabalho que exige o envolvimento de todas as secretarias e também da sociedade. Cada um tem que fazer a sua parte para eliminar os criadouros do mosquito e controlar a dengue que é um problema de todos”, observa Juninho.

A prefeitura tem feito a sua parte realizando ações educativas, mutirões de limpeza e vistorias em residências e imóveis. Porém, como 80% dos criadouros estão dentro das residências, a ajuda da população é fundamental no controle da doença. “Precisamos unir esforços no combate à dengue que é uma pandemia do mundo”, alerta Clélia. “Temos que dar continuidade ao trabalho de prevenção”, acrescenta.

Diego Reis, gerente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), observa que é preciso que a população fique em alerta porque tivemos um final de ano chuvoso e janeiro também tem registrado alto índice pluviométrico, o que eleva o risco de proliferação das larvas do mosquito. “O controle mais eficaz é eliminar os criadouros, ou seja, qualquer recipiente que possa acumular água parada”, explica.

As ações contra a dengue continuam. A prefeitura realiza nesta semana a coleta para nova avaliação de densidade larvária no município, e segue fazendo trabalho de rotina com visitas casa a casa e bloqueios contra criadouros. Os mutirões de 2020 devem ser iniciados neste mês.

 

 

 

 

 

 

Fonte : Imprensa Rio Claro

RIO CLARO INICIA CONTAGEM DE LARVAS DO AEDES AEGYPTI

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Qualquer local ou quantidade de água parada serve de criadouro para mosquitos nascerem. A colaboração de toda população é fundamental para evitarmos novas epidemias


A Fundação Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses, iniciou  na segunda feira, 06, o primeiro LIRAa do ano – Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti.

Bairros e quadras são sorteados por toda cidade onde   Agentes de Endemias realizam  vistorias,  mapeiam os locais encontrados com água parada e recolhem  larvas de mosquitos, que são enviadas para o laboratório  do CCZ para análise  e contagem , resultando os índices do município.

Durante o ano são realizados quatro levantamentos e através destes números, pode-se prever as possibilidades de epidemias e a organização de ações .

No verão com as  chuvas,  a quantidade de água parada aumenta e com o calor,  o ciclo do mosquito tende a diminuir com as larvas transformando-se rapidamente em mosquitos.

O retorno das viagens de festas de final de ano e férias, agravam a transmissão de arboviroses como Dengue, Chikungunya e Zika vírus, em razão das pessoas importarem os vírus, ou seja, trazerem de outras localidades o vírus no organismo e contaminarem os mosquitos aqui existentes. Se não houver mosquitos, não há transmissão. Neste contexto, a eliminação de criadouros é fundamental para evitar o nascimento de mosquitos e a transmissão de doenças a eles relacionadas.

Registra-se que 80% de criadouros estão dentro de imóveis habitados: residências, locais de trabalho ou comércio. Qualquer local ou quantidade de água parada serve para procriação dos mosquitos e a colaboração diária de toda população na eliminação de criadouros e descarte correto de materiais,  é a forma mais eficaz para evitar-se mosquitos e epidemias.

No último ano, o município iniciou com índices de Alerta e terminou com índices satisfatórios.

 

 

LEISHMANIOSE NOS GATOS. SINTOMAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

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Apesar de a leishmaniose ser habitualmente considerada uma doença dos cães, também surge, com menor frequência, em gatos. Nas zonas endêmicas podem existir gatos infetados, mas apenas um pequeno número destes animais, com um sistema imunitário enfraquecido, manifesta a doença.

 

A  L. infantum constitui, até à data, a única espécie de Leishmaniose isolada em gatos, sendo transmitida por Phlebotomus spp (o mesmo vetor que transmite a leishmaniose canina e humana). Para determinar a co-infeção de Leishmania sp. com Toxoplasma gondii, vírus da imunodeficiência felina (FIV) e vírus da leucemia felina (FeLV), elaborou-se um estudo numa população de gatos de uma zona endémica para a leishmaniose visceral, verificando-se uma relação positiva na co-infeção de Leishmania e FIV, mas não com T. gondii.

Assim, os gatos que vivem em áreas endêmicas de leishmaniose visceral são significativamente mais propensos a sofrer co-infeção por FIV. É altamente provável que o sistema imunitário do gato seja capaz de controlar a infeção provocada por este parasita, seja por meio de eliminação do mesmo ou mantendo-o num estado crônico subclínico. A doença apenas se manifesta num número reduzido de gatos, provavelmente em animais com um sistema imunitário enfraquecido.

Leishmaniose em gatos: sintomas

  • Forma cutânea:É a mais frequente. Clinicamente, podem ser observadas lesões cutâneas e mucocutâneas. Uma das manifestações cutâneas mais frequentes é a dermatite nodular, caracterizada pela presença de nódulos dérmicos subcutâneos indolores e de localização predominante na cabeça e nas patas anteriores e posteriores (almofadinhas). A dermatite erosiva-ulcerativa caracteriza-se por lesões ulcerativas-escamosas localizadas na cabeça, focinho e pescoço, nas almofadinhas das patas ou com distribuição simétrica bilateral nos pulsos, cotovelos, tornozelos ou tuberosidade isquiática.
  • Formas oculares:As formas oculares também são muito frequentes, tendo sido observadas desde blefarite granulomatosa, conjuntivite e queratite, até uveíte monolateral (que constitui a lesão ocular mais frequente), e que pode evoluir para panoftalmite.
  • Formas sistêmicas generalizadas: A disseminação generalizada do parasita é pouco frequente. Em determinados casos clínicos poderá implicar lesões no baço, no fígado, nos rins e nos nódulos linfáticos. Pode observar-se linfadenopatia localizada ou generalizada, que surge num elevado número dos casos. Entre os sinais sistémicos mais frequentes destacam-se a astenia e a anorexia.

Diagnóstico da Leishmaniose em gatos

Deverão realizar-se os seguintes exames complementares:

  • Exame citológicode amostras procedentes das lesões cutâneas, das mucosas e dos nódulos linfáticos que aumentaram de volume.
  • Lâmina de extensão de sangue e de medula óssea.
  • Biópsia cutânea para coloração convencional (H&E) e imuno-histoquímica.
  • Quantificação dos anticorpos anti-leishmania com técnicas serológicas preparadas no gato. No caso de elevadas suspeitas, de níveis baixos de anticorpos ou, inclusive, de resultados seronegativos, é aconselhável levar a cabo técnicas moleculares para descartar a doença.

serologia como exame de confirmação da infeção pode subestimar o diagnóstico da leishmaniose nos gatos. Além disso, é muito provável que exista uma doença subjacente ou concomitante, pelo que deverão ser realizados exames elementares de laboratório, incluindo hemograma, bioquímica, análise da urina e proteinograma do soro.

Tratamento da Leishmaniose

Não existem estudos sobre o tratamento ideal para a leishmaniose em gatos. Segundo as publicações existentes, poderia afirmar-se que os melhores resultados são obtidos mediante administração de alopurinol em doses de 10 mg/kg/12 h ou de 20 mg/kg/24 h, até ser atingida a recuperação clínica. Nalguns casos, também poderá ser benéfica a administração de antimoniato de meglumina em doses de 5 mg/kg/24 h ou de 25 mg/gato/24 h, durante um mês. Não é recomendável a combinação de alopurinol com antimoniato de meglumina, devido a problemas de toxicidade. Não existem outras medidas de prevenção além de evitar a exposição aos vetores, já que os repelentes de insetos à base de permetrinas são tóxicos para os gatos. Também não existe experiência comprovada na utilização de imunomoduladores ou de vacinas na espécie felina.

Fonte: Vets & Clinics

PROGRAMA DE CASTRAÇÃO GRATUITA TEM RECORDE DE CIRURGIAS

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A Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro, através do Centro de Controle de Zoonoses,   mantém programa de castração gratuita para cães e gatos visando a diminuição de animais abandonados.

Grande número de animais abandonados são resultado de gravidezes indesejadas. A  boa saúde dos animais e a diminuição de abandonos, refletem diretamente na saúde de toda população , humana ou animal, devido a restrição de acidentes por mordeduras ou transmissão de diversas zoonoses.

Durante o ano de 2019 foram  4.939 agendamentos e realizadas 4.179 cirurgias, sendo :

707 cães, 1.419 cadelas, 918 gatos e 1.138 gatas. Apesar da gratuidade e facilidade do serviço oferecido, 760 agendamentos não compareceram.

Em 2018 foram realizadas 4.048 cirurgias: 592 cães, 1.393 cadelas, 873 gatos  e 1.120 gatas

O programa  prioriza as pessoas de baixa renda, mas todo cidadão pode  ter acesso ao serviço de castração através dos telefones: 3535-4441 ou 3533-7155, onde podem  pedir informações sobre cadastros, agendamentos e encaixes.

O atendimento é feito de segunda a sexta-feira das 7h às 16h.

 

 

TONELADAS DE CRIADOUROS SÃO RETIRADOS DAS CASAS NO BONSUCESSO

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No último sábado, 21, agentes do Centro de Controle de Zoonoses realizaram um mutirão para retirar possíveis criadouros de mosquitos nas residências do bairro Bonsucesso.

Cerca de 2.000 Kg de material foram recolhidos e levados para Eco Pontos e Aterro Sanitário, objetivando a prevenção de arboviroses como Dengue, Zika, Chikungunya, Febre Amarela e Febre Mayaro, que são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti ; inseto que nasce em  locais onde qualquer quantidade de  água fica acumulada.

Estas ações servem também para orientar a população sobre a  necessidade da remoção de materiais em quintais e terrenos e o descarte correto de lixo,  evitando-se além destas doenças, roedores e animais peçonhentos.

Solicita-se a utilização dos serviços municipais oferecidos, tais como: coleta diária, coleta seletiva, eco pontos e caminhão cata bagulho.