DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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E.E. JOAQUIM RIBEIRO PRODUZ PODCAST SOBRE ZOONOSES

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Após a apresentação do CCZ sobre lixo, bicho e Zoonoses, os alunos realizaram várias atividades sobre o assunto e organizaram um Seminário do Itinerário Formativo. Cada estudante escolheu uma zoonose e montou a apresentação no CANVA, e em seguida ministrou para os colegas.

Dando segmento ao interesse pelas doenças transmitidas por animais, o CCZ foi novamente convidado para uma palestra sobre Mosquitos e as arboviroses transmitidas, como a Dengue, Zika, Chikungyna e Febre Amarela.

Após a apresentação, foi gravado um Podcast criado pelos alunos e denominado “Zoonocast”, entrevistando a palestrante Solange Mascherpe do setor de educação e comunicação Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro, sanando as principais dúvidas dos adolescentes sobre as zoonoses de nosso município.

Nossos agradecimentos à direção da escola, aos alunos e ao professor Alexsandro pelo interesse e iniciativas que só fazem aumentar o conhecimento e assim, o controle das arboviroses.

GRUPO ABADÁ CAPOEIRA DÁ UMA RASTEIRA NA DENGUE

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Com elevado índice larvário, colocando o município em estado de Alerta para uma possível epidemia e aumento considerável de casos positivos de Dengue em todo o país, ações conjuntas são fundamentais na tentativa de evitarmos novas epidemias.

O Grupo Abadá Capoeira há cerca de dez anos tem esta preocupação em relação à saúde pública e através de seus grupos de capoeira, leva informações e organiza ações de cidadania entre os integrantes e suas famílias.

Aproveitando horário de aulas, o mestre Agnaldo convidou o Centro de Controle de Zoonoses para uma apresentação noturna no espaço utilizado no Centro Cultural Roberto Palmari para informações sobre o mosquito transmissor e as formas preventivas da Dengue e outras arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti.

CCZ NA EMPRESA TRANENGE ORIENTA SOBRE ANIMAIS PEÇONHENTOS

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Funcionários da empresa Tranenge Construções, em Ajapi, receberam orientações sobre a importância e ações preventivas para evitar acidentes com animais peçonhentos.

Além dos trabalhos nas obras, o parecimento de aranhas, lagartas e algumas serpentes é comum no local por estar em área próxima à vegetação.

A equipe de educação e comunicação do Centro de Controle de Zoonoses além das informações, distribuiu folhetos com os principais animais peçonhentos encontrados e com os sintomas em caso de acidentes, que os participante poderão levar para seus familiares.

O conhecimento, a utilização de EPIs e atenção no manuseio de materiais, é fundamental para evitar acidentes com estes animais.

Aproveitando a oportunidade, funcionários receberam também, informações atualizadas sobre Dengue e cuidados para evitar criadouros de mosquitos.

CCZ VISTA PROJETO BEIJA FLOR PARA ORIENTAÇÃO SOBRE MOSQUITOS E DENGUE

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O Projeto Beija-Flor, anexo ao CRAS Independência, realiza reuniões semanais para o setor da Melhor Idade.

Aproveitando o momento, os organizadores convidaram o setor de Educação e Comunicação do CCZ para orientar os participantes sobre os cuidados para evitar a Dengue e outras arboviroses como a Zika e Chikungunya.

Com muito interesse e simpatia do público, as informações da palestra foram complementadas com folhetos que levaram para compartilhar com seus familiares.

CCZ NA ESCOLA MARCELO SCHMIDT

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Alunos do EJA – Educação de Jovens e Adultos – da Escola Marcelo Schmidt estão estudando os problemas ocasionados pelo descarte incorreto de lixo e o CCZ foi convidado a complementar estas orientações com palestra que aborda animais e doenças relacionados à estas ações.

Após a palestra, os alunos puderam observar animais peçonhentos recolhidos em residências de nossa cidade

Índice de larvas do Aedes cresce nas casas de Rio Claro e município está em alerta para a dengue

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Registro chegou a 3,83, com larvas do mosquito em 128 das 138 amostras coletadas. Acima de 4 representa risco de epidemia, segundo a OMS.

Com alto índice de densidade larvária do mosquito Aedes Aegypti, Rio Claro está em situação de alerta para a dengue.

Das 138 amostras coletadas em 2,5 mil casas, entre os dias 4 e 11 de abril, apenas 10 não tinham larvas do mosquito, gerando índice de 3,83, conforme classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O levantamento anterior, realizado em janeiro, foi de 3,66.

Diante desse cenário, tem intensificado as ações de combate ao mosquito, percorrendo as ruas do município, que soma 124 casos da doença neste ano.

Ações

Com o alerta, a cidade faz ações como a nebulização. O alvo são os bairros com maior incidência de casos positivos da doença, como o Universitário.

Os agentes passam de casa em casa para aplicar o produto. “A gente tem a equipe com 3 pessoas. As meninas abordam para que a população abra a residência, tanto janelas e portas, para o veneno entrar e matar o mosquito”, disse a chefe da seção de endemias, Valdirene Bordim.

“A gente sabe que acima de 4 corre-se o risco de uma epidemia. A população precisa tomar o cuidado de eliminar os criadouros, não pode partir só do poder público. Dentro das residências foram encontrados muitos locais onde o mosquito está se proliferando. Para não ter a epidemia, precisa ter esse controle e diminuir o foco dos criadouros”, destacou a diretora de Vigilância em Saúde, Susi Berbert.

De acordo com OMS, os índices são classificados como:

  • inferiores a 1%: satisfatórios;
  • 1% a 3,9%: situação de alerta;
  • superiores a 4%: risco de surto.

SINTOMAS E TRATAMENTO DA DENGUE

Existem quatro tipos de vírus de dengue – sorotipos 1, 2, 3 e 4. A dengue é caracterizada pelos seguintes sintomas:

  • febre
  • dor no corpo
  • dor de cabeça
  • dor atrás dos olhos
  • manchas pelo corpo
  • mal estar
  • falta de apetite

É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

VEJA 10 DICAS PARA PREVENIR OS CRIADOUROS DO AEDES:

  • Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.
  • Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.
  • Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.
  • Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.
  • Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.
  • Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.
  • Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.
  • Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.
  • Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.
  • Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água.

Fonte: G1

CCZ LEVA ORIENTAÇÕES AO PROJETO FLORES

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Crianças e adolescentes atendidos no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos “Residencial das Flores” receberam o setor de educação e comunicação do Centro de Controle de Zoonoses para orientações sobre piolhos.

Além da palestra original, tiveram informações sobre Febre Maculosa, já que estarão realizando passeio na Floresta Estadual e também sobre prevenção à Dengue.

Outras datas já estão sendo agendadas para outras palestras no local.

Após as apresentações que foram realizadas para turmas no período da manhã e da tarde, os alunos entregaram à representante do CCZ, Solange Mascherpe, vaso com terra e sementes de girassol juntamente com carinhosa carta de agradecimento.

Turma da manhã
Turma da tarde

COMO AFUGENTAR ARANHA-MARROM

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Você sabe como afugentar a aranha-marrom?

🕷

Aranha Marrom (Gênero Loxosceles)

👉 São aranhas muito pequenas: não passam de 4 cm de envergadura. Vivem em ambientes escuros e secos onde tecem teias irregulares, muito parecidas com fiapos de algodão, nos quais capturam seu alimento (composto basicamente por insetos como moscas, besouros, baratas etc). Na natureza, as aranhas marrons são encontradas sob cascas de árvores, debaixo de pedras e dentro de grutas. Nas cidades, esses animais se proliferam dentro das residências humanas, onde fazem teias atrás de móveis, quadros, pilhas de madeira e material de construção. São aranhas muito tímidas e de hábitos noturnos. Os acidentes ocorrem quando são comprimidas contra o corpo dentro de roupas, toalhas, roupas de cama etc.

🔴 Seu veneno é extremamente tóxico para o organismo humano, e o local da picada pode apresentar: bolhas; inchaço; aumento de temperatura e lesões hemorrágicas, com ou sem dor em queimação. A ausência de dor faz com que o acidentado demore a procurar socorro médico, o que pode complicar o tratamento. Após alguns dias, a área da picada apresenta necrose que deixa uma úlcera de difícil cicatrização. Outras alterações que podem aparecer no acidente por aranhas marrons são: febre alta nas primeiras 24 horas, dor de cabeça; coceira generalizada; dor muscular; náuseas; vômitos; visão turva; diarréia; sonolência; irritabilidade e, nos casos graves, coma. Em certo número de acidentes podem ocorrer complicações devido à ação do veneno sobre as células do sangue, ocasionando anemia, equimoses e urina com sangue o que pode levar a insuficiência renal aguda e óbitos.

📌 Medidas simples como afastar as camas e berços das paredes; evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão; não pendurar roupas nas paredes; examinar roupas principalmente camisas, blusas e calças antes de vestir e inspecionar sapatos e tênis antes de usá-los são muito eficazes para impedir a ocorrência de picadas por aranhas marrons. Mas atenção: nem toda aranha que vive em nossas casas ou que tenha colorido marrom causa esse quadro. A maioria das aranhas “caseiras” não são animais perigosos.

As pessoas costumam usar muitos produtos para afastar as aranhas de suas casas. Querosene, óleo diesel, cânfora, amaciantes, óleo de cravo, naftalina…saiba que nada disso funciona contra a aranha-marrom!

Esse é o resultado de uma pesquisa realizada na Universidade Federal do Paraná, coordenada pelo Prof. Francisco de Assis Marques.

Testes em laboratório mostraram que repelentes e inseticidas comuns também não funcionam.

A melhor alternativa é usar o aspirador de pó para manter os cantos limpos. As aranhas sugadas pelo aspirador não sobrevivem.

E proteger as lagartixas!

Fonte : Instituto Vital Brasil

@animaispeconhentos

Universidade Federal do Rio Grande – FURG

E.E. JOAQUIM RIBEIRO RECEBE CCZ

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Alunos e professores do 2º ano do PEI – Programa de Ensino Integral, assistiram a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Muito atentos, conheceram um pouco sobre mosquitos, roedores, animais peçonhentos, pombos, caramujos e ações que podem prevenir as doenças causadas por estes animais.

Nossos agradecimentos à direção da escola pela oportunidade da informação.

NEM TODAS ARANHAS SÃO DE IMPORTÂNCIA MÉDICA, MAS TODAS SÃO IMPORTANTES NA NATUREZA. APRENDA A DISTINGUI-LAS:

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Quase todas as aranhas tem veneno, mas apenas 3 grupos podem colocar sua vida em risco!

A verdade é que o medo faz a gente nem querer olhar para elas e ver seus detalhes, manchas e comportamentos.

Se prestarmos um pouco de atenção, conseguimos reconhecer facilmente aquelas aranhas realmente perigosas à nossa saúde: as aranhas-marrons, armadeiras e viúvas-negras.

Mas e todas as outras?

Bem, o veneno produzido por elas não tem efeitos sérios em humanos, seja pela quantidade ou propriedades da toxina. Outras são tão pequenas que suas “presas” não são grandes ou fortes o suficiente para furar a nossa pele.

Fonte: @animaispeconhentos

Universidade Federal do Rio Grande – FURG