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E.M. PROFª RUTINEIA REALIZA PASSEATA CONTRA MOSQUITOS

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Crianças do bairro Terra Nova chamam atenção da população contra criadouros de mosquitos

O número de larvas nas residências coloca nosso município em estado de Alerta para uma epidemia no próximo verão e a necessidade de eliminar locais com água parada, que servem de “berços” para os mosquitos, é fundamental.

A Creche escola Profª Rutineia Paulino de Souza Ferreira da Silva, no bairro Terra Nova organizou passeata  para chamar atenção de moradores contra criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Chikungunya, Zika e Febre Amarela.

Professores trabalharam o tema com a confecção de chapéus, cartazes,  instrumentos musicais e paródias musicais.

A direção da escola acompanhou a passeata com caixa de som realizando orientações sobre criadouros.

O objetivo é a conscientização dos moradores para inibir o descarte incorreto de lixo pelas ruas e terrenos do bairro que servem de criadouros do mosquito  e com isto,  a prevenção das doenças transmitidas pelo vetor.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve presente com o Boneco Agente Cabeção e a equipe de informação distribuiu folhetos  aos moradores.

 

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11º Seminário sobre Raiva destaca ações de prevenção à doença

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O 11º Seminário de Vigilância e Controle da Raiva promovido pelo Instituto Pasteur e realizado dias 1 e 2 de outubro reuniu vários profissionais da Saúde e contribuiu para promover a atualização técnica e científica dos profissionais que atuam na área da Saúde. Foram abordados vários aspectos relacionados à doença como a importância de uma comunicação eficaz , cuja mensagem seja do entendimento de toda a população e ainda o trabalho preventivo que o setor de Saúde realiza em caso de acidente  com morcegos. Estiveram no encontro representando a Fundação Municipal de Saúde, a médica veterinária Amanda Borotti, do Centro de Controle de Zoonoses e a Chefe de Núcleo da Vigilância Epidemiológica, Eliaura Aparecida de Jesus.

O assunto em destaque foi  o papel do morcego (hematófago ou não) na manutenção do ciclo do vírus. Devido às campanhas maciças de vacinação em cães e gatos, há muitos anos o estado de São Paulo não tem o ciclo com o vírus da variante canina. Os casos de cães ou gatos positivos foram da variante de morcego. Por isso a importância de notificar o CCZ se encontrar morcego caído ou morto em sua residência, e também se o seu animal de estimação entrou em contato com ele.

Na área rural, deve-se informar a defesa agropecuária, de sua cidade ou regional, em casos de visualizar mordeduras de morcegos em bois, cavalos, porcos ou outros animais. Casos de morcegos caídos, mortos ou que entraram em contato com cães e gatos também precisam ser comunicados. Manter os animais vacinados é uma maneira de prevenção, mas é na vigilância de mordeduras que a defesa agropecuária tem maiores resultados.

O papel do médico veterinário clínico na Vigilância da Raiva também foi discutido no encontro. A médica veterinária Adriana Vieira, do Instituto Pasteur abordou o assunto informando que das 1.461 doenças reconhecidas em seres humanos, 60% são zoonoses, ou seja, doenças transmitidas do animal ao homem. Esses números mostram o quanto são importantes  ações de prevenção e, no caso específico da raiva, outros elementos são considerados fundamentais no trabalho preventivo. “Podemos citar a educação em saúde, a vacinação antirrábica, a propriedade responsável de animais, bem estar e promoção da saúde animal, registro e identificação do animal, avaliação de animais suspeitos, coleta e envio de amostras para análises”, destacou a palestrante.Também é necessário, segundo ela, que os municípios tenham conhecimento de quantos animais são vacinados nas campanhas e fora delas. Por isso criou-se um formulário que contém todas essas informações e ainda dados fornecidos por veterinários de clínicas particulares.

O seminário reuniu dezenas de profissionais de várias partes do país e fez parte do 115º aniversário de fundação do Instituto Pasteur de São Paulo.

Para mais informações sobre morcegos o Centro de Controle de Zoonoses está à disposição através dos telefones 3535-4441 ou 3533-7155. A Casa da Agricultura Rio Claro (EDA Limeira) também pode ser consultada através do telefone 35243495.

Written by I.E.C - CCZ

16/10/2018 at 10:47 am

CCZ E UNESP EM PARCERIA PARA ESTUDOS SOBRE MORCEGOS

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Morcegos são os únicos mamíferos que voam e são animais muito importantes para o meio ambiente.

Existem cerca de mil espécies de morcegos pelo mundo: os que comem insetos, outros polinizam flores, alguns comem frutos e disseminam sementes auxiliando o reflorestamento, entre outros benefícios. Três espécies são hematófagas, sendo que duas alimentam-se de sangue de aves e apenas uma, alimenta-se de sangue de mamíferos.

O objetivo dos trabalhos do Centro de Controle de Zoonoses  com morcegos são as zoonoses transmitidas, como a Raiva e a Histoplasmose.

Acadêmicos da UNESP visitaram as instalações do CCZ para uma parceria e interação de conhecimentos sobre as espécies em áreas urbanas.

Segundo  Milene Weismann e a Dra. Maria Emilia de Godoy, bióloga e veterinária do CCZ|, a  parceria entre as instituições vão auxiliar nos estudos sobre as espécies,  comportamentos e  podem auxiliar no manejo e conservação  destes animais.

Dicas importantes:

. Vacine seu animal anualmente contra a Raiva;

. Se houver contato de cão e/ou gato com morcegos, procure imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses;

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta do animal (mesmo morto);

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura), procure o Serviço de Saúde imediatamente.

 

 

 

 

Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Somente no mês de julho, 52 animais foram monitorados. Desses, 47 eram cães e 5 gatos. No ano já são 362. Em 2017, a Zoonoses fechou o ano com 711 casos. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é, muitas vezes, a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  grave, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

II SAÚDE NO CÂMPUS

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De 24 a 26 de Julho a  UNESP Rio Claro convidou instituições de saúde  para trabalhos conjuntos no Câmpus da Universidade.

O evento visa cadastrar e informar os usuários sobre saúde e segurança no local, aproximando a comunidade e estudantes.

A Fundação Municipal de Saúde está participando com a presença do Centro de Controle de Zoonoses expondo e orientando sobre Animais Peçonhentos, diversas zoonoses como Febre Maculosa, controle do mosquito Aedes aegypti,  serviços do setor  e vacinando cães e gatos contra a Raiva;  equipes da Vigilância Epidemiológica estão  atualizando carteiras de vacinação para adultos e  realizando teste rápido para Hepatites B e C.

Outros serviços como:  aferição de pressão, cálculo de IMC, testagem para glicemia , orientações sobre descarte correto de medicamentos, postura e massagem, alimentação saudável e cadastramento para utilização do câmpus para caminhadas, também estão sendo prestados.

 

Centro de Controle de Zoonoses participa de Desfile Cívico.

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Em comemoração aos 191 anos da cidade de Rio Claro o Cento de Controle de Zoonoses marcou presença no desfile cívico.

Alguns funcionários se vestiram de Aedes,  Boneco Cabeção e Cachorrão, outros carregaram faixas informativas sobre o combate ao Aedes e Posse Responsável.

 

Zoonoses trabalha a socialização de cães para adoção

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Muitos dos animais já foram doados a empresas para reforçarem a guarda

Socializar um animal que teve histórico de agressão é um trabalho longo, exige paciência, dedicação, avaliação de comportamento e acima de tudo, cuidado. No Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), cães que atacaram pessoas nas ruas ou muitas vezes os próprios donos precisam permanecer um tempo em observação para descartar a existência de doenças que possam comprometer a saúde humana, como a raiva por exemplo. Depois disso o cão é castrado e começa um trabalho de interação entre o animal e o tratador que envolve horários de alimentação, limpeza das baias e passeios diários para acalmar, tranquilizar e desestressar o animal.

No CCZ não há recolha de animais abandonados e nem com suspeita de maus tratos já que o compromisso desse órgão público, ligado à Fundação Municipal de Saúde, é com a saúde pública. O Gatil também foi desativado há mais de 1 ano depois de os gatos terem sido adotados. Hoje estão sob a guarda da Zoonoses apenas cães agressores. São 7 no total que ainda estão em processo de doação. Alguns deles, depois de um tempo, são doados. Algumas empresas já adotaram os animais da Zoonoses para reforçar a guarda do patrimônio. Os animais ganham espaço e passam a ser um importante componente a mais de segurança dentro da empresa.

Um dos casos de maior sucesso em termos de adoção dentro do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro foi da empresa Ancel, em 2014. A cadela Menina, uma vira-lata que há dois anos ocupava uma das baias da Zoonoses, passou a exercer uma função bem mais nobre. Ela ajuda na guarda do patrimônio. A decisão de adotar um cão recolhido das ruas partiu do dono da empresa. Ele queria dar mais segurança aos vigias que fazem a guarda noturna e achou que seria interessante buscar um animal no CCZ. Menina chegou na Zoonoses depois de ser recolhida no bairro Recanto Paraíso onde atacou uma pessoa. Tratada pelos agentes, ela ganhou peso e estava há anos à espera de um lar definitivo.

Uma semana depois da adoção da cadela Menina, a equipe do CCZ conferiu, em seu novo lar, a mudança pela qual o animal passou. Com um espaço maior  para se movimentar, ela já mostrava um novo comportamento, de obediência e fidelidade. A cadela continua na Ancel até hoje e nunca atacou ninguém da empresa. Já de início interagiu com o funcionário que cuida dos animais. Assim como Menina, existem outros cães no Centro de Zoonoses que podem exercer a mesma função. Dessa maneira ganham mais espaço para se movimentarem e retribuem com dedicação ao seu novo dono. A adoção para famílias dificilmente é liberada. Na casa não pode haver outros animais ou crianças e o espaço também tem que ser satisfatório. A

O trabalho do setor tem sido divulgado diariamente através do IEC, departamento de Informação, Educação e Comunicação, que alimenta o seu blog  www.cczrioclaro.wordpress.com.br, uma página no facebook (Zoonoses Rio Claro) e ainda uma conta no twitter @cczrioclaro. Em todas essas mídias sociais informações sobre a Zoonoses podem ser acompanhadas.