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Novo índice larvário mantém Rio Claro em alerta contra o Aedes

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A mais recente Análise de Densidade Larvária realizada em janeiro pelo Centro de Controle de Zoonoses mostrou que o município de Rio Claro permanece em estado de alerta contra o Aedes aegypti.  O levantamento, feito nos primeiros dias do ano, teve índice de 1.6 o que significa dizer que a vigilância com relação à reprodução do mosquito precisa ser mantida e intensificada.

A região com maior número recipientes com larvas positivas para o Aedes é a área 4, na zona oeste da cidade onde estão localizados os bairros Bonsucesso, Novo Wenzel, Jardim Guanabara, Jardim Brasília, Palmeiras e todos os adjacentes, até o Distrito de Assistência.  Nesses locais a Zoonoses tem realizado vários mutirões aos sábados para a retirada de criadouros em quintas e terrenos. Ainda assim o mosquito encontra espaço para se reproduzir.

Por este motivo a recomendação do Centro de Controle de Zoonoses é para que todos se conscientizem sobre a gravidade dos vírus transmitidos pelo Aedes aegypti. Dengue, Zika e Chikungunya atacam o organismo e podem levar o paciente a óbito ou deixar sequelas graves. É importante que todo recipiente que possa acumular água seja descartado ou colocado em local coberto. Os trabalhos casa a casa dos agentes continuam sendo realizados todo dia em bairros de diferentes pontos da cidade. As orientações precisam ser seguidas para que Rio Claro não tenha um avanço nos números de casos de Dengue e Chikungunya.

Saúde convoca o cidadão para que o combate ao mosquito faça parte da rotina

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O alerta vem no período do ano em que se observa maior risco de proliferação do Aedes e também quando o brasileiro mais viaja, deixando os imóveis fechados

 

Com a chegada do verão, período chuvoso e quente, o brasileiro deve redobrar os cuidados com a limpeza de caixas d’água, piscinas, calhas de telhados, pratos de vasos de plantas. É preciso cuidado também com os quintais das casas para não amontoar lixo com sacos plásticos, garrafas, pneus ou qualquer outro objeto que possa acumular água da chuva. O alerta é do Ministério da Saúde e vale, inclusive, para as pessoas que vão viajar e deixar os imóveis fechados nesse período. Isso porque, qualquer recipiente com água, mesmo que em pequena quantidade, pode virar um criadouro do mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya num curto período de tempo.

Os ovos do mosquito Aedes permanecem vivos por cerca de um ano sem água e basta apenas um contato com umidade para que as larvas apareçam. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, reforça o apelo para que as pessoas incluam as medidas de combate ao aedes nas atividades cotidianas do ano novo.

“Criar o hábito de toda sexta-feira fazer uma vistoria no seu imóvel e nas redondezas do mesmo, seja ele o local de trabalho, apartamento, casa ou sítio. Se cada cidadão fizer a sua parte, evitando água parada e descoberta em locais que possam servir de criadouros de mosquito, juntos estaremos fazendo um grande mutirão semanal de limpeza em todo o país”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Tampar os grandes depósitos de água, cobrir piscinas, manter os ambientes limpos removendo o lixo e limpar com bucha as laterais e bordas de recipientes com água, como os vasos de planta, são medidas simples que evitam a proliferação do mosquito transmissor dessas três doenças que podem até matar.

AÇÕES – O Ministério da Saúde tem intensificado o combate à reprodução do mosquito Aedes aegypti em parceria com estados e municípios. Prova disso, é a garantia de um orçamento crescente aos estados, municípios e Distrito Federal para ações de vigilância, que incluem o combate ao vetor das doenças dengue, Zika chikungunya. Os recursos cresceram 51% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,4 bilhão entre 2010 e 2016. Para 2017, a previsão é de R$ 1,9 bilhão.