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Leishmaniose Visceral em Rio Claro – Exames deram negativos

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              Coleta de material foi realizada em um bairro da cidade onde havia caso suspeito

 

Equipes do Centro de Controle de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro e do Instituto Adolfo Lutz investigaram no último mês a presença de Leishmaniose Visceral em animais, em um bairro onde havia suspeita da doença. Foram colhidas 97 amostras de sangue em cães. O material passou por um teste rápido que detecta a doença e depois pelo teste Elisa que confirma ou não a presença do parasita. Todos eles deram negativo.

O transmissor da doença é o Flebotomíneo, conhecido como Mosquito Palha. O cão infectado pelo vetor se transforma em um dos hospedeiros da Leishmaniose e pode transmitir a doença aos seres humanos. Por isso o trabalho de prevenção é tão importante.

A investigação sobre a presença do inseto que transmite a doença, continua na cidade. O CCZ e a Sucen- Superintendência do Controle de Endemias espalharam em pontos estratégicos do município, 52 armadilhas utilizadas para a captura do Mosquito Palha. Até o momento não foram coletados vetores  nas armadilhas. No entanto os trabalhos permanecem e serão periódicos.

A destruição de seu habitat natural, como matas e florestas, tem atraído o mosquito transmissor da doença para os centros urbanos.  Ele se multiplica em lugares úmidos, escuros, com muitas plantas, árvores e folhas em decomposição, como em nossos quintais e jardins. Os chiqueiros e galinheiros são os principais focos de permanência do mosquito que se reproduz na matéria orgânica. Isso tem sido uma preocupação para as autoridades sanitárias. A criação desses animais é proibida na zona urbana, mas muitas pessoas ainda mantêm essa prática em quintais. O mosquito transmissor da Leishmaniose entra nas residências e se esconde em lugares escuros. Como são muito pequenos eles picam os moradores sem serem notados.

SINTOMAS NOS ANIMAIS

O cão é o principal reservatório do protozoário causador da leishmaniose visceral. Principais sintomas da doença no animal: apatia, lesões na pele, queda de pelos inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas, emagrecimento, lacrimejamento e crescimento anormal das unhas.

TRATAMENTO

O tratamento  em cães não é uma medida recomendada pelo Ministério da Saúde, pois não diminui a importância do cão como reservatório do parasito.

COMO SE PREVENIR DA DOENÇA

Deve-se evitar a criação e proliferação do inseto vetor da doença. O Mosquito Palha  se reproduz no meio da matéria orgânica e em criadouros de animais. Para isso deve-se: evitar a criação de porcos e galinhas em área urbana, manter a casa e o quintal livre de matéria orgânica, recolhendo folhas de árvores, fezes de animais, restos de madeiras e frutas, embalar e fechar o lixo em sacos plásticos. Essas medidas também devem ser adotadas por proprietários de terrenos.

Nos animais a utilização de coleira específica a base de Deltametrina, repelente de insetos é uma recomendação para se evitar a picada do mosquito que transmite a doença.

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Combata o mosquito da dengue usando Cravo da Índia

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Eficaz e comprovada cientificamente, a mistura elimina as larvas do transmissor da doença

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Cientistas do Instituto Nacional do Amazonas (Manaus) descobriram uma substância capaz de combater as larvas do mosquito da dengue. A pesquisa que durou cerca de 2 anos resultou em uma receita caseira que utiliza o Cravo da Índia para interromper o ciclo do Aedes aegypti.

O Eugenol é um  larvicida biológico e algumas gotinhas são suficientes para acabar com os criadouros do mosquito. A fórmula é bem simples, fácil de fazer, barata, mas eficiente. Basta bater no liquidificador 60 cravos da Índia e uma xícara de água. A substância deve ser colocada em um recipiente com bico dosador.

Em um litro de água deve-se adicionar 12 gotas da mistura. Para os pratinhos de plantas com 15 cm de diâmetro, aplicar 3 gotas do produto a cada 12 dias. Dependendo do tamanho dos pratos a dose deve ser aumentada. A substância também pode ser aplicada em todos os locais da casa onde possa haver água parada. Esta mistura dura por um ano e deve ser guardada na geladeira.

Receita está sendo patenteada, mas pode ser usada no combate a dengue,  age por doze dias e pode ser usada nos reservatórios de água. Para saber mais sobre esse produto natural acesse: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/03/no-amazonas-inpa-descobre-que-cravo-da-india-mata-larvas-da-dengue.html

Written by I.E.C - CCZ

20/02/2014 at 7:40 am