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Armadilhas monitoram mosquitos transmissores de doenças

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Cumprindo uma rotina de inspeção, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou a colocação de armadilhas para captura de insetos da família dos Flebotomíneos, incluindo-se nesse grupo os mosquitos transmissores da Leishmaniose Tegumentar e Visceral.

Nessa primeira etapa, o trabalho, que segue até o mês de junho, se concentrou no bairro Novo Wenzel. Os mosquitos eventualmente capturados pelas armadilhas serão encaminhados para a Sucen- Superintendência de Controle de Endemias, responsável pela identificação dos insetos.

Os mosquitos transmissores da Leishmaniose Visceral ou Tegumentar vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, folhas de árvores acumuladas em quintais e áreas de galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.

Indivíduos infectados com a Leishmaniose Visceral apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

Já a Leishmaniose Tegumentar os sintomas são lesões na pele ou mucosas. As lesões de pele podem ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Elas apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões mucosas são mais frequentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz, podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, os sintomas são dor ao engolir, rouquidão e tosse.

Usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a proliferação do mosquito), são ações que podem evitar o surgimento do mosquito e uma possível contaminação.

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Sucen coloca armadilhas para pesquisar presença do Mosquito-Palha

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Inseto transmite a Leishmaniose

 

Equipes da Sucen – Superintendência de Controle de Endemias estarão durante esta semana em Rio Claro realizando a colocação de armadilhas para captura do inseto da espécie Lutzomia, também conhecido como Mosquito Palha, transmissor da Leishmaniose Visceral. A ação é preventiva e realizada rotineiramente para pesquisar a presença ou não desse inseto em áreas do município.

O trabalho da Sucen se concentra em dois bairros da cidade: Bandeirantes e Cidade Nova. Segundo a gerente do Centro de Controle de Zoonoses, a médica veterinária Amanda Borotti, a Sucen realiza essa verificação em todo o Estado rotineiramente. “Dessa maneira monitoramos a presença desse vetor e temos o controle de seu deslocamento”, afirmou. Ela lembrou também que até o presente momento Rio Claro não detectou a presença do inseto em armadilhas instaladas anteriormente. Agentes da Zoonoses deram apoio ao trabalho da Sucen visitando os moradores dos bairros onde as armadilhas foram colocadas.

O Mosquito Palha também chamado de Birigui, vive em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico, folhas de árvores acumuladas em quintais e áreas de galinheiros. Suas fêmeas se alimentam de sangue, preferencialmente ao fim da tarde, para o desenvolvimento de seus ovos.

Indivíduos infectados apresentam febre de longa duração, fraqueza, emagrecimento e palidez como sintomas. Fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos, podendo atingir também a medula óssea. O período de incubação é muito variável: entre dez dias e dois anos.

Usar repelentes quando estiver em região com casos de leishmaniose visceral e armazenar adequadamente o lixo orgânico (a fim de evitar a ação do mosquito), além de não utilizar agulhas utilizadas por terceiros, são medidas individuais que diminuem a probabilidade de ser contaminado.

CCZ adota medidas de combate ao Zika Vírus

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A microcefalia em recém-nascidos ocasionada pela contaminação da gestante pelo Zika Vírus, assustou o país. A doença que até então demonstrava apresentar apenas sintomas leves, sem grandes consequências, passou a ser uma ameaça para as grávidas. Surgiu então o Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia. Nele o governo relacionou uma série de medidas, entre elas, intensificar a campanha de combate ao mosquito de dezembro de 2015 a junho de 2016, inspecionar todos os domicílios e instalações públicas e privadas urbanas até 31 de janeiro de 2016, por meio de força-tarefa com a participação de agentes de combate a endemias, agentes comunitários de saúde, forças armadas, defesa civil, bombeiros e policiais militares e realizar inspeções mensais até fevereiro e bimestrais, de março a junho de 2016, por meio de força-tarefa.

Em Rio Claro o Centro de Controle de Zoonoses já deu início às ações. As imobiliárias da cidade estão sendo contatadas para que recebam orientações sobre o combate ao mosquito. Corretores de imóveis são uma das peças-chave desse enfrentamento já que estão diariamente em contato com imóveis fechados, locais onde pode haver focos do Aedes. Em uma das apresentações feitas pelo IEC ficou evidente a importância da participação desse setor nas ações da Zoonoses. Entre as recomendações feitas aos corretores estão os cuidados com caixas d´água, ralos externos, calhas e piscinas dos imóveis que estão em negociação.

dengue 07 12 15 (7)Nas floriculturas as orientações se concentram na drenagem dos vasos e floreiras, para que a água não se acumule. Em algumas plantas, como a bromélia, atenção especial, por reter a água em seu interior.

 

A preocupação se estende na venda das plantas ao consumidor que deverá ser orientado a não transformar o vaso em um criadouro. Para isso a Fundação Municipal de Saúde produziu um adesivo que passará a ser entregue ao cliente no ato da venda.

Mais de 9 mil pessoas assistiram em março palestras do IEC

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Departamento da Zoonoses falou sobre a Dengue para empresas, escolas, igrejas e órgãos da administração pública

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O mês de março foi de muito trabalho para o IEC, departamento de Informação, Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses. Nesse período foram realizadas 55 palestras, todas sobre a Dengue em diversas empresas, escolas, igrejas e também para órgãos da administração pública. De acordo o departamento, 9.245 pessoas assistiram às apresentações, todas elas acompanhadas de material informativo sobre a doença como forma de transmissão e os principais sintomas. 

O público que acompanhou as palestras viuatravés de slides, o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, a atuação do vírus dentro do organismo, as maneiras de eliminar os criadouros do inseto e os locais onde o Aedes escolhe para se procriar. Este trabalho complementou as ações de combate à Dengue, realizadas pelos agentes de saúde através da busca ativa por criadouros de casa em casa e também a nebulização realizada nos bairros e centro da cidade. As palestras do IEC podem ser solicitadas através dos telefones 3535-4441 ou 3527-0309.

 

Ações de combate à Dengue são ampliadas em Rio Claro

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Número de doentes aumenta e casos se espalham pela cidade

Já chegou a 73 o número de casos de doentes diagnosticados com a dengue em Rio Claro este ano. O número parece pequeno diante de outras cidades do interior de São Paulo, mas a velocidade da reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, preocupa as autoridades já que com a circulação do inseto e a chegada da chuva, o número de casos pode aumentar consideravelmente nas próximas semanas. Por isso várias ações têm sido realizadas pela Fundação Municipal de Saúde através do departamento de Informação, Educação e Comunicação (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses.

Além de intensificar as palestras em escolas, associações de bairros e projetos sociais, o IEC tem realizado panfletagem em bares e restaurantes  nos bairros onde há maior número de doentes. Esta semana o carro de som está circulando pela cidade alertando os moradores sobre o perigo dos criadouros que estão dentro das residências e os sintomas da doença. Também foram colocados cartazes e faixas chamando a atenção para o problema no terminal rodoviário por onde circula um grande número de pessoas todos os dias e ainda no campus da Unesp da Bela Vista. Os agentes que trabalham diariamente na busca ativa de ovos e larvas do mosquito também intensificaram as ações, assim como as equipes de nebulização.

Os casos da doença registrados em Rio Claro estão distribuídos por vários bairros. Latas, pneus, garrafas espalhados pelo quintal ou ainda vasos de plantas podem estar favorecendo a colocação dos ovos do mosquito, que se transformam em larvas. Depois de cinco dias já há infestação do Aedes aegypti dentro das residências. O vírus provoca fortes dores pelo corpo e pode matar. As pessoas contaminadas podem ter dor de cabeça , dor na região dos olhos, febre alta, dores de barriga, vômito, falta de apetite e pequenas manchas vermelhas pelo corpo. Apenas um desses sintomas já pode ser um indício da doença. Por isso a recomendação é procurar sempre atendimento médico,  ainda que tenha apenas uma forte dor de cabeça e iniciar imediatamente a hidratação do corpo, com soro e líquidos (água, sucos, chás).

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Calor acelera reprodução de carrapatos

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Animais infestados fazem donos procurarem ajuda da Zoonoses

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No calor a reprodução dos carrapatos, parasitas que não só infernizam a vida dos cães como também podem trazer doenças, aumenta consideravelmente, levando muitos donos de pets a procurarem ajuda especializada. Não é para menos. Além de ser difícil o controle da reprodução, os carrapatos causam sofrimento nos cães e são transmissores de doenças como a Erliquiose, causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal a Ehrlichia canis. Os sinais clínicos são febre (39,5 – 41,5° C), perda de apetite e de peso, fraqueza muscular. Menos frequentemente observam-se secreção nasal, perda total do apetite, depressão, sangramento pela pele, nariz e urina, vômitos, dificuldade respiratória ou ainda edema dos membros.

O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia. O que pouca gente sabe é que apenas 5% desses parasitas ficam no animal. Os outros 95% estão no ambiente onde ele vive.

Outro tipo de carrapato, encontrado com maior frequência em animais de grande porte (cavalos, bois) podem ainda transmitir a Febre Maculosa.

Para orientar as pessoas que procuram ajuda, o Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro tem oferecido panfletos que explicam como prevenir o surgimento dos carrapatos. Um desses cuidados é evitar levar os cães até jardins ou gramados onde a presença de outros animais é frequente. Mas quando o problema já está instalado, não há outra solução que não seja a utilização de carrapaticidas apropriados, indicados por médicos veterinários. Para isso é necessário uma série de cuidados, seguindo sempre a posologia da bula que traz a quantidade correta do produto a ser aplicado e ainda uma proteção total durante a aplicação no ambiente.

É recomendado realizar aplicações do carrapaticida periodicamente, para que todas as fases (ovo, larva, ninfa e adulto) do carrapato sejam eliminadas. Nenhum procedimento deve ser feito sem a orientação de um profissional. Dependendo do estado de infestação, no primeiro mês deve-se aplicar semanalmente o produto, no segundo mês a cada quinzena e depois uma vez ao mês até acabar. É importante trocar de carrapaticida a cada mês já que o carrapato adquire resistência aos produtos aplicados.

Acesse outras informações sobre o carrapato na página do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro através do link: https://cczrioclaro.wordpress.com/carrapato/

RAIVA : SINTOMAS CANINOS

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Quadro clínico no cão

Como o cão é a principal fonte de infecção para o homem, é importante conhecer os principais sintomas da raiva canina. Continue lendo »