DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é muitas vezes a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  importante, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Prevista para ter início em agosto, a campanha de vacinação antirrábica na área urbana é uma oportunidade para que proprietários de cães e gatos possam imunizar seus animais protegendo-os contra a raiva. O calendário está sendo preparado e em breve será divulgado nas redes sociais do Centro de Controle de Zoonoses e na imprensa.

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População não deve entrar em contato com morcegos alerta CCZ

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O contato com morcegos vivos ou mortos deve ser evitado para não trazer riscos à saúde da população. O alerta é do Centro de Controle de Zoonoses. Há casos em que moradores encontram esses animais caídos e sem nenhum tipo de proteção recolhem e jogam no lixo. Em muitos dos casos o CCZ nem fica sabendo do ocorrido, o que dificulta o controle sobre o vírus da raiva, doença que nos humanos e nos animais é fatal. Só no ano passado mais de 50 morcegos foram coletados pela Zoonoses e encaminhados ao Instituto Pasteur. Nenhum deles apresentou positividade para o vírus da raiva. Em janeiro deste ano, 9 animais também foram encaminhados para análise, mas o resultado dos exames ainda não chegou para o CCZ. Houve também outros 8 casos de munícipes que solicitaram orientação da Zoonoses sobre como proceder para evitar que os morcegos se aproximem de suas residências.

Há uma série de medidas que a Zoonoses precisa tomar no caso de morcegos serem encontrados caídos no chão. A primeira delas é fazer a coleta do animal com segurança e encaminhá-lo para análise. Para isso é necessário a colaboração dos moradores. Caso encontrem morcegos caídos em quintais ou calçadas, a recomendação é não colocar as mãos no animal, apenas prendê-lo com um balde ou uma toalha molhada até que seja recolhido pelo CCZ. Animais de estimação como gatos e cães não podem ter contato com o morcego. Caso contrário vão permanecer em observação e deverão tomar vacina de reforço contra a raiva. É importante controlar a circulação do vírus. Por este motivo a recolha e análise dos morcegos são tão necessárias.

Vacinação em animais domésticos

Todos os anos o Centro de Controle de Zoonoses realiza a vacinação em cães e gatos. A imunização protege esses animais contra a raiva. A vacina é gratuita e aplicada tanto em postos de vacinação durante a campanha quanto no próprio CCZ, no Distrito Industrial de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. Informações sobre morcegos e vacinação antirrábica podem ser conseguidas através dos telefones 3533-7155, 3535-4441 ou 3536-3866.

Written by I.E.C - CCZ

22/02/2019 at 7:37 am

Zoonoses faz ação contra Leptospirose

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A leptospirose é uma doença infecciosa febril transmitida pelo contato com a urina de animais infectados, principalmente roedores, pela bactéria leptospira.

A Equipe do Centro Controle de Zoonoses esteve no Bairro Alan Grey, conversando com alguns moradores sobre Leptospirose Canina.

O bairro enfrenta um caso suspeito de Leptospirose, o médico veterinário Pedro Buzzá a Bióloga Milene Weissmann e os agentes de endemias Valdirene Cruz e Marcelo Zaneratto, fizeram o bloqueio no bairro contra a doença, levando informação e colocando veneno (raticida) nos imóveis.

E importante lembrar que cães devem ser vacinados anualmente contra a leptospirose.

A leptospirose canina não é considerada uma doença fatal, mas é importante se preocupar com a prevenção por ser uma zoonose, doença que é transmitida também para o homem.

Os diversos sintomas da leptospirose em cães estão relacionados à variedade de tipos da doença. Existem casos em que o animal não vai ficar visivelmente doente, assim como há também os transtornos que podem se tornar bem agudos e infelizmente levar o cachorro à morte. O jeito é ficar alerta a todas as manifestações a seguir:

Febre.

Perda de apetite.

Vômitos e diarreia (por vezes com presença de sangue)

Urina escura.

Sintomas de dor ao urinar.

Hálito com cheiro a urina.

Ulcerações na mucosa bucal.

Deterioração geral do animal.

Caso seu animal apresente os sintomas, procure uma Clinica Veterinária.

 

 

Written by I.E.C - CCZ

27/09/2018 at 11:12 am

Zoonoses orienta população sobre o que fazer ao encontrar morcegos

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Acidentes com morcegos podem render bem mais do que um simples ferimento. Em alguns casos pode ser até mesmo fatal. Esses mamíferos são possíveis transmissores da raiva, uma doença que até o final de maio já havia matado quatro crianças no estado do Pará. Outras pessoas naquele Estado estão internadas com suspeita da doença.

Para evitar o contágio é preciso alguns cuidados muitas vezes desconhecidos pela maioria da população. Por isso o Centro de Controle de Zoonoses, além de realizar sua campanha anual de vacinação antirrábica em cães e gatos que este ano terá início dia 22 de julho na área urbana, também faz a recolha de morcegos quando são encontrados caídos, mortos ou vivos. Somente este ano a Zoonoses já recolheu 15 morcegos encontrados caídos próximos a residências e em quintais. Esses animais foram encaminhados para o Instituto Pasteur, onde é verificado se são ou não portadores do vírus.

No caso de o animal recolhido estar contaminado é preciso realizar um bloqueio no local onde ele foi encontrado. Animais de estimação recebem uma dose reforço da vacina antirrábica. Todo um esquema é montado para evitar que animais e humanos sejam contaminados.

Por isso a recomendação para quem localiza um morcego caído é ligar imediatamente para o Centro de Controle de Zoonoses. Não se deve jamais tocá-lo ou deixar que animais de estimação cheguem perto. Aconselha-se jogar sobre o animal uma toalha molhada ou um balde para contê-lo até que a equipe do CCZ chegue para fazer a recolha.

Serviço

Mais informações podem ser obtidas com o CCZ pelo telefone 3535-4441 ou 3533-7155. O endereço é Rua Alpha, sem número, Distrito Industrial, ao lado do Canil Municipal. Nas redes sociais a Zoonoses pode ser contatada através do facebook Zoonoses Rio Claro e do blog ccz.wordpress.com.

Voluntária de Rio Claro participa de testes para a vacina da dengue

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A luta contra o tempo para encontrar uma vacina que imunize as pessoas contra a Dengue tem mobilizado institutos de pesquisas do mundo todo. Entre eles, o Instituto Butantan, em São Paulo que vem desenvolvendo um estudo, já em fase de testes, contando com a colaboração de voluntários, que em nome da ciência, se doam para salvar vidas.

Uma dessas voluntárias trabalha no IEC, um setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC), que funciona dentro do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Solange Mascherpe está participando desse ensaio clínico já há alguns  meses.  Ela e os demais voluntários estão sendo monitorados pela equipe de  médicos do Hospital das Clínicas, do  Centro de Pesquisa Clínica  do Instituto Central e do Centro de Pesquisa do Instituto da Criança “Trabalhando na área e constatando a dificuldade na conscientização para a eliminação de criadouros de mosquitos, resolvi participar desta importante pesquisa científica na esperança de colaborar no controle desta doença. Mas é bom lembrar que ainda há outras etapas e para chegar à rede pública, alguns anos serão necessários. Portanto a melhor vacina ainda é a eliminação dos ‘berços dos mosquitos’ “, declarou Solange.

Os testes que envolvem pessoas que já tiveram dengue e outras que nunca tiveram contato com o vírus, consistem em avaliar a segurança da vacina e fazer com que as pessoas produzam ao mesmo tempo os anticorpos contra os 4 tipos de dengue existentes. Estão participando desse ensaio pessoas entre 18 e 59 anos.

A vacina é produzida em forma de pó e é dissolvida antes de aplicada. Alguns desses voluntários estão recebendo placebo (substância inócua) que permitirá comparar a diferença real que a vacina faz naqueles que a receberam. Os participantes desse ensaio não sabem se estão recebendo a dose da vacina ou não. Uma equipe de médicos acompanhará os voluntários durante 5 anos. Dessa maneira será possível saber quanto tempo durarão os anticorpos e se existe algum risco de o voluntário apresentar dengue grave.

Começa dia 7 vacinação antirrábica na zona urbana

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Equipes continuam na área rural imunizando cães e gatos

A campanha de vacinação antirrábica direcionada a cães e gatos na zona urbana começa no dia 7 de junho. Realizada anualmente pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) a campanha  foi  antecipada este ano por conta do número de casos de raiva detectados  em animais de grande porte (equinos e bovinos). O planejamento da campanha nos bairros está pronto. A expectativa é de que sejam vacinados em Rio Claro 47.613 cães e 7.564 gatos.

Na zona rural a vacinação em cães e gatos já está sendo realizada por equipes que percorrem sítios e fazendas diariamente imunizando os animais. Com relação aos equinos e bovinos a vacinação deve ser providenciada pelos proprietários, adquirindo as doses do medicamento em agropecuárias.

A raiva é uma doença perigosa e altamente infecciosa causada por vírus. A transmissão ocorre do animal infectado para o sadio, através do contato da saliva por mordedura, lambida em feridas abertas, mucosas ou arranhões.

 

Vacinação 24 e 25 08 13 (4)

 

Rural 09 13 (11)

Zoonoses alerta para a importância da vacinação antirrábica

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                                                                                                                              vaccina

. Doença já foi registrada em dois equinos na região de Batovi

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Rio Claro faz um alerta para a importância de manter os animais de grande porte, equinos e bovinos e também os de pequeno porte, cães e gatos, protegidos contra a raiva, através da vacinação. Este mês, o CCZ registrou  dois casos positivos de raiva em equinos na região de Batovi. A orientação para os proprietários de animais de grande porte é procurar doses da vacina contra a doença na Casa da Agricultura (órgão estadual), que fica na rua 3-A, número 903, entre as avenidas 38-A e 40-A, na Vila Alemã.

Com relação aos cães e gatos, o CCZ já está realizando um bloqueio do vírus no distrito, com vacinação feita de casa em casa pelos agentes de saúde. Os proprietários que não estiverem em suas casas no momento da visita devem procurar o Canil, localizado na avenida 8 entre as ruas 1 e 1-B, Cidade Nova ou o Centro de Controle de  Zoonoses, na Rua Alfa s/nº, Distrito Industrial. Pessoas que tiveram contato com animais suspeitos devem procurar orientação na Vigilância Epidemiológica, através do telefone 3532-3720.

A raiva é um doença viral prevenível de mamíferos, que geralmente é transmitida através da mordida de uma animal infectado. A penetração do vírus acontece através da saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas. O vírus penetra no organismo, multiplica-se no ponto de inoculação, atinge o sistema nervoso periférico e, posteriormente, o sistema nervoso centra (sentido centrifugo). A partir daí, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares, onde também se replica (sentido centrípeto) e é eliminado pela saliva das pessoas ou animais enfermos.

Em humanos a raiva pode matar se o ferimento não for limpo imediatamente e abundantemente com água e sabão e administrada a vacina.

Todos os anos, mais de 15 milhões de pessoas em todo o mundo recebem uma vacinação pós-exposição para prevenir a doença. A OMS estima que esse procedimento evita centenas de milhares de mortes por raiva anualmente.