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Vacinados 3.058 cães e gatos contra raiva neste final de semana

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Mais de 3 mil animais vacinados em um único final de semana no início da campanha de vacinação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O tempo ajudou e neste primeiro final de semana da campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos,  3.058 doses foram aplicadas pelos profissionais do Centro de Controle de Zoonoses, sendo 1.364 no sábado e 1.694 no domingo. Um número expressivo que mostra que os proprietários de animais atenderam ao chamado da Saúde para imunizá-los.

Dezesseis pontos de vacinação foram montados e em todos eles a movimentação foi considerada dentro do esperado. Um dos pontos positivos foi a conscientização dos donos de gatos que este ano utilizaram caixas de transporte para levá-los até os vacinadores, o que facilitou bastante a contenção e evitou fugas.

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda, que acomete mamíferos, inclusive o homem, e caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda com letalidade de aproximadamente 100%. É transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais.

A vacinação continua no próximo final de semana em 14 locais:

DIA 24/08/2019 – SÁBADO

  1. Praça: Avenida BNH com Rua 13 e Avenida 50, VILA ELIZABETH BNH
  2. Escola Monsenhor Martins: Avenida 36 com Ruas 5 e 6, VILA OPERÁRIA
  3. Praça da Igreja Santana: Rua 9 com Avenidas 30 e 32, SANTANA
  4. Associação de Bairros: Avenida 17 JW com Rua 5 JW, JARDIM BONSUCESSO
  5. USF Bonsucesso/Novo Wenzel: Rua 6 com Avenida 13 JW,JARDIM NOVO WENZEL
  6. CRAS Bonsucesso/Novo Wenzel: Rua 5 JW com Avenidas 1 JW e 2 JW,BOM RETIRO
  7. Projeto “Estação Do Bem”: Rua 23 NR com Avenidas 1 NR e 3 NR,JARDIM NOVA RIO CLARO 

 

DIA 25/08/2019 – DOMINGO 

  1. Escola José Cardoso: Rua 9 C com Rua 16, ARCO ÍRIS
  2. Quadra Poliesportiva: Rua 6 JA com Rua 3, ARCO ÍRIS
  3. Escola Sylvio de Araújo: Rua 9 A com Avenidas 72 A e 74 A, VILA SÃO MIGUEL
  4. Anel Viário: Anel Viário com Avenida 70 A – VILA SÃO MIGUEL
  5. Escola Djiliah Camargo de Souza: Rua 4 A com Avenida 42 A, JARDIM IPÊ
  6. Igreja Santo Expedito: Rua 20 I com Avenidas 59 e 61, JARDIM ITAPUÃ
  7. USF Assistência: Avenida 1,ASSISTÊNCIA 
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Tudo pronto para o início da vacinação antirrábica dia 17 de agosto

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posto de vacinação

 

As equipes do Centro de Controle de Zoonoses já estão preparadas para a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na área urbana que começa dia 17 de agosto. Aos sábados e domingos das 9h00 às 16h00, equipes estarão espalhadas por bairros da cidade para imunizar os animais. A campanha é realizada todos os anos e contempla todos os setores do município. Em 2018, 12.912 doses da vacina foram aplicadas. É importante que o dono do animal apresente a carteira de vacinação na qual os profissionais da Zoonoses registrarão a aplicação da dose.

Os organizadores da campanha alertam para o caso de chuva nos dias e locais agendados. “Nas datas programadas, se não houver condições de atendimento, a vacinação nesses locais será transferida para os finais de semana do mês de setembro para não alterar o cronograma completo do calendário de vacinação”, informou o gerente do CCZ, Diego Reis.

O calendário da campanha está disponível no blog do Centro de Controle de Zoonoses https://cczrioclaro.wordpress.com/vacinacao-antirrabica/.

Encerrada vacinação em cães e gatos na área rural

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) encerrou esta semana a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na área rural. As equipes de vacinação que desde abril estiveram em sítios e fazendas imunizaram no total 3.635 animais, sendo 2.923 cães e 712 gatos.

“Conseguimos ultrapassar a nossa meta que era aplicar 3.500 doses, garantindo com isso uma boa cobertura”, informou Diego Reis gerente do CCZ. A vacina protege o animal caso haja algum acidente com morcegos infectados. Nessa situação a Zoonoses deve ser avisada imediatamente para avaliar qual protocolo vacinal será adotado para manter o cão ou gato protegido. Caso o morcego ainda esteja no local ele será recolhido para análise. Especialmente na área rural é comum a presença desse mamífero. O contato de cães ou gatos com morcegos pode levá-los à morte, caso não estejam protegidos. Da mesma forma, cães e gatos infectados podem transmitir o vírus da raiva aos humanos.

A vacina é aplicada anualmente e se porventura algum morador não tenha conseguido imunizar seus animais durante a visita dos vacinadores, pode procurar a Zoonoses de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. A vacina é gratuita. O calendário da campanha de vacinação na área urbana está sendo elaborado e será divulgado em breve.

Ataques de cães e gatos são observados com atenção pela Zoonoses

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Além do programa de castração e da vacinação antirrábica oferecida pelo Centro de Controle de Zoonoses outro serviço pouco conhecido, mas de grande importância é a observação de cães e gatos que por um motivo qualquer atacam ou o próprio dono ou pessoas desconhecidas. Dependendo do caso, as observações são realizadas durante vários dias na própria residência onde o animal vive. Os agentes fazem as visitas para saber se existe algum problema de saúde que possa ter ocasionado o ataque. A raiva animal é o foco da Zoonoses. Passado o período de observação e não havendo nenhuma anormalidade que possa caracterizar essa doença o período de observação é encerrado.

Os casos chegam até o CCZ através de notificações feitas pelas unidades de saúde que atendem as pessoas com ferimentos provocados por animais. A Vigilância Epidemiológica recebe essa notificação e encaminha a Zoonoses para acompanhamento do animal. Enquanto a observação do cão ou gato é feita, a Vigilância Epidemiológica acompanha a saúde das pessoas atacadas. Se durante o período de observação animal nada de mais grave é constatado, a pessoa atacada não precisa tomar a vacina contra a raiva. Do contrário, ela precisa ser vacinada.

Uma das dificuldades enfrentadas pela Zoonoses nesse trabalho de observação animal é muitas vezes a falta de interesse do proprietário em colaborar, fornecendo dados que são importantes para avaliação do quadro.  Muitos acham que o episódio do ataque não foi  importante, que o animal está bem e que não é preciso observá-lo. O que a maioria desconhece é que a pessoa atacada pode ter contraído o vírus e ao ignorar a importância da observação, pode colocar a vida em risco. Quando o animal vive na rua e não tem dono, um verdadeiro trabalho de investigação precisa ser feito para localizá-lo. Caso o animal não seja encontrado há a necessidade de a pessoa que sofreu a agressão receber dose da vacina contra a raiva humana junto à Vigilância Epidemiológica. Se o animal for localizado ele é recolhido e permanece em observação por 10 dias.

Prevista para ter início em agosto, a campanha de vacinação antirrábica na área urbana é uma oportunidade para que proprietários de cães e gatos possam imunizar seus animais protegendo-os contra a raiva. O calendário está sendo preparado e em breve será divulgado nas redes sociais do Centro de Controle de Zoonoses e na imprensa.

Zoonoses vacina animais no III Saúde no Campus

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Como nas edições anteriores, o Centro de Contro de de Zoonoses (CCZ) participa do III Saúde no Campus, uma iniciativa do poder público com as instituições de ensino do município. Durante 3 dias, de amanhã até quinta-feira, dia 23,  no campus da Unesp uma série de serviços e atividades estarão à disposição da população. O CCZ estará presente vacinando cães e gatos contra a raiva e oferecendo orientações sobre animais peçonhentos.

O evento, que tem a participação de alunos de vários cursos, oferece ainda teste de glicemia, tipagem sanguínea, vacinação para pessoas acima de 18 anos, entre muitos outros serviços. O III Saúde no Campus acontece das 8h00 às 11h00 e das 14h00 às 19h00. A entrada é pela portaria principal da Unesp, na avenida 24-A.

CCZ estará em Ferraz, Batovi e Fazenda São José neste domingo

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Os distritos de Ferraz e Batovi e a Fazenda São José recebem neste domingo, dia 19, as equipes de vacinadores do Centro de Controle de Zoonoses. Cães e gatos dessas localidades serão imunizados contra a raiva. A visita faz parte do cronograma de vacinação do CCZ destinado à área rural. O atendimento nesses locais terá início às 8h00, será feito casa a casa e se estenderá até que todas as propriedades sejam atendidas. Não há uma estimativa de doses a serem aplicadas, visto que a rotatividade de animais em sítios e fazendas é grande.

Desde o início de abril, animais que vivem na zona rural estão sendo vacinados. Até o momento a Zoonoses já aplicou perto de duas mil doses nas visitas realizadas durante a semana. “Se porventura algum proprietário de animal perdeu a visita dos vacinadores, pode procurar o CCZ de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00 onde a vacina é aplicada gratuitamente”, lembrou a Chefe de Núcleo Milene Weissmann, que coordena a campanha de vacinação antirrábica.

Hoje é último dia para se proteger contra a febre amarela no carnaval

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Para que a imunização contra a febre amarela tenha efeito para o período do carnaval, que neste ano será de 2 a 6 de março, a vacinação deve ocorrer até hoje  (19). A recomendação do governo paulista é, sobretudo, para quem vai viajar para áreas de mata e ribeirinhas, pois a proteção efetiva só ocorre após dez dias. A cobertura vacinal contra febre amarela no estado alcança 70%, em média, com variação entre as regiões.

Todo o estado tem recomendação da vacina por causa da circulação do vírus. A imunização é indicada para pessoas a partir dos 9 meses de idade. Pacientes portadores de HIV positivo e transplantados devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina. Não há indicação para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses de idade e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas.

Os foliões que não se vacinarem no prazo adequado devem evitar entrar em áreas verdes e devem usar repelentes e roupas compridas e de cor clara para reforçar a prevenção, conforme orientação da Secretaria Estadual de Saúde.

O último balanço do governo paulista, que considera o período de janeiro à primeira quinzena de fevereiro, confirma a ocorrência de 36 casos de febre amarela silvestre em São Paulo, dos quais nove resultaram em morte. Em 2018, foram 502 casos e 175 mortes. Em 2017, foram registrados 74 casos e 38 mortes. Não há casos de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.

Arboviroses

O verão – com o aumento das chuvas – é o período mais propício à proliferação de doenças transmitidas por arbovírus, os quais são transmitidos ao homem por artrópodes, ou seja, por meio da picada de insetos como o Aedes aegypti. Dengue, chikungunya e zika, além da febre amarela, estão entre as arboviroses mais comuns no Brasil. No caso da febre amarela, como o vírus em circulação, é o da forma silvestre, e as transmissões ocorrem pelo mosquito Haemagogus e Sabethes.

Fonte- Agência Brasil