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CCZ INCENTIVA A POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS PARA CRIANÇAS DO PROJETO ADRA

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Equipe CCZ de Educação esteve no Projeto Adra ministrando  palestra  de Posse Responsável

Quem pretende ter um bichinho de estimação, precisa pensar em alguns pontos fundamentais para que a adoção seja feita com responsabilidade.

Estima-se que cães e gatos vivam de 10 a 15 anos ou mais, portanto não se pode adotar um animalzinho por empolgação ou emoção.

Todo animal precisa de cuidados: vacinas, alimentação, um lugar apropriado para dormir e muito amor.

Foi um bate papo bastante divertido e cheio de histórias de cachorros e gatos.

 

 

Voluntária participa do desenvolvimento da vacina contra a dengue

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Em época de “fake news” sobre vacinas, Ministério da Saúde divulga matéria sobre voluntária da vacina da Dengue do CCZ Rio Claro

vacinadengue

A dengue é um problema de saúde pública. Por isso, além de intensificar ações de vigilância para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, o Governo Federal aposta no desenvolvimento de uma vacina contra a doença. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, de São Paulo, com o apoio do Ministério da Saúde, a vacina está em fase final de testes e com bons resultados em humanos, com o processo se mostrando seguro em voluntários. “Há mais de 20 anos que se fala em controle de dengue, mas as pessoas não ligam muito, só quando tem epidemia e depois esquece, eu sei da dificuldade para combater a dengue, por isso resolvi me voluntariar”, explicou a funcionária pública Solange Mascherpe, fez parte de uma das fases de teste.

Solange trabalha no Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro, interior de São Paulo, e há dez anos faz parte do grupo de prevenção de doenças. Uma delas é no vetor do mosquito da dengue, e isso fez com que funcionária pública se candidatasse em 2015 para ser voluntária dos testes para a vacina contra a dengue. “Vi o trabalho do Butantan e do Hospital das Clínicas e pensei que essa poderia ser uma maneira de tentar ajudar”, conta.

Essa vacina terá o potencial de proteger uma quantidade cada vez maior de pessoas com apenas uma dose e terá eficácia contra os 4 sorotipos dos vírus da dengue e o objetivo do teste, conhecido como fase 2, é analisar se o tratamento produz efeitos colaterais sem a doença. “No meu caso, deu certo. Alguns dias depois deu reação normal na pele, mas não tive nada, foi só positividade a vacina”, relatou a servidora.

Para entender melhor, na primeira fase a vacina é testada em um número relativamente pequeno de pessoas, um número que fica em torno de cinquenta a cem participantes. Nessa fase, o objetivo principal é avaliar a segurança da vacina que está em estudo. Na segunda fase, o número de pessoas é maior do que cem e é quando se dá continuidade ao monitoramento do perfil de segurança do produto. Além disso, é feita uma análise do ponto de vista imunológico, ou seja, é avaliado como a vacina estimula o sistema imunológico na proteção contra o organismo que causa a doença, como o vírus da dengue.

Segundo o diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância do Instituto Butantan, Alexander Precioso, todas as informações são analisadas criteriosamente e é importante saber que essas etapas envolvem uma série de fatores, como a incidência da doença, objetivos que se quer alcançar, se está apta ou não. “Em todos os casos, os voluntários são comunicados do que está sendo analisado e feito”, explica o diretor.

Foi o que aconteceu com Solange. “Eu tomei a vacina e fui acompanhada semanalmente, depois quinzenalmente e mensalmente. Isso será durante os cinco anos após a vacina, ou seja, até ano que vem eles vão acompanhar para saber como está reagindo dentro do organismo”, relatou. “Vou lá tirar sangue para fazer uma avaliação, saber como está sendo a reação imunológica. Além disso, eles ligam sempre perguntando se está tudo bem e se tive algum sintoma”, explicou a funcionária pública.

Atualmente o estudo conta com 17 mil voluntários nas cinco regiões do Brasil. A expectativa é que essa vacina possa ser indicada tanto para pessoas que já foram infectadas por um dos quatro subtipos da dengue, quanto para aquelas que nunca tiveram a doença.

Medidas de proteção

Mesmo com a vacina em fase final, é importante que as medidas de proteção contra o mosquito continuem sendo realizadas para evitar, por exemplo, a proliferação do Aedes aegypti por causa de água parada. “É fundamental a conscientização, as pessoas precisam saber da importância de eliminar o mosquito. Eu trabalho com isso e sei o quanto é difícil, as pessoas negam que tem criador em casa. A vacina será importante, mas não pode deixar de ter o controle do vetor”, reforça Solange.

Por isso, uma forma de prevenção contra a doença é acabar com o mosquito eliminando os possíveis criadouros e mantendo o domicílio sempre limpo. Além disso, é muito importante sempre permitir o acesso do agente de controle de zoonoses em sua residência ou estabelecimento comercial.

Fonte: Blog da Saúde / Ministério da Saúde

Zoonoses treina agentes para a Campanha de Vacinação Urbana

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já está preparando sua equipe para a Campanha de Vacinação Antirrábica urbana em cães e gatos que começa em agosto e segue até o primeiro final de semana de setembro. Como acontece todos os anos, os agentes estão sendo treinados para que a campanha transcorra sem problemas. A vacinação antirrábica rural já está em andamento. A Zoonoses já imunizou cães e gatos de propriedades localizadas na Mata Negra, região próxima a Corumbataí, Alan Grey, estrada velha Ajapi-Leme e Itapé.

De acordo com a médica-veterinária Maria Emília Canoa de Godoy, também responsável técnica do CCZ, o treinamento aborda os procedimentos adotados pelas equipes que incluem cuidados com o armazenamento das vacinas, maneira correta de segurar o animal e aplicação das doses.

Os proprietários que eventualmente não estiverem na cidade durante o desenrolar da campanha podem levar seus animais até o Centro de Controle de Zoonoses, onde a vacina é aplicada de segunda a sexta-feira, das 7h00 às 16h00.

No Projeto Flores alunos conhecem mais sobre Posse Responsável

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Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

Zoonoses inicia vacinação antirrábica na zona rural

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O Centro de Controle de Zoonoses iniciou nesta terça-feira (11) a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na zona rural da cidade. Uma equipe se deslocou esta manhã para a região de Itapé, onde deverão ser aplicadas 125 doses da vacina. A campanha segue nos próximos meses até atingir toda cobertura na área rural. Já a vacinação de bovinos e equinos deve ser feita pelos proprietários.

Todos os anos cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva a partir dos cinco meses de idade. A Trata-se de uma doença onde o vírus se alastra pelo sistema nervoso central de animais de “sangue quente” domésticos ou selvagens, ou seja, cães, gatos, macacos, morcegos e outros, incluindo o homem. Ela é transmitida ao ser humano através do contato da saliva (mordida ou lambedura) de animais que estão contaminados pelo vírus, bastando que algum tipo de ferida já existente entre em contato com a saliva do animal doente.

Este ano o CCZ irá aproveitar a presença das equipes na zona rural para fazer um alerta com relação à Febre Amarela. Os moradores de sítios e fazendas estão mais próximos das matas e serão orientados a, no caso de encontrarem macacos mortos ou doentes, avisar imediatamente o Centro de Zoonoses. Os macacos são considerados sentinelas da Febre Amarela. São eles que indicam se o vírus está circulando em determinadas áreas. Com a ajuda desses moradores será possível iniciar uma ação rápida de contenção da doença, caso sejam encontrados animais mortos.

O calendário para a vacinação na área urbana ainda não foi concluído, mas deve iniciar em julho. As datas e locais onde serão instalados os postos de vacinação serão divulgados através da imprensa. Importante ressaltar que Rio Claro não tem registro de nenhum caso de febre amarela.

RAIVA – O QUE É E ONDE VACINAR

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O que é ?

É doença infecciosa aguda que uma vez instalada é sempre fatal. É causada por um vírus que se alastra pelo sistema nervoso de animais de “sangue quente” domésticos ou selvagens, cães, gatos, macacos, morcegos, incluindo o homem.

Como se adquire ?

A transmissão da raiva se dá pela saliva do animal contaminado pelo vírus da raiva, através de lesão da pele do novo hospedeiro. Este vírus pode inoculado por arranhadura, mordida ou lambida do animal doente. Característica da própria doença é o aumento da agressividade do doente, o que facilita o ataque do doente a um novo animal ou ao homem.

O que se sente ?

O período de incubação (tempo que medeia desde o “acidente” até o aparecimento dos sintomas) é longo e nunca inferior a 3 semanas, podendo chegar a 2 anos.

A apresentação inicial da doença no animal é semelhante à no homem: aumento da agressividade e perda do medo. O vírus inicialmente se localiza nos tecidos próximos ao ferimento podendo haver dor local ou anestesia e inchaço. Com a disseminação através do próprio nervo chega ao sistema nervoso central causando encefalite e outros danos do sistema nervoso. A disseminação para outros órgãos se faz por via sanguínea.

Surgem espasmos musculares, ansiedade extrema, convulsões, violenta raiva, impulso incontrolável de morder e bater nos outros. Os espasmos musculares do orofaringe tornam a deglutição muito dolorosa. O indivíduo desenvolve medo incontrolável até da visão dos líquidos – hidrofobia -, não há perda da consciência até a instalação do coma, a morte ocorre em 100% dos casos.

Como se faz o diagnóstico ?

O diagnóstico da doença pelo quadro clínico é sempre tardio. As suspeitas podem ser comprovadas por biópsias de pele ou córnea, e por exames imunológicos de saliva ou sangue.

Como se previne ?

A prevenção mais importante é a vacinação sempre atualizada dos animais de convívio próximo. Após o acidente com risco de adquirir-se a raiva, vacina e anticorpos antirraiva devem ser aplicados o mais precocemente possível sempre com orientação da autoridade sanitária local e ou do médico.

Onde haverá vacinação?

Para ficar livre destes perigos,  o Centro de Controle de Zoonoses está vacinando cães e gatos a partir de três meses de idade, em pontos fixos  nos finais de semana, das 9:00 às 16:00h. Se chover, não haverá vacinação. Confira os pontos:

DIA 26/05 (SÁBADO)

  • JD. DONANGELA – Avenida 23 com Ruas 6 e 7 (Em frente ao Cemitério Evangélico)
  • BOA MORTE – Avenida da Saudade com Ruas 11 e 12 (Praça da Saudade)
  • VILA DO RÁDIO – Rua 12 com Avenida 5 (Em frente Emei Paulo Koelle)
  • SÃO BENEDITO – Rua 10 com Avenida 13 e 15 (Praça da Igreja São Benedito)
  • CENTRO – Avenida 2 com Ruas 3 e 4  (Jardim Público)
  • SAÚDE / VILA STO ANTONIO – Avenida 19 com Rua 2 (Atrás do Velo Clube)
  • CENTRO – Avenida 16 com Ruas 4 e 5 (Próximo ao Colégio Koelle)
  • SAIBREIRO II E II – Avenida 32 com Ruas Saibreiro II e Rua 2A (Praça)

DIA 27/05 (DOMINGO)

  • SANTA CRUZ – Avenida 10 com Ruas 8 e 9 (Praça da Igreja Santa Cruz)
  • SANTA CRUZ / SANTA TEREZINHA – Avenida 28 com Ruas 13 e Rua Samambaia (Praça)
  • SÃO JUDAS TADEU / SANTANA – Avenida 36 com Ruas 5 e 6 (Em frente ao Mon. Senhor Martins)
  • VILA OPERÁRIA / JD. PORTUGAL / JD. PRIMAVERA – Avenida 46 com Ruas 3 e 4 (Em frente ao Senai)
  • VILA B.N.H / ALTO DO SANTANA – Avenida B.N.H com Ruas 13 e 13 BNH (Praça)
  • ALTO DO SANTANA / JD. KARAN – Avenida 56 com Ruas 10 e 11 (Em frente à Creche Santo Antonio)
  • JD. OLINDA – Rua 11 com Avenidas 62 e 66
  • BELA VISTA / VILA BELA – Avenida 8A com Ruas 13B e 15B (Em frente ao Grêmio da Bela Vista)

SAIBA COMO VACINAR SEU ANIMAL

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Muitas vezes os tutores de animais deparam-se com a tristeza da morte do seu bichinho que poderia ser evitada com uma simples vacina.

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