DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

Archive for the ‘zika’ Category

Calhas podem esconder ovos do Aedes aegypti; saiba como limpar

leave a comment »

 

Todo mundo já sabe que o mosquito Aedes aegypti gosta de água parada, limpa ou suja, onde pode se reproduzir. Os ovos colocados por ele podem ficar até 450 dias no seco, ou seja, sobrevivem por mais de um ano até chegar o próximo período de chuvas. Após a eclosão, formam-se as larvas e depois mais mosquitos. Um local que é potencial criadouro do mosquito da dengue são as calhas. Por isso, elas não devem passar despercebidas durante a sua vistoria em casa.

Como fazer a limpeza das calhas?

  • Acesse a calha utilizando uma escada adequada, com boa estabilidade e que ofereça segurança;
  • Nunca apoie diretamente na calha, pois ela pode ceder ou até mesmo quebrar, causando um acidente doméstico. Uma dica é ter um ajudante para segurar a calha durante a limpeza;
  • Use uma luva para tirar a sujeira mais grossa, como folhas, galhos e resíduos sólidos, e coloque tudo em um balde. Com uma pá e pincel, remova poeiras e areia, por exemplo;
  • Conforme fizer a limpeza, desça da escada e mova-a para o lado, evitando se debruçar na calha, pois é perigoso;
  • Identifique se há pontos de água parada na calha. Além de convidativa para o mosquito da dengue, isso danifica a pintura. Elimine a água e verifique as causas do acúmulo. O indicado é que a calha esteja posicionada de forma que a água jamais fique acumulada. Se já estiver instalada corretamente, é possível que sua calha esteja obstruída;
  • Para checar se há obstruções, bata levemente ao longo da calha e preste atenção ao som. Sons mais agudos geralmente indicam que a passagem está livre, já o som similar a um baque pode indicar que obstrução;
  • Se encontrar os ovos ou larvas do Aedes aegypti, elimine o foco e esfregue a calha com bucha, água e sabão;
  • Faça o teste final da limpeza nos condutores, que é o cano que leva a água para baixo. Ligue a mangueira e deixe o jato ligado até limpar a superfície, removendo todos os detritos restantes. Se estiver muito suja, jogue água com sabão neutro.

 

As calhas exigem manutenção regular mensal ou quinzenal, principalmente se estiverem próximas de locais com árvores. As folhas e galhos são as principais causas do acúmulo de água, tornando o local um potencial criadouro do Aedes aegypti. Se tiver dificuldade na limpeza, contrate um profissional, mas não deixe de vistoriar a sua calha frequentemente. (Fonte- G1)

Anúncios

Written by I.E.C - CCZ

11/06/2019 at 8:31 am

Zoonoses continua encontrando criadouros nas casas

leave a comment »

Apesar de todo trabalho de orientação feito diariamente pelos agentes de combate a endemias durante as operações bloqueio e também por agentes comunitários de saúde, ainda há muitos criadouros do Aedes aegypti dentro das residências. Potes, garrafas, pneus, pratos de vasos e plantas aquáticas são recipientes que continuam disponíveis para a reprodução do mosquito em grande parte dos imóveis visitados. As plantas aquáticas em especial fazem com que as larvas permaneçam grudadas nas raízes e mesmo fazendo a limpeza com freqüência algumas larvas ainda continuam escondidas. Isso dificulta muito o controle de doenças como a dengue, por exemplo, transmitida através da picada do mosquito.

Não apenas nas residências se concentra a atenção dos agentes. Eles estão atentos também aos Pontos Estratégicos (cemitérios, borracharias, oficinas, floriculturas) e Imóveis Especiais (escolas, creches, hospitais, empresas e obras abandonadas). Apenas em maio foram 227 visitas em Pontos Estratégicos e outras 57 em Imóveis Especiais. Somam-se a esses números as visitas realizadas nas operações bloqueio que em maio chegaram a 31.086 imóveis e ainda os mutirões de limpeza que de janeiro a maio retiraram perto de 20 toneladas de criadouros nos bairros trabalhados.

“Todo esse trabalho, que envolve a mobilização de várias equipes na prevenção, é importante, mas enquanto não houver a participação efetiva dos moradores na eliminação de criadouros, o mosquito vai continuar fazendo vítimas”, explicou a chefe de núcleo de endemias, Maria Júlia Guarnieri Baptista. A temperatura mais baixa não afasta o risco da proliferação do Aedes. Ele continua se utilizando de recipientes com água para garantir sua reprodução e continuar seu ciclo. Os ovos do mosquito podem permanecer até 450 dias depositados aguardando apenas que um pouco de água dê vida à larva e poucos dias depois surge mais um indivíduo da espécie.

Palestras ressaltam a importância do descarte correto do lixo

leave a comment »

Idosos aprendem um pouco mais sobre o perigo que trazem os animais peçonhentos atraídos pelo lixo

Além de poluir o solo, causar gastos adicionais na limpeza pública e também provocar inundações com o entupimento de bueiros, o lixo descartado de forma incorreta pode trazer também várias doenças. Muitas delas trazidas por animais como ratos que buscam por alimentos em locais onde há lixo orgânico. No mesmo rastro seguem as baratas que se alimentam daquilo que é jogado fora em terrenos, praças ou até mesmo em áreas de preservação permanente. Predador da barata, os escorpiões surgem e podem invadir as residências colocando toda a família em perigo devido ao veneno que possuem e que pode ser letal em crianças e idosos, principalmente.

Toda essa problemática, que trata do descarte incorreto do lixo, foi passada pelo Centro de Controle de Zoonoses através de palestras solicitadas pela Udam- União de Amigos e pelo Grupo de Veterinários pela Ética. Mais de 190 pessoas receberam orientações sobre o assunto entre jovens e idosos de entidades como o projeto Estação do Bem, Centro de Convivência do Idoso e a própria Udam. Na capela São Luiz Orione, 40 mães atendidas pela Pastoral da Criança no Jardim Conduta puderam também compartilhar de informações sobre o tema.

Informações reforçam nos jovens a questão da responsabilidade no descarte do lixo

 

 

Crianças aprendem um pouco mais sobre dengue em palestra

leave a comment »

Quatrocentas crianças com até 5 anos de idade, da escola municipal Lígia do Carmo Polastri Vendramel, conheceram um pouco mais sobre a dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, durante palestra do Centro de Controle de Zoonoses.

Slides, músicas e filmes ajudaram os pequenos a compreender como um inseto tão pequeno pode provocar tanto estrago na saúde das pessoas. O encontro foi encerrado com distribuição de folhetos informativos para que os pais também tenham essas informações em casa.

Time do Rio Claro FC preparado para enfrentar a dengue

leave a comment »

O time de base do Rio Claro Futebol Clube recebeu a equipe do Centro de Controle de Zoonoses, da Fundação Municipal de Saúde, em mais um trabalho de prevenção contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana. A visita aconteceu durante as comemorações dos 110 anos do clube. Os atletas se mostraram receptivos para encarar mais um desafio. O adversário desta vez é um pequeno mosquito que traz grandes problemas de saúde e que precisa ser combatido. O boletim enviado esta semana pela Vigilância Epidemiológica indica que até o momento já foram notificados na cidade 234 casos de dengue.

Além dos jogadores, funcionários e dirigentes do clube também receberam orientações para driblar o Aedes e evitar que ele se reproduza no estádio, realizando vistorias freqüentes em todas as instalações, eliminando criadouros e a água parada. As informações da Zoonoses que inclui o descarte correto do lixo devem ser repassadas aos torcedores, através da locução feita pelo clube durante os jogos.

09 05 19 Mosquitos Dengue (5) rio claro fc

Tigre mobiliza sua equipe para combater dengue e outras doenças

leave a comment »

tigre2A empresa Tigre está mobilizando seus colaboradores para juntos trabalharem no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. O trabalho preventivo contou com a orientação da equipe do Centro de Controle de Zoonoses que realizou palestras para cerca de 1.400 funcionários de vários setores. Além de alertar os funcionários sobre o perigo que o mosquito representa e a necessidade de eliminação de criadouros, as palestras abordaram também a questão do lixo e de como o seu armazenamento incorreto pode trazer consequências para a saúde, com o surgimento de animais como ratos e escorpiões.

O boneco Cabeção, que representa os agentes de saúde e um agente fantasiado do mosquito ajudaram na transmissão das informações na linha de produção da empresa. Cartazes foram fixados nos quadros de aviso, panfletos distribuídos e atividades pedagógicas fizeram parte do sorteio de prêmios. Nas cestas básicas dos funcionários foram colocadas receitas de larvicidas. Para complementar a atividade, a Zoonoses expôs seu acervo de animais peçonhentos.

Além das palestras, o Boneco Cabeção e Mosquitos percorreram a linha de produção orientando os colaboradores, foram fixados cartazes nos quadros de avisos, atividades pedagógicas relativas à Dengue foram distribuídas com sorteio de prêmios , colocados folhetos informativos e  receita de larvicida natural nas cestas básicas e exposição de vidrarias com animais peçonhentos.

A empresa já colocou em prática as medidas preventivas como fechamento de ralos, vistoria em materiais nos pátios e a troca das bromélias que dos jardins por outras plantas que não acumulem água.

06 05 19 (21)

06 05 19 (4)

07 05 19 (8)

CCZ redobra os cuidados com a dengue no Dia das Mães

leave a comment »

13 05 18

IMG-20180508-WA0015

 

 

 

 

 

 

 

Uma ação conjunta entre o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Fundação Municipal de Saúde e a administração dos cemitérios da cidade visando o combate ao Aedes aegypti será realizada neste domingo, dia 12 de maio, quando se comemora o Dia das Mães. Doze agentes da Zoonoses estarão das 8h00 às 17h00 fazendo um trabalho de orientação junto aos visitantes e recolha de material que acumule água. O objetivo é evitar que, em decorrência do grande movimento de pessoas nos jazigos, aumente o número de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.

Espera-se neste domingo um movimento de cerca de 40 mil pessoas no Cemitério São João Batista, 5 mil no Cemitério das Palmeiras e outras 1,5 mil no Cemitério Evangélico.

Faixas, cartazes, folhetos e alertas serão fixados nos cemitérios em locais visíveis incluindo as lixeiras indicando que o acúmulo de água em vasos de plantas e embalagens plásticas pode representar um perigo para a saúde, já que são considerados criadouros do mosquito.

A recomendação para as pessoas que irão homenagear os mortos enfeitando com flores seus túmulos é para que joguem fora, nas lixeiras espalhadas pelos cemitérios, as embalagens plásticas que envolvem os vasos. A água parada em pequenos locais pode servir de abrigo para os ovos e larvas do mosquito.

As pessoas também devem ficar atentar com relação aos pratinhos utilizados nos vasos de plantas. Eles devem estar furados ou preenchidos com areia para não permitir a proliferação do mosquito da dengue.