DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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AGENTES ATUALIZANDO INFORMAÇÕES

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Agentes de Controle de Endemias trabalham diretamente com o público  levando conhecimento e trazendo dúvidas da população atendida.

Para que o trabalho seja ainda mais eficaz, é necessário treinamento constante com novas informações e métodos de ação.

O setor de educação do Centro de Controle de Zoonoses tem realizado palestras  para que os agentes  tenham atualização referente aos serviços prestados e novas informações para repassar aos munícipes.

 

 

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Estudo aponta coinfecção por dengue e zika em Aedes

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Fonte- Agência Fiocruz

18/05/2018

Um estudo realizado pelo Grupo de Entomologia Médica da Fiocruz Minas, em parceria com a Fundação Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado, mostrou que o Aedes aegypti pode ser infectado simultaneamente por vírus da zika e da dengue. Os pesquisadores também descobriram que, ao picar um hospedeiro vertebrado, o mosquito coinfectado transmite preferencialmente o vírus da zika. O estudo foi publicado recentemente na revista Journal of Infectious Diseases, órgão oficial da Sociedade Americana de Doenças Infecciosas.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores coletaram 2.501 ovos do mosquito, utilizando-os para iniciar uma colônia. As larvas resultantes da eclosão desses ovos – um total de 600 – foram criadas até a fase adulta, quando foram separadas em 3 grupos. Um grupo passou a ser alimentado por sangue contaminado pelos vírus da dengue; outro recebeu sangue infectado por zika; e o terceiro com as duas doenças. Posteriormente, os insetos passaram por um teste que comprovou que quase a totalidade dos coinfectados (por zika e dengue) estava contaminada pelos dois vírus.

“Um dos méritos desse estudo foi comprovar que o Aedes aegypti pode se contaminar por vírus de dengue e zika ao mesmo tempo. Isso significa que certamente temos mosquitos circulando no Brasil coinfectados por vírus dessas duas doenças, uma vez que nosso país é área endêmica para ambas”, afirma  o pesquisador da Fiocruz Minas Paulo Pimenta, que, juntamente com a pesquisadora Nágila Secundino, coordenou o estudo.

Igualmente relevante foram os resultados que se referem ao potencial de transmissão desses dois vírus. Segundo o estudo, camundongos submetidos à picada dos mosquitos coinfectados tiveram uma taxa de contaminação pelo zika de 100%. O percentual contrasta com a taxa de transmissão da dengue, que foi de 20%. Além disso, esses 20% infectados por dengue também estavam por zika, indicando que o Aedes pode transmitir, para um mesmo indivíduo, as duas doenças.

“Por que o vírus zika tem sido mais eficaz em transmissão ainda é uma incógnita. Vimos, pelas nossas análises, que a intensidade da infecção nos mosquitos coinfectados foi maior para o zika do que para o vírus da dengue. Assim, uma das hipóteses é que haja uma maior disponibilidade do vírus da zika na saliva do vetor para ser injetado no hospedeiro”, observa o pesquisador.

Outra possibilidade, segundo os coordenadores da pesquisa, é que o vírus da zika, por ter entrado mais recentemente no Brasil, seja mais agressivo ao entrar no organismo do mosquito, tendo a capacidade de se multiplicar mais rapidamente.

“Em todas as análises feitas, sempre encontramos nos mosquitos infectados, inclusive naqueles que só receberam um tipo de vírus, maior quantidade de zika presente nos órgãos do mosquito em comparação com o dengue. Pode ser que, devido ao fato de os dois vírus terem um ciclo similar, a entrada de um segundo vírus seria bloqueada -neste caso, o da dengue, que teria sua multiplicação mais retardada”, destaca Pimenta.

Os questionamentos gerados pelo estudo vão além. A coinfecção comprovada nesta pesquisa levanta a possibilidade real de que o fenômeno possa ocorrer também com outros vírus, como o chikungunya. Já existe na literatura a demonstração da coinfecção dele com o da dengue.

“Será que, neste caso, também existe interferência viral e a preferência de um dos vírus no momento da picada?”, questionam os pesquisadores. Segundo eles, são perguntas que ainda precisam ser respondidas e que remetem a várias outras, uma vez que os vírus da dengue, zika, e chikungunya estão circulando, simultaneamente, em grandes áreas geográficas.

“Uma pessoa pode ser infectada tanto pela picada de um único mosquito coinfectado ou por  dois mosquitos monoinfectados por vírus distintos. A coinfecção por mais de um arbovírus terá implicações epidemiológicas importantes. Infecções mistas nos seres humanos poderão apresentar sintomas ainda mais complexos, tornando o diagnóstico clínico e até mesmo o manejamento desses pacientes um desafio ainda maior”, ressalta.

Intitulado Coinfection with Zika and Dengue Viruses results in preferential Zika transmission by vector bite to vertebrate host, o estudo foi realizado no município de Manaus, no final do ano passado. A pesquisa é fruto da tese de doutorado de Bárbara Chaves, aluna do curso de pós-graduação da Universidade Estadual de Manaus e FMT-HVD, orientada pelos pesquisadores da Fiocruz Minas Paulo Pimenta e Nágila Secundino, que também atuam como professores na unidade manauense. Também participaram do estudo a Johns Hopkins Bloomber School of Public Health dos EUA, entre outras instituições nacionais e internacionais. A pesquisa foi financiada pela Renezika, através do MCTI-CNPq/ MEC-Capes/ MS-Decit. Publicado no final de abril, o artigo já conta com 1.800 visualizações, 200 downloads e 63 tweets.

 

Written by I.E.C - CCZ

23/05/2018 at 7:28 am

Publicado em LIVRE

Orientações sobre pombos ajudam a prevenir doenças

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De janeiro a abril mais de 30 visitas foram feitas pela Zoonoses atendendo solicitações

A imagem do pombo como símbolo da paz conquista a simpatia das pessoas que acabam por alimentá-los, mas na verdade essa ave pode trazer uma série de complicações para a saúde. Como dificilmente é caçado por outros animais, sua população cresce muito rápido e o aumento de sua quantidade tornou-se um grave problema, pois, podem causar várias doenças graves que podem levar à morte ou deixar sequela. De janeiro a abril deste ano o Centro de Controle de Zoonoses recebeu várias solicitações de moradores pedindo por orientações. Algumas delas chegaram via Ouvidoria. Outras em ligações diretas.  Foram no total 34 visitas feitas nesse período. Entre as doenças transmitidas pelos bombos destacam-se:

– salmonelose: doença infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pela ingestão de alimentos contaminados com fezes animais;

– criptococose: doença provocada por fungos que vivem no solo, em frutas secas e cereais e nas árvores; e isolado nos excrementos de aves, principalmente pombos;

– histoplasmose: doença provocada por fungos que se proliferam nas fezes de aves e morcegos. A contaminação ao homem ocorre pela inalação dos esporos (células reprodutoras do fungo);

– ornitose: doença infecciosa provocada por bactérias. A contaminação ao homem ocorre pelo contato com aves portadoras da bactéria ou com seus dejetos;

– meningite: inflamação das membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.

Medidas de controle:

– retirar ninhos e ovos;
– umedecer as fezes dos pombos com desinfetante antes de varrê-las;
– utilizar luvas e máscara ou pano úmido para cobrir o nariz e a boca ao fazer a limpeza do local onde estão as fezes;
– vedar buracos ou vãos entre paredes, telhados e forros;
– colocar telas em varandas, janelas e caixas de ar condicionado;
– não deixar restos de alimentos que possam servir aos pombos, como ração de cães e gatos;
– utilizar grampos em beirais para evitar que os pombos pousem;
– acondicionar corretamente o lixo em recipientes fechados;
– nunca alimentar os pombos.

É muito importante para a saúde controlar a população desses animais na comunidade, fazendo com que eles procurem locais mais adequados para viver, com alimentação correta e longe dos perigos das cidades. Um pombo na cidade vive em média 4 anos, enquanto que em seu ambiente natural pode viver até 15 anos. Para orientações sobre o assunto os telefones do Centro de Controle de Zoonoses são 3535-4441 ou 3533-7155.

3º Brincadeiras Ambientais tem participação do Centro Controle de Zoonoses.

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Neste último domingo dia 20 de maio aconteceu no Lago Azul o “3º Brincadeiras Ambientais” e o Centro Controle de Zoonoses estava presente.
Os agentes realizaram brincadeiras educativas sobre o combate a Dengue, as crianças puderam confeccionar máscaras do mosquito, pintar sobre o ciclo do Aedes, e ainda participar do jogo de partida.

 

Written by I.E.C - CCZ

21/05/2018 at 3:31 pm

Zoonoses treina equipes para a Campanha de Vacinação

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A campanha de vacinação antirrábica na área urbana começa dia 22 de julho. Até lá as equipes do Centro de Controle de Zoonoses envolvidas nesse trabalho estão passando  por treinamentos que visam preparar os agentes na contenção dos animais e na aplicação das doses. Na sexta-feira (18) as equipes escaladas para a campanha estiveram na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade percorrendo as casas da antiga colônia e as que estão localizadas no entorno da floresta. Uma bióloga, dois veterinários acompanhados pelo gerente do CCZ, Diego Reis, conduziram o treinamento que reuniu ao todo 28 agentes.

A vacinação na área rural continua em andamento no distrito de Itapé. A equipe que está percorrendo sítios e fazendas segue depois para as propriedades próximas da rodovia Washington Luiz, Fazendinha e também Horto de Camacuã. Os dias e locais da vacinação nestas localidades podem sofrer alteração.

Região investiga 6 mortes por suspeita de febre maculosa

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A Vigilância Epidemiológica da cidade de Americana está investigando seis mortes por suspeita de febre maculosa. Além disso, segundo a Prefeitura, o total de casos suspeitos da doença chega a nove. Não há registros confirmados. A Febre Maculosa é uma doença transmitida pelo carrapato e se não tratada a tempo pode levar a óbito. A notícia serve de alerta para que o diagnóstico da doença possa ser feito com maior rapidez, evitando mortes. Em Rio Claro o último caso de morte registrado por Febre Maculosa ocorreu em 2014.

Em Americana, entre as vítimas estão homens com idade entre 23 e 60 anos que estiveram em região de mata e também em pesqueiros. A maioria dos pacientes apresentou sintomas parecidos, entre eles, vômito, dores abdominais e musculares, náuseas, erupções cutâneas; e em alguns casos, icterícia.

Perfis

Segundo o portal G1, a primeira morte suspeita por febre maculosa é a de um jovem, de 23 anos, que residia no Jardim São Paulo. Ele foi internado no Hospital Municipal com febre e, de acordo com a assessoria, há relatos de que esteve em um pesqueiro em Nova Odessa (SP).

O segundo caso é de um homem, de 53 anos, morador do São Vito. Ele morreu em 5 de maio, na mesma unidade de saúde, e antes disso teria estado às margens do Rio Piracicaba para pescaria.

Três óbitos foram de residentes do bairro Antônio Zanaga. Entre as vítimas estão uma menina de 7 anos, que não teve histórico de deslocamento para áreas de risco e morreu no Hospital de Clínicas da Unicamp em 4 de maio; um homem, de 59, que morreu no Hospital Unimed e para o qual também não há informações sobre presença em áreas de mata; e um outro homem, de 65, que morreu no Hospital Municipal em 14 de maio, e teria estado às margens de rios e lagoas da região.

Além disso, em 11 de maio, foi registrada a morte de um homem, de 60 anos, morador do bairro Vila Bela. O óbito também ocorreu no Hospital Municipal, informou o governo municipal.

Áreas de risco para febre maculosa

  • Carioba (pesqueiros do Rio Piracicaba, próximos ao Parque Têxtil da Rua Carioba).
  • Casa de Cultura Herman Müller (mata ciliar adjacente ao Ribeirão Quilombo)
  • Rio Jaguari (região pós-Represa do Salto Grande / chácaras nas proximidades da Colônia Agrícola do Sobrado Velho)
  • Museu Histórico (pesqueiros na confluência dos Rios Atibaia e Jaguari)
  • Assentamento Milton Santos (matas ciliares do Rio Jaguari e Córrego Jacutinga)
  • Ponte do Rio Piracicaba / Rodovia Anhanguera (pesqueiros locais)
  • Rio Piracicaba (pesqueiros na proximidade do Centro de Detenção Provisória de Americana)
  • Represa do Jardim Imperador (área do Portal dos Nobres)
  • Praia dos Namorados (orla da Represa do Salto Grande)
  • Bairro Mirandola (pastos e matas periféricas)
  • Praia do Zanaga (braço da Represa do Salto Grande entre os Bairros do Zanaga e Vale das Nogueiras)
  • Usina da CPFL (Represa do Salto Grande)
  • Praia Azul (orla da Represa do Salto Grande)
  • Ribeirão Quilombo (toda a extensão)
  • Área Verde do Parque Nova Carioba (mata ciliar do Córrego Bertini)

De acordo com o governo, moradores devem evitar áreas de risco ou tomarem cuidados como:

  • Usar roupas claras porque facilitam a visualização dos carrapatos;
  • Colocar a barra das calças dentro das meias e calçar botas de cano alto;
  • Examinar o corpo cuidadosamente a cada três horas, porque os carrapatos transmitem a bactéria causadora da febre maculosa, depois de algumas horas após a picada na pele;
  • Cuidado ao retirar o carrapato que estiver grudado à pele, fazendo-o mediante leve torção;
  • Procurar o serviço de saúde e informar ao médico sobre contato com carrapatos, caso apresente febre alta, dores no corpo e de cabeça, calafrios e manchas avermelhadas na pele em período de dois a 14 dias após frequentar áreas consideradas de risco para a doença.

 

 

Written by I.E.C - CCZ

18/05/2018 at 10:43 am

CCZ NA CASA DAS CRIANÇAS

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As ações preventivas contra a Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela continuam a todo vapor.

A Fundação Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses tem levado informações à população através de palestras, redes sociais  e materiais informativos em  escolas, projetos, empresas, igrejas, orgãos públicos, visando o controle do mosquito Aedes aegypti e das doenças por ele transmitidas.

Na última quinta feira, 17, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim , Agentes de Informação do CCZ, estiveram na Casa das Crianças para orientar sobre os cuidados na  eliminação de criadouros, única forma eficaz para o controle do inseto.

Mosquitos botam e nascem diariamente. Para evitar novas epidemias, é fundamental que TODOS  tenham consciência da necessidade de jogar lixo em locais corretos e a eliminação de criadouros;  qualquer local ou quantidade de água parada.

Não dê trégua aos mosquitos!