DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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SESI INFORMA ALUNOS SOBRE ANIMAIS PEÇONHENTOS

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O SESI de Rio Claro solicitou ao setor de Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses, orientações e a vidraria de animais peçonhentos para exposição.

Cerca de 600 alunos participaram das atividades.

Os guarda vidas da instituição: Douglans Cristian Domingues, Erik Lebek e Sergio Ramalho, elaboraram revista pertinente ao tema peçonhentos, de fácil leitura, com medidas preventivas, sintomas e atendimento em caso de acidente, para distribuição aos alunos e com isto, estas informações serem compartilhadas também com familiares e amigos.

IV SEMANA DA SAÚDE NO CAMPUS DA UNESP

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A Fundação Municipal de Saúde participou desta importante iniciativa da universidade com a Vigilância Epidemiológica vacinando e realizando testes de DST e atendimento odontológico móvel.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve presente no campus orientando alunos, professores, funcionários e visitantes com exposição sobre animais peçonhentos e diversas arboviroses como Dengue e Febre Maculosa.

1ª GINCANA AÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SAÚDE

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O acúmulo e o descarte incorreto de materiais, resulta em problema de saúde pública como o aumento de criadouros de mosquitos transmissores da Dengue, Zika e Chikungunya, insetos como baratas e pernilongos além de roedores e animais peçonhentos.

A prevenção destes problemas, além de melhorar a qualidade de vida dos moradores, diminui significativamente  custos públicos em razão de ser  muito menor  frente ao tratamento de doenças.

Neste sentido um grupo com representantes da Educação, Saúde e do Legislativo está organizando a 1ª Gincana Ação Ambiental e Saúde com o intuito de recolher, orientar e manter limpos os bairros com maior índice de casos de dengue, roedores e peçonhentos.

Dos 147 bairros do município, o Bom Retiro será o primeiro a receber a Gincana em razão do montante de materiais descartados em quintais, ruas e terrenos, que tem resultado em alto índice larvário, positivos de Dengue e aparecimento de escorpiões; além de estender as ações preventivas  para os bairros próximos como o Bonsucesso e Novo Wenzel.

Se chover o evento será transferido.

CCZ ORIENTANDO SOBRE ESCORPIÕES NA E.M. DENIZARD FRANÇA

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O escorpionismo em crianças menores de 14 anos e em idosos tende a ser mais grave e estes necessitam de rápido atendimento para evitar-se agravamentos e óbitos.

A Secretaria de Educação de Rio Claro juntamente com o CCZ estão orientando alunos através de palestras, conversas, folhetos e amostras para que, conhecendo o animal e seus hábitos, evite-se acidentes com escorpiões.

Alunos dos dois períodos da E.M. Denizard Frrança, em Batovi, receberam estas informações, folhetos e a escola fixou cartaz em sua entrada que, informa os pais, moradores e trabalhadores de cerâmicas que transitam pelo local.

E.M. THEODORO KOELLE RECEBE ORIENTAÇÕES SOBRE ESCORPIÕES E OUTROS BICHOS

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Alunos e professores do período da manhã e tarde , da nova escola municipal no bairro Terra Nova, receberam o setor de educação e comunicação do CCZ para conhecer sobre os cuidados a respeito de escorpiões e outros animais que são atraídos por lixo, as doenças e problemas causados.

Receberam também informações de como agir em caso de acidentes e onde procurar atendimento.

O cuidado com descarte correto de resíduos e o conhecimento das complicações geradas, visa melhoria na qualidade de vida dos moradores e consequentemente, na saúde pública.

CCZ NO INFORMATIVO DA ESCOLA BENJAMIM FERREIRA

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São tantas práticas realizadas pela E.M. Benjamim Ferreira, que a coordenação elaborou um informativo com as ações pedagógicas realizadas pela instituição.

Entre notícias de atividades artísticas, teatro, brincadeiras, horta, música , jogos, festa junina, o CCZ está presente nesta segunda edição do informativo com a palestra sobre Mosquitos e Dengue realizada para os pequenos alunos.

Parabéns a todos que organizam estes trabalhos para a formação de nossas crianças.

ALUNOS ESPALHANDO INFORMAÇÕES

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A convite da Escola Municipal Prof. Luiz Martins Rodrigues Fº, no bairro Jd. Novo Wenzel , o Centro de Controle de Zoonoses apresentou palestra sobre mosquitos, arboviroses que eles transmitem, criadouros e prevenção.

Após a apresentação várias atividades foram realizadas; entre questionamentos e desenhos sobre a apresentação do CCZ, a profª Adriane organizou com alunos dos terceiros e quintos anos, distribuição de folhetos no entorno da escola para vizinhos e comércio do bairro.

O objetivo é a participação dos alunos em ações preventivas, a divulgação destes conhecimentos para as famílias e para a comunidade do bairro, condutas fundamentais para o controle do mosquito Aedes aegypti, vetor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

Nossos agradecimentos a todos os envolvidos na distribuição e na recepção destes alunos que com este gesto de cidadania, podem auxiliar em um bairro mais saudável e na construção de um mundo melhor.

BRIGADA REFORÇA PROTEÇÃO À DENGUE

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Representantes das escolas municipais atuarão como multiplicadores de informações

Rio Claro realizou o 1º Encontro dos Brigadistas Municipais contra o Aedes. A brigada é constituída por representantes das 64 escolas municipais, indicados pela equipe gestora, e auxiliarão no combate ao mosquito transmissor da dengue. Para isso, os brigadistas receberam da Fundação Municipal de Saúde orientações referentes à doença e sua prevenção. O encontro foi realizado pela Secretaria Municipal da Educação, por meio do Centro de Aperfeiçoamento Pedagógico (CAP), no auditório do Núcleo Administrativo Municipal (NAM).

“A dengue é um problema que atinge a todos e a prevenção é a melhor maneira de combatê-la”, destacou Valéria Velis, secretária da Educação, ressaltando a importância dos brigadistas e da união de todos na luta contra o Aedes.

A proposta da brigada contra o Aedes é de que os membros atuem como multiplicadores das informações em seus locais de trabalho e em suas residências, explica Edison Norberto de Andrade, coordenador de Educação Ambiental da Secretaria Municipal da Educação, que ministrou a atividade com Solange Mascherpe, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Rio Claro, e Vanessa Magri, da coordenação pedagógica do CAP.

“Com uma checagem de no mínimo 10 minutos, uma vez por semana, é possível eliminar criadouros, interromper o ciclo do transmissor e evitar o nascimento de novos mosquitos, o que já é uma grande ajuda”, informa Solange, reforçando a importância da conscientização da comunidade.

A brigada contra a dengue somará aos demais esforços realizados pelo município no combate à doença. As orientações aos brigadistas serão realizadas trimestralmente. A meta é ampliar os debates incluindo outras zoonoses, conscientizando também sobre outras doenças e as formas de prevenção.

Fonte: Assessoria Imprensa PMRC

Vírus da dengue e zika manipulam odor para atrair mosquitos

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Pesquisa confirma que, após infecção com flavivírus, o cheiro do corpo dos hospedeiros é modificado, a fim de torná-los mais apetitosos para os insetos transmissores, intensificando a proliferação das doenças tropicais.

Os vírus causadores da dengue e zika são capazes de “sequestrar” o odor corporal do hospedeiro, tornando-o mais atraente para os mosquitos. Os insetos são os principais vetores de certas doenças tropicais, ao picar um animal saudável após haver sugado o sangue de outro infectado.

Um estudo científico publicado pela revista Cell em 30 de junho mostrou que quando humanos e camundongos são infectados com os vírus da dengue ou zika, eles secretam uma substância química que os torna mais apetitosos para os mosquitos.

Uma pesquisa de 2014 já mostrara que o parasita plasmódio, causador da malária, tem a propriedade de manipular o cheiro do corpo do hospedeiro para atrair mosquitos, promovendo a própria proliferação. Então, partindo da hipótese de que os vírus das doenças tropicais desenvolveram um mecanismo semelhante, os cientistas resolveram perguntar aos próprios insetos.

Dois grupos de camundongos foram colocados em áreas cercadas: um infectado com os flavivírus causadores da zika ou dengue, o outro saudável. Quando então tiveram opção de escolher o sangue de quem preferiam sugar, dois terços mosquitos preferiram o cerco dos animais infectados.

“Sugue meu sangue, estou doente”

Para compreender o mecanismo por trás desse resultado, os pesquisadores também tiraram amostras do ar dentro dos cercos. Segundo o coautor Gong Cheng, foi detectado um total de 422 substâncias químicas voláteis, apenas algumas das quais diferiam entre os dois locais.

Testes subsequentes demonstraram que o que mais estimulava o olfato dos insetos predadores era a acetofenona, substância encontrada naturalmente em alimentos como maçãs, damascos, bananas, couve-flor, queijo e carne de vaca. Porém as cobaias contaminadas com vírus a produziam em quantidade dez vezes superiores ao grupo de controle.

O próximo passo foi “perfumar” com acetofenona os camundongos – e alguns voluntários humanos –, o que confirmou que os mosquitos são de fato atraídos por seu cheiro.

Cheng e colegas constataram que os níveis mais elevados do composto são causados por interações entre a microbiota epidérmica dos hospedeiros, os flavivírus e os mosquitos. As bactérias produtoras de acetofenona crescem naturalmente na pele, e em condições normais seu crescimento é gerido por uma proteína antimicrobiana secretada pelas células epidérmicas.

Nos pacientes de dengue ou zika, porém, essa proteína é menos ativa, o que eleva os níveis de acetofenona, atraindo mosquitos famintos. Ou seja: os flavivírus instrumentalizam o cheiro da substância para se proliferar.

Remédio de acne contra a dengue?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a cada ano 390 milhões de indivíduos são infectados com o vírus da dengue. Quase a metade da população mundial vive em áreas em que há risco de contrair a moléstia, e a má infraestrutura de tratamento pode contribuir para níveis de mortalidade desnecessariamente elevados.

Assim, estão se analisando meios para coibir a emissão de acetofenona depois que ocorre uma infecção, a fim de reduzir as picadas de mosquitos transmissores. Uma possibilidade é isotretinoína, um medicamento antiacne derivado da vitamina A, produzido comercialmente.

Em laboratório, os camundongos portadores de zika ou dengue que receberam o produto oralmente perderam atratividade olfativa para mosquitos, que passaram a encará-los como se não estivessem infectados.

“Talvez vamos desenvolver um caminho inédito para interromper a disseminação de flavivírus por mosquitos no futuro”, anuncia Cheng. As pesquisas devem continuar, já que ainda não se pode excluir que os humanos secretem compostos voláteis diferentes dos das cobaias.

Fonte: DW Brasil

RAP DA DENGUE É COMPOSTO POR ALUNOS DA ESCOLA JOAQUIM RIBEIRO

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Durante as aulas de biologia do prof. Alexsandro Vieira, na Escola Estadual Joaquim Ribeiro, o setor de Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses foi convidado para palestra sobre zoonoses resultantes do descarte incorreto de lixo.

Após a apresentação os alunos realizaram várias atividades relativas ao tema e entre elas, criaram o primeiro Zoonocast, um podcast sobre zoonoses com questões elaboradas pelos alunos
à palestrante do CCZ, Solange Mascherpe.

https://cczrioclaro.wordpress.com/2022/05/20/e-e-joaquim-ribeiro-produz-podcast-sobre-zoonoses/

Após nova palestra apresentada à escola: ” Mosquitos e as arboviroses transmitidas”, o interesse pelo tema e novas atividades foram organizadas.

Os alunos e irmãos Francisco Raí e Ryan Araújo, autores de várias composições, criaram o “Rap da Dengue” para o episódio número dois do podcast.

A gravação foi realizada no estúdio “Rogério Rossini” da Secretaria de Cultura, que fica localizado dentro do prédio do Centro Cultural Roberto Palmari, com equipamentos profissionais e o técnico Cassiano que orientou os alunos e editou a criação.

O Rap da Dengue, além de inserido no podcast, será utilizado pelo CCZ em carros de som em trabalhos preventivos pelos bairros da cidade, valorizando a arte da autoria e interesse dos alunos compositores.

Esta parceria entre sociedade e poder público é fundamental para a conscientização relativa à eliminação de criadouros de mosquitos e prevenção às doenças que eles podem transmitir, as arboviroses, e a utilização da linguagem cotidiana utilizada pelos jovens, auxilia em um maior entendimento do problema e ações que podem contribuir para melhoria da saúde de toda comunidade.