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Zoonoses recolhe gambá muito confundido com ratazana

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gamba

Um gambazinho perdido no bairro da Boa Morte foi recolhido ontem pelo Centro de Controle de Zoonoses. Moradores da região viram o bichinho correndo próximo à praça e conseguiram capturá-lo e levá-lo para uma clínica veterinária bem próxima ao local. A equipe da Zoonoses foi acionada, recolheu o gambazinho e depois fez a soltura do bichinho na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade.

Por ser muito parecido com ratazanas, esses gambás muitas vezes são mortos. O gambá não é um roedor, ou seja, não é rato, nem ratazana e nem um parente próximo. Ele é mais próximo do coala e do canguru, pois é um marsupial. Isso porque a fêmea tem um marsúpio, que nada mais é do que uma bolsa na altura da barriga na qual ela abriga seus filhotes. As pessoas confundem principalmente os filhotes e jovens com ratos e ratazanas e possuem asco do animal, mas ele não transmite a leptospirose como muitos pensam.

Eles gostam de forros e telhados. Caso não queira a companhia dessas agradáveis criaturas chame alguém especializado, como biólogos, veterinários e a polícia ambiental para retirar o animal e o devolver à natureza, embora outros possam voltar caso o acesso não seja bloqueado. Jamais chame exterminadores de praga.

Vacinação Antirrábica segue dentro da meta esperada

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Em mais um final de semana de vacinação antirrábica na área urbana, o resultado estimado pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) segue dentro da meta esperada. Os bairros onde a vacinação foi mais procurada foram Vila Nova, no sábado e Jardim Conduta, no domingo. “Se levarmos em conta o número de postos de vacinação distribuídos este ano em relação ao ano passado, houve um aumento de 22% na procura pela vacina”, informou a gerente do CCZ, Amanda Borotti.

O horário de maior procura nos postos de vacinação varia de acordo com o bairro, mas a população tem preferido o período da manhã para aproveitar melhor o dia. Os proprietários que tiverem a carteira de vacinação devem levá-la para manter o controle da vacina. Os que não tiverem, receberão a carteirinha para que possam apresentá-la nas demais campanhas de vacinação. A Zoonoses reforça a necessidade da vacinação nos animais domésticos. “O contato com morcegos pode colocar em risco a vida do animal e consequentemente de seu dono, caso haja contaminação pelo vírus da raiva”, explicou Amanda.

Itapira, também no interior de São Paulo confirmou na quinta-feira (10) que a cidade registrou 14 casos de raiva em animais neste ano. Em 2016, foram dois casos da doença no município. Dos 14 casos confirmados, 11 foram registrados em bovinos, dois em morcegos-vampiros e um em morcego insetívoro.

A Zoonoses ressalta ainda que caso o morador encontre um morcego caído no quintal de casa, não deve de maneira alguma tocá-lo. Mantenha os animais da casa (cães e gatos) distantes, coloque um balde sobre o morcego ou uma toalha molhada e chame o Centro de Zoonoses para que ele possa ser recolhido. Os telefones de contato do CCZ são 3535-4441 ou 3533.7155. O morcego será encaminhado ao Instituto Pasteur para análise.

Lembrando ainda que caso os proprietários de cães ou gatos não consigam vaciná-los durante a campanha, a unidade do CCZ no Distrito Industrial também realiza a vacinação, de segunda a sexta-feira, das 7h00 às 16h00. O importante é imunizar o animal, protegendo-o contra essa doença.

Vacinação antirrábica começa dia 5

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vacina gato

A Campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na área urbana começa dia 5 de agosto. Vários postos de vacinação serão montados ao longo dos meses de agosto e setembro, para atender a população. A vacinação terá início nos seguintes bairros:

DIA 05/08 (SÁBADO)
1. RES. VILA VERDE: AV. 1MP C/ R. 19RV EM FRENTE AO CENTRO DE ARTES E ESPORTES UNIFICADOS (CEU – MÃE PRETA)
2. VILA INDUSTRIAL/CHÁCARA RUPIARA: R. 4VI C/ AV. 3VI
3. PARQUE RESIDENCIAL: AV. 82A C/ R. 3A e 4JPR
4. JARDIM AMÉRICA: AV. 54A C/ R. 4JA e 5JA (PRAÇA)
5. VILA CRISTINA: AV. 58A C/ R. JOSÉ FELÍCIO CASTELLANO NA UBS VILA CRISTINA
6. JD. BANDEIRANTES: ESTRADA DA BOMBA, “PROJETO BANDEIRANTES” (ATRÁS DO ANTIGO CRAS)

DIA 06/08 (DOMINGO)
1. ARCO ÍRIS / JD. VILAGE: R. 9C C/ R. 16 EM FRENTE À ESCOLA JOSÉ CARDOSO
2. ARCO ÍRIS: R. 6JA C/ R. 3 (QUADRA POLIESPORTIVA)
3. VILA SÃO MIGUEL: R. 9A C/ AV. 72A e 74A EM FRENTE À ESCOLA SYLVIO DE ARAÚJO
4. VILA SÃO MIGUEL: ANEL VIÁRIO C/ AV. 70A
5. PQ. MÃE PRETA: AV. 1MP C/ R. 12MP NO PSF MÃE PRETA

Funcionários Do Centro de Controle de Zoonoses estarão das 9h00 até às 16h00 vacinando os animais domésticos. O objetivo é atingir 60% da população de cães e gatos do município, calculada em 32 mil.

IEC Faz avaliação de 2016

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As atividades desenvolvidas pelo IEC, setor de Informação, Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses, durante o ano de 2016, atingiram um público de mais de 70 mil pessoas. A estimativa leva em conta as palestras realizadas em escolas, empresas e outras instituições e também a organização ou participação em eventos que envolvem as unidades de saúde ou que têm expectativa de grande público, como Dia Mundial da Saúde, Exposição de Orquídeas, exibição de filmes institucionais nas salas de cinema, entre outros. Em 2017 até o momento 45.658 pessoas tiveram acesso as informações de Zoonoses através de ações do IEC.

O desempenho do setor pode ser conferido no blog da Zoonoses:

https://cczrioclaro.wordpress.com/iec-eventos-e-palestras-do-mes/

Até o mês de maio de 2017 o IEC já somou 64 ações, todas voltadas à conscientização sobre a importância de eliminar os criadouros do Aedes aegypti e evitar que o município passe por novo surto das doenças transmitidas pelo mosquito.

O maior número de palestras e eventos e também de público é quase sempre registrado no mês de março. Nesse período as pessoas se sentem mais vulneráveis às ameaças do Aedes aegypti devido ao calor. Por este motivo procuram mais por orientações, solicitando os serviços de IEC nesse período. Essa sensação de menor risco nos demais meses não se justifica. O mosquito pode até diminuir a sua reprodução, mas continua sendo uma ameaça. A melhor maneira de manter a situação sob controle é enfatizar, o ano todo, as medidas de combate ao vetor, através de orientações.

Caça às larvas

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O Centro de Controle de Zoonoses realizou de 1 a 15 de julho a Avaliação de Densidade Larvária. O índice conhecido como Breteau é o valor numérico que permite conhecer o nível de infestação de larvas do Aedes aegypti nos quatro setores do município percorridos pelos agentes. No total foram trabalhadas 124 quadras e 2.449 imóveis.

Embora os casos de Dengue tenham diminuído este ano em Rio Claro, os trabalhos de prevenção das equipes continuam sendo realizados. Os resultados do Breteau e do IIP (Índice de Infestação Predial) permitem a Zoonoses direcionar as ações de combate ao Aedes aegypti procurando diminuir a incidência das doenças  transmitidas pelo mosquito. O resultado final foi divulgado dia 20 e apontou um índice de 0.3, considerado satisfatório. A EPTV acompanhou o trabalho dos agentes. Confira no link:

http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/jornal-da-eptv/videos/v/centro-de-controle-de-zoonoses-de-rio-claro-coleta-dados-para-calcular-indice-de-breteau/5997175/

Plaquinha de identificação ajuda a encontrar gata “perdida” em Araras

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Uma história bastante curiosa mobilizou os funcionários do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro e reforçou a importância da identificação de animais através de placas colocadas no pescoço ou implantação de microchip.

Tudo começou com uma ligação telefônica. Uma gatinha havia sido encontrada aparentemente perdida por um morador de Araras. No pescoço ela tinha uma plaquinha do CCZ de Rio Claro, com um número de identificação. O rapaz que a encontrou ligou para a Zoonoses para tentar localizar o proprietário. No sistema descobriu-se que o dono do animal residia no bairro Mãe Preta. O endereço que constava no cadastro, não existia. Nas redes sociais, outra pista. O dono da gatinha estaria morando na cidade de Tupã, mas trabalhava em um supermercado de Marília.

O desafio era saber o que uma gata vacinada em Rio Claro estava fazendo em Araras se seu proprietário morava em Tupã? Foram algumas horas de pesquisa até que se chegasse a uma explicação. Na verdade, quando a Nina foi vacinada, seu dono, Juliano Bastos, morava em Rio Claro e o endereço apresentado foi o de sua mãe, no bairro Mãe Preta. Tempos depois Juliano se mudou para Araras e levou a gatinha com ele. A atenção de Nina passou a ser dividida com outras pessoas com as quais Juliano morava. Por questões pessoais o rapaz deixou Araras e foi morar com a sua família em Tupã. A gatinha, no entanto, permaneceu em Araras e nela foi colocada a plaquinha de identificação do CCZ de Rio Claro. Mas por que o animal estava na rua, se tinha uma casa? Nina é uma gata esperta, daquelas que em um único descuido, aproveita para sair. E foi o que ela fez. E como estava sendo alimentada, acabou aparecendo muitas vezes na casa do rapaz que a encontrou e que reside no mesmo bairro onde seu verdadeiro dono mora, Jardim São João.

Disso tudo concluímos que, encontrar o dono de um animal perdido, é bem mais fácil quando o bichinho possui uma identificação. Não precisa ser necessariamente a placa do Centro de Controle de Zoonoses. Episódios como este poderiam ser bem mais frequentes se os donos de animais providenciassem uma plaquinha, com endereço ou telefone de contato. Muitos bichinhos conseguiriam voltar para a casa a salvo e muitos donos respirariam aliviados.

Empresas solicitam palestras sobre Febre Amarela

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O IEC, departamento de Informação, Educação e Comunicação do CCZ esteve presente em algumas SIPAT´s – Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho, realizada todos os anos pelas empresas. O assunto mais solicitado tem sido a Febre Amarela.

As informações que chegam até as pessoas ainda são insuficientes para compreender melhor essa doença. Por isso as empresas recorrem a Zoonoses atendendo pedido de seus funcionários.

Na Aldoro, – funcionários estiveram presentes no auditório da empresa, no encerramento da SIPAT. Além de informações sobre a Febre Amarela, dúvidas surgiram também com relação a Leishmaniose e Febre Maculosa, temas que deverão ser apresentados em outras ocasiões.

Na Chemtura/Lanxess ainda há muitas dúvidas sobre a Febre Amarela e sua forma de transmissão. A existência dos vetores Haemagogos e Sabethes, que transmitem a doença em sua forma silvestre, não estava clara para a maioria.