DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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RAP DA DENGUE É COMPOSTO POR ALUNOS DA ESCOLA JOAQUIM RIBEIRO

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Durante as aulas de biologia do prof. Alexsandro Vieira, na Escola Estadual Joaquim Ribeiro, o setor de Educação e Comunicação do Centro de Controle de Zoonoses foi convidado para palestra sobre zoonoses resultantes do descarte incorreto de lixo.

Após a apresentação os alunos realizaram várias atividades relativas ao tema e entre elas, criaram o primeiro Zoonocast, um podcast sobre zoonoses com questões elaboradas pelos alunos
à palestrante do CCZ, Solange Mascherpe.

https://cczrioclaro.wordpress.com/2022/05/20/e-e-joaquim-ribeiro-produz-podcast-sobre-zoonoses/

Após nova palestra apresentada à escola: ” Mosquitos e as arboviroses transmitidas”, o interesse pelo tema e novas atividades foram organizadas.

Os alunos e irmãos Francisco Raí e Ryan Araújo, autores de várias composições, criaram o “Rap da Dengue” para o episódio número dois do podcast.

A gravação foi realizada no estúdio “Rogério Rossini” da Secretaria de Cultura, que fica localizado dentro do prédio do Centro Cultural Roberto Palmari, com equipamentos profissionais e o técnico Cassiano que orientou os alunos e editou a criação.

O Rap da Dengue, além de inserido no podcast, será utilizado pelo CCZ em carros de som em trabalhos preventivos pelos bairros da cidade, valorizando a arte da autoria e interesse dos alunos compositores.

Esta parceria entre sociedade e poder público é fundamental para a conscientização relativa à eliminação de criadouros de mosquitos e prevenção às doenças que eles podem transmitir, as arboviroses, e a utilização da linguagem cotidiana utilizada pelos jovens, auxilia em um maior entendimento do problema e ações que podem contribuir para melhoria da saúde de toda comunidade.

QUEM VAI AJUDAR A ELIMINAR CRIADOUROS DE MOSQUITOS DIARIAMENTE? 

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Alunos do ensino fundamental da E.M. Luis Martins Rodrigues Fº, no bairro Novo Wenzel, receberam informações sobre mosquitos e as doenças que eles transitem e irão realizar campanha de conscientização no entorno da escola com distribuição de folhetos e solicitando à população local para que não descarte lixo nos terrenos do bairro.

Parabéns à escola pela iniciativa de cidadania junto aos alunos.

Chikungunya pode causar comprometimento cognitivo em idosos e ser fator de risco para demência

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Os resultados da pesquisa demonstraram, pela primeira vez, declínio significativo dos processos cognitivos nesse público

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De modo geral, os extremos de idade são os períodos da vida associados a alta suscetibilidade a doenças. Na população acima dos 65 anos, várias razões contribuem para esse fato, como sistema imunológico mais comprometido e diminuição de algumas funções fisiológicas. Sabe-se, por exemplo, que a persistência dos sintomas da doença causada pelo vírus chikungunya (CHIKV)  é preocupante nesse público, em parte devido à maior associação com distúrbios osteomusculares crônicos, frequentes nessa faixa etária. Agora, um recente artigo publicado na revista Frontiers in Psychiatry intitulado Cognitive Dysfunction of Chikungunya Virus Infection in Older Adults, revelou, pela primeira vez, que a infecção pelo vírus pode causar declínio cognitivo a longo prazo em idosos e ser um fator de risco para demência futura nesse público. Os cientistas promoveram um estudo transversal, por meio de avaliações clínicas, neuropsicológicas e geriátricas.

A pesquisa, realizada em 2019, analisou 121 idosos voluntários na faixa etária entre 60 e 90 anos, sendo 95 deles acometidos pela doença em Natal (RN) em média seis meses antes. Os outros 26, entraram para o grupo controle, no qual ninguém havia sido infectado. O Dr. Kleber Luz, infectologista do Hospital Universitário Onofre Lopes, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Huol/UFRN), um dos coordenadores do estudo, explica que o objetivo do estudo foi avaliar o impacto em uma população mais idosa e para isso questionários estruturados foram aplicados a um grupo afetado pela chikungunya e a um grupo saudável com idade correspondente foi usado como grupo controle. Ainda segundo o Dr. Luz, estes questionários utilizados e aplicados aos casos e controles, chamados Pfeffer’s Functional Activities Questionnaire (FAQ) e Geriatric Depression Scale (GDS), são ferramentas previamente já utilizadas na prática da avaliação cognitiva dos pacientes geriátricos. O estudo também submeteu os voluntários a uma avaliação médica e depois a uma bateria de testes, organizada por uma equipe de psicólogos da UFRN.

Algumas pacientes acometidos pela febre chikungunya relataram perda da capacidade de concentração, de atenção, além de lapsos de memória e isso foi atribuído ao alzheimer quando poderia ser uma das sequelas provocadas pelo vírus CHIKV. “Estas perdas da capacidade cognitiva foi mais evidente no grupo acometido pelo vírus chikungunya. Estabelecendo uma relação temporal entre o evento chikungunya e a perda da capacidade cognitiva”, ressalta o Dr. Luz. De acordo com o estudo, dois terços dos participantes tinham queixas subjetivas de memória, e 68% deles estavam preocupados com essa questão, embora apenas 44% tivessem relatado que a queixa de memória começou no último ano. Uma dessas avaliações foi o teste cognitivo Montreal, conhecido pela sigla em inglês MoCA. Ao longo do período de pesquisa, enquanto a idade foi mantida constante, a infecção pelo vírus chikungunya foi associada a um aumento de 607,29% na chance de ter o desempenho no MoCA considerado prejudicado ou em declínio quando comparado ao grupo com os controles saudáveis.

O Rio Grande do Norte foi um dos estados com maior prevalência de casos de chikungunya, que afetou muitos idosos. Em 2019, registrou mais de 12 mil casos, com média de 348 a cada cem mil habitantes, ficando atrás somente da incidência no Rio de Janeiro. Na fase aguda houve manifestação de doenças graves no sistema neurológico, como meningite. Alguns pacientes idosos relataram perda da capacidade de concentração, de atenção, além de lapsos de memória.

O infectologista destaca ainda que a motivação para a realização do estudo foi a regra geral de que doenças infecciosas de uma forma geral são capazes de produzir impactos sobre o sistema nervoso central. “Estes impactos podem ter uma curta duração ou serem prolongados. Por exemplo, há relatos de que mulheres acometidas por dengue podem desenvolver quadro depressivo por até dois anos, mas, na prática, os autores perceberam que pacientes no pós-chikungunya agudo se queixavam de uma redução da capacidade cognitiva”, justifica.

Questionado de que forma os resultados podem ajudar no debate sobre o envelhecimento da população e aumento de demências, o Dr. Luz é categórico ao afirmar que os achados podem colaborar para que medidas preventivas de doenças transmitidas por mosquitos possam de certa forma impactar na redução de casos de perda cognitiva, principalmente nos casos que ocorrem na população idosa. “De uma forma clara as demências estão relacionadas a fenômenos já esclarecidos de deposição ou acúmulo de determinadas substâncias químicas, todavia a ocorrência de uma enfermidade infecciosa ou principalmente tropical poderá agravar os casos de demência principalmente em áreas que já tem um grave comprometimento dos recursos financeiros”, conclui.

Casos de demência devem quase triplicar até 2050

No ano de 2018 foram registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o total de 28 milhões com 60 anos ou mais, sendo 13% do total populacional do Brasil que era de 209,5 milhões. De acordo com a prevalência estimada (8,5%), do total de 28 milhões (≥60), seriam quase 2,38 milhões de indivíduos com demência no Brasil. Para 2028, a previsão é de que esse número ultrapasse os 3.27 milhões, o que significa quase 1 milhão a mais em 10 anos. Em 2042, o número deve dobrar, passando de 4.76 milhões.

Os números são ainda mais assustadores para 2050, quando mais de 153 milhões de pessoas poderão ter demência, de acordo com o alerta dos pesquisadores no estudo intitulado Estimation of the global prevalence of dementia in 2019 and forecasted prevalence in 2050: an analysis for the Global Burden of Disease Study 2019 publicado na revista científica The Lancet Public Health. Em 2019, o número era de 57 milhões. No Brasil, previsão é que se chegue aos 5,6 milhões. Em 2019, o número era de 1,8 milhão. A pesquisa, que analisa dados de 195 países, busca dar aos governos uma ideia de quais medidas podem ser necessárias.

De acordo com o artigo Dementia in Latin America: An Emergent Silent Tsunami, publicado na revista Frontiers in Aging Neuroscience, em 2016, as previsões sugerem que, em 2050, o número de pessoas com 60 anos aumentará em 1,25 bilhão, com 79% vivendo nas regiões menos desenvolvidas do mundo.

Com expectativa de vida de 76,8 anos, o Brasil tem cada vez mais idosos e os dados de pesquisas epidemiológicas nacionais e internacionais visualizam uma prevalência global elevadíssima de demência. Por isso, é urgente o debate e o planejamento estratégico para a melhor utilização das informações obtidas pelo estudo. A discussão desses dados com os gestores de saúde em todos os níveis de atuação: município, estado e governo federal, pode ajudar a planejar ações e políticas públicas em formato de protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas, pois a população brasileira está envelhecendo.

Sobre a doença

A doença causada pelo vírus Chikungunya é uma arbovirose transmitida pelo Aedes aegypti, porém o Aedes albopictus também pode transmitir. Os principais sintomas, além da febre, náuseas, vômitos, possui como principal característica a forte dor nas articulações, que pode, inclusive, ser incapacitante e durar meses ou até anos após o quadro agudo, com um curso muito semelhante ao da artrite reumatoide. O tratamento tradicional é feito de acordo com os sintomas, com o uso de analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios para aliviar febre e dores. Entretanto, o tratamento necessita de adequado, e nem sempre fácil, manejo de analgésicos, em alguns casos com o uso conjunto de imunomoduladores. É comum que as dores nas juntas permaneçam por um certo tempo, mesmo após a eliminação dos outros sintomas. Por isso, em alguns casos é recomendada fisioterapia. O acompanhamento é realizado idealmente por um médico reumatologista. Outras complicações e óbitos são incomuns e estão associados principalmente a manifestações raras, como o acometimento do sistema nervoso central.

Fonte : SBMT – Sociedade Brasileira de Medicina Tropical

E.M. LYGIA VENDRAMEL ORIENTA O COMBATE AO MOSQUITO

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Alunos do ensino fundamental de 02 a 06 anos receberam o setor de Educação e Comunicação do CCZ para conhecer sobre o mosquito Aedes aegypti, seus hábitos e doenças que podem transmitir.

A apresentação é feita com desenhos infantis, realizados por crianças das escolas municipais e tem uma linguagem apropriada para que entendam e possam repassar as informações recebidas aos familiares.

Após a palestra , as crianças realizaram trabalhos referentes ao tema para reforçar o conhecimento adquirido de uma forma lúdica e divertida.

Na prevenção às arboviroses transmitidas pelos mosquitos, como: Dengue , Chikungunya, Zika, Febre Amarela e Febre Mayaro, a participação de toda sociedade é fundamental e as crianças são um elo importante nestas ações, pois além de aprenderem a eliminar criadouros e não jogar lixo em locais impróprios, elas cobram dos adultos as práticas corretas.

E.M. VICTORINO MACHADO REALIZA AÇÕES CONTRA MOSQUITOS

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Alunos do PEI – Programa de Educação Integral da Escola Victorino Machado estão realizando várias atividades para prevenção de arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

O setor de Educação e Comunicação do CCZ foi convidado para palestra orientando sobre os hábitos e curiosidades sobre o inseto.

Após a apresentação as crianças realizaram trabalhos de artesanato, produziram larvicida natural para utilização em suas residências e confeccionaram folhetos para distribuição na vizinhança.

A conscientização de toda comunidade é fundamental para o controle dos criadouros de mosquitos e consequentemente da transmissão da Dengue, Zika, Chikungunya, Febre Amarela e Febre Mayaro.

E.E. JOAQUIM RIBEIRO PRODUZ PODCAST SOBRE ZOONOSES

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Após a apresentação do CCZ sobre lixo, bicho e Zoonoses, os alunos realizaram várias atividades sobre o assunto e organizaram um Seminário do Itinerário Formativo. Cada estudante escolheu uma zoonose e montou a apresentação no CANVA, e em seguida ministrou para os colegas.

Dando segmento ao interesse pelas doenças transmitidas por animais, o CCZ foi novamente convidado para uma palestra sobre Mosquitos e as arboviroses transmitidas, como a Dengue, Zika, Chikungyna e Febre Amarela.

Após a apresentação, foi gravado um Podcast criado pelos alunos e denominado “Zoonocast”, entrevistando a palestrante Solange Mascherpe do setor de educação e comunicação Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro, sanando as principais dúvidas dos adolescentes sobre as zoonoses de nosso município.

Nossos agradecimentos à direção da escola, aos alunos e ao professor Alexsandro pelo interesse e iniciativas que só fazem aumentar o conhecimento e assim, o controle das arboviroses.

GRUPO ABADÁ CAPOEIRA DÁ UMA RASTEIRA NA DENGUE

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Com elevado índice larvário, colocando o município em estado de Alerta para uma possível epidemia e aumento considerável de casos positivos de Dengue em todo o país, ações conjuntas são fundamentais na tentativa de evitarmos novas epidemias.

O Grupo Abadá Capoeira há cerca de dez anos tem esta preocupação em relação à saúde pública e através de seus grupos de capoeira, leva informações e organiza ações de cidadania entre os integrantes e suas famílias.

Aproveitando horário de aulas, o mestre Agnaldo convidou o Centro de Controle de Zoonoses para uma apresentação noturna no espaço utilizado no Centro Cultural Roberto Palmari para informações sobre o mosquito transmissor e as formas preventivas da Dengue e outras arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti.

CCZ VISTA PROJETO BEIJA FLOR PARA ORIENTAÇÃO SOBRE MOSQUITOS E DENGUE

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O Projeto Beija-Flor, anexo ao CRAS Independência, realiza reuniões semanais para o setor da Melhor Idade.

Aproveitando o momento, os organizadores convidaram o setor de Educação e Comunicação do CCZ para orientar os participantes sobre os cuidados para evitar a Dengue e outras arboviroses como a Zika e Chikungunya.

Com muito interesse e simpatia do público, as informações da palestra foram complementadas com folhetos que levaram para compartilhar com seus familiares.

Índice de larvas do Aedes cresce nas casas de Rio Claro e município está em alerta para a dengue

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Registro chegou a 3,83, com larvas do mosquito em 128 das 138 amostras coletadas. Acima de 4 representa risco de epidemia, segundo a OMS.

Com alto índice de densidade larvária do mosquito Aedes Aegypti, Rio Claro está em situação de alerta para a dengue.

Das 138 amostras coletadas em 2,5 mil casas, entre os dias 4 e 11 de abril, apenas 10 não tinham larvas do mosquito, gerando índice de 3,83, conforme classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O levantamento anterior, realizado em janeiro, foi de 3,66.

Diante desse cenário, tem intensificado as ações de combate ao mosquito, percorrendo as ruas do município, que soma 124 casos da doença neste ano.

Ações

Com o alerta, a cidade faz ações como a nebulização. O alvo são os bairros com maior incidência de casos positivos da doença, como o Universitário.

Os agentes passam de casa em casa para aplicar o produto. “A gente tem a equipe com 3 pessoas. As meninas abordam para que a população abra a residência, tanto janelas e portas, para o veneno entrar e matar o mosquito”, disse a chefe da seção de endemias, Valdirene Bordim.

“A gente sabe que acima de 4 corre-se o risco de uma epidemia. A população precisa tomar o cuidado de eliminar os criadouros, não pode partir só do poder público. Dentro das residências foram encontrados muitos locais onde o mosquito está se proliferando. Para não ter a epidemia, precisa ter esse controle e diminuir o foco dos criadouros”, destacou a diretora de Vigilância em Saúde, Susi Berbert.

De acordo com OMS, os índices são classificados como:

  • inferiores a 1%: satisfatórios;
  • 1% a 3,9%: situação de alerta;
  • superiores a 4%: risco de surto.

SINTOMAS E TRATAMENTO DA DENGUE

Existem quatro tipos de vírus de dengue – sorotipos 1, 2, 3 e 4. A dengue é caracterizada pelos seguintes sintomas:

  • febre
  • dor no corpo
  • dor de cabeça
  • dor atrás dos olhos
  • manchas pelo corpo
  • mal estar
  • falta de apetite

É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

VEJA 10 DICAS PARA PREVENIR OS CRIADOUROS DO AEDES:

  • Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.
  • Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.
  • Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.
  • Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.
  • Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.
  • Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.
  • Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.
  • Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.
  • Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.
  • Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água.

Fonte: G1

RIO CLARO ESTÁ EM ALERTA PARA A DENGUE

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O primeiro levantamento deste ano para a Análise de Densidade Larvária (ADL) de Rio Claro foi concluído nesta semana pela Fundação Municipal de Saúde, com resultado de 3,66. Este índice, conforme classificação da Organização Mundial de Saúde, aponta situação de alerta para a dengue no município.

“Todos devem fazer a sua parte no controle da doença e, neste período de chuvas com os números apontando situação de alerta, aumenta a responsabilidade de cada um de nós”, observa Giulia Puttomatti, presidente da Fundação Municipal de Saúde.

Para o levantamento, os agentes do Centro de Controle de Zoonoses visitaram 2.462 imóveis, coletando amostras para análise. O trabalho foi realizado de 10 a 21 de janeiro. O índice anterior, de outubro, foi de 0,60, situação satisfatória.

“Essa análise é importante para mapear a situação do município e nortear as ações de combate ao Aedes aegypti”, pontua Pedro Buzzá, chefe do CCZ.

Com as chuvas a quantidade de água parada aumenta e o calor pode acelerar o ciclo do mosquito, fazendo com que as larvas desenvolvam-se mais rapidamente.

“O trabalho preventivo vem sendo feito, e é importante que a população também esteja engajada na eliminação dos criadouros, que é a principal medida preventiva”, observa Valdirene Bordin, responsável pelo setor de combate a endemias do CCZ.

Boletim da Vigilância Epidemiológica desta quinta-feira (27) registrou quatro casos de dengue em Rio Claro, totalizando sete neste ano. Além da dengue, o Aedes transmite chikungunya, zika vírus e febre amarela, e o município não teve casos destas doenças neste ano. 

Fonte: Imprensa Rio Claro