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GRUPO DE VETERINÁRIO PELA ÉTICA E CCZ ORIENTAM CRIANÇAS

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Os problemas gerados por descarte incorreto de lixo em ruas, terrenos e quintais, são frequentes em todos os bairros da cidade.

O Centro de Controle de Zoonoses a convite do Grupo de Veterinários pela Ética , ministrou a palestra Lixo = Bicho para as crianças do Educandário Maria Goretti  , onde foram  abordados os diversos animais e doenças resultados destes descartes e formas de prevenção.

Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim, funcionárias do setor de Informação e Educação do CCZ realizaram as palestras nos períodos da manhã e tarde e após as apresentações as crianças e funcionários tiveram a oportunidade de conhecer sobre Equoterapia com o médico veterinário Ricardo Camargo e realizaram  pinturas sobre o tema.

Exemplares de animais peçonhentos expostos após as palestras,  foi a grande atração para a criançada.

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Cães socializados pelo CCZ já podem ser adotados

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Thor

Chico

Dragão

Sansão

Lobinho

 

Alguns cães que estão sob a custódia do Centro de Controle de Zoonoses e que passaram por um processo de socialização, já podem ser adotados. A maioria deles está no CCZ há anos. O recolhimento foi necessário por serem animais com um histórico de agressão e que precisavam passar por um período de observação. Desde então aprenderam a ter uma convivência cada vez mais próxima com os tratadores, passaram a seguir uma rotina que inclui horários de alimentação, limpeza das baias e passeios diários e com isso adquiriram um outro comportamento. Pelo menos dois dos seis cães que estão na Zoonoses têm condições de adoção. Todos estão castrados.

“Socializar um animal que teve histórico de agressão é um trabalho longo, exige paciência, dedicação, avaliação de comportamento e acima de tudo, cuidado”, disse uma das tratadoras Bruna Sanches. Ela relata a experiência que teve com o Dragão, um cão sem raça definida que foi recolhido pela Zoonoses. Dragão vivia em um terreno, amarrado e em péssimas condições. Depois de ser agredido a pauladas por um menino, ele reagiu e acabou provocando ferimentos sérios no garoto que foi levado ao hospital. O caso ganhou grande repercussão na época. O cão que não tem raça foi identificado como um “Pitbull” e chegou ao CCZ com vários ferimentos. “Contando a história dessa forma, a idéia que se faz é de que o animal é violento, mas na verdade ele só precisava de atenção, alimentação, respeito e carinho”, revelou Bruna.  Dragão, que na Zoonoses ganhou outro nome, Lemão, é um cão  de aproximadamente 5 anos que nunca deu problema aos tratadores. Passeia na guia sem apresentar nenhum sinal de agressividade. “Ele precisa se acostumar a ter um lar, ter alguém que o alimente e com o tempo vai acabar se acostumando à nova vida”, garantiu Bruna.

Algumas empresas já adotaram os animais da Zoonoses para reforçar a guarda do patrimônio. Os animais ganham espaço e passam a ser um importante componente a mais de segurança dentro da empresa. Também houve casos de pessoas que adotaram para ter uma companhia.

Um dos casos de maior sucesso em termos de adoção dentro do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Claro foi da empresa Ancel, em 2014. A cadela Menina, uma vira-lata que permaneceu por dois anos ocupando uma das baias da Zoonoses, passou a exercer uma função de guarda de patrimônio. A decisão de adotar um cão recolhido das ruas partiu do dono da empresa. Ele queria dar mais segurança aos vigias que fazem a guarda noturna e achou que seria interessante buscar um animal no CCZ. Menina chegou na Zoonoses depois de ser recolhida no bairro Recanto Paraíso onde atacou uma pessoa. Tratada pelos agentes, ela ganhou peso e estava há anos à espera de um lar definitivo.

Assim como Menina, existem outros cães no Centro de Zoonoses que podem exercer a mesma função. A adoção para famílias dificilmente é liberada. Na casa não pode haver outros animais ou crianças e o espaço também tem que ser satisfatório. A Zoonoses vai até a casa do adotante verificar se o local é adequado para o animal. As pessoas interessadas em adotar um cãozinho, podem visitar o CCZ de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00.

Zoonoses treina agentes para a Campanha de Vacinação Urbana

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) já está preparando sua equipe para a Campanha de Vacinação Antirrábica urbana em cães e gatos que começa em agosto e segue até o primeiro final de semana de setembro. Como acontece todos os anos, os agentes estão sendo treinados para que a campanha transcorra sem problemas. A vacinação antirrábica rural já está em andamento. A Zoonoses já imunizou cães e gatos de propriedades localizadas na Mata Negra, região próxima a Corumbataí, Alan Grey, estrada velha Ajapi-Leme e Itapé.

De acordo com a médica-veterinária Maria Emília Canoa de Godoy, também responsável técnica do CCZ, o treinamento aborda os procedimentos adotados pelas equipes que incluem cuidados com o armazenamento das vacinas, maneira correta de segurar o animal e aplicação das doses.

Os proprietários que eventualmente não estiverem na cidade durante o desenrolar da campanha podem levar seus animais até o Centro de Controle de Zoonoses, onde a vacina é aplicada de segunda a sexta-feira, das 7h00 às 16h00.

Zoonoses faz trabalho de prevenção em escolas

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Setenta e cinco crianças do programa Educação Integral, da Escola Sylvio de Araújo receberam a equipe da Zoonoses para conhecer um pouco mais sobre o perigo que representa o acúmulo de lixo em local inapropriado e também a presença de criadouros dentro das casas que podem facilitar a reprodução do mosquito Aedes aegypti.

Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve também na empresa Agroceres passando orientações aos funcionários sobre formas de prevenção contra doenças transmitidas por ratos e mosquitos. Também foram expostas, durante 3 dias de palestras, maneiras de evitar acidentes com animais peçonhentos como escorpiões e cobras. Muitas das doenças acontecem por conta do armazenamento incorreto do lixo orgânico e devido ao lixo jogado pelas ruas e terrenos da cidade, formando mini-lixões. Nesses locais muitos animais nocivos saem em direção às casas colocando a saúde das pessoas em risco. A Agroceres já possui brigadas de combate para eliminação de criadouros do Aedes aegypti cujas inspeções são realizadas semanalmente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No Projeto Flores alunos conhecem mais sobre Posse Responsável

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Posse Responsável foi o tema da palestra direcionada aos alunos do Projeto Flores. O cuidado com animais domésticos foi ressaltado durante a apresentação. A Zoonoses sempre alerta sobre a necessidade da castração em cães e gatos e na atenção que se deve dar a aplicação de vacinas contra a raiva e outras doenças.

Veterinárias reforçam necessidade de cuidados pós-castração

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20180502_082549Seguir as orientações pós-cirúrgicas em animais castrados é tão importante quanto o procedimento de esterilização realizado. O alerta é da médica veterinária Amanda Borotti, que trabalha no Centro de Controle de Zoonoses. De acordo com ela, no CCZ todo proprietário de animal recebe orientações por escrito para evitar problemas após a cirurgia e assina um termo de ciência se comprometendo a seguir as recomendações. No entanto muitos ignoram o documento e quem sofre com isso é o animal. “Sem tomar os cuidados necessários a sutura (pontos) pode se abrir e provocar perda de sangue ou até uma infecção que pode levar a óbito”, relata a também veterinária Maria Emília Canoa de Godoy.

A castração é um procedimento cirúrgico invasivo e que exige os mesmos cuidados de outra cirurgia qualquer. O animal precisa, além de necessariamente utilizar a roupa cirúrgica, permanecer em um local que não permita a ele se movimentar demais (correr, pular). Durante os 30 dias seguidos à cirurgia o cão ou gato devem ficar em observação para que a cicatrização do procedimento aconteça sem intercorrências.

Já houve casos em que, depois de dias da cirurgia de castração o proprietário procurou a Zoonoses trazendo o animal com o abdômen aberto querendo refazer a sutura. “Esta situação e outras parecidas ocorrem pela falta de observação do tutor das recomendações pós- cirúrgicas, saindo assim do nosso alcance esse tipo de suporte”, explicou a veterinária Amanda Borotti.

As castrações na Zoonoses atendem toda a população, mas em especial as pessoas de baixa renda. As cirurgias são feitas de segunda a sexta-feira. Para agendar horário é necessário ter um cadastro que pode ser feito por telefone mesmo, através dos números 3533-7155 ou 3535-4441, das 7h00 às 15h30.

Lixo jogado no Santa Elisa atrai escorpiões

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Uma quantidade considerável de lixo de todo tipo, jogado ao redor dos prédios da CDHU no bairro Santa Elisa está atraindo vários escorpiões para dentro dos apartamentos. Esta semana profissionais da Zoonoses estiveram realizando mais uma busca pelo local e encontraram, além dos escorpiões, muita sujeira. Sofás, restos de madeira, plásticos, lonas, colchões e muitos vasilhames com água e larvas de mosquito foram encontrados no local. Há cerca de uma semana o caminhão da prefeitura esteve fazendo a limpeza da área que já está novamente lotada de sujeira.

Os prédios da CDHU são sempre motivo de preocupação da Zoonoses, por conta da infestação de escorpiões. Por várias vezes foram realizadas ações no local para conscientizar os moradores sobre a necessidade de colocar o lixo nos locais destinados para o descarte e que fica bem próximo aos apartamentos. O acúmulo de lixo ao redor dos prédios oferece abrigo para os escorpiões que se reproduzem e entram nos imóveis pelo esgoto, podendo também entrar pelas canaletas por onde passam os fios de energia elétrica. Podem ainda ter acesso aos apartamentos pelas frestas das portas e janelas. Os escorpiões encontrados eram do tipo amarelo, o mais perigoso, especialmente para crianças e idosos. Sua picada pode levar a pessoa a óbito.

“Com a proximidade do Verão, a situação pode ficar ainda pior. Nessa época os escorpiões se desalojam devido à grande quantidade de água da chuva e procuram abrigo. Dentro dos imóveis, eles se escondem e podem acabar causando acidentes”,  informou a bióloga Milene Weissmann do Centro de Controle de Zoonoses. A recomendação é para que os moradores mantenham limpa a área interna e todo o entorno dos prédios. Acondicionem o lixo na lixeira coletiva, tomando cuidado de fechar bem os sacos plásticos para evitar a presença dos escorpiões e baratas.