DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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A dois dias do inverno mosquito ainda é uma ameaça

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Na sexta-feira, dia 21, tem início o inverno no hemisfério sul. Com temperaturas mais baixas já há algumas semanas, a expectativa era de que o Aedes aegypti ti desse uma trégua e diminuíssem os casos de dengue no município. No entanto os números continuam crescendo. O mosquito que já se adaptou a várias situações adversas dá sinais de que o clima mais ameno do outono não é capaz de desacelerar a sua reprodução. Por isso as autoridades continuam insistindo em medidas de prevenção. E a mais eficaz delas é o cuidado permanente com a existência de criadouros do mosquito dentro das casas. Eles devem ser eliminados para que não acumulem água e possam ser utilizados pelo inseto na sua reprodução.

Ninguém sabe ao certo como o Aedes vai se comportar quando as temperaturas caírem mais com a chegada do inverno, mas com as previsões indicando que este ano os termômetros não devem registrar frio intenso, todos os alertas com relação a focos do mosquito devem ser redobrados. “Precisamos manter a vigilância e o estado de alerta mesmo no inverno, sem dar trégua ao mosquito”, alertou o gerente do Centro de Controle de Zoonoses Diego Reis.

Nos mutirões realizados aos sábados, toneladas de materiais inservíveis são retiradas dos bairros visitados. Esse tipo de material deveria ser descartado em local próprio, como os ecopontos ou na coleta feita pelo caminhão Cata Bagulho cujo calendário alcança todo mês um setor da cidade.

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CCZ faz palestra em empresa de Corumbataí

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O Centro de Controle de Zoonoses esteve em Corumbataí na segunda-feira, dia 17, para uma participação na Sipat- Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho realizado da empresa Comercial João Afonso. Noventa e cinco funcionários assistiram a apresentação que abordou mais uma vez a problemática do descarte incorreto do lixo e suas conseqüências para a saúde dos moradores, entre elas surgimento de animais transmissores de doenças. A apresentação também destacou a importância da prevenção contra doenças transmitidas por mosquitos como o Aedes aegypti, causador da dengue, chikungunnya, zika e febre amarela. A Vigilância Epidemiológica também participou do evento tratando do tema Hanseníase.

Zoonoses continua encontrando criadouros nas casas

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Apesar de todo trabalho de orientação feito diariamente pelos agentes de combate a endemias durante as operações bloqueio e também por agentes comunitários de saúde, ainda há muitos criadouros do Aedes aegypti dentro das residências. Potes, garrafas, pneus, pratos de vasos e plantas aquáticas são recipientes que continuam disponíveis para a reprodução do mosquito em grande parte dos imóveis visitados. As plantas aquáticas em especial fazem com que as larvas permaneçam grudadas nas raízes e mesmo fazendo a limpeza com freqüência algumas larvas ainda continuam escondidas. Isso dificulta muito o controle de doenças como a dengue, por exemplo, transmitida através da picada do mosquito.

Não apenas nas residências se concentra a atenção dos agentes. Eles estão atentos também aos Pontos Estratégicos (cemitérios, borracharias, oficinas, floriculturas) e Imóveis Especiais (escolas, creches, hospitais, empresas e obras abandonadas). Apenas em maio foram 227 visitas em Pontos Estratégicos e outras 57 em Imóveis Especiais. Somam-se a esses números as visitas realizadas nas operações bloqueio que em maio chegaram a 31.086 imóveis e ainda os mutirões de limpeza que de janeiro a maio retiraram perto de 20 toneladas de criadouros nos bairros trabalhados.

“Todo esse trabalho, que envolve a mobilização de várias equipes na prevenção, é importante, mas enquanto não houver a participação efetiva dos moradores na eliminação de criadouros, o mosquito vai continuar fazendo vítimas”, explicou a chefe de núcleo de endemias, Maria Júlia Guarnieri Baptista. A temperatura mais baixa não afasta o risco da proliferação do Aedes. Ele continua se utilizando de recipientes com água para garantir sua reprodução e continuar seu ciclo. Os ovos do mosquito podem permanecer até 450 dias depositados aguardando apenas que um pouco de água dê vida à larva e poucos dias depois surge mais um indivíduo da espécie.

Passeata marca alerta contra a dengue no Bonsucesso

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Numa iniciativa do projeto Arte e Vida foi realizada no sábado, dia 14, uma passeata ecológica pelas ruas do bairro Bonsucesso, reunindo crianças do projeto e moradores do local. Atiradores do Tiro de Guerra participaram da passeata. O Centro de Controle de Zoonoses colaborou cedendo suas fantasias de mosquito, folhetos e cartazes de alerta contra o Aedes aegypti. Também realizou palestras no projeto destacando a importância de combater a zika, chikungunya e especialmente a dengue, doença que continua fazendo vítimas no município. O CCZ falou com as crianças também sobre a importância de armazenar corretamente o lixo evitando o surgimento de peçonhentos e enfatizou a posse responsável de animais, outro tema de importância para evitar o abandono de cães e gatos.

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Mutirão recolhe mais de 1,3 tonelada de criadouros

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O mutirão de combate à dengue realizado no sábado, dia 15, nos bairros Consolação e Bairro do Estádio recolheu uma tonelada e mais 310 quilos de criadouros que estavam espalhados em vários locais do bairro e também nas residências. Vinte e sete agentes participaram desse trabalho. Os moradores receberam as equipes e descartaram vários materiais que estavam amontoados em quintais acumulando água.

Esse tem sido o resultado dos vários mutirões já realizados pelo Centro de Controle de Zoonoses que conta com o apoio da secretaria de Meio Ambiente e em algumas ocasiões também com o departamento de Obras. Na média os agentes recolhem cerca de uma tonelada de inservíveis a cada sábado. A quantidade de material recolhido desde o início do ano já ultrapassou 20 toneladas e a cada operação como essa, moradores são orientados a não deixar que a água se acumule em recipientes.

Abrigo recebe CCZ para palestra sobre o Aedes

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Depois de os agentes de vetores do Centro de Controle de Zoonoses encontrarem larvas do Aedes aegypti em criadouros no abrigo São Vicente de Paulo, uma equipe esteve no local para a realização de uma palestra focando a prevenção como medida de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Sessenta funcionários do abrigo assistiram a apresentação realizada dias 12 e 13 de junho. Durante esses dois dias várias orientações que podem ajudar na eliminação de focos importantes do inseto foram passadas, inclusive com a distribuição de folhetos informativos. No caso do abrigo, a recepção foi muito boa. A retirada dos criadouros e o trabalho de orientação devem resolver o problema.

No entanto, em outras partes da cidade a situação é um pouco mais complicada. A grande dificuldade dos agentes tem sido quebrar a resistência das pessoas com relação à inspeção frequente que precisa ser feita pelos moradores dentro das casas onde é encontrada a maioria dos criadouros. Plantas, gaveta de geladeira, calhas, caixas d´água, ainda são locais onde o mosquito encontra espaço e que muitas vezes não são vistoriados. O trabalho dos agentes permanece em ritmo acelerado mesmo com a queda da temperatura que por enquanto não refletiu em diminuição de casos de dengue no município.

Written by I.E.C - CCZ

17/06/2019 at 10:29 am

Encerrada vacinação em cães e gatos na área rural

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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) encerrou esta semana a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos na área rural. As equipes de vacinação que desde abril estiveram em sítios e fazendas imunizaram no total 3.635 animais, sendo 2.923 cães e 712 gatos.

“Conseguimos ultrapassar a nossa meta que era aplicar 3.500 doses, garantindo com isso uma boa cobertura”, informou Diego Reis gerente do CCZ. A vacina protege o animal caso haja algum acidente com morcegos infectados. Nessa situação a Zoonoses deve ser avisada imediatamente para avaliar qual protocolo vacinal será adotado para manter o cão ou gato protegido. Caso o morcego ainda esteja no local ele será recolhido para análise. Especialmente na área rural é comum a presença desse mamífero. O contato de cães ou gatos com morcegos pode levá-los à morte, caso não estejam protegidos. Da mesma forma, cães e gatos infectados podem transmitir o vírus da raiva aos humanos.

A vacina é aplicada anualmente e se porventura algum morador não tenha conseguido imunizar seus animais durante a visita dos vacinadores, pode procurar a Zoonoses de segunda a sexta-feira das 7h00 às 16h00. A vacina é gratuita. O calendário da campanha de vacinação na área urbana está sendo elaborado e será divulgado em breve.