DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

Archive for the ‘animais’ Category

COM ESCORPIÃO NÃO SE BRINCA

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Como se desenvolvem:

Os escorpiões são animais peçonhentos que  injetam veneno por um ferrão na ponta da cauda. Normalmente, os acidentes acorrem quando as pessoas encostam no animal, geralmente com as mãos e os pés.

A proliferação dos escorpiões acontece nos períodos mais quentes e  chuvosos como  na  primavera e  no  verão, porém sua infestação é observada durante todo o ano.

É comum se esconderem próximos ás residências, terrenos abandonados com entulhos, embaixo  de materiais  de construção (madeiras,  telhas,  tijolos  e pedras)  e em lixo, mato e jardins.

Nas residências, são comuns em saída de esgoto,  ralos  e caixas de gordura. Procuram lugares escuros e se alimentam principalmente de baratas. Daí a importância de se combater esses insetos, que são atrativos para aparecer escorpiões.

CAPTURA SEGURA

Nunca capture escorpião com as mãos, mesmo que enluvadas;

  • Nunca faça essa captura sozinho. Tenha sempre outra pessoa com você;
  • Nunca utilize inseticida ou qualquer outro produto químico para exterminar o escorpião. Para ter esse efeito sobre o escorpião, é necessária uma quantidade muito grande do produto, o que pode prejudicar a sua saúde e a saúde dos demais e dos animais domésticos, além de desalojar os escorpiões e aumentar o risco de acidente;
  • Para visualizar o escorpião, caso esteja escondido, utilize um graveto ou um objeto longo e fino, de superfície lisa para empurrá-lo até um local onde possa coletá-lo com o frasco. Mantenha uma distância de mais de 30 cm entre sua mão e a ponta do objeto com o qual irá tentar capturar o animal. Caso o escorpião agarre o objeto, despreze-o e não chacoalhe, na tentativa de soltar o animal e nem tente tirá-lo com a mão;

P R E V E N Ç Ã O

    D E N T R O D E C A S A          

. Feche buracos, vãos e frestas das paredes e do chão.

. Coloque telas em todos os ralos do chão e de lavatórios. ou utilize ralos protetores.

. Evite andar descalço.

. Vedar com proteção as soleiras e vãos das portas e janelas.

. Observe com cuidado sapatos e roupas, brinquedos antes de usá-los.

. Afaste camas e berços das paredes e evite colocar roupas no chão.

. Mantenha sempre o controle de baratas e outros insetos.

MANEJO AMBIENTAL

. Conserve o  quintal,  jardim,  garagem,  porão livres de entulhos, madeiras, folhas,  lixo  ou outros materiais.

. O lixo deve ser fechado em sacos para evitar baratas e outros insetos. Coloque  os  sacos  de lixo na rua somente na hora que o coletor de resíduos for passar.

. Não coloque a mão em buracos no solo, fendas em árvore ou paredes.

. Nunca deixe coisas velhas acumuladas em volta da casa, principalmente restos de construção.

. Material de construção, madeiras e  garrafas devem ser empilhados longe do chão, da parede e do teto, em local bem arejado.

. Use luvas grossas ao manusear  entulhos  ou restos de materiais de construção.

. Evite ter plantas ornamentais densas, arbustos e trepadeiras junto a paredes  e  muros  da  sua casa.

. Na  área  rural,  tome  cuidado  com  barrancos, cupinzeiros e troncos de árvores abandonados.

Após ser Picado por Escorpiões

Primeiros Socorros

. Limpar o local da picada com água e sabão e aplicar compressa de água morma para diminuir a dor.

. Procurar o ATENDIMENTO COM URGÊNCIA.

. Com segurança e desde que não leve muito tempo para capturar o animal e levá-lo ao serviço de saúde. Para isso, use pinça longa ou algo semelhante e pote com tampa. Ou fotografe-o.

O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO LOCAL DA PICADA

Torniquete ou garrote, furar, cortar, queimar, espremer e nem fazer sucção no local da ferida.

Água fria ou gelo acentua ainda mais a dor. Nenhuma substância pode ser aplicada no ferimento da picada.

Sintomas

As pessoas que mais sentem a ação do veneno são as crianças e por isso podem ir a óbito.

A dor no local aparece logo após a picada. Em crianças ocorrerá inicialmente choro intenso e abrupto devido à dor. O local da picada pode ficar vermelho, inchado e com suor. A dor pode irradiar para o braço ou perna, com aumento dos batimentos cardíacos e da respiração.

O suor aumenta e a criança alterna sonolência com agitação, passa a tremer e babar. Depois disso vem o vômito. Há situações em que após a picada, vem a dor e o vômito, de maneira muito rápida, antes mesmo que se perceba os sintomas anteriores.

ATENDIMENTO MÉDICO

PARA CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS

Deve-se levar a criança o mais rapidamente possível a Unidade de Saúde referência para o atendimento e tratamento médico.

Caso não seja possível, procure um Pronto Atendimento, Pronto Socorro ou Hospital que for mais próximo.

EM RIO CLARO: PA – PRONTO ATENDIMENTO DA AVENIDA 15

PARA AS DEMAIS PESSOAS

Deve-se procurar o quanto antes o Serviço de Saúde mais próximo, preferencialmente um Pronto Atendimento, Pronto Socorro ou Hospital.

UPAS 29 E CERVEZÃO

Se necessário, ligue para  o SAMU pelo 192, pois há urgência no atendimento às crianças com picada de escorpião.

Mitos e Verdades

C R E N Ç A S E P E R G U N T A S F R E Q U E N T E S S O B R E O S E S C O R P I Õ E S

O E S C O R P I Ã O A T A C A ?        

Não. O escorpião ferroa apenas para se defender, ou seja, quando alguém coloca  a  mão  ou  encosta-se  nele intencionalmente ou sem perceber.

T O D O E S C O R P I Ã O É V E N E N O S O ?

Sim. Todos os escorpiões possuem veneno e capacidade de injetar este veneno. A diferença entre as espécies perigosas e não perigosas está na ação deste veneno no homem.

O E S C O R P I Ã O U S A T O D O S E U V E N E N O E M UMA Ú N I C A P I C A D A ?

Não. Ele nunca utiliza todo seu veneno em uma única picada e pode causar um segundo acidente imediatamente após o primeiro. Pode também picar e não inocular veneno, causando um acidente assintomático ou “picada seca”.

O U S O D E V E N E N O S M A T A O S  E S C O R P I Õ E S ?

Não. Os escorpiões se tornaram resistentes aos venenos e o cheiro atua somente para desaloja-los de seus esconderijos, podendo aparecer mais escorpiões, consequentemente maior risco de acidentes.

S E E U E N C O N T R A R U M E S C O R P I Ã O E M C A S A, S I G N I F I C A Q U E

E N C O N T R A R E I O U T R O S ?

Provavelmente sim, porque a área urbana favorece o aparecimento em bastante quantidade.

E X I S T E M   P R E D A D O R E S P A R A O S E S C O R P I Õ E S ?

Sim. os predadores do escorpião são: gambás, lacraias, sapos, gaviões, corujas, macacos, lagartos e camundongos, entre outros.

Fonte: Lúcia Henriques luahenri@gmail.com – Pesquisadora Científica da Secrtetaria do Estado de Saúde do Estado de São Paulo

LEISHMANIOSE

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De 08 a 12 de Setembro – Semana de prevenção à Leishmaniose

Doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior freqüência nas partes descobertas do corpo. Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.

Transmissão:

A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Os flebótomos medem de 2 a 3 milímetros de comprimento e devido ao seu pequeno tamanho são capazes de atravessar as malhas dos mosquiteiros e telas. Apresentam cor amarelada ou acinzentada e suas asas permanecem abertas quando estão em repouso. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito palha, tatuquira, birigüi, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.

As fontes de infecção das leishmanioses são, principalmente, os animais silvestres e os insetos flebotomíneos que abrigam o parasita em seu tubo digestivo, porém, o hospedeiro também pode ser o cão doméstico e o cavalo.

Na leishmaniose cutânea os animais silvestres que atuam como reservatórios são os roedores silvestres, tamanduás e preguiças. Na leishmaniose visceral a principal fonte de infecção é a raposa do campo.

Sintomas:

– Leishmaniose visceral: febre irregular, prolongada; anemia; indisposição; palidez da pele e ou das mucosas; falta de apetite; perda de peso; inchaço do abdômen devido ao aumento do fígado e do baço.
– Leishmaniose cutânea: duas a três semanas após a picada pelo flebótomo aparece uma pequena pápula (elevação da pele) avermelhada que vai aumentando de tamanho até formar uma ferida recoberta por crosta ou secreção purulenta. A doença também pode se manifestar como lesões inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca.

Diagnóstico e Tratamento:

O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte.

Para os cães acometidos pela doença, já existe tratamento autorizado no país, conforme Nota Técnica nº 11/2016, devendo ser prescrito e acompanhado por médico veterinário.

Prevenção:

– evitar construir casas e acampamentos em áreas muito próximas à mata;
– fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde;
– evitar banhos de rio ou de igarapé, localizado perto da mata;
– utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença;
– usar mosquiteiros para dormir;
– usar telas protetoras em janelas e portas.

Outras medidas importantes são manter sempre limpas as áreas próximas às residências e os abrigos de animais domésticos; realizar podas periódicas nas árvores para que não se criem os ambientes sombreados; além de não acumular lixo orgânico, objetivando evitar a presença mamíferos comensais próximos às residências, como marsupiais e roedores, que são prováveis fontes de infecção para os flebotomíneos.

Não há vacina contra as leishmanioses humanas. As medidas mais utilizadas para a prevenção e o combate da doença se baseiam no controle de vetores e dos reservatórios, proteção individual, diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, manejo ambiental e educação em saúde. Há vacinas contra a leishmaniose visceral canina licenciadas no Brasil e na Europa, mas o Ministério da Saúde do Brasil não adota a vacinação canina como medida de controle da leishmaniose visceral humana. Os resultados do estudo apresentado pelo laboratório produtor da vacina atendeu às exigências da Instrução Normativa Interministerial nº 31/2007, o que resultou na manutenção de seu registro pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Procedimento para notificação de casos de leishmaniose visceral e tegumentar para médicos veterinários particulares

  1. Informar ao ccz por meio de e-mail, com histórico e anamnese do animal, tratamento utilizado , exames realizados (caso houver) , dados do animal, do proprietário, e o que motivou a suspeita clínica  para a doença. Notificar é informar uma suspeita ao orgão público.
  2. Informar crmv e nome completo no email
  3. A partir do momento que o ccz é notificado, as ações de busca ativa , pesquisa de flebotomíneo, são conduzidas de acordo com o manual de vigilancia e controle de leishmaniose visceral. Ao médico veterinário particular que notificou a suspeita fica a cargo de conduzir o tratamento clínico ( caso o proprietário assim tenha optado) ou de realizar a eutanásia e encaminhar o corpo do animal ao ccz. Médico veterinário particular não determina conduta das ações do município e nem sobre o que pode ou não ser feito ao tutor desse animal.
  4. Avisar ao proprietário que o ccz estará entrando em contato para realizar o agendamento da sorologia
  5. A sorologia para esse exame é gratuita e feita pelo ccz. O exame é realizado pelo laboratório adolf lutz. Seus resultados são enviados conforme demanda do laboratório que realiza outros exames de referência na rede.
  6. A notificação é o meio mais importante para o ccz saber onde pode haver um cão suspeito ou positivo, para no futuro, realizar a pesquisa de flebotomíneo.
  7. O tratamento com o milteforam é permitido, desde que o proprietário e clínico veterinário sigam os protocolos de tratamento pelo medicamento do ccz.
  8. A eutanásia pelo ccz é realizada quando o animal não responde ao tratamento  fornecido pelo clínico particular, ou se recusa a realizar o tratamento.

Fontes:

Fundação Nacional de Saúde. O que são leishmanioses?

Fundação Oswaldo Cruz. Glossário de doenças
Ministério da Saúde. Saúde de A a Z

Dra. Maria Emilia Canoa de Godoy – Veterinária CCZ

CÃES DETECTAM COVID EM 97% DE CASOS SINTOMÁTICOS E QUASE 100% EM ASSINTOMÁTICOS

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Experimentos revelam que cachorros conseguem distinguir pelo cheiro das pessoas quem foi afetado pelo coronavírus. Como isso nos ajudaria na prática?

Um estudo francês com cães farejadores publicado recentemente apresentou resultados surpreendentes sobre o papel desses animais no diagnóstico e no controle da transmissão do coronavírus.

Os cientistas avaliaram se os bichos treinados originalmente para ajudar a detectar pessoas com câncer de cólon (intestino) ou portando explosivos teriam sensibilidade através do olfato para flagrar indivíduos com Covid-19. A ideia vem do fato de os cachorros terem um olfato muito mais apurado que o nosso. Quando devidamente treinados, eles podem captar o odor liberado por diferentes doenças (assim como pela presença de certas drogas e explosivos.

Pensando nisso, os pesquisadores franceses treinaram oito cães, expondo-os ao cheiro do suor de pessoas que testaram positivo para o coronavírus. Depois, eles mostraram aos animais as amostras de suor tanto de gente positiva quanto negativa para o vírus a fim de verificar se eles seriam capazes de apontar só os casos positivos.

Um estudo revisado por pares e publicado na revista Plos One mostrou que cães foram capazes de detectar o coronavírus em 97% dos casos sintomáticos e quase 100% dos casos assintomáticos.

Para a pesquisa, os cachorros, fornecidos por quartéis de bombeiros franceses e dos Emirados Árabes Unidos, receberam de três a seis semanas de treinamento para farejar amostras de suor humano colocadas em um cone de olfato. Se um animal detectava a Covid, sentava-se em frente ao cone.

O resultado foi animador! A capacidade de encontrar só pessoas positivas para o vírus Sars-CoV-2 foi de 100% em quatro cães e entre 83 e 94% nos outros quatro cães. São números muito satisfatórios.

Embora existam estudos anteriores sobre a capacidade dos cães de detectar a doença, acredita-se que este seja o primeiro a comparar a precisão dos bichos com os testes PCR: eles foram mais sensíveis aos casos positivos, diferente dos exames PCR com swab nasal, que foram mais eficientes para detectar os diagnósticos negativos.

O estudo foi recebido como promissor, uma vez que esses animais poderiam auxiliar na detecção de pessoas com o coronavírus em situações que envolvem aglomeração ou alto tráfego de seres humanos, algo comum em aeroportos e eventos, por exemplo. Cães farejadores representariam, assim, uma nova ferramenta para deter a transmissão do patógeno nesses ambientes.

Pesquisas semelhantes são desenvolvidas na Inglaterra pela Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, o que consolida a ideia de que esses animais poderão, num futuro próximo, atuar dentro de políticas públicas de prevenção e contenção da Covid-19. Os resultados, embora sejam empolgantes, ainda são preliminares. Por isso precisam ser confirmados por novos estudos, envolvendo inclusive mais animais e amostras.

Mas tudo indica que nossos fiéis e melhores amigos poderão prestar uma nova contribuição à humanidade.

Fonte: @vejanoinsta

CCZ NA EMPRESA TRANENGE ORIENTA SOBRE ANIMAIS PEÇONHENTOS

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Funcionários da empresa Tranenge Construções, em Ajapi, receberam orientações sobre a importância e ações preventivas para evitar acidentes com animais peçonhentos.

Além dos trabalhos nas obras, o parecimento de aranhas, lagartas e algumas serpentes é comum no local por estar em área próxima à vegetação.

A equipe de educação e comunicação do Centro de Controle de Zoonoses além das informações, distribuiu folhetos com os principais animais peçonhentos encontrados e com os sintomas em caso de acidentes, que os participante poderão levar para seus familiares.

O conhecimento, a utilização de EPIs e atenção no manuseio de materiais, é fundamental para evitar acidentes com estes animais.

Aproveitando a oportunidade, funcionários receberam também, informações atualizadas sobre Dengue e cuidados para evitar criadouros de mosquitos.

E.E. JOAQUIM RIBEIRO RECEBE CCZ

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Alunos e professores do 2º ano do PEI – Programa de Ensino Integral, assistiram a palestra “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”.

Muito atentos, conheceram um pouco sobre mosquitos, roedores, animais peçonhentos, pombos, caramujos e ações que podem prevenir as doenças causadas por estes animais.

Nossos agradecimentos à direção da escola pela oportunidade da informação.

NEM TODAS ARANHAS SÃO DE IMPORTÂNCIA MÉDICA, MAS TODAS SÃO IMPORTANTES NA NATUREZA. APRENDA A DISTINGUI-LAS:

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Quase todas as aranhas tem veneno, mas apenas 3 grupos podem colocar sua vida em risco!

A verdade é que o medo faz a gente nem querer olhar para elas e ver seus detalhes, manchas e comportamentos.

Se prestarmos um pouco de atenção, conseguimos reconhecer facilmente aquelas aranhas realmente perigosas à nossa saúde: as aranhas-marrons, armadeiras e viúvas-negras.

Mas e todas as outras?

Bem, o veneno produzido por elas não tem efeitos sérios em humanos, seja pela quantidade ou propriedades da toxina. Outras são tão pequenas que suas “presas” não são grandes ou fortes o suficiente para furar a nossa pele.

Fonte: @animaispeconhentos

Universidade Federal do Rio Grande – FURG

CCZ PARTICIPA DA FORMAÇÃO DE NOVOS FUNCIONÁRIOS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

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De 17 a 21 de Janeiro, foi realizada no NAM – Núcleo de Administração Municipal, a Semana de Formação de Novos Funcionários da SMERC – Secretaria Municipal de Educação de Rio Claro.

Cerca de 120 novos profissionais que estão iniciando seus trabalhos na Secretaria, receberam durante a semana, orientações sobre DMSO / RH, Direitos da Criança, Diferenças na Infância, Trabalhos do SAMU, Educação Ambiental e Educação Física.

No quesito da Educação Ambiental, o maior número de reclamações dos participantes foi em relação ao lixo descartado incorretamente nos diversos bairros da cidade. O Centro de Controle de Zoonoses participou com a palestra : “Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo”, onde são abordados os diversos problemas causados pelo material no meio ambiente e as consequências relativas a animais, à saúde pública e a responsabilidade de cada cidadão, visto que países e organizações não podem resolver o problema sozinhos . A geração e descarte de resíduos é um desafio global que precisa de uma resposta coordenada e alinhada mundialmente, inciando-se em nossas residências e municípios.

Neste contexto, os profissionais de educação, tem um papel fundamental na orientação das crianças para mudanças de comportamento em hábitos de consumo e que, como herdeiros de nossas ações e consequências, podem auxiliar os atuais adultos para o início destas fundamentais alterações de condutas ambientais.

ENCONTREI UM MORCEGO NO FINAL DE SEMANA.  O QUE FAZER?

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Relatos de pessoas encontrando morcegos em casa não é incomum, e durante o verão, esses casos acontecem com maior freqüência.

Os morcegos são os únicos mamíferos que tem capacidade de voar. São animais muito úteis e necessários ao equilíbrio da natureza.

Existem vários tipos de morcegos:

. Insetívoros – Comem milhares de insetos numa noite, inclusive pernilongos e o mosquito da Dengue.

. Nectarívoros – Alimentam-se de néctar das flores, auxiliando na polinização das flores e consequentemente gerando frutos.

. Frugívoros – Alimentam-se de frutas e espalham as sementes através das fezes, gerando assim, novas árvores frutíferas.

. Hematófagos – Alimentam-se de sangue. São em menor número que as outras espécies e são mais comumente encontrados na zona rural.

Embora os morcegos sejam animais importantes ao equilíbrio do meio ambiente, eles causam problemas nas cidades vivendo em forros e árvores, pois suas fezes podem transmitir doenças; e se infectados, transmitir a Raiva.

. Nunca toque no morcego. Caso encontre caído no chão, informe o Centro de Controle de Zoonoses para coleta ou captura do animal, mesmo se estiver morto;

SEGURANÇA

Considerações sobre saúde e segurança

  • Sempre use luvas grossas de couro ou de látex e máscaras para manejo de animal silvestre.
  • Os indivíduos que vão manejar precisam estar devidamente vacinados contra o vírus da Raiva.
  • Verificar medidas necessárias para minimizar os riscos de doenças zoonóticas,  como fezes deixadas ou  animais possivelmente contactantes.

É importante enfatizar que o manejo de animais silvestres deve ser evitado. Mas na falta de opções, tente ser o mais breve possível:

  • Evite estressar o animal mais que o necessário. Movimentos bruscos, gritos e conversas são estressantes. Lembre-se que o animal não sabe que você não quer feri-lo, para ele, você é um perigo em potencial.
  • Isolamento: O morcego precisa ser mantido em isolamento até o recolhimento.

MANEJO

Há principalmente duas maneiras mais práticas de se capturar o morcego:

. Com Vassoura e pá: Usando vassoura e pá, se aproxime com calma e empurre o morcego lentamente em direção à pá. Ele irá andar, ajuste a pá e conduza-o com a vassoura. Em seguida, ponha-o no recipiente.

. Balde, pano molhado ou caixa de papelão:  Você poderá esperar o morcego se acalmar. Quando estiver em repouso, jogue um pano molhado em cima dele, uma caixa de papelão furada (para respirar)   ou um  balde por cima dele.


*O recipiente pode ser um balde, caixa de papelão furada ou outra coisa profunda o suficiente para que o morcego não consiga subir.

MORCEGO CAIU NO FINAL DE SEMANA .  O QUE FAZER?

À noite ou nos finais de semana, quando órgãos municipais estão fechados, seguindo as recomendações de segurança citadas, deixe-o  no recipiente onde foi coletado.

Se estiver morto, pode-se deixá-lo acondicionado no recipiente e colocá-lo no freezer para recolhimento nas primeiras horas da  segunda-feira.

Caso não queira permanecer com o morcego em casa, considere levar o morcego à clinica veterinária mais próxima, que eles poderão mantê-los até o recolhimento pelo Centro de Controle de Zoonoses.

Importante:

. Se houver contato de animal (cão e/ou gato) com morcegos, procurar imediatamente o médico veterinário ou o Centro de Controle de Zoonoses;

. Caso ocorra qualquer tipo de contato ou agressão (mordida, arranhão ou lambedura)a pessoa deve procurar um serviço de saúde imediatamente.

. Ligue para Ouvidoria Municipal para solicitação de visita ou 3535-4441 e 3533-7155 – CCZ, para orientações e recolha.

PARCERIAS ENTRE SECRETARIAS MUNICIPAIS EM PROL DA SAÚDE PÚBLICA E MEIO AMBIENTE

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A forma mais eficaz de evitar-se agravamentos ou óbitos em relação à Febre Maculosa, é a informação.

A febre maculosa brasileira (FMB) é uma doença infecciosa febril aguda de gravidade variável, cuja apresentação clínica pode variar de formas leves e atípicas até formas graves, com taxa de letalidade elevada. A doença é causada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida por carrapatos. 

Em áreas como sítios, parques, trilhas, qualquer local com vegetação há a possibilidade de contato com carrapatos. Se algum estiver contaminado, a transmissão geralmente ocorre quando o artrópode permanece aderido ao hospedeiro por um período de 4 a 6 horas e então, podemos desenvolver a Febre Maculosa.

Como os sintomas são muito semelhantes à outras arboviroses, o conhecimento sobre a transmissão da FMB é fundamental para avisar ao profissional de saúde sobre contato com carrapato ou o médico questionar durante a anamnese,  que é histórico de todos os sintomas narrados pelo paciente sobre determinado caso clínico. Com estas informações, inicia-se o tratamento correto sem agravamentos ou evolução para óbito.

Para informar a população sobre estes riscos, o Centro de Controle de Zoonoses solicitou ao Departamento de Mobilidade Urbana, a confecção de placas para para serem fixadas em locais com risco de contato com carrapatos. O DMU aproveitou algumas placas que não seriam mais utilizadas no trânsito e poderiam ser descartadas.

Com estas placas informativas, os munícipes poderão saber da possibilidade de contato com carrapatos, os sintomas iniciais e a importância de avisar ao médico.
 
Este trabalho engloba prevenção de doenças e diminuição de custos  à saúde pública, sustentabilidade relativa ao aproveitamento de material da administração e trabalhos intersetoriais.

5 dicas para diminuir o calor do cachorro no verão

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O verão chegou e trouxe com ele as altas temperaturas. Nós sofremos bastante com os dias quentes e abafados, principalmente quem fica exposto por horas ao sol. No entanto, não é apenas nós que temos dificuldades para aguentar o calor, os cães também passam por esta situação.

1. Leve sempre algo para produzir sombra

No calor todo mundo fica em busca de sombra para fugir do sol e os cães são iguais. Sempre que passear com ele, fique atento se o local terá árvores ou algum objeto que produza sombra. O pet pode não aguentar ficar horas debaixo do sol. Caso leve-o à praia, não se esqueça de trazer um guarda-sol ou compre um chapéu-de-sol especial para cães.

2. Não deixe o cão sozinho no carro

Sabemos o quanto é perigoso deixar o cão sozinho dentro do carro, então imagine no calor. A temperatura no veículo sobe rapidamente, principalmente se os vidros estiverem fechados, o que pode provocar insolação. Largar o animal lá dentro é praticamente uma sentença de morte. Então, jamais deixe o animalzinho fechado num carro.

3. Água é indispensável

Água é obrigatório no verão! Se for sair com o pet leve sempre com você uma garrafa e um recipiente para o cão beber. Existem também bebedouros caninos portáteis, criados para situações assim. Lembre-se de verificar se a água não está muito quente quando oferecer ao animal. Se preferir, outra dica é levar um spray para borrifar na boca do cão de vez em quando, pode ser um bom jeito de refrescá-lo.

4. Evite focinheiras de nylon

Focinheiras deste material – ou qualquer outro que feche a mandíbula – não permite o cão arfar, o que impede a termorregulação do seu corpo. Por isso, se o animal realmente precisa usar o objeto para sair, escolha um tipo aberto na boca, como as de metal.

Dentro de casa

Apesar do animal estar protegido do sol dentro de casa, ele não consegue fugir do calor excessivo. Dessa forma, algumas dicas precisam ser seguida mesmo se não sair, para que ele se mantenha sempre refrescado.

5. Atenção à comida

Como o verão é uma época em que a desidratação é comum, é bom oferecer alimentos mais úmidos, principalmente se o cão bebe pouca água. Escolha comidas de qualidade e saborosas, de forma que o cão aprecie a refeição e se hidrate simultaneamente. Caso tenha duvidas do que escolher, consulte um veterinário e ele te indicará quais os melhores alimentos.

Outra dica interessante relacionado à comida é mudar o horário das refeições. Habitue o cão a comer ao final do dia, quando a temperatura está mais baixa. Esta mudança irá facilitar e melhorar o processo digestivo, pois realizará sua função de forma mais relaxada.

Fonte: canaldopet.ig.com.br