DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

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CCZ EM AÇÃO CONTRA MOSQUITOS NO JARDIM PÚBLICO

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De 21 a 26 de Novembro: Semana Estadual de Mobilização de combate ao Aedes aegypti

Durante a Semana Estadual de Prevenção às Arboviroses no Estado, os trabalhos diários do Centro de Controle de Zoonoses foram intensificados com exposições, mutirões e ações educativas.

Além de palestras em escolas e projetos , equipes de agentes estiveram no Jardim Público aproveitando o trânsito de pessoas no comércio central, para divulgar orientações na eliminação dos criadouros de mosquitos e sobre sintomas das arboviroses que o Aedes aegypti pode transmitir.

Para chamar a atenção dos transeuntes foi realizada exposição de animais peçonhentos, distribuição de folhetos e colocação de cartazes no comércio.

O Boneco Cabeção juntamente com o Mosquito interagiram com o público, utilizando a linguagem lúdica para favorecer a comunicação com os moradores e assim, estes possam analisar, criticar, se emocionar e se pronunciar sobre as questões de saúde pública abordadas e estimular o senso de responsabilidade que cabe a cada um na questão de controle do mosquito.

A Secretaria de Cultura promoveu show no coreto do jardim com a dupla Foca & Pancher que apresentou repertório de música brasileira.

As crianças, além de curtirem as ações, tiveram local para pintura de máscaras e informações sobre arboviroses com linguagem pedagógica para poderem conhecer e repassar os conhecimentos.

PROJETO BANDEIRANTES CONTRA MOSQUITOS

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De 21 a 26 de Novembro é a Semana Estadual de Mobilização de combate ao Aedes aegypti

O Projeto Bandeirantes convidou o setor de Educação e Comunicação do CCZ para palestra sobre o Mosquito Aedes aegypti e as arboviroses que ele pode transmitir, como: Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

A direção do projeto também convidou a banda do projeto Pró Jovem que após a palestra, saíram pela ruas do bairro chamando a atenção dos moradores que, ao abrirem suas casas, receberam dos alunos e professores, folhetos informativos sobre o tema.

O modo mais eficaz para o controle destas doenças, é a eliminação dos criadouros de mosquitos: qualquer local ou quantidade de água parada. E para isto, a participação de toda sociedade é fundamental.

Parabéns ao Projeto Bandeirantes por esta importante iniciativa e ações que, além de conscientizar os jovens atendidos, estendeu as informações a familiares e toda a vizinhança.

UNESP DE RIO CLARO ORGANIZA BRIGADISTAS CONTRA AEDES

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“A epidemia da dengue existe há mais de 30 anos. Desde então, nós não conseguimos erradicar esse problema entre nós. Isso significa que não é uma atividade simples. Não temos vacinas para arbovirose, nem tratamentos específicos, então a principal arma que nós temos é combater o mosquito. Se não houver a colaboração da sociedade, todo ano vamos ter casos e casos de todas essas arboviroses”, reforçou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento da campanha nacional de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite doenças como Dengue, Zika e Chikungunya. 

Em 2022, até meados de outubro, houve aumento de 184,6% no número de casos prováveis de dengue em comparação com o mesmo período de 2021. As ocorrências passaram de 478,5 mil casos, no ano passado, para 1,3 milhão neste ano. Foram 909 óbitos confirmados em 2022.

Conscientes que a eliminação constante de criadouros do mosquito Aedes aegypti é a forma mais eficaz para o controle do vetor e das doenças que ele transmite e à norma estabelecida pelo Decreto Estadual 62.130 de 29/07/2016, a Unesp- Campus Rio Claro, através do Prof. Claudio José Von Zuben está organizando equipes entre alunos, professores e funcionários, denominados Brigadistas Contra o Aedes para trabalhos dentro do campus da faculdade, com extensão às repúblicas dos alunos.

O treinamento dos voluntários está sendo realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses e conta com estudantes dos cursos de ciências biológicas, ecologia e geografia.

O objetivo além da prevenção de arboviroses no campus da UNESP Rio Claro, é que estes trabalhos de conscientização social sejam estendidos e realizados em outros campus e faculdades.

IV SEMANA DA SAÚDE NO CAMPUS DA UNESP

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A Fundação Municipal de Saúde participou desta importante iniciativa da universidade com a Vigilância Epidemiológica vacinando e realizando testes de DST e atendimento odontológico móvel.

O Centro de Controle de Zoonoses esteve presente no campus orientando alunos, professores, funcionários e visitantes com exposição sobre animais peçonhentos e diversas arboviroses como Dengue e Febre Maculosa.

1ª GINCANA AÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SAÚDE

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O acúmulo e o descarte incorreto de materiais, resulta em problema de saúde pública como o aumento de criadouros de mosquitos transmissores da Dengue, Zika e Chikungunya, insetos como baratas e pernilongos além de roedores e animais peçonhentos.

A prevenção destes problemas, além de melhorar a qualidade de vida dos moradores, diminui significativamente  custos públicos em razão de ser  muito menor  frente ao tratamento de doenças.

Neste sentido um grupo com representantes da Educação, Saúde e do Legislativo está organizando a 1ª Gincana Ação Ambiental e Saúde com o intuito de recolher, orientar e manter limpos os bairros com maior índice de casos de dengue, roedores e peçonhentos.

Dos 147 bairros do município, o Bom Retiro será o primeiro a receber a Gincana em razão do montante de materiais descartados em quintais, ruas e terrenos, que tem resultado em alto índice larvário, positivos de Dengue e aparecimento de escorpiões; além de estender as ações preventivas  para os bairros próximos como o Bonsucesso e Novo Wenzel.

Se chover o evento será transferido.

Por que mosquitos picam mais algumas pessoas que outras

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Os mosquitos, machos e fêmeas, poderiam viver sem picar outros animais. Mas as fêmeas precisam do sangue para completar seu ciclo reprodutivo

Os mosquitos e as doenças que eles transmitem já mataram mais pessoas do que todas as guerras da história humana juntas.

As estatísticas indicam que o mosquito é, de longe, a criatura mais mortal do mundo para os seres humanos. Somente em 2018, o inseto foi responsável por cerca de 725 mil mortes.

Naquele mesmo ano, o segundo animal mais mortal foram exatamente os seres humanos, causando a morte de 437 mil semelhantes. E fomos seguidos (com larga distância) pelas agressões combinadas de cobras, cachorros, caracóis venenosos, crocodilos, hipopótamos, elefantes, leões, lobos e tubarões.

Esta situação naturalmente é preocupante e levou a Assembleia Mundial da Saúde – evento anual de tomada de decisões da Organização Mundial da Saúde (OMS) – a aprovar, em 2017, a Resposta Global para o Controle de Vetores (GVCR, na sigla em inglês) 2017-2030. Trata-se de uma atuação dirigida a orientar estrategicamente os países para o fortalecimento urgente do controle dos vetores, entre os quais se destacam os mosquitos.

Esta percepção é fundamental para evitar doenças e reagir aos surtos infecciosos emergentes. Afinal, os mosquitos podem transmitir inúmeras doenças, como a febre do Nilo ocidental, zika, dengue, febre amarela, chikungunya, encefalite de São Luís, filariose linfática, encefalite La Crosse, doença de Pogosta, febre oropouche, doença do vírus Tahyna, febre do vale do Rift, infecção pelo vírus do bosque Semliki, febre de Sindbis, encefalite japonesa, febre do rio Ross, febre do bosque Barmah ou malária – esta, responsável por 627 mil mortes, apenas em 2020.

Daí vem o interesse em entender o que faz com que os mosquitos decidam picar justo a nós e não à pessoa ao nosso lado.

Dióxido de carbono e odores corporais

Os mosquitos, machos e fêmeas, poderiam viver sem picar outros animais. Mas as fêmeas precisam do sangue para completar seu ciclo reprodutivo.

Há quase um século, o dióxido de carbono (CO2) foi identificado como sendo atraente para os mosquitos. E esse gás foi empregado para capturar as fêmeas dos mosquitos, que procuram o sangue necessário para adquirir nutrientes para a ovogênese – a geração de ovos.

Mas não existem evidências disponíveis que indiquem que o CO2 atue como medidor do diferencial de atração. Também os níveis de emissão de dióxido de carbono não explicam por que os mosquitos preferem sistematicamente uma pessoa em vez da outra. Qual é o motivo, então?

Existem outros sinais físico-químicos que condicionam a atração do mosquito por pessoas determinadas, particularmente o calor, o vapor d’água, a umidade, sinais visuais e, o mais importante, os odores exalados pela pele.

Ainda não se sabe ao certo quais aromas atraem mais os mosquitos, mas diversos estudos indicam moléculas como indol, nonanol, octenol e ácido láctico como principais suspeitos.

Uma equipe de pesquisadores chefiada por Matthew DeGennaro, da Universidade Internacional da Flórida, nos Estados Unidos, identificou um receptor de odor único, conhecido como receptor ionotrópico 8a (IR8a), que permite que o mosquito Aedes aegypti identifique o ácido láctico. Como se sabe, esse mosquito é o transmissor da dengue, da chikungunya e da zika.

Quando os cientistas promoveram uma mutação do receptor IR8a, encontrado nas antenas dos insetos, descobriram que os mosquitos eram incapazes de detectar o ácido láctico e outros odores ácidos exalados pelos seres humanos.

Acetofenona: o ‘perfume’ que atrai os mosquitos

Uma pesquisa recente indicou que os vírus da dengue e da zika alteram o odor de ratos e seres humanos infectados, para torná-los mais atraentes para os mosquitos. É uma estratégia interessante, pois contribui para que os insetos piquem o hospedeiro, retirem seu sangue infectado e transportem o vírus para outro indivíduo.

Os vírus conseguem fazer isso modificando a emissão de uma cetona aromática – a acetofenona – que é especialmente atraente para os mosquitos.

Normalmente, a pele dos seres humanos e roedores produz um peptídeo antimicrobiano que limita as populações bacterianas. Mas comprovou-se que, em ratos infectados com dengue ou zika, a concentração desse peptídeo é reduzida, e proliferam-se bactérias do gênero Bacillus, que ativam a produção de acetofenona.

Nos seres humanos, ocorre um fato similar: odores coletados das axilas de pacientes com dengue continham mais acetofenona que os de pessoas saudáveis.

O interessante é que isso pode ser corrigido. Alguns dos ratos infectados com dengue foram tratados com isotretinoína, que reduziu as emissões de acetofenona. Com isso, os ratos ficaram menos atraentes para os insetos.

Micróbios que alteram o odor

Este não é o único caso em que um micro-organismo manipula a fisiologia dos mosquitos e de seus hospedeiros humanos para favorecer sua transmissão.

As pessoas infectadas pelo parasita causador da malária, Plasmodium falciparum, por exemplo, são mais atraentes que os indivíduos saudáveis para os mosquitos Anopheles gambiae, vetores da doença.

O motivo ainda é desconhecido, mas pode estar relacionado ao fato de que Plasmodium falciparum produz um precursor isoprenoide, chamado pirofosfato de (E)-4-hidróxi-3-metilbut-2-enila (HMBPP, na sigla em inglês). Esse precursor afeta os comportamentos de busca e alimentação de sangue do mosquito, bem como sua susceptibilidade à infecção.

Concretamente, o HMBPP ativa os glóbulos vermelhos humanos para aumentar a liberação de CO2, aldeídos e monoterpenos, que juntos atraem com mais força o mosquito e o convidam a “chupar nosso sangue”.

E a adição de HMBPP a amostras de sangue aumenta significativamente a atração despertada em outras espécies de mosquitos, como Anopheles coluzziiAnopheles arabiensisAedes aegypti e espécies do complexo Culex pipiens/Culex torrentium.

Compreender quais são os fatores intervenientes na preferência manifestada pelos mosquitos para picar esta ou aquela pessoa ajudará a determinar e reduzir o risco de propagação de doenças infecciosas transmitidas por vetores.

* Raúl Rivas González é professor de Microbiologia da Universidade de Salamanca, na Espanha.

Este artigo foi publicado originalmente no site de notícias acadêmicas The Conversation e republicado sob licença Creative Commons. Leia aqui a versão original em espanhol.

– Texto originalmente publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62153902

Vírus da dengue e zika manipulam odor para atrair mosquitos

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Pesquisa confirma que, após infecção com flavivírus, o cheiro do corpo dos hospedeiros é modificado, a fim de torná-los mais apetitosos para os insetos transmissores, intensificando a proliferação das doenças tropicais.

Os vírus causadores da dengue e zika são capazes de “sequestrar” o odor corporal do hospedeiro, tornando-o mais atraente para os mosquitos. Os insetos são os principais vetores de certas doenças tropicais, ao picar um animal saudável após haver sugado o sangue de outro infectado.

Um estudo científico publicado pela revista Cell em 30 de junho mostrou que quando humanos e camundongos são infectados com os vírus da dengue ou zika, eles secretam uma substância química que os torna mais apetitosos para os mosquitos.

Uma pesquisa de 2014 já mostrara que o parasita plasmódio, causador da malária, tem a propriedade de manipular o cheiro do corpo do hospedeiro para atrair mosquitos, promovendo a própria proliferação. Então, partindo da hipótese de que os vírus das doenças tropicais desenvolveram um mecanismo semelhante, os cientistas resolveram perguntar aos próprios insetos.

Dois grupos de camundongos foram colocados em áreas cercadas: um infectado com os flavivírus causadores da zika ou dengue, o outro saudável. Quando então tiveram opção de escolher o sangue de quem preferiam sugar, dois terços mosquitos preferiram o cerco dos animais infectados.

“Sugue meu sangue, estou doente”

Para compreender o mecanismo por trás desse resultado, os pesquisadores também tiraram amostras do ar dentro dos cercos. Segundo o coautor Gong Cheng, foi detectado um total de 422 substâncias químicas voláteis, apenas algumas das quais diferiam entre os dois locais.

Testes subsequentes demonstraram que o que mais estimulava o olfato dos insetos predadores era a acetofenona, substância encontrada naturalmente em alimentos como maçãs, damascos, bananas, couve-flor, queijo e carne de vaca. Porém as cobaias contaminadas com vírus a produziam em quantidade dez vezes superiores ao grupo de controle.

O próximo passo foi “perfumar” com acetofenona os camundongos – e alguns voluntários humanos –, o que confirmou que os mosquitos são de fato atraídos por seu cheiro.

Cheng e colegas constataram que os níveis mais elevados do composto são causados por interações entre a microbiota epidérmica dos hospedeiros, os flavivírus e os mosquitos. As bactérias produtoras de acetofenona crescem naturalmente na pele, e em condições normais seu crescimento é gerido por uma proteína antimicrobiana secretada pelas células epidérmicas.

Nos pacientes de dengue ou zika, porém, essa proteína é menos ativa, o que eleva os níveis de acetofenona, atraindo mosquitos famintos. Ou seja: os flavivírus instrumentalizam o cheiro da substância para se proliferar.

Remédio de acne contra a dengue?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a cada ano 390 milhões de indivíduos são infectados com o vírus da dengue. Quase a metade da população mundial vive em áreas em que há risco de contrair a moléstia, e a má infraestrutura de tratamento pode contribuir para níveis de mortalidade desnecessariamente elevados.

Assim, estão se analisando meios para coibir a emissão de acetofenona depois que ocorre uma infecção, a fim de reduzir as picadas de mosquitos transmissores. Uma possibilidade é isotretinoína, um medicamento antiacne derivado da vitamina A, produzido comercialmente.

Em laboratório, os camundongos portadores de zika ou dengue que receberam o produto oralmente perderam atratividade olfativa para mosquitos, que passaram a encará-los como se não estivessem infectados.

“Talvez vamos desenvolver um caminho inédito para interromper a disseminação de flavivírus por mosquitos no futuro”, anuncia Cheng. As pesquisas devem continuar, já que ainda não se pode excluir que os humanos secretem compostos voláteis diferentes dos das cobaias.

Fonte: DW Brasil

CCZ VISTA PROJETO BEIJA FLOR PARA ORIENTAÇÃO SOBRE MOSQUITOS E DENGUE

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O Projeto Beija-Flor, anexo ao CRAS Independência, realiza reuniões semanais para o setor da Melhor Idade.

Aproveitando o momento, os organizadores convidaram o setor de Educação e Comunicação do CCZ para orientar os participantes sobre os cuidados para evitar a Dengue e outras arboviroses como a Zika e Chikungunya.

Com muito interesse e simpatia do público, as informações da palestra foram complementadas com folhetos que levaram para compartilhar com seus familiares.

CCZ NA ESCOLA MARCELO SCHMIDT

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Alunos do EJA – Educação de Jovens e Adultos – da Escola Marcelo Schmidt estão estudando os problemas ocasionados pelo descarte incorreto de lixo e o CCZ foi convidado a complementar estas orientações com palestra que aborda animais e doenças relacionados à estas ações.

Após a palestra, os alunos puderam observar animais peçonhentos recolhidos em residências de nossa cidade

Índice de larvas do Aedes cresce nas casas de Rio Claro e município está em alerta para a dengue

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Registro chegou a 3,83, com larvas do mosquito em 128 das 138 amostras coletadas. Acima de 4 representa risco de epidemia, segundo a OMS.

Com alto índice de densidade larvária do mosquito Aedes Aegypti, Rio Claro está em situação de alerta para a dengue.

Das 138 amostras coletadas em 2,5 mil casas, entre os dias 4 e 11 de abril, apenas 10 não tinham larvas do mosquito, gerando índice de 3,83, conforme classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O levantamento anterior, realizado em janeiro, foi de 3,66.

Diante desse cenário, tem intensificado as ações de combate ao mosquito, percorrendo as ruas do município, que soma 124 casos da doença neste ano.

Ações

Com o alerta, a cidade faz ações como a nebulização. O alvo são os bairros com maior incidência de casos positivos da doença, como o Universitário.

Os agentes passam de casa em casa para aplicar o produto. “A gente tem a equipe com 3 pessoas. As meninas abordam para que a população abra a residência, tanto janelas e portas, para o veneno entrar e matar o mosquito”, disse a chefe da seção de endemias, Valdirene Bordim.

“A gente sabe que acima de 4 corre-se o risco de uma epidemia. A população precisa tomar o cuidado de eliminar os criadouros, não pode partir só do poder público. Dentro das residências foram encontrados muitos locais onde o mosquito está se proliferando. Para não ter a epidemia, precisa ter esse controle e diminuir o foco dos criadouros”, destacou a diretora de Vigilância em Saúde, Susi Berbert.

De acordo com OMS, os índices são classificados como:

  • inferiores a 1%: satisfatórios;
  • 1% a 3,9%: situação de alerta;
  • superiores a 4%: risco de surto.

SINTOMAS E TRATAMENTO DA DENGUE

Existem quatro tipos de vírus de dengue – sorotipos 1, 2, 3 e 4. A dengue é caracterizada pelos seguintes sintomas:

  • febre
  • dor no corpo
  • dor de cabeça
  • dor atrás dos olhos
  • manchas pelo corpo
  • mal estar
  • falta de apetite

É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

VEJA 10 DICAS PARA PREVENIR OS CRIADOUROS DO AEDES:

  • Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.
  • Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.
  • Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.
  • Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.
  • Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.
  • Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.
  • Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.
  • Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.
  • Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.
  • Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água.

Fonte: G1