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SEMANA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO ENSINO SUPERIOR TEM PARTICIPAÇÃO DO CCZ

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A equipe de Educação do CCZ esteve mais uma vez participando das atividades da Faculdade Asser.

No ultimo sábado,  dia 27 de Outubro, aconteceu nas dependências da Faculdade a 15ª Edição da Semana de Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular.

O CCZ levou junto com a vidraria  dos animais peçonhentos,faixas informativas e folhetos.

Os alunos e visitantes puderam tirar dúvidas sobre Arboviroses, Animais Peçonhentos e Posse Responsável de Animais.28 09 19 (11)

 

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Criptococose: causas, sintomas, tratamento e prevenção

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O que é criptococose?

A criptococose é uma doença, classificada como micose sistêmica, causada por fungos do gênero Cryptococcus e que, dependendo do caso, pode matar.

Os seguintes fungos Cryptococcus neoformans variante (var.) são comumente causadores dessa doença:

  • Cryptococcus neoformans variante (var.),
  • neoformans (C. neoformans)
  • gattii (C. gattii).
IMPORTANTE:  Considera-se a criptococose como importante problema de saúde pública devido à magnitude, ou seja, elevada letalidade, e transcendência da doença, que pode desenvolver formas clínicas graves.

O que causa a criptococose?

O principal reservatório do fungo é matéria orgânica morta presente no solo, em frutas secas, cereais e nas árvores. O fungo causador da doença também é encontrado nas fezes de aves, principalmente dos pombos.

A variante C. neoformans, de caráter oportunista, representa a principal causa de meningoencefalite e morte em indivíduos com a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). No entanto, essa espécie também acomete indivíduos sem problemas de saúde em todo o mundo.

O C. neoformans var. gattii acomete crianças e jovens sem evidência de imunodepressão aparente, de comportamento endêmico ou focal nas regiões tropicais e subtropicais, especialmente nas regiões Norte (Amazônia) e Nordeste do Brasil, incluído o semiárido, e, esporadicamente, nas demais regiões brasileiras.

Quais são os sintomas da criptococose?

As manifestações clínicas dependem do estado imunológico de cada indivíduo e do subtipo do fungo em questão. O surgimento de sinais e sintomas ocorre entre três semanas e três meses antes da internação hospitalar.

Individualmente, os sintomas podem variar de dois dias a mais de 18 meses. Na forma sistêmica, a criptococose apresenta frequentemente a meningite subaguda ou crônica, caracterizada por:

  • febre;
  • fraqueza;
  • dor no peito;
  • rigidez de nuca;
  • dor de cabeça;
  • náusea;
  • vômito;
  • sudorese noturna;
  • confusão mental;
  • alterações de visão;
  • pode haver comprometimento ocular, pulmonar e ósseo.

A forma cutânea representa de 10% a 15% dos casos, e apresenta os seguintes sinais e sintomas:

  • aparecimento de várias lesões avermelhadas, contendo secreção amarelada no centro, semelhante à espinha;
  • aparecimento de erupções cutâneas vermelhas em uma região específica ou por todo o corpo;
  • ulcerações ou massas subcutâneas, semelhante a tumores.
IMPORTANTE:  Em pacientes imunocompetentes, observa-se meningoencefalite de forma aguda ou crônica, com dor nos olhos e na cabeça, usualmente sem febre ou quadro febril pouco expressivo, que evolui para dor de cabeça intensa e presença de sinais mais graves, como estrabismo, paralisia facial e cegueira total ou parcial.

Como ocorre a transmissão da criptococose?

Não existe transmissão inter-humana dessa micose, nem de animais ao homem. No entanto, indivíduos, ou seja, os seres humanos, estão expostos à doença por meio da inalação dos fungos causadores da criptococose.

Transmissão da criptococose

Como é feito o diagnóstico da criptococose?

O diagnóstico da criptococose é clínico e laboratorial. A confirmação laboratorial é feita com o uso de “tinta da China” (nanquim) – com evidências de criptococos visíveis em materiais clínicos. Trata-se do principal diagnóstico das meningites criptocócicas: exame do líquor-LCR.

O criptococo também pode ser isolado na urina ou no pus. A sorologia e a histopatologia também são consideradas na confirmação diagnóstica da criptococose. Como exame complementar, a tomografia computadorizada, ressonância magnética ou radiografia de tórax podem demonstrar danos pulmonares, presença de massa única ou nódulos múltiplos distintos (criptococomas).

Como é feito o tratamento da criptococose?

A escolha terapêutica para o tratamento dependerá da forma clínica de cada paciente. Os medicamentos antifúngicos para o tratamento da doença estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e são oferecidos gratuitamente. Todo o tratamento e suporte necessários para cuidar da doença também são oferecidos de forma integral e gratuita pela rede pública de saúde.

No caso de infecções, não há necessidade de isolamento dos doentes. As medidas de desinfecção de secreção devem ser as de uso hospitalar rotineiro. Os tratamentos são feitos mediante internação.

Qual a melhor forma de prevenir a criptococose?

Não existem medidas preventivas específicas. Entretanto, recomenda-se a utilização de equipamento de proteção individual, sobretudo de máscaras, na limpeza de galpões onde há criação de aves ou aglomerado de pombos.

Medidas de controle populacional de pombos devem ser implementadas, como, por exemplo, reduzir a disponibilidade de alimento, água e, principalmente, abrigos. Os locais com acúmulo de fezes desses animais devem ser umidificados para que os fungos possam ser removidos com segurança, assim como a sua dispersão por aerossóis.

Prevenção da criptococose

Situação epidemiológica

As micoses sistêmicas não integram a lista nacional de doenças de notificação compulsória no Brasil. Elas também não são objeto de vigilância epidemiológica, de rotina, com exceção de estados brasileiros que instituíram essa notificação de iniciativa do seu âmbito de gestão. Por isso, não existem dados epidemiológicos da ocorrência, magnitude e transcendência da criptococose em nível nacional.

No plano estratégico 2018, o Ministério da Saúde iniciou a estruturação do sistema de vigilância e controle das micoses sistêmicas, incluída a criptococose. Com a estruturação do sistema de vigilância da criptococose, espera-se acompanhar a tendência temporal da doença, conhecer o perfil epidemiológico e seus determinantes sociais, bem como definir as medidas de controle na contenção da sua magnitude e vulnerabilidade no país.

FONTE: Ministério da Saúde

Palestra alerta sobre a relação entre o lixo e as doenças

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Crianças do Educandário Maria Goretti conheceram, por meio de palestra realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses, um pouco mais sobre o perigo de descartar lixo em local incorreto. A palestra foi feita a convite do Grupo de Veterinários pela Ética. Além de transformar terrenos e praças em lugar inapropriado para recreação, o lixo serve de alimento para animais como ratos, cobras e escorpiões colocando a saúde da população em risco. Sem contar que potes, copos e plásticos de todo tipo, jogados nesses locais, acabam virando criadouros para o Aedes aegypti, o mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya.

Os alunos conheceram maneiras de prevenção contra várias doenças e assim podem repassá-las aos pais garantindo uma melhor qualidade de vida, mantendo o lixo armazenado em local correto. Para ilustrar a apresentação o CCZ expôs aos alunos seu acervo de animais peçonhentos. Os funcionários do educandário também compartilharam dessa experiência. A atividade foi encerrada com o médico veterinário Ricardo Camargo que falou sobre a equoterapia e todos os benefícios que ela pode trazer no tratamento para crianças portadoras de necessidades especiais. As crianças ganharam desenhos relacionados ao tema para pintar.

GRUPO DE VETERINÁRIO PELA ÉTICA E CCZ ORIENTAM CRIANÇAS

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Os problemas gerados por descarte incorreto de lixo em ruas, terrenos e quintais, são frequentes em todos os bairros da cidade.

O Centro de Controle de Zoonoses a convite do Grupo de Veterinários pela Ética , ministrou a palestra Lixo = Bicho para as crianças do Educandário Maria Goretti  , onde foram  abordados os diversos animais e doenças resultados destes descartes e formas de prevenção.

Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim, funcionárias do setor de Informação e Educação do CCZ realizaram as palestras nos períodos da manhã e tarde e após as apresentações as crianças e funcionários tiveram a oportunidade de conhecer sobre Equoterapia com o médico veterinário Ricardo Camargo e realizaram  pinturas sobre o tema.

Exemplares de animais peçonhentos expostos após as palestras,  foi a grande atração para a criançada.

USF SANTA ELIZA EM CAMPANHA CONTRA LIXO E DOENÇAS RELACIONADAS

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Andando pelas ruas da cidade, independente do bairro, encontramos lixo jogado  irregularmente pela própria população em praças, ruas, terrenos.

O problema não é apenas a paisagem feia, são as consequências que este descarte gera, como a atração de animais peçonhentos, ratos, baratas e com eles as zoonoses relacionadas: dengue, leptospirose, entre outras.

O Centro de Controle de Zoonoses tem realizado palestras sobre o tema em escolas, empresas, projetos, igrejas na tentativa de conscientizar cidadãos para prevenir diversas doenças.

O bairro Santa Eliza registra alguns casos positivos de Dengue, escorpiões e claro, muito lixo espalhado pelos terrenos.

Profissionais de saúde da USF Santa Eliza preocupados  com a saúde dos moradores, convidaram equipe de educação do CCZ para orientação ao público atendido através da palestra: Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo e decoraram a unidade com informações relativos ao tema.

Parcerias que podem mudar hábitos, deixar o local onde moramos mais bonito e principalmente, mais saudável.

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL NA FACULDADE ASSER

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De 20 a 22 de Setembro nas dependências da Faculdade Asser, está sendo realizada a “Semana de Responsabilidade Social”.

A Fundação Municipal de Saúde participa com equipes do DST realizando exames  e com a equipe de educação e informação do Centro de Controle de Zoonoses expondo vidrarias com animais peçonhentos, folhetos informativos e palestra sobre Lixo=Bicho- Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo.

Alunos e professores participam das atividades e podem compartilhar os conhecimentos com suas famílias.

CCZ TEM NOVO TEMA DE PALESTRA

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A Fundação Municipal de Saúde, através de sua equipe de educação e informação do CCZ, está ministrando a palestra: Lixo = Bicho – Animais e doenças relacionadas ao descarte incorreto de lixo – em escolas, igrejas, projetos, unidades de saúde.
Apenas no último mês, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim  já levaram informações sobre os problemas relacionados ao lixo, para mais de 2.000 pessoas.
O objetivo é a conscientização do público sobre as doenças geradas e a diminuição de materiais descartados por ruas e terrenos da cidade.
Colabore: jogue lixo apenas em locais corretos.