DENGUE: SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR

Archive for the ‘DENGUE’ Category

Mutirão recolhe mais de 1,3 tonelada de criadouros

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O mutirão de combate à dengue realizado no sábado, dia 15, nos bairros Consolação e Bairro do Estádio recolheu uma tonelada e mais 310 quilos de criadouros que estavam espalhados em vários locais do bairro e também nas residências. Vinte e sete agentes participaram desse trabalho. Os moradores receberam as equipes e descartaram vários materiais que estavam amontoados em quintais acumulando água.

Esse tem sido o resultado dos vários mutirões já realizados pelo Centro de Controle de Zoonoses que conta com o apoio da secretaria de Meio Ambiente e em algumas ocasiões também com o departamento de Obras. Na média os agentes recolhem cerca de uma tonelada de inservíveis a cada sábado. A quantidade de material recolhido desde o início do ano já ultrapassou 20 toneladas e a cada operação como essa, moradores são orientados a não deixar que a água se acumule em recipientes.

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Abrigo recebe CCZ para palestra sobre o Aedes

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Depois de os agentes de vetores do Centro de Controle de Zoonoses encontrarem larvas do Aedes aegypti em criadouros no abrigo São Vicente de Paulo, uma equipe esteve no local para a realização de uma palestra focando a prevenção como medida de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. Sessenta funcionários do abrigo assistiram a apresentação realizada dias 12 e 13 de junho. Durante esses dois dias várias orientações que podem ajudar na eliminação de focos importantes do inseto foram passadas, inclusive com a distribuição de folhetos informativos. No caso do abrigo, a recepção foi muito boa. A retirada dos criadouros e o trabalho de orientação devem resolver o problema.

No entanto, em outras partes da cidade a situação é um pouco mais complicada. A grande dificuldade dos agentes tem sido quebrar a resistência das pessoas com relação à inspeção frequente que precisa ser feita pelos moradores dentro das casas onde é encontrada a maioria dos criadouros. Plantas, gaveta de geladeira, calhas, caixas d´água, ainda são locais onde o mosquito encontra espaço e que muitas vezes não são vistoriados. O trabalho dos agentes permanece em ritmo acelerado mesmo com a queda da temperatura que por enquanto não refletiu em diminuição de casos de dengue no município.

Written by I.E.C - CCZ

17/06/2019 at 10:29 am

Calhas podem esconder ovos do Aedes aegypti; saiba como limpar

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Todo mundo já sabe que o mosquito Aedes aegypti gosta de água parada, limpa ou suja, onde pode se reproduzir. Os ovos colocados por ele podem ficar até 450 dias no seco, ou seja, sobrevivem por mais de um ano até chegar o próximo período de chuvas. Após a eclosão, formam-se as larvas e depois mais mosquitos. Um local que é potencial criadouro do mosquito da dengue são as calhas. Por isso, elas não devem passar despercebidas durante a sua vistoria em casa.

Como fazer a limpeza das calhas?

  • Acesse a calha utilizando uma escada adequada, com boa estabilidade e que ofereça segurança;
  • Nunca apoie diretamente na calha, pois ela pode ceder ou até mesmo quebrar, causando um acidente doméstico. Uma dica é ter um ajudante para segurar a calha durante a limpeza;
  • Use uma luva para tirar a sujeira mais grossa, como folhas, galhos e resíduos sólidos, e coloque tudo em um balde. Com uma pá e pincel, remova poeiras e areia, por exemplo;
  • Conforme fizer a limpeza, desça da escada e mova-a para o lado, evitando se debruçar na calha, pois é perigoso;
  • Identifique se há pontos de água parada na calha. Além de convidativa para o mosquito da dengue, isso danifica a pintura. Elimine a água e verifique as causas do acúmulo. O indicado é que a calha esteja posicionada de forma que a água jamais fique acumulada. Se já estiver instalada corretamente, é possível que sua calha esteja obstruída;
  • Para checar se há obstruções, bata levemente ao longo da calha e preste atenção ao som. Sons mais agudos geralmente indicam que a passagem está livre, já o som similar a um baque pode indicar que obstrução;
  • Se encontrar os ovos ou larvas do Aedes aegypti, elimine o foco e esfregue a calha com bucha, água e sabão;
  • Faça o teste final da limpeza nos condutores, que é o cano que leva a água para baixo. Ligue a mangueira e deixe o jato ligado até limpar a superfície, removendo todos os detritos restantes. Se estiver muito suja, jogue água com sabão neutro.

 

As calhas exigem manutenção regular mensal ou quinzenal, principalmente se estiverem próximas de locais com árvores. As folhas e galhos são as principais causas do acúmulo de água, tornando o local um potencial criadouro do Aedes aegypti. Se tiver dificuldade na limpeza, contrate um profissional, mas não deixe de vistoriar a sua calha frequentemente. (Fonte- G1)

Written by I.E.C - CCZ

11/06/2019 at 8:31 am

Zoonoses continua encontrando criadouros nas casas

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Apesar de todo trabalho de orientação feito diariamente pelos agentes de combate a endemias durante as operações bloqueio e também por agentes comunitários de saúde, ainda há muitos criadouros do Aedes aegypti dentro das residências. Potes, garrafas, pneus, pratos de vasos e plantas aquáticas são recipientes que continuam disponíveis para a reprodução do mosquito em grande parte dos imóveis visitados. As plantas aquáticas em especial fazem com que as larvas permaneçam grudadas nas raízes e mesmo fazendo a limpeza com freqüência algumas larvas ainda continuam escondidas. Isso dificulta muito o controle de doenças como a dengue, por exemplo, transmitida através da picada do mosquito.

Não apenas nas residências se concentra a atenção dos agentes. Eles estão atentos também aos Pontos Estratégicos (cemitérios, borracharias, oficinas, floriculturas) e Imóveis Especiais (escolas, creches, hospitais, empresas e obras abandonadas). Apenas em maio foram 227 visitas em Pontos Estratégicos e outras 57 em Imóveis Especiais. Somam-se a esses números as visitas realizadas nas operações bloqueio que em maio chegaram a 31.086 imóveis e ainda os mutirões de limpeza que de janeiro a maio retiraram perto de 20 toneladas de criadouros nos bairros trabalhados.

“Todo esse trabalho, que envolve a mobilização de várias equipes na prevenção, é importante, mas enquanto não houver a participação efetiva dos moradores na eliminação de criadouros, o mosquito vai continuar fazendo vítimas”, explicou a chefe de núcleo de endemias, Maria Júlia Guarnieri Baptista. A temperatura mais baixa não afasta o risco da proliferação do Aedes. Ele continua se utilizando de recipientes com água para garantir sua reprodução e continuar seu ciclo. Os ovos do mosquito podem permanecer até 450 dias depositados aguardando apenas que um pouco de água dê vida à larva e poucos dias depois surge mais um indivíduo da espécie.

Palestras ressaltam a importância do descarte correto do lixo

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Idosos aprendem um pouco mais sobre o perigo que trazem os animais peçonhentos atraídos pelo lixo

Além de poluir o solo, causar gastos adicionais na limpeza pública e também provocar inundações com o entupimento de bueiros, o lixo descartado de forma incorreta pode trazer também várias doenças. Muitas delas trazidas por animais como ratos que buscam por alimentos em locais onde há lixo orgânico. No mesmo rastro seguem as baratas que se alimentam daquilo que é jogado fora em terrenos, praças ou até mesmo em áreas de preservação permanente. Predador da barata, os escorpiões surgem e podem invadir as residências colocando toda a família em perigo devido ao veneno que possuem e que pode ser letal em crianças e idosos, principalmente.

Toda essa problemática, que trata do descarte incorreto do lixo, foi passada pelo Centro de Controle de Zoonoses através de palestras solicitadas pela Udam- União de Amigos e pelo Grupo de Veterinários pela Ética. Mais de 190 pessoas receberam orientações sobre o assunto entre jovens e idosos de entidades como o projeto Estação do Bem, Centro de Convivência do Idoso e a própria Udam. Na capela São Luiz Orione, 40 mães atendidas pela Pastoral da Criança no Jardim Conduta puderam também compartilhar de informações sobre o tema.

Informações reforçam nos jovens a questão da responsabilidade no descarte do lixo

 

 

Sipat do Daae abre espaço para palestra da Zoonoses

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A Sipat- Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho do DAAE- Departamento Autônomo de Água e Esgoto abriu espaço para que o Centro de Controle de Zoonoses discutisse as questões relacionadas ao lixo que acarretam o surgimento de animais como ratos, cobras, escorpiões e outros que podem provocar doenças ou acidentes graves. Cerca de 80 funcionários participam este ano do evento. Outros setores da administração também foram convidados a participar.

A programação segue até sexta-feira (31), com palestras diárias a partir das 8 horas. Nesta terça-feira (28) haverá teste rápido para HIV e Hepatite C, além de uma palestra sobre doação de sangue. Na quarta-feira (29), o tema abordado será “Segurança, Educação, Compromisso de cada um, Responsabilidade de Todos”.

Além da Sipat, a equipe da Zoonoses também esteve no último dia 22 em duas escolas tratando do mesmo tema sobre o lixo. No projeto Estação do Bem, a convite da Udam, 90 crianças assistiram a apresentação e na Escola Municipal Jardim Esmeralda outras 180 crianças entre 2 e 5 anos tiveram acesso a orientações sobre o descarte correto do lixo.

Servidores de todo o Estado participam do Educom

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O Educom Saúde-SP, projeto desenvolvido pela Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e pela Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP) é a mais uma ferramenta criada com o objetivo de promover a mobilização comunitária para as ações de vigilância e controle das arboviroses urbanas transmitidas pelo Aedes aegypti. A iniciativa destina-se a um grupo de servidores e colaboradores envolvidos com o controle da dengue nos seus respectivos municípios. Duas funcionárias do Centro de Controle de Zoonoses, Solange Mascherpe e Daiana Carolina Joaquim, participaram do curso presencial de 14 a 16 de maio. A ação será complementada com um programa a distância, com duração de três meses, reforçando a aprendizagem educomunicativa dos mesmos servidores, entre agosto e novembro deste ano.

O projeto alia marcos teóricos da educação e da comunicação para as atividades formativas a grupos de profissionais da saúde, do Estado e dos municípios com mais de 100 mil habitantes, capacitando-os a articular práticas educomunicativas para a mobilização da população. A meta é atender, ao fim do processo, um total estimado entre 250 e 300 agentes de saúde.